Gênero: Hydrocotyle

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Nomes populares: Acariçoba, acaricaba, acariroba, ariçoba-de-buenos-aires, barbarosa, capitão, cairuçu-do-brejo, chapéu-de-sapo, cicuta-falsa, erva-capitão, erva-capitão-do-brejo, erva-do-capitão, lodagem, para-sol, poncagaNome científico: Hydrocotyle bonariensis Lam.Sinônimos:Hydrocotyle bonariensis var. multiflora Don.Hydrocotyle multiflora Ruiz & Pav.Hydrocotyle pelviformis Gand.Hydrocotyle tribotrys Ruiz & Pav.Hydrocotyle umbellata L.Hydrocotyle umbellata var. bonariensis Don.Hydrocotyle yucatanensis Millsp.Família: AraliaceaeTipo: Nativa, não endêmica do Brasil.Descrição: Planta herbácea, perene, glabra, prostrada e rizomatosa, de caule delgado. Folhas longo-pecioladas, estipuladas, palmadas, orbiculares peltadas, crenadas, grossas, glabras, pouco pilosas, com 15 a 20 nervuras radiadas, medindo 20 a 30cm de altura e 4 a 6cm de diâmetro. As flores são brancas ou amarelo-pálidas, pequenas, numerosas, dispostas em umbelas irregulares, longo-pedunculadas, axilares e irregulares. Fruto elíptico e achatado. (PLANTAS MEDICINAIS, 2001).CaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitat: Amazônia e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Mista, Floresta Estacional Decidual e Semidecidual e Restinga.Distribuição geográfica: Norte (Pará), Nordeste (Rio Grande do Norte, Bahia, Alagoas), Centro-Oeste (Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (FIASCHI, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímica: Como planta alimentícia destaca-se nos altos índices de fósforo, enxofre e boro. Possui também óleos essenciais (istiocianatos).Fitoterapia: É utilizada na medicina caseira como diurética, anti-reumática, purgativa, anti-hidrópica, nas obstruções hepáticas e dos rins, erisipelas, escrófulas, sífilis, morféia, afecções tuberculosas e para tirar sardas e manchas da pele e como aperiente, tônica e amarga. Em altas doses é emética. Preparada em pasta, serve como masticatório.Fitoeconomia: O rizoma branco tem aroma e sabor de salsa. As folhas são saborosas e aromáticas, sendo consumidas (em pequena quantidade) in natura ou em ensopados e também no preparo de pães.InjúriaNão deve ser utilizada por gestantes. É também planta daninha infestante de gramados, jardins e terrenos baldios.ComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.FIASCHI, P. 2010. Araliaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB005115).KINUPP, V. F. Plantas Alimentícias Não-Convencionais da Região Metropolitana de Porto Alegre. Tese de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2007. 590p. il. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/12870>.KINUPP, V. F.; BARROS, I. B. I. Teores de Proteína e Minerais de Espécies Nativas, Potenciais Hortaliças e Frutas. Ciênc. Tecnol. Aliment., Campinas, 28(4): 846-857, out.-dez. 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/cta/v28n4/a13v28n4.pdf>.LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.MENTZ, L. A.; LUTZEMBERGER, L. C.; SCHENKEL, E. P. Da Flora Medicinal do Rio Grande do Sul: Notas Sobre a Obra de D’ÁVILA (1910). Caderno de Farmácia, v. 13, n. 1, p.25-48, 1997. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/farmacia/cadfar/v13n1/pdf/CdF_v13_n1_p25_48_1997.pdf>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.PLANTAS MEDICINAIS. CD-ROM, versão 1.0. PROMED – Projeto de Plantas Medicinais. EPAGRI – Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S.A. Coordenação: Antônio Amaury Silva Junior. Itajaí, Santa Catarina. 2001.
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Nomes populares: Acariçoba-miúda, cicuta-falsa, erva-capitão, erva-capitão-da-miúda, orelha-de-onça-rasteiraNome científico: Hydrocotyle leucocephala Cham. & Schltdl.Sinônimos:Hydrocotyle chamaemorus var. citriodora ReicheHydrocotyle citriodora Ruiz & Pav.Hydrocotyle hazenii RoseHydrocotyle maxonii RoseHydrocotyle truncatiloba var. leucocephala Urb.Família: AraliaceaeTipo: Nativa, não endêmica do Brasil.Descrição: Erva perene, herbácea, prostrada, com caule subterrâneo (rizoma) glabro; folhas simples, membranáceas, de 4-6 cm de diâmetro, com pecíolo de 2-20 cm de comprimento; flores pequenas, esbranquiçadas, dispostas em umbelas eretas, simples (LORENZI, 2008, p. 84).CaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitat: Planta umbrófila, preferindo regiões de clima tropical e subtropical. Ocorre no Cerrado e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Mista, Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional Semidecidual e Restinga.Distribuição geográfica: Nordeste (Ceará, Paraíba, Bahia), Centro-Oeste (Mato Grosso), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (FIASCHI, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapia: A raiz, na medicina popular, é utilizada como diurética, como desobstruente do fígado, aperiente, amarga e tônica. Em quantidades maiores passa a ser emética. O suco da planta também é utilizado no combate à sardas e outras manchas dérmicas. Preparada em forma de pasta, serve como masticatório. Outros usos medicinais da planta são: tratamento de erisipelas, escrófulas, sífilis, morféia e afecções tuberculosas.FitoeconomiaInjúria: Planta daninha que ocorre em terrenos alagadiços, margens de rios e lagoas, geralmente em locais semi-sombreados.ComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.FIASCHI, P. 2010. Araliaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB005122).LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.MENTZ, L. A.; LUTZEMBERGER, L. C.; SCHENKEL, E. P. Da Flora Medicinal do Rio Grande do Sul: Notas Sobre a Obra de D’ÁVILA (1910). Caderno de Farmácia, v. 13, n. 1, p.25-48, 1997. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/farmacia/cadfar/v13n1/pdf/CdF_v13_n1_p25_48_1997.pdf>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.PLANTAS MEDICINAIS. CD-ROM, versão 1.0. PROMED – Projeto de Plantas Medicinais. EPAGRI – Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S.A. Coordenação: Antônio Amaury Silva Junior. Itajaí, Santa Catarina. 2001.SCHULTZ, A. R. Botânica Sistemática. 3ª ed. Editora Globo. Porto Alegre, 1963. 428p. il. v. 2.
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Nomes populares: Chapéu-de-sapo, acariçoba, cairuçú-do-brejo, erva-capitão-do-brejoNome científico: Hydrocotyle ranunculoides L. f.SinônimosFamília: AraliaceaeTipo: Nativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitat: Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Mista e Densa, Floresta Estacional Decidual e Semidecidual.Distribuição geográfica: Nordeste (Bahia), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul)(FIASCHI, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapia: Possui aplicações na medicina caseira.FitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.FIASCHI, P. 2010. Araliaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB005126).KINUPP, V. F. Plantas Alimentícias Não-Convencionais da Região Metropolitana de Porto Alegre. Tese de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2007. 590p. il. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/12870>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.