Gênero: Baccharis

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Nomes populares: Cambará-de-cipó, parreirinhaNome científico: Baccharis anomala DC.SinônimosBaccharis anomala subsp. ramboana Malag.Baccharis anomala var. paulopolitana Malag.Família: AsteraceaeTipo: Nativa, não endêmica do Brasil.Descrição: Arbusto escandente; caule folhoso, cilíndrico, pubescente, castanho-amarelado e com estrias longitudinais. Folhas pecioladas com pecíolo de 0,3 a 0,4 cm de comprimento; lâminas verdes, glabrescentes na face superior e pubescentes na face inferior, cartáceas, ovais, ou ovado-lanceoladas, de 0,3 x 0,1 a 1,8 cm, ápice agudo, base arredondada, margem denteada e venação trinérvea. Inflorescência paniculada, de 8,5 a 17,5 x 7,5 a 15,5 cm. Capítulo masculino com vinte e cinco flores; invólucro de 0,4 x 0,3 a 0,5 cm, com brácteas involucrais em duas séries, sendo as brácteas interiores lanceolado-ovadas, amarelas, escariosas, ciliadas e de 0,1 a 0,4 x 0,1 cm; corola de 0,3 cm de comprimento, creme-claro, glabra e com limbo em espiral. Papus de 0,3 cm de comprimento. Receptáculo subcônico. (RODRIGUES, 2001, p. 44).Característica: Difere das demais espécies de Baccharis por ser um arbusto escandente, com folhas hirsutas, de margem crenada. (FERNANDES, 2009, p. 6).Floração / frutificação: Primavera e verãoDispersão: AnemocóricaHabitat: Pampa e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa e Mista, Floresta Estacional Decidual e Semidecidual e Restinga.Distribuição geográfica: Sudeste (Minas Gerais, São Paulo), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (HEIDEN, 2010)EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.FERNANDES, A. C.; RITTER, M. J. A Família Asteraceae no Morro Santana, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. R. Bras. Bioci. Porto Alegre, v. 7, n. 4, p. 395-439, out./dez. 2009. Disponível em: <http://www6.ufrgs.br/seerbio/ojs/index.php/rbb/article/viewFile/1220/897>.HEIDEN, G., Schneider, A. 2010. Baccharis in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB005155).PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.RODRIGUES, T. S. A Flora Fanerogâmica do Município de Poços de Caldas, Estado de Minas Gerais: Família Compositae. Dissertação de Mestrado. Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas. Campinas, SP. 2001. Disponível em: <http://biblioteca.universia.net/html_bura/ficha/params/id/7141891.html>.
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Nomes populares: Alecrim-do-mato, trupichava, vassoura-miúdaNome científico: Baccharis caprariifolia DC.SinônimosFamília: AsteraceaeTipo: Nativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoCaracterística: Espécie semelhante a B. dracunculifolia, mas difere por apresentar folhas oblongas mais curtas e tomentosas. (BERETTA, 2008, p. 11).Floração / frutificação: Primavera e verão.Dispersão: AnemocóricaHabitat: Cerrado, Pampa e Mata Atlântica, em Formações Campestres, Afloramentos Rochosos e Floresta Estacional Decidual.Distribuição geográfica: Sudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (HEIDEN, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaBERETTA, M. E. et al. A Família Asteraceae no Parque Estadual de Itapuã, Viamão, Rio Grande do Sul, Brasil. Revista Brasileira de Biociências, Porto Alegre, v. 6, n. 3, p. 189-216. jul./set. 2008. Disponível em: <http://www6.ufrgs.br/seerbio/ojs/index.php/rbb/article/viewFile/991/821>.Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.HEIDEN, G., Schneider, A. 2010. Baccharis in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB005165).PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.
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Nomes populares: Carqueja, bacanta, bacórida, cacália, cacália–amara, carque, carqueja-amarga, carqueja-amargosa, carqueja-crespa, carqueja-do-mato, carqueja-larga, carqueja-verdadeira, condamina, quina-de-condamine, tiririca-de-babado, tiririca-de-bêbado, vassoura, vassoura-de-botão, vassoureira, vassourinhaNome científico: Baccharis crispa Spreng.SinônimosBaccharis cylindrica (Less. ) DC.Baccharis genistelloides subsp. crispa (Spreng.) Joch. Müll.Baccharis genistelloides var. crispa (Spreng.) BakerBaccharis genistelloides var. cylindrica (Less.) BakerBaccharis genistelloides var. trimera (Less.) BakerBaccharis myriocephala DC.Baccharis subcrispa Malag.Baccharis trimera (Less.) DC.Cacalia sessilis Vell.Mollina crispa Spreng.) Less.Molina cylibdrica Less.Molina trimera Less.Pingaea crispa (Spreng.) F.H. HellwigFamília: AsteraceaeTipo: Nativa, não endêmica do Brasil.Descrição: Subarbustos 0,15–1 m alt., eretos; aparentemente glabros, indumento em diminutos tufos de tricomas clavados unisseriados e tricomas glandulares bisseriados. Caule e ramos eretos, ramos vegetativos e reprodutivos 3-alados, alas 1–7 × 0,3–1 cm, aplanadas ou onduladas. Folhas escamiformes, sésseis, 1–4 × 1–2,5 mm, triangulares. Ramos espiciformes 3–20 cm compr., ramos espiciformes secundários reduzidos a capítulos solitários e glomérulos com 2–5 capítulos. Capítulo masculino 4–5,5 × 3–4 mm; invólucro campanulado; filárias 3–5 séries, externas ovaladas a oblongas, medianas elípticas a ovaladas, internas elípticas; margem curtamente a largamente escariosa. Flores masculinas 18–35; corola 3–4,5 mm compr., tubo 2–2,5 mm compr., fauce 0,2–1 mm compr., lacínias 1–1,5 mm compr.; pistilódio 3,5–4,5 mm compr., ápice bífido, ramos divergentes; papilho 3–5 mm compr. Capítulo feminino 4–5,5 × 2,5–5 mm; invólucro cilíndrico a campanulado; filárias 4–5 séries, externas ovaladas a oblongas, medianas elípticas a ovaladas, internas elípticas, ápice denticulado, margem curtamente a largamente escariosa. Flores femininas 35–60; corola 3–4,5 mm compr., truncada; estilete 3,5–5,5 mm compr. Cipselas 1–1,5 mm compr., cilíndricas, papilosas, 8–12 costadas; papilho 2,5–5 mm compr. (HEIDEN, 2009, p.9).Característica: É semelhante à Baccharis cylindrica (Less.) DC., separando-se desta pelo estilete das flores masculinas com ramos conados e por apresentar invólucro do capítulo feminino campanulado. Baccharis trimera é semelhante a B.cylindrica (Less.) DC. e B. myriocephala DC., porém, ambas diferenciam pela disposição dos capítulos ao longo dos ramos, uma vez que em B. cylindrica os capítulos se dispõem em grupos de 3–5 ao longo dos ramos primários, e em B. myriocephala os capítulos se dispõem em grupos de 3–5 capítulos em ramos secundários e terciários. Apesar da espécie Baccharis myriocephala DC., conter algumas diferenças morfológicas em relação à B. crispa, a Lista da Flora do Brasil trata estas duas espécies como sinônimos, princípio este adotado nesta página.Floração / frutificação: Floresce e frutifica na primavera e verão.Dispersão: AnemocóricaHabitat: Espécie heliófita, autóctone, habitando de campos secos e pedregosos até solos úmidos, ocorre na Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pampa, Formações Campestres, Afloramentos Rochosos, Restinga, Floresta Estacional Decidual e Floresta Ombrófila Mista.Distribuição geográfica: É encontrada no Uruguai, Paraguai e Argentina.No Brasil, ocorre no Nordeste (Ceará, Pernambuco, Bahia), Centro-Oeste (Goiás, Distrito Federal), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (HEIDEN, 2010).Etimologia: O gênero Baccharis foi descrito por Linnaeus e foi dado em homenagem a Bacchus(Baco), o deus do Vinho.PropriedadesFitoquímica: Óleos essenciais, contendo monotérpenos (nopineno, carquejol e acetato de carquejilo), a e b-pineno, álcoois sesquiterpênicos, ésteres terpênicos, flavonas e flavanonas, flavonóides, fenólicos, lactonas sesquiterpênicas e tricotecenos, alcalóides, princípios amargos (lactonas), diterpenos, rutina e saponinas. Compostos específicos: apigenina, dilactonas A, B, e C, diterpeno do tipo eupatorina, germacreno-D, hispidulina, luteolina, nepetina e queercetina. Os flavonóides encontrados na carqueja auxiliam na diminuição dos níveis de gordura no sangue e combatem a arteriosclerose, também possuem propriedades anti-hepatotóxicas. As saponinas tem propriedades analgésicas e antiinflamatórias, enquanto que os diterpenos caracterizam-se pelas propriedades relaxantes e vasodilatadoras.Fitoterapia: É uma das 71 plantas medicinais divulgadas pelo Ministério da Saúde como de interesse ao SUS, e o uso medicinal é no combate a ferimentos e como estomáquico. Na medicina popular, é utilizada contra distúrbios digestivos, intestinais, hepáticos e renais, anorexia, má digestão, feridas, febres, úlceras, gota, obesidade, asma, bronquite, lepra, chagas ulceradas, azia, gastrite, derrame cerebral, hipertensão, fraqueza intestinal, afecções do baço, fígado e bexiga, má circulação, congestões, anemia, dispepsia, asma, angina e também como tônico, antibiótico, analgésico, hepatoprotetor, laxante, diurética, eupéptica, anti-hidrópica, sudorífica, colagoga, aromática, anti-reumático, anti-helmíntico, hipoglicêmica, antidiabética, tenífuga e no combate à gripe e para reduzir inchaços. Também possui fama de “emagrecedor” e para “desintoxicação do corpo”. Na Argentina, o uso comum é como cura para a impotência masculina e esterilidade feminina. O uso medicinal na cultura dos índios Guarani é a infusão das folhas e caules como vermífugo. Estudos confirmaram que o extrato desta espécie possui ação analgésica e antiinflamatória. O lenho serve para limpar os dentes.Fitoeconomia: No Rio Grande do Sul é utilizada como substituta do lúpulo na fabricação de cerveja, que possui ótimo sabor, coloração e prováveis funções nutracêuticas; sendo utilizada também para conferir sabor a licores e refrigerantes, além de ser misturada à erva-mate, no preparo do chimarrão. É alelopática, protegendo e estimulando o crescimento da camomila. Na Bolívia é utilizada como inseticida.Injúria: Planta daninha infestante de pastagens, terrenos baldios e beira de estradas, chegando a formar densas infestações.ComentáriosFoi incluída na Farmacopéia Brasileira, primeira edição (1926). Na língua guarani é chamada de djakare ruguai e tedju ruguai, que significa rabo de lagarto, e também de taxopuã. Pode ser propagada por sementes, rebentos ou estacas.BibliografiaBERETTA, M. E. et al. A Família Asteraceae no Parque Estadual de Itapuã, Viamão, Rio Grande do Sul, Brasil. Revista Brasileira de Biociências, Porto Alegre, v. 6, n. 3, p. 189-216. jul./set. 2008. Disponível em: <http://www6.ufrgs.br/seerbio/ojs/index.php/rbb/article/viewFile/991/821>.Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.CITADINI-ZANETTE, V.; BOFF, V. P. Levantamento Florístico em Áreas Mineradas a Céu Aberto na Região Carbonífera de Santa Catarina, Brasil; Secretaria de Estado da Tecnologia, Energia e Meio Ambiente. Florianópolis, 1992. 160p.DI STASI, L. C.; HIRUMA-LIMA, C. A. Plantas Medicinais na Amazônia e na Mata Atlântica. Editora UNESP. 2. ed. São Paulo, 2002. 592P. il. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/up000036.pdf>.DIAS, J. L. Z. A Tradição Taquara e Sua Ligação Com o Índio Kaigang. 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Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.MEDEIROS, M. F. T.; SENNA-VALLE; L. ANDREATA, R. H. P. Flora Medicinal dos Sitiantes da RPPN Rio das Pedras, RJ, Brasil. Publ. Avul. Mus. Nac., Rio de Janeiro, n.106, p.3-24, mar. 2005. Disponível em: <http://acd.ufrj.br/~museuhp/CP/P.Avulsas/PAvulsas2005/PA%20106.pdf>.MENTZ, L. A.; LUTZEMBERGER, L. C.; SCHENKEL, E. P. Da Flora Medicinal do Rio Grande do Sul: Notas Sobre a Obra de D’ÁVILA (1910). Caderno de Farmácia, v. 13, n. 1, p.25-48, 1997. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/farmacia/cadfar/v13n1/pdf/CdF_v13_n1_p25_48_1997.pdf>.MORAES, M. D.; MONTEIRO, R. A Família Asteraceae na Planície Litorânea de Picinguaba, Ubatuba, São Paulo; Hoehnea 33(1): 41-78, 59 fig., 2006. Disponível em: <http://www.ibot.sp.gov.br/HOEHNEA/volume33/Hoehnea33n1a03.pdf>.NETO, R. M. R.; GAMA, J. R. V. 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Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.PLANTAS MEDICINAIS. CD-ROM, versão 1.0; PROMED – Projeto de Plantas Medicinais; EPAGRI – Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S.A.; Coordenação: Antônio Amaury Silva Junior; Itajaí, Santa Catarina. 2001.VENDRUSCOLO, G. S.; SIMÕES, C. M. O.; MENTZ, L. A. Etnobotânica no Rio Grande do Sul: Análise Comparativa Entre o Conhecimento Original e Atual Sobre as Plantas Medicinais Nativas. Pesquisas, Botânica nº 56: 285-322, São Leopoldo: In: Instituto Anchietano de Pesquisas, 2005. Disponível em: <http://www.anchietano.unisinos.br/publicacoes/botanica/botanica56/botanica56.htm>.
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Nomes populares: Vassoura-brancaNome científico: Baccharis leucocephala DusénSinônimosFamília: AsteraceaeTipo: Nativa, endêmica do Brasil.DescriçãoCaracterística: É caracterizada pelo porte arbustivo escandente (1—2 m alt.), caule jovem lanoso e alvacento, folhas subsésseis, lanceoladas ou ovaladas, discolores, base atenuada, panículas ou racemos com capítulos pêndulos in vivo, com capítulos masculinos e femininos de grandes dimensões e papilho das flores femininas acentuadamente acrescente, em relação às demais espécies da seção. (HEIDEN, 2009, p. 196).Floração / frutificação: Encontrada florescendo no mês de novembro.Dispersão: AnemocóricaHabitat: Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Mista e Formações Campestres.Distribuição geográfica: Sudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul)(HEIDEN, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.HEIDEN, G., Schneider, A. 2010. Baccharis in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB005197).PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.
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Nomes populares: VassouraNome científico: Baccharis montana DC.Sinônimos: Baccharis elaeagnoides Steud. ex BakerFamília: AsteraceaeTipo: Nativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoCaracterística: É caracterizada pelo porte de arbusto ou arvoreta (1—5 m alt.), folhas lanceoladas, nitidamente discolores, face adaxial verde, glabrescente, face abaxial alvacenta, tomentosa, com margem esparsamente serreada, não glabrescente, e racemos, simples ou duplos, de capítulos, axilares e/ou terminais, e capítulos subtendidos por bractéolas reduzidas. (HEIDEN 2009, p. 166).Floração / frutificação: Encontrada florescendo no mês de setembro.Dispersão: AnemocóricaHabitat: Cerrado e Mata AtlânticaDistribuição geográfica: Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (HEIDEN, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.HEIDEN, G. Estudos Taxonômicos e Conservação em Baccharis L. (Asteraceae; Astereae) no Estado do Rio de Janeiro, Brasil. Dissertação de Mestrado. Escola Nacional de Botânica Tropical. Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2009. 276p. Il. Disponível em: <http://rodriguesia.jbrj.gov.br/rodrig61_1supl/9-095-09.pdf>.HEIDEN, G., Schneider, A. 2010. Baccharis in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB104350).
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Nomes populares: CarquejaNome científico: Baccharis pentaptera (Less.) DC.SinônimosFamília: AsteraceaeTipoNativaDescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatDistribuição geográficaEtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografia
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Nomes populares: Vassoura, alecrim, alecrim-da-serra, vassoura-lajeana.Nome científico: Baccharis uncinella DC.SinônimosFamília: AsteraceaeTipo: Nativa, endêmica do Brasil.Descrição: Arbusto de até 2m de altura, com ramos de tomentosos a glabrescentes, com folhas sésseis, de obovais a elípticas-oblongas, com 6-15 mm de comprimento e 4-6 mm de largura. As folhas apresentam a face inferior cinéreo tomentosa, com margens revolutas, ápice obtuso, mucronulado, uninérveas. Flores de 20-40 por capítulo. (TAKEDA, 2001).CaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersão: AnemocóricaHabitat: Ocorre nas Formações Campestres, Afloramentos Rochosos e Floresta Ombrófila Mista na Mata Atlântica.Distribuição geográfica: Sudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (HEIDEN, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.HEIDEN, G., Schneider, A. 2010. Baccharis in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB005260).PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.TAKEDA, I. J. M.; FARAGO, P. V. Vegetação do Parque Estadual de Vila Velha: Guia de Campo. Curitiba, PR. 2001. vol. 1.
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Nomes populares: Erva-de-sant’ana, erva-sant’ana, erva-santaNome científico: Baccharis vulneraria BakerSinônimos: Baccharidastrum triplinervium (Less.) CabreraFamília: AsteraceaeTipo: Nativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoCaracterísticaFloração / frutificação: Encontrada florescendo e frutificando no mês de maio.Dispersão: AnemocóricaHabitat: Pampa e Mata Atlântica,Distribuição geográfica: Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul)(HEIDEN, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapia: Possui aplicações na medicina caseira.FitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.FONSECA, E. T. Indicador de Madeiras e Plantas Úteis do Brasil. Officinas Graphicas VILLAS-BOAS e C. Rio de Janeiro, 1922. 368 p. Disponível em: <http://www.archive.org/download/indicadordemadei00teix/indicadordemadei00teix.pdf>.HEIDEN, G. Estudos Taxonômicos e Conservação em Baccharis L. (Asteraceae; Astereae) no Estado do Rio de Janeiro, Brasil. Dissertação de Mestrado. Escola Nacional de Botânica Tropical. Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2009. 276p. Il. Disponível em: <http://rodriguesia.jbrj.gov.br/rodrig61_1supl/9-095-09.pdf>.HEIDEN, G., Schneider, A. 2010. Baccharis in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB005263).