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Begonia cucullata - Begônia-do-banhado

Nomes populares

Azedinha-do-brejo, azeda-do-brejo, azedinha, begônia, begônia-do-brejo, erva-de-sapo

Nome científico

Begonia cucullata Willd.

Voucher

144 Schwirkowski (MBM391954)

Sinônimos

Begonia agrial Rojas Acosta

Begonia cuneata Walp.

Begonia spatulata Lodd.

Begonia paludicola C. DC.

Begonia cucullata var. hookeri L. B. Sm. & B. G.

Família

Begoniaceae

Tipo

Nativa, não endêmica do Brasil.

Descrição

Planta anual ou perene, ereta, herbácea, suculenta, geralmente glabra, pouco ramificada, de 40-90 cm de altura (LORENZI, 2008, p. 186).

Característica

Floração / frutificação

Dispersão

Habitat

Planta nativa de terrenos úmidos do sul e sudeste do Brasil, ocorre no Cerrado e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista.

Distribuição geográfica

Nordeste (Bahia), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (JACQUES, 2010).

Etimologia

Propriedades

Fitoquímica

Fitoterapia

É reputada como medicinal, combatendo a disenteria.

Fitoeconomia

As folhas, ramos, flores e frutos jovens são comestíveis, por isso o nome popular de azedinha-do-brejo, e podem ser consumidos tanto em saladas cruas ou cozidas ou diretamente a campo, mas os ramos e folhas jovens também podem ser adicionados a sucos diversos ou cozidos e temperados para o preparo de molhos agridoces para carnes. Possui um sabor azedinho bem típico, o qual deve-se provavelmente à presença do ácido oxálico, o que indica que o consumo deve ser moderado, e pessoas com problemas renais devem evitar o consumo desta planta.

Esta é a espécie que deu origem às variedades ornamentais comercializadas no mundo todo, sendo conhecidas como Begonia semperflorens.

Injúria

Planta daninha com pouca ocorrência, infestando apenas beira de estradas, canais de drenagem e lavouras perenes, ocorre em áreas úmidas e semi-sombreadas.

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Bibliografia

Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -

Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.

Jacques, E.L. 2010. Begoniaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB005597).

KINUPP, V. F. Plantas Alimentícias Não-Convencionais da Região Metropolitana de Porto Alegre. Tese de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2007. 590p. il. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/12870>.

LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed.  2008. 672p. il.

PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.

STURTEVANT, E. L. Edible Plants of The World. Edited by U. P. HEDRICK. The Southwest School of Botanical Medicine. 775p. Disponível em: <http://www.swsbm.com/Ephemera/Sturtevants_Edible_Plants.pdf>.

 

 







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