Gênero: Annona

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Nomes populares: AraticumNome científico: Annona emarginata (Schltdl.) H.RainerSinônimos: Rollinia emarginata Schltdl.Família: AnnonaceaeTipo: Nativa, não endêmica do Brasil.Descrição: Árvore, altura de 3-5m, com tronco de 15-25cm de diâmetro, revestido por casca lisa e lenticelada; brotações novas e gemas axilares densamente cobertas por tricomas adpressos amarelados. Folhas papiráceas, quase glabras na face superior, de 2,7-14,9 cm de comprimento por 1,1-6,2 cm de largura. Flores axilares, em grupos de 2 ou 3 em diferentes estádios, reunidas por um pedúnculo, cada qual com uma bráctea. Frutos do tipo sincarpo carnoso, pequenos, com epicarpo dotado de auréolas pouco aparentes, amarelos, com polpa mucilaginosa de sabor doce, envolvendo as sementes e de difícil remoção. (LORENZI, 2009).CaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitat: Cerrado, Mata Atlântica.Distribuição geográficaNordeste (Bahia), Centro-oeste (Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso), Sudeste (Minas Gerais, São Paulo), Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina)EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaLORENZI, H. Árvores Brasileiras. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 2009. 384p. il. v. 3.Maas, P.; Lobão, A.; Rainer, H. Annonaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB110243>. Acesso em: 23 Set. 2014
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Nomes popularesNome científico: Annona neosericea H.RainerVoucherSinônimosFamília: AnnonaceaeTipoNativa.DescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatMata AtlânticaDistribuição geográficaEtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografia
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Nomes populares: Araticum, alchexú, araticú, araticum, araticum-alvadio, araticum-amarelo, araticum-do-mato, araticum-do-morro, araticum-grande, bananinha, biribá, cortiça, cortiça-de-comer, embira, embira-de-araticum, embira-vermelha, fruto-da-china, pinha, quaresma, quaresma-miúda.Nome científico: Annona sylvatica A.St.-Hil.Sinônimos:Annona exalbida Vell.Annona fagifolia A.St.-Hil. & Tul.Annona silvestris Vell.Rollinia exalbida (Vell.) Mart.Rollinia fagifolia A.St.-Hil.Rollinia sylvatica (A.St.-Hil.) Mart.Família: AnnonaceaeTipo: Nativa, endêmica do Brasil.Descrição: Árvore de médio porte, copa densa e globosa e casca rugosa de coloração castanho-acinzentada. Ramos novos com a presença de lenticelas, e parte terminal ferrugíneo-tomentosas. Folhas simples, alternas, verde-escuras, geralmente obovadas, mas que podem ser de formatos variados de até 13 cm de comprimento por 3,5 cm de largura. Flores isoladas, amarelas, em formato de hélice. Suas Infrutescências tipo sincarpo, amarelas quando maduras, carnosas e globosas com até 5 cm de diâmetro, aparentam ser um único fruto de casca rugosa, porém as saliências hexagonais, demarcam cada frutículo que o compõe. Sementes de cor escura, firmemente aderidasà polpa comestível. (GOMES, 2013).CaracterísticaFloração / frutificação: Outubro a dezembro, frutificando de fevereiro a maio.Dispersão: ZoocóricaHabitat: Espécie heliófita, ocorre em solos argilosos e ricos em matéria orgânica. É encontrada na Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa.Distribuição geográfica: Nordeste (Bahia), Centro-Oeste (Mato Grosso), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (MAAS, 2010). (MAAS, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapia: Na medicina caseira, as folhas são tidas como béquicas, febrífugas, maturativas das úlceras sifilíticas, cólicas, hipertensão, anginas, aftas e disenterias. Os frutos, quando submetidos à fermentação, produzem uma bebida tida como estomáquica e refrigerante.As sementes são usadas na medicina popular no combate a piolhos. (GOMES, 2013).Fitoeconomia: Espécie indicada para recomposição de matas ciliares. Os frutos possuem polpa comestível e saborosa, e também são uma importante fonte de alimento para a fauna. Possui características ornamentais, e por ser de pequeno porte, é uma boa opção para pomares domésticos. InjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.DIAS, J.; COSTA, L. D. Sugestões de Espécies Arbóreas Nativas Ocorrentes no Sul do Estado do Paraná Para Fins Ornamentais. FAFIUV / 2008, Seção de Artigos. ISSN 1809-0559. Curitiba, Paraná, 2008. 28p. Disponível em: <http://www.ieps.org.br/ARTIGOS-BIOLOGIA.pdf>.DIAS, J. L. Z. A Tradição Taquara e Sua Ligação Com o Índio Kaigang. UNISINOS – Universidade do Vale do Rio dos Sinos. São Leopoldo, RS, 2004. 65p. Disponível em: <http://www.anchietano.unisinos.br/publicacoes/textos/dias2004/jefferson.htm#download>.GOMES, G. C. et al. Árvores da Serra dos Tapes: Guia de identificação com informações ecológicas, econômicas e culturais. EMBRAPA. Brasília, DF. 2013.KINUPP, V. F. Plantas Alimentícias Não-Convencionais da Região Metropolitana de Porto Alegre. Tese de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2007. 590p. il. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/12870>.LOPES, S. B.; GONÇALVES, L. Elementos Para Aplicação Prática das Árvores Nativas do Sul do Brasil na Conservação da Biodiversidade. Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul. Rio Grande do Sul, 2006. 18p. Disponível em: <http://www.fzb.rs.gov.br/jardimbotanico/downloads/paper_tabela_aplicacao_arvores_rs.pdf>.MAAS, P., Rainer, H., Lobão, A. 2010. Annonaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB110263).MAY, P. H. et al. (org.). Manual Agroflorestal Para a Mata Atlântica. Ministério do Desenvolvimento Agrário. Brasília, 2008. 196 p. il. Disponível em: <http://permacoletivo.files.wordpress.com/2008/05/apostila-1_manual-agroflorestal-junho-2007.doc>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.STURTEVANT, E. L. Edible Plants of The World. Edited by U. P. HEDRICK. The Southwest School of Botanical Medicine. 775p. Disponível em: <http://www.swsbm.com/Ephemera/Sturtevants_Edible_Plants.pdf>.VENDRUSCOLO, G. S.; SIMÕES, C. M. O.; MENTZ, L. A. Etnobotânica no Rio Grande do Sul: Análise Comparativa Entre o Conhecimento Original e Atual Sobre as Plantas Medicinais Nativas. Pesquisas, Botânica nº 56: 285-322, São Leopoldo: In: Instituto Anchietano de Pesquisas, 2005. Disponível em: <http://www.anchietano.unisinos.br/publicacoes/botanica/botanica56/botanica56.htm>.