Gênero: Begonia

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Nomes popularesBegônia-de-baraçoNome científicoBegonia convolvulaceae (Klotzsch) A. DC.BasionônioSinônimosBegonia geniculata Vell.Begonia unialata C.DC. ex HuberBegonia rugosa KlotzschWageneria convolvulacea KlotzschWageneria rugosa KlotzschWageneria schottiana KlotzschFamíliaBegoniaceaeTipoNativa, endêmica do Brasil.DescriçãoErvas escandentes, ramificadas, glabras a pilosas. Caules 4-12,5 cm compr., radicantes, glabros, verdes. Folhas 5,6-18 x 5,8-24 cm, glabras, lobadas, 3-5 lobos, desiguais, agudos, base subcordada, margens ondulado-crenadas, face adaxial verde, face abaxial vermelha, 4-7 nervuras na base. Pecíolos 3,5-22 cm compr., glabrescentes, levemente pilosos quando novos, verdeavermelhados. Estípulas 2,1-2,5 x 0,7-1 cm, ovado-oblongas, apiculadas, levemente pilosas, ápice agudo, dorsalmente carenadas, margens glabras. Cimeiras 23-34 cm compr., 6-7 nós, multifloras. Pedúnculos 14-20 cm compr., verdes avermelhados. Brácteas 1-1,5 mm compr., lanceoladas, acuminadas, glabras. Flores estaminadas tépalas 4, alvas, obovadas, cocleares, as externas 0,2-0,4 x 0,2-0,3 cm, as internas 0,3-0,4 x 0,25-0,3 cm. Flores pistiladas tépalas 5, 0,4-0,5 x 0,3-0,4 cm, alvas, obovadas, desiguais. Estigmas amarelos. Pedicelos 0,4-1,1 compr. Ovários placentas inteiras. Cápsulas 0,8-1,2 x 1,5- 2,4 cm. Alas desiguais, glabras.. Sementes oblongas. (KOLLMANN, 2006).CaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHábitatOcorre na Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa.Distribuição geográficaNordeste (Bahia), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina) (JACQUES, 2010).EtimologiaDo latim convolutus, folha convolutiva que se enrola sobre si mesmo. (KOLLMANN, 2006).PropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.JACQUES, E.L. 2010. Begoniaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB005593).KOLLMANN, L. J. C. Begoniaceae da Estação Biológica de Santa Lúcia, município de Santa Teresa, Estado do Espírito Santo, Brasil. BOL. MUS. BIOL. MELLO LEITÃO (N. SÉR.) 20:07-25 DEZEMBRO DE 2006.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.
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Nomes popularesAzedinha-do-brejo, azeda-do-brejo, azedinha, begônia, begônia-do-brejo, begoninha, erva-de-sapoNome científicoBegonia cucullata Willd.Voucher144 Schwirkowski (MBM391954)SinônimosBegonia agrial Rojas AcostaBegonia cuneata Walp.Begonia spatulata Lodd.Begonia paludicola C. DC.Begonia cucullata var. hookeri L. B. Sm. & B. G.FamíliaBegoniaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoErvas eretas, 40-80 cm alt. Caules 6-11 cm compr. Folhas 8 x 7 cm, verdes, base avermelhadas, ovadas, cuculadas, pilosas, ápice obtuso, base cordada, margens crenadas, 6-7 nervuras na base. Pecíolos 1,5-4 cm compr., verdes, ápice e base avermelhados. Estípulas 1,5-3 x 1,5-2,5 cm, oblongas, persistentes, crenadas, ciliadas. Cimeiras 4-14 cm compr., 2 nós, paucifloras. Pedúnculos 3-8 cm compr. Brácteas 4-6 mm compr., oblongas, persistentes, ciliadas. Flores estaminadas tépalas 4, 1-1,5 x 1-1,5 cm, alvas, as externas largamente ovadas, base e ápice arredondados, as internas 1-1,2 x 0,5 cm, obovadas, ápice arredondado, base aguda. Flores pistiladas tépalas 5, 7-8 x 0,4-0,6 cm, alvorosadas, obovais, desiguais. Estigmas amarelos. Pedicelos 1-2 cm compr. Ovários de placentas bipartidas, com óvulos dispostos em ambas as faces das lamelas. Cápsulas 2,3-2,5 x 1,8-2,5 cm. Alas desiguais Sementes elípticas. (KOLLMANN, 2006).CaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatPlanta nativa de terrenos úmidos do sul e sudeste do Brasil, ocorre no Cerrado e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista.Distribuição geográficaNordeste (Bahia), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (JACQUES, 2010).EtimologiaSe referindo a base do limbo que é cuculada. (KOLLMANN, 2006).PropriedadesFitoquímicaFitoterapiaÉ reputada como medicinal, combatendo a disenteria.FitoeconomiaAs folhas, ramos, flores e frutos jovens são comestíveis, por isso o nome popular de azedinha-do-brejo, e podem ser consumidos tanto em saladas cruas ou cozidas ou diretamente a campo, mas os ramos e folhas jovens também podem ser adicionados a sucos diversos ou cozidos e temperados para o preparo de molhos agridoces para carnes. Possui um sabor azedinho bem típico, o qual deve-se provavelmente à presença do ácido oxálico, o que indica que o consumo deve ser moderado, e pessoas com problemas renais devem evitar o consumo desta planta.Esta é a espécie que deu origem às variedades ornamentais comercializadas no mundo todo, sendo conhecidas como Begonia semperflorens.InjúriaPlanta daninha com pouca ocorrência, infestando apenas beira de estradas, canais de drenagem e lavouras perenes, ocorre em áreas úmidas e semi-sombreadas.ComentáriosBibliografiaCatálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.Jacques, E.L. 2010. Begoniaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB005597).KINUPP, V. F. Plantas Alimentícias Não-Convencionais da Região Metropolitana de Porto Alegre. Tese de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2007. 590p. il. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/12870>.KOLLMANN, L. J. C. Begoniaceae da Estação Biológica de Santa Lúcia, município de Santa Teresa, Estado do Espírito Santo, Brasil. BOL. MUS. BIOL. MELLO LEITÃO (N. SÉR.) 20:07-25 DEZEMBRO DE 2006.LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.STURTEVANT, E. L. Edible Plants of The World. Edited by U. P. HEDRICK. The Southwest School of Botanical Medicine. 775p. Disponível em: <http://www.swsbm.com/Ephemera/Sturtevants_Edible_Plants.pdf>.
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Nomes popularesBegôniaNome científicoBegonia fruticosa (Klotzsch) A. DC.Voucher218 Schwirkowski (MBM392030)SinônimosTrendelenburgia fruticosa KlotzschBegonia castaneifolia Schott ex A.DC.Begonia splendens A.DC.FamíliaBegoniaceaeTipoNativa, endêmica do Brasil.DescriçãoErvas escandentes, pilosas. Caules radicantes, lenhosos, ramosos, glabros, entrenós 0,3-3 cm compr. Folhas 2,5-7,5 x 1,1-2,5 cm, elípticas, face abaxial avermelhada, face adaxial verde, glabras, obovado-oblongas, ápice agudo, margens serreado-crenadas, ciliadas, base desigual, nervuras da face abaxial levemente pilosas. Pecíolos 2-6 mm compr., levemente pilosos. Estípulas 0,6- 1,1 cm compr., lanceoladas, glabras, persistentes. Cimeiras 2,9-9,4 cm compr., 3-4 nós, multifloras. Pedúnculos 1,6-8,5 cm compr., escamosos. Brácteas 0,2–0,4 cm compr., lanceoladas, glabras, persistentes. Flores estaminadas tépalas 4, alvas, obovadas, côncavas, as externas 4,4-6,8 x 3,3-4 mm, às vezes com alguns pêlos na face abaxial, as internas 3,5-5,5 x 2,2-3,5 mm. Flores pistiladas tépalas 5, alvas, 2–3 x 1–2 cm, desiguais. Estigmas amarelos. Pedicelos 0,5-1 cm compr., glabros. Ovários de placentas inteiras. Cápsulas 0,8-1 x 0,7-0,8 cm. Alas iguais, glabras. Sementes oblongas. (KOLLMANN, 2006).CaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatMata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa e Mista.Distribuição geográficaSudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (JACQUES, 2010).EtimologiaDo latim fruticosus, arbustivo. (KOLLMANN, 2006).PropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.JACQUES, E.L. 2010. Begoniaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB005619).KOLLMANN, L. J. C. Begoniaceae da Estação Biológica de Santa Lúcia, município de Santa Teresa, Estado do Espírito Santo, Brasil. BOL. MUS. BIOL. MELLO LEITÃO (N. SÉR.) 20:07-25 DEZEMBRO DE 2006.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.GOLDING, J.; WASSHAUSEN, D. C. Begoniaceae, Edition 2. Smithsoniam Institution. Contributions From The United States National Herbarium. Volume 43: 1-289. Il. Disponível em: <http://botany.si.edu/pubs/CUSNH/ContList.htm>.
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Nomes popularesNome científicoBegonia hammoniae Irmsch.Voucher1037 Schwirkowski (MBM)SinônimosBegonia reitzii BradeFamíliaBegoniaceaeTipoNativa, endêmica do Brasil.DescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatMata AtlânticaDistribuição geográficaSul (Paraná, Santa Catarina).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosMeus agradecimentos a Ludovic Kollmann pela determinação da espécie.BibliografiaJacques, E.L. Begoniaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB5625>. Acesso em: 22 Mar. 2015
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Nomes popularesNome científicoBegonia pilgeriana Irmsch.Voucher1045 Schwirkowski (MBM)SinônimosFamíliaBegoniaceaeTipoNativa, endêmica do Brasil.DescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatMata AtlânticaDistribuição geográficaSul (Santa Catarina).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosMeus agradecimentos a Ludovic Kollmann, pela determinação da espécie.BibliografiaJacques, E.L. Begoniaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB5691>. Acesso em: 22 Mar. 2015
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omes popularesBegôniaNome científicoBegonia radicans Vell.Voucher129 Schwirkowski (MBM391939)SinônimosBegonia dubia Vell.Begonia fritz-muelleri BradeBegonia glaucophylla Gower ex Hook.f.Begonia limminghei PynaertBegonia limmingheiana E.MorrenBegonia procumbens Vell.FamíliaBegoniaceaeTipoNativa, endêmica do Brasil.DescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatMata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa.Distribuição geográficaNordeste (Bahia), Sudeste (Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina)(JACQUES, 2012).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaJACQUES, E.L. 2012. Begoniaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2012/FB005701).PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.