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Alstroemeria isabelleana

Nomes populares

Astromélia

Nome científico

Alstroemeria isabelleana Herb.

Voucher

842 Schwirkowski (MBM)

Sinônimos

Alstroemeria butantanensis Hoehne

Alstroemeria campaniflora  Hand.

Alstroemeria isabelleana Herb. var. longifolia Seub. ex Schenk.

Alstroemeria regnelliana Kraenzl.

Alstroemeria viridiflora Ravenna

Família

Alstroemeriaceae

Tipo

Nativa, não endêmica do Brasil.

Descrição

Erva ereta, com até 1,5 m de altura; ramos angulosos, papilosos a glabrescentes no terço proximal. Folhas do ramo vegetativo ressupinadas ou não, coriáceas, sésseis, distribuídas por todo o ramo, 3-16 x 0,5-1 cm, elíptico-lanceoladas, ápice acuminado ou arredondado, base atenuada, ambas as faces glabras com nervuras proeminentes, raro papilosa na face adaxial. Folhas do ramo reprodutivo ressupinadas ou não, semi-amplexicaules ou não, coriáceas, distribuídas no terço proximal do ramo, 3-16 x 0,5-1 cm; elíptico-lanceoladas, ápice acuminado ou arredondado, base atenuada, ambas as faces glabras com nervuras proeminentes, raro papilosa na face adaxial. Cimeira umbeliforme simples, pedicelo glabrescente, 1,5-4 cm compr. Brácteas foliosas ausentes ou membranáceas, 0,6-2 x 0,2-0,3 cm; bractéolas membranáceas, 0,6-3 x 0,2-0,3 cm. Flores pêndulas, inodoras, tubulosas, rosadas, alaranjadas, vermelhas, ou raro creme-esverdeadas, ápice esverdeado, 3-4,5 cm compr. Tépalas externas listadas ou sem manchas, semelhantes entre si, oblongas a espatuladas, ápice acuminado a mucronado, base atenuada; a superior ca. 3,4 x 0,5 cm. Tépalas internas rubro-listadas, iguais entre si, ca. 3,3 x 0,5 cm, espatuladas, ápice acuminado a cuspidado, base fortemente atenuada, margens distal inteira. Estames inclusos, filetes glabros, ca. 2.3 cm compr. Estigma incluso, estilete glabro, ca. 2,8 cm compr. Cápsula esferoidais, 1,5-2 x 1,5 2 cm (ASSIS, 2004, p. 7).

Característica

A espécie caracteriza-se principalmente pelas flores tubulosas e pêndulas, variam de rosadas a creme-esverdeadas, sempre com ápice verde. O ramo vegetativo é muito semelhante aos ramos vegetativos de A. apertiflora Baker, A. longistyla Schenk, A. malmeana Kraenzl. e A. sellowiana Seub. ex Schenk. Todas ocorrem em brejo e apresentam o ramo vegetativo coberto por folhas linear-lanceoladas, cartáceas ou coriáceas, freqüentemente adpressas ao ramo, sendo muito difícil diferenciá-las neste estágio (ASSIS, 2004, p. 9).

Floração / frutificação

Floresce de outubro a fevereiro, às vezes até junho. Frutifica em janeiro, fevereiro, maio e setembro.

Dispersão

Hábitat

Normalmente é encontrada em locais úmidos nas Formações Campestres e Floresta Ombrófila Mista.

Distribuição geográfica

Sudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (ASSIS, 2010).

Etimologia

Propriedades

Fitoquímica

Fitoterapia

Fitoeconomia

Injúria

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Bibliografia

Assis, M.C. de 2010. Alstroemeriaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB004287).

ASSIS, M. C. Alstroemeriaceae no Estado do Rio de Janeiro. Rodriguésia 55 (85): 5-15. 2004. il. Disponível em: <http://rodriguesia.jbrj.gov.br/Rodrig55_85/ASSIS.PDF>.

Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -

Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.

PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.

 


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