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Emilia fosbergii - Bela-emília

Nomes populares

Bela-emília, algodão-de-preá, emília, falsa-serralha, pincel, pincel-de-estudante

Nome científico

Emilia fosbergii Nicolson

Basionônio

Sinônimos

Emilia coccinea (Sims) Sweet

Emilia sagittata DC.

Emilia sonchifolia var. rosea Bello

Família

Asteraceae

Tipo

Nativa, não endêmica do Brasil.

Descrição

Ervas anuais 50-80 cm. Folhas sésseis, lâmina 7-13 × 2-5 cm, as inferiores ovadas com base decurrente à semelhança de um pecíolo, as medianas panduriformes, as superiores oval-lanceoladas, com base auriculada, amplexicaule, ápice agudo, atenuado nas mais superiores, margem de todas esparsamente denteada, glabras em ambas as faces ou face inferior esparsamente pilosa ao longo da nervura principal. Inflorescência cimóide laxa. Invólucro 8,5-14,4 mm alt.; brácteas involucrais 8-12. Flores 52-70, excedendo o invólucro em ca. 2 mm, corola 9-11,7 mm, avermelhada, lobos 1,5-2 mm, ápice papiloso.Cipsela 4-4,4 mm; papus 6,4-8,2 mm (MORAES, 2006, p. 16).

Característica

Regularmente é confundida com a Emilia sonchifolia, mas difere desta pelas flores que excedem o invólucro em aproximadamente 2 mm, na espécie E. sonchifolia as flores são praticamente do mesmo tamanho do invólucro.

Floração / frutificação

Floresce e frutifica praticamente o ano todo.

Dispersão

Anemocórica

Hábitat

Espécie ruderal, muito comum em hortas, jardins e terrenos baldios. Ocorre na Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal.

Distribuição geográfica

É originária da Ásia.

No Brasil, ocorre no Norte (Roraima, Amapá, Pará, Amazonas, Tocantins, Acre, Rondônia), Nordeste (Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Alagoas, Sergipe), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (BORGES, 2010).

Etimologia

Propriedades

Fitoquímica

Fitoterapia

Tem aplicações na medicina caseira.

Fitoeconomia

É ocasionalmente cultivada como ornamental. No Ceilão, é consumida como salada.

Injúria

É uma planta daninha relativamente comum em todo o território nacional, onde infesta pastagens, jardins, hortas e terrenos baldios. Ocorre com maior freqüência no verão e outono.

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Bibliografia

BORGES, R.A.X. 2010. Emilia in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB016104).

Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -

Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.

FERNANDES, A. C.; RITTER, M. J. A Família Asteraceae no Morro Santana, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. R. Bras. Bioci., Porto Alegre, v. 7, n. 4, p. 395-439, out./dez. 2009. Disponível em: <http://www6.ufrgs.br/seerbio/ojs/index.php/rbb/article/viewFile/1220/897>.

LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed.  2008. 672p. il.

MORAES, M. D.; MONTEIRO, R. A Família Asteraceae na Planície Litorânea de Picinguaba, Ubatuba, São Paulo; Hoehnea 33(1): 41-78, 59 fig., 2006. Disponível em: <http://www.ibot.sp.gov.br/HOEHNEA/volume33/Hoehnea33n1a03.pdf>.

 

 








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