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Hippeastrum glaucescens - Lírio-do-mato

Nomes populares

Lírio-do-mato, açucena

Nome científico

Hippeastrum glaucescens (Mart.) Herb.

Voucher

514 Schwirkowski (MBM)

Sinônimos

Amaryllis iguazuana Ravenna

Amaryllis paradisiaca Ravenna

Amaryllis caiaponica Ravenna

Amaryllis curitibana Ravenna

Amaryllis glaucescens Mart. ex Schult. & Schult.f.

Amaryllis hemographes Ravenna

Amaryllis illustris Vell.

Amaryllis kromeri Worsley

Amaryllis maracasa Traub

Amaryllis restingensis Ravenna

Hippeastrum aviflorum (Ravenna) Dutilh

Hippeastrum illustre (Vell.) Dutilh

Hippeastrum paradisiacum (Ravenna) Meerow

Família

Amaryllidaceae

Tipo

Nativa, não endêmica do Brasil.

Descrição

Ervas 55-60 cm. Bulbo 6 cm diam., superficial, globoso a ovado; colo 10-11 cm compr. Folhas presentes na floração, senescente, sésseis, loriformes a falcadas 20-28(60)x2-2,5(4) cm, base canaliculada, com ápice agudo. Inflorescência 2-flora; escapo cilíndrico 42-52x2,1 cm glauco ou não, brácteas 5-8,1x1,5 cm lanceoladas, bractéolas ca. 5 cm compr., em geral uma por flor. Flores alaranjadas a vermelhas com reticulação vinácea no terço superior das tépalas, fauce esverdeada a amarelada, pediceladas 5,1-8,2 cm, campanuladas; tépala superior externa longa e mais larga 12,3-14x4-5 cm, a tépala inferior interna curta e mais estreita, 11,5-13x2-2,5 cm, as tépalas laterais inferiores externas falcadas com o ápice voltado uma para a outra, amarelo esverdeado na base com retículos de coloração vinácea; tubo nectarífero 2-2,5 cm compr.; corona em película denteada esbranquiçada; estames inclusos, filetes 11-12 cm base esverdeada, ápice avermelhado, mais curto ou do mesmo tamanho das tépalas, fortemente ascendente a partir do terço médio; anteras ca. 4 mm compr.; estigma trífido, lobos 1-3 mm compr., estilete 12,5-13 cm incluso ou levemente exserto fortemente ascendente a partir do terço médio, base esverdeada, ápice avermelhado; ovário 1,5-2 cm compr. Fruto não observado. (CANDIDO, 2014).

Característica

Floração / frutificação

Dispersão

Habitat

Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, em Formações Campestres.

Distribuição geográfica

Nordeste (Bahia), Centro-Oeste (Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina) (DUTILH, 2010).

Etimologia

Propriedades

Fitoquímica

Fitoterapia

Fitoeconomia

Planta utilizada como ornamental.

Injúria

Comentários

Meus agradecimentos à Renata Souza de Oliveira, pela correta identificação desta espécie.

Bibliografia

CANDIDO, R. S.; GOLÇALVES-ESTEVES, V.; LOPES, R.C. Hippeastrum (Amaryllidoideae - Amaryllidaceae) das restingas do Estado do Rio de Janeiro: Flora e conservação. PESQUISAS, BOTÂNICA N°65:49/65. Instituto Anchietano de Pesquisas. São Leopoldo, RS. 2014.

Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.

DUTILH, J.H.A. 2010. Amaryllidaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB004360).

PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.


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