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Baccharis punctulata - Mata-pasto

Nomes populares

Mata-pasto, arrebentão, cambará-cheiroso, chirca-do-mato, erva-de-sant’ana, rebentão

Nome científico

Baccharis punctulata DC.

Basionônio

Sinônimos

Família

Asteraceae

Tipo

Nativa, não endêmica do Brasil.

Descrição

Arbustos 1-1,5 m; ramos glabros, com sulcos avermelhados. Pecíolo 0,5-1 cm; lâmina 5,5-9 × 1,2-2,5 cm, oblonga, base cuneada, ápice agudo, margem finamente serreada, glabra em ambas as faces, face inferior pontuada de glândulas. Inflorescência tirsóide frondosa, paracládios de 1ª ordem cimóides, os proximais às vezes com capítulos imaturos. Capítulos masculinos com invólucro 5-5,6 mm alt.; brácteas involucrais em 3 séries, ápice obtuso; flores masculinas ca. 30-35, corola 5-6 mm, fauce pilosa, tubo com base dilatada, lobos revolutos, ápice papiloso; estilete 6-7 mm, ramos 1-1,3 mm; papus de cerdas onduladas na porção mediana inferior, ápice espessado. Capítulos femininos com invólucro 5,3-5,8 mm alt., como o masculino; flores femininas 83-119, corola 2,6-3 mm, esparsamente pilosa em direção ao ápice, base levemente dilatada, ápice fimbriado; estilete 4,8-5,4 mm, ramos 0,7-0,9 mm. Cipsela 1-1,5 mm, glabra; papus 4,8-6,2 mm. (MORAES, 2006, p. 50).

Característica

Floração / frutificação

Encontrada florescendo no mês de abril.

Dispersão

Anemocórica

Hábitat

Cerrado, Pampa e Mata Atlântica.

Distribuição geográfica

Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul)(HEIDEN, 2010).

Etimologia

Propriedades

Fitoquímica

Fitoterapia

Fitoeconomia

Injúria

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Bibliografia

Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.

CITADINI-ZANETTE, V.; BOFF, V. P. Levantamento Florístico em Áreas Mineradas a Céu Aberto na Região Carbonífera de Santa Catarina, Brasil. Florianópolis. Secretaria de Estado da Tecnologia, Energia e Meio Ambiente. 1992. 160p.

FERNANDES, A. C.; RITTER, M. J. A Família Asteraceae no Morro Santana, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. R. Bras. Bioci. Porto Alegre, v. 7, n. 4, p. 395-439, out./dez. 2009. Disponível em: <http://www6.ufrgs.br/seerbio/ojs/index.php/rbb/article/viewFile/1220/897>.

HEIDEN, G. Estudos Taxonômicos e Conservação em Baccharis L. (Asteraceae; Astereae) no Estado do Rio de Janeiro, Brasil. Dissertação de Mestrado. Escola Nacional de Botânica Tropical. Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2009. 276p. Il. Disponível em: <http://rodriguesia.jbrj.gov.br/rodrig61_1supl/9-095-09.pdf>.

HEIDEN, G., Schneider, A. 2010. Baccharis in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB005237).

MORAES, M. D.; MONTEIRO, R. A Família Asteraceae na Planície Litorânea de Picinguaba, Ubatuba, São Paulo. Hoehnea 33(1): 41-78, 59 fig., 2006. Disponível em: <http://www.ibot.sp.gov.br/HOEHNEA/volume33/Hoehnea33n1a03.pdf>.

PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.

   






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