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Frei Betto

Artigos de Frei Betto:

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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 

Frei Betto O.P., (Belo Horizonte, 25 de agosto de 1944) é um escritor e religioso dominicano brasileiro, filho do jornalista Antônio Carlos Vieira Christo e da escritora e culinarista Maria Stella Libanio Christo, autora do clássico "Fogão de Lenha - 300 anos de cozinha mineira" (Garamond).

 

Professou na Ordem Dominicana, em 10 de fevereiro de 1966, em São Paulo.

 

Adepto da Teologia da Libertação, é militante de movimentos pastorais e sociais, tendo ocupado a função de assessor especial de Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente da República, entre 2003 e 2010. Frei Betto, foi coordenador de Mobilização Social do programa Fome Zero.

 

Esteve preso por duas vezes sob a ditadura militar: em 1964, por 15 dias; e entre 1969-1973. Após cumprir 4 anos de prisão, teve sua sentença reduzida pelo STF para 2 anos. Sua experiência na prisão está relatada no livro "Cartas da Prisão" (Agir), "Diário de Fernando - nos cárceres da ditadura militar brasileira" (Rocco) e Batismo de Sangue (Rocco), traduzido na França e na Itália. O livro descreve os bastidores do regime militar, a participação dos frades dominicanos na resistência à ditadura, a morte de Carlos Marighella e as torturas sofridas por Frei Tito. O livro foi transposto para o cinema em filme homônimo, lançado em 2006 e dirigido por Helvecio Ratton.

 

Recebeu vários prêmios por sua atuação em prol dos direitos humanos e a favor dos movimentos populares. Assessorou vários governos socialistas, em especial Cuba, nas relações Igreja Católica-Estado.

 
Carlos Alberto Libânio Christo nasceu no ano de 1944, em Belo Horizonte, MG, Filho de um cronista do jornal Estado de Minas e de uma autora de livros sobre culinária, manifestou desde cedo a vocação para a escrita. Em 1965, entrou para o convento dos dominicanos, onde se tornou frade.
Estudou jornalismo, antropologia, filosofia e teologia.

 

Como jornalista, atuou na Revista Realidade e no jornal Folha da Tarde desafiando a censura do regime militar. Foi preso político de 1969 até 1973.

 

Foi a partir de um livro publicado nesse período que ganhou renome nacional e internacional. Com o livro Batismo de sangue, de 1983, ganhou o Jabuti, principal prêmio literário do Brasil.

 

Assessor da Pastoral Operária e de movimentos populares, colabora com vários jornais e revistas.

 

Algumas obras já publicadas: Castas da prisão, 1974; O fermento na massa, 1981; O dia de Ângelo, 1987; Essa escola chamada vida, 1988 (em parceria com Paulo Freire e Ricardo Kotscho); A menina e o Alfabetto, autobiografia escolar, 2002.

 


Frei Betto, frade dominicano que foi assessor especial do Ex Presidente Luís Inácio Lula da Silva. Filho de uma família tradicional de Minas Gerais, Carlos Alberto Libânio Christo, o Frei Betto, desafiou o pai para se tornar padre. Aos 55 anos, o frei dominicano tornou-se uma das figuras mais veementes nas críticas ao sistema político e econômico do País. Atitudes que o levaram a prisão e tortura, em 1973, durante o regime militar. Jornalista e líder estudantil, com uma atuação de muitos anos na linha de frente da pastoral libertadora, foi preso pelos militares na época da ditadura. "Sou um frade dominicano que não sabe fazer muita coisa, a não ser acompanhar movimentos populares", ele diz.

 

Defensor da Teologia da Libertação, Frei Betto atraiu para o seu convívio personagens importantes da história política e cultural brasileira. É amigo pessoal de Luiz Inácio Lula da Silva e padrinho do neto de Chico Buarque e do filho de Vicentinho, presidente da CUT. Nesses 30 anos de ativismo social, o convívio com amigos intelectuais e artistas inspirou o também jornalista e escritor a escrever 44 livros. Uma de suas obras mais bem-sucedidas foi o livro “Entre Todos os Homens” (Editora Ática), no qual Frei Betto dá sua visão particular sobre a biografia de Jesus Cristo.