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Última actualização - 2018-01-15

CAÇA

Restante época

Porque a época cinegética não foi muito positiva, decidi fazer de alguma forma o seu relato em pacote num único post.
Dia 15 de Outubro, um dia particularmente quente.
Eu e o Costa começámos a caçar noutro local.
Para ele poder estar mais com a nova cadela e esta não se misturar com as minhas, a estratégia foi mais de eu ir batendo as vinhas e ele colocar-se mais nas eventuais zonas de fuga da caça.
Assim fomos fazendo, vimos sempre algumas perdizes em fuga ou a pés ou a levantar voo mas sem lhe conseguirmos chegar.
Foi assim toda a manhã, até que numa zona algo suja ainda atirei a uma perdiz, que até deve ter levantado a tiro, mas como a vi já mais tarde…poderia ter ficado, mas já se encontrava no limite do tiro.
No dia 19 de Outubro fui sozinho dar uma volta aos coelhos.
O local que escolhi é uma zona de silvas, umas com alguma dimensão e outras menores, sobreiros e mato rasteiro.
Como já começou a chover, a manhã apresentou-se fresca estando o terreno já bastante molhado o que é excelente para os cães.
E foi bom, pois as minhas cadelas caçaram muito, a seguir rastos, a entrar em todas as silvas e mato.
Estando sozinho é sempre mais difícil, mas fui-me posicionando como me parecia melhor em função do trabalho das cadelas. Muitas ladras e eu sem ver os coelhos, mas por fim lá consegui vislumbrar um a que atirei e ficou.
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Caçadas nas Abitureiras época 2017-2018

No dia 4 de Novembro de 2017, eu, o Costa e o Alexandre fomos inaugurar a época das largadas nas Abitureiras.
A questão social excelente como é habitual. O almoço foi uma feijoada que estava de se lhe tirar o chapéu.
Nos dias anteriores choveu pelo que o terreno estava algo pesado para se andar.
Caçámos até perto da uma hora tendo acontecido tiros para todos os gostos, as perdizes são excelentes a voar, aliás como os faisões.
Na divisão das peças deu quatro a cada um. 
No dia 2 de Dezembro os mesmos protagonistas da caçada anterior voltaram às Abitureiras. O Ribas foi lá ter mais tarde só para o almoço.
Dia soalheiro com o terreno em excelentes condições para se caçar.
O local que nos calhou foi o mesmo da caçada anterior, ou seja junto às antenas. Já temos caçado noutros locais, mas é aqui que mais gostamos,
Bons tiros, uns a acertar e outros a passar ao lado, eh,eh, no meu caso passaram alguns ao lado, é assim…
A distribuição calhou a uns 3 peças e a outros 4. No meu caso fiquei com um faisão e duas perdizes.
O almoço foi magusto que estava excelente.
A seguir ao almoço ainda fomos à adega do Luís e ainda tivemos que provar as pingas da Mata Queimada.
Na foto o meu amigo Alexandre.
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Abertura de Caça Geral no Carvalhal

Mais uma abertura que a saúde nos permitiu fazer, a 8 de Outubro de 2017, o que é um motivo de grande alegria e nos enche de optimismo para o futuro, embora só por si isso não chegue, mas temos que viver com uma perspectiva positiva. A idade vai avançando e o amanhã é sempre um desafio.
Fomos, eu e o Costa Faro ao Carvalhal como é habitual. Sabemos que as expectativas de hoje nada têm a ver com as do passado, mas temos que encarar as situações com pragmatismos e valorizar o que temos no presente. Foi o que fizemos.
O Costa este ano tem um novo motivo para a época venatória, uma vez que adquiriu uma cadela já com nove meses de raça epagneul breton, que ficou a chamar-se Chanell, um nome pomposo. Vai pois ter que trabalhar.
Fomos para o lugar habitual e desde o início vimos que tínhamos que andar algo afastados por causa da cadela nova que procurava estar próximo das minhas cadelas e se dispersava em relação aquilo que o Costa pretendia.
De forma que cada um seguiu o seu percurso.
Logo no local onde parámos os carros, há uns silvados pequenos e outros maiores, que sempre caço antes de começar a volta das perdizes.
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Outra Caçada aos Coelhos

No dia 10 de Setembro fomos aos coelhos ao Pinhal do Arraial, a outra Associativa do Clube nº 6737.
Foi praticamente o mesmo grupo da caçada passada, pois não apareceu mais ninguém. Como novidade a matilha do Edgar foi-nos dar uma ajuda, pois só com os meus dois era impossível tendo em conta o coberto.
O terreno está tudo raspado dos coelhos e para ser franco, pensava dar com mais coelhos.
Bom…mas mesmo assim demos com 9 ou 10 coelhos, só que a malta estava em dia de poupanças e só matámos um. Vamos por isso no próximo domingo encerrar a época de coelhos neste mesmo local.
Hoje dia 17 de Outubro voltámos á Associativa da quinta do Brejo nº 6578 para caçar num local diferente do anterior, uma pequena mancha de eucaliptal e mato.
O grupo era de 7 pessoas contando com o filho do Edgar que trouxe a matilha.
Foram cerca de duas horas em que os cães não deixaram de maticar. 
Até fazia lembrar outros tempos….
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Abertura aos coelhos

Fizemos hoje dia 3 de Setembro de 2017 a abertura aos coelhos e codornizes na zca 6578, Quinta do Rato. Para os coelhos apareceram 5 sócios, Filipe, Jorge Gonçalves, Nicolau, Henrique e o Moita.
Cães de coelhos apenas os meus dois, uma Podenga e uma Beagle. Pouco como é mais do que evidente, mas foi com eles que tivemos que nos desenrascar.
Cada vez há menos coelhos e as pessoas começam a deixar de ter cães de coelhos. Eu como tenho esse vício vou-os mantendo.
O Henrique levou o seu seter inglês.
Demos com 5 soelhos atirámos a 4 que ficaram e um foi-se embora sem tiro. O cupo é de um coelho por caçador e por jornada de caça, quase que foi atingido. Caçámos numa pequena parte da zca 6578 e apenas até cerca das 11 horas.
Fiquei satisfeitíssimo pois o trabalho das cadelas foi excelente.
Seguiram rastos, a minha Beagle maticou nos rastos e até foi buscar um coelho atirado e que fugiu para dentro das silvas. Não podia ser melhor.
Outros consócios foram às codornizes e não sabemos ainda o resultado.

Abertura a Rolas, Pombos e Patos

No dia 20 de Agosto, dia de abertura das espécies de verão, fui com o Costa Faro à Associativa da Quinta do Rato em Vale de Maceira.
O encontro com os outros sócios estava marcado para as 5:45 pois pretendíamos ir aos patos a uma das charcas.
No conjunto compareceram 6 sócios.
Deixámos clarear um pouco mais e dirigimo-nos para a charca combinada.
Há que dizer que este ano tínhamos um problema na recolha dos patos, uma vez que ao contrário do ano anterior, não tínhamos barco. A maioria dos tiros são feitos para o centro e os patos caem na água. Tivemos pois que procurar atirar apenas de modo que caíssem em terreno limpo.
Estavam lá patos que devem ter pernoitado e foram esses que primeiramente levantaram e que foram atirados. 
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Ganchos na Coutada de Barros

Montaria – Pequenos Ganchos na Coutada de Barros
Data – 5 de Novembro de 2016 e 28 de Janeiro de 2017
Área (ha) – Cerca de 30
Director da Montaria – Pedro Almeida Alves
Portas – 9 e 8
Matilhas – 1
Tiros – 10 e 8
Tempo – Chuva/Sol/Frio
Resultado – 0 e 4
No dia 5 de Novembro de 2016, a convite do Pedro Almeida Alves eu e o Costa Faro e o Ribas fomos ao gancho habitual da Coutada de Barros.
Presenças habituais nestes ganchos, Pedro Almeida Alves, Luís Paiva, José Neves, um outro amigo que não sei o nome, Trigueiros e o Ramalho.
Comeu-se qualquer coisa e fez-se o sorteio das portas.
Fomos para as portas e entretanto começámos a ouvir os cães.
Posicionei-me na posição que me pereceu melhor, fiquei numa zona de regato em encosta e com muitas pedras, na parte de baixo, pois tinha um patamar, seria o ideal para passar um porco, na parte de cima, mais sujo e algumas pedras grandes.
Passa um ou outro cão ponteiro e depois um matilheiro, dizendo-me que já tinha passado uma vara para baixo.
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Largadas nas Abitureiras

Este ano fomos lá duas vezes, eu o Costa, Alexandre e o Ribas, respectivamente no dia 12 de Novembro e no dia 11 de Dezembro.
Como já tenho dito é um local a que gostamos de ir, pois fica a cerca de 50 km, as direcções recebem bem, a caça é boa e os terrenos são excelentes, não falando no preço que é o mais competitivo que conheço.
Este ano mudou de direcção e a simpatia é a mesma.
Pois no dia 12 de Novembro a caça correu lindamente, as perdizes e os faisões a levantarem-se com genica e os cães a trabalhar bem.
A Holly que na época anterior ficou um bocado aparvalhada com tanto tiro, este ano portou-se bem, mudei foi de estratégia. Esperei que o primeiro impacto a caçar que gera sempre muitos tiros amainasse e um bocado depois comecei eu. Foi perfeito, já caçou perfeitamente sem receios pois os tiros e as pessoas estavam mais espaçados.
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Resto da Época

Esta deve ter sido a pior época que tive desde que caço.
Por duas razões, a primeira e a mais significativa, porque a caça devido aos seus problemas é pouca, a segunda porque andei a atirar mal, o que é perfeitamente compreensível uma vez que cada vez damos menos tiros. Desculpas…
No dia 6 de Novembro o nosso Clube de caçadores das Caldas da Rainha, fez uma largada de perdizes e pombos para todos os sócios em Vale de Maceira. Um bom convívio que é de continuar, nestes ou noutros moldes.
No dia 24 de Novembro fui ao Carvalhal e cobrei uma faisoa. Este ano no Carvalhal se não fossem as largadas que fazem de faisões e perdizes tinha sido uma época desastrosa.
No dia 27 voltámos eu e o Costa ao Carvalhal. Parámos próximo de uma silvas de alguma dimensão para ver se algum coelho lá estaria. Desde que começou a caça já lá passei duas ou três vezes sem resultados.
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Época Reflectindo os Tempos Actuais

Nem tenho tido ânimo para escrever sobre a época, estamos no primeiro terço de Novembro e vai ser o primeiro post da caça geral. Isso diz tudo.
Vivemos tempos de penúria cinegética no que à caça menor diz respeito, situação que se verifica de um modo geral em todo o País, nomeadamente na população de coelhos bravos, que como se sabe tem sido fustigada pela doença hemorrágica. Não vejo que no curto ou médio prazo possa haver alguma reversão. Direi até que pessoalmente já não irei a tempo de a ver, se é que acontecerá.
Tratando-se de um problema Nacional, caberia ao Estado estar na primeira linha para a recuperação da espécie, pois não podemos esquecer que a caça gera milhões de euros anuais de receitas, indo para o Estado uma fatia importante das mesmas. Mas não, seria pedir demais.
Mas para além dos coelhos, também as perdizes bravas têm reduzido os seus efectivos. As Associativas e Turísticas fazem os seus repovoamentos e reforços, mas por razões que não estarão devidamente identificadas, a população brava tem regredido.
As lebres pelo que leio têm tido também problemas.
E estamos assim, quem tem o gosto pela caça lá vai continuando a dar umas voltas pelos campos com os seus cães. Já tenho dito até que se não fossem eles, muitos dos dias já não sairia…
 

OPINIÃO

Faleceu o Senhor Faria da Farmácia Rosa

Faleceu ontem dia 25 de Setembro de 2017 o Senhor Faria da Farmácia Rosa em Caldas da Rainha, com a bonita idade de 90 anos.
Era uma pessoa estimada por todos em Caldas da Rainha, dos mais jovens aos mais idosos.
Quando alguém entrava na Farmácia. o seu sorriso pronto, vinha sempre acompanhado de uma palavra amiga para os jovens e menos jovens.
Excelente profissional da antiga geração, em que era o farmacêutico a fazer todas as mezinhas necessárias para ajudar a debelar as maleitas das pessoas.
Pessoalmente convivi bastante com ele pois o escritório onde trabalhava era ao lado da Farmácia, considerei-o sempre como um amigo que muito estimei.
Tínhamos um gosto em comum, o cicloturismo que nos fez fazer em conjunto muitos quilómetros.
Por motivos de saúde teve que deixar de andar de bicicleta, isto quando teria talvez 70 ou75 anos, isso deixou-lhe sempre uma mágoa tremenda, muitas vezes quando o encontrava as nossas conversas chegavam sempre às bicicletas e lá dizia ele: senhor Filipe tenho muitas saudades de andar de bicicleta.
Havia ainda uma conversa que era recorrente: tenho muita pena de estar a ficar velho. A sua vontade de viver era tremenda.
Caldas perdeu um grande ser humano e um amigo de todos.
Os meus sentimentos à famila.

No desporto não há inimigos, apenas adversários

E inadmissível que um jornalista de um jornal de referência da área do desporto, possa colocar um título de uma reportagem desportiva, como o que este senhor de seu nome Paulo Montes o fez. Será que o o Director do jornal Vitor Serpa se revê nestes títulos?
A Bola um jornal que me habituei a ler e respeitar desde tenra idade, que me ensinou muito até no Português, pois os seus jornalistas sempre foram de excelência. É por isso que me custa ver esta nova geração a tratar os assuntos com a ligeireza que são apanágio de outros jornais, que pelos vistos têm feito escola.
Alguém tem que lembrar que no desporto não há inimigos, são apenas adversários. Eu sei que o clima que alguns papagaios encartados dos Clubes pretendem, é precisamente tudo fazer para que o clima seja este...mas caramba, alguém tem que travar isto, a bem do desporto e da sanidade mental dos seus seguidores. 
Basta!

Falta de sinalética

Na rotunda junto à Green Hill na Foz do Arelho, apenas existe uma placa que indica o sentido do Inatel, Escola de vela e parque de caravanas. Faltam pelo menos 4 placas para ajudar aqueles que nos visitam, pois os de cá não precisam delas, deve ser por isso que os responsáveis não as colocam. É inadmissível este desmazelo! Faltam placas a indicar as direcções para Caldas da Rainha, S. Martinho do Porto, Foz do Arelho e Praia mar. Junto à placa para Caldas da Rainha, deverá estar também a placa indicativa da auto-estrada para Lisboa e Porto. Passo por ali dezenas de vezes a pé e são inúmeros os automobilistas a pedirem-me informações para irem para os diversos locais.

Rota Bordaliana

A Rota Bordaliana pelas ruas das Caldas da Rainha, foi aberta ao público no dia 17 de Outubro e já surgiram actos de vandalismo pelo menos numa peça, sendo que para além de terem partido um cornicho do caracol, parece que tentaram roubar mesmo as três peças que estavam ao cimo da praça da fruta. Já foram de lá retiradas e estão no pátio da antiga PSP.
As peças maiores, estão no interior de estruturas em vidro rochedo, pelo que não é fácil chegarem a elas, estas mais pequenas estão coladas ao chão sem qualquer tipo de protecção.
É uma tristeza que não se possa ter nada intacto na via pública.
Para quando a vídeo-vigilância?

Contentores de Lixo em Frente da Junta

A solução que a Câmara teimosamente encontrou para manter os contentores em frente da Junta de Freguesia é no mínimo caricata. Foram reduzidos na sua altura, tendo agora apenas cerca de 50 cm. 
O Vereador disse à imprensa como se vê no artigo anexo da Gazeta das Caldas, que “já não afectam a visibilidade do edifício”.
Mas quanto a mim o problema não é uma questão de visibilidade, o problema é terem sido colocados em frente de um edifício classificado. 
Quando há cerimónias, é precisamente naquele local que ficam as Entidades Oficiais. O Vereador deve achar interessante e um bom enquadramento que à frente delas, fiquem os contentores, isto não lembra ao diabo e foram lá colocados por teimosia, pois foram atempadamente alertados para o problema.
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Trânsito na Rua Heróis da Grande Guerra


Na Gazeta das Caldas desta semana vem um artigo com o título: “Comerciantes querem a rua Heróis da Grande Guerra aberta ao trânsito”, artigo este que anexo. 
Um assunto que tem tido alguma controvérsia na Sociedade Caldense, pois esta via após as obras de requalificação levadas a cabo, passou a ser pedonal desde os correios até à rua Dr. Júlio Lopes, com excepção do Toma (transporte local) que por lá continuava a passar.
Pareceu-me que inicialmente com agrado geral, pois era mais um troço que complementava o conjunto pedonal da Rua Almirante Cândido dos Reis, parte da Miguel Bombarda, Rua Alexandre Herculano, Rua Dr. Leão Azedo, Travessa da Cova da Onça e a rua Dr. Júlio Lopes, havendo uma fruição quase plena do espaço, para o cidadão andar descansado a fazer as suas compras, sem ter a preocupação do trânsito, tendo sido em minha opinião uma decisão acertada tomada por quem de direito.
Entretanto as obras de requalificação continuaram por toda a cidade e, por falta de sinalética, tornava-se difícil aos visitantes chegarem ao centro. Os comerciantes reclamaram junto da Câmara dessa dificuldade, atribuindo-lhe graves prejuízos económicos a acrescer à própria crise, tendo esta deliberado que o Trânsito voltasse a circular por essa via até à conclusão das obras em curso, com o assentimento dos Comerciantes.
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Comissão Cívica das Linhas de Água e Ambiente

Esta semana na Gazeta das Caldas vem uma noticia sobre a Comissão Cívica da Protecção das Linhas de Água e Ambiente, em que opinam sobre as dragagens que estão a ser feitas na Lagoa, emitindo as suas opiniões.
Reúnem-se com a APA (Agência Portuguesa do Ambiente) com as Câmaras de Caldas e Óbidos, pelo que deve ser uma Comissão bem assessorada tecnicamente, para poder emitir opiniões devidamente fundamentadas pela vertente técnica, e não apenas opiniões pessoais que todos temos, sejam elas correctas ou não.
E digo isto, pois os rostos que falam em nome dessa Associação, pelo que se conhece dos seus percursos profissionais, não têm essas competências para falarem de questões técnicas, nesta matéria.
Admito portanto como seguro, que as suas opiniões tenham o devido suporte por técnicos da especialidade.
Com isto não quero desvalorizar a intervenção cívica que todos devemos ter, naquilo que possa ter interesse para a comunidade.

O Novo Parque de Estacionamento

O novo parque de estacionamento construído na Praça 25 de Abril em Caldas da Rainha, onde se situa o Centro Cívico da cidade, foi inaugurado no domingo passado,(01-03-2015) certamente com pompa e circunstância que não presenciei.
Um dia destes passei por lá e estacionei o carro para ver como tinha ficado. É verdade, nestes primeiros 15 dias é de borla, depois disso a primeira hora será de borla, a exemplo do que se passa nos outros dois estacionamentos camarários.
A Praça ao nível da rua ficou muito melhor do que estava, dando dignidade ao local e à excepção de 4 lugares em frente do tribunal, desapareceu o estacionamento caótico que existia.
O parque com capacidade para 293 carros em dois pisos inferiores, também globalmente me parece bem, aliás de todos os parques camarários é aquele em que os espaços de estacionamento estão mais desafogados, dando-lhe por isso nota positiva.
Mas porém, aponto-lhe algumas situações que me parece menos conseguidas.
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Uma reflexão Política-Económica Actual

Um texto (excelente diga-se) escrito pelo amigo António Luiz Pacheco, que faz uma analogia pelo ridículo, à situação que vivemos de austeridade a todo o custo, que o Ministro Gaspar e Passos Coelho têm implementado no País de há dois anos a esta parte, com as consequências que todos conhecemos. Mas o mais grave, é a persistência no erro, seguindo aquela máxima em que o maior cego é aquele que não quer ver. 

Vale a pena ler! 

- Temos um ministro das finanças, que como de costume vem algures de uma misteriosa função numa obscura instituição, mas que é sempre apresentado/a como de elevado prestígio e competência… no entanto, que se saiba não recuperou nunca nenhuma empresa nem fez carreira numa empresa de sucesso, como um Grupo Jerónimo Martins, Sonae, BP ou algo assim.
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Operações stop em Rotundas

É uma situação que vejo por todo o lado, as policias estarem a fazer acções inspectivas nas rotundas, estando elas com as suas viaturas lá paradas e estacionadas e por força da acção desenvolvida, a mandar parar outras viaturas que são obrigadas a parar e estacionar. Seja nas localidades seja fora delas. 
Ainda hoje mais uma vez constatei que, na rotunda dos Rotários/Continente em Caldas da Rainha, essa acção estava a ser efectuada já com viaturas paradas. 
Quando tirei a carta, há cerca de 43 anos essa situação não era permitida e sempre tal considerei, mas… por via das dúvidas fui consultar o novo código da estrada e lá está escarrapachado o texto abaixo. 
Fiquei sem dúvidas, não é permitido! Se não é, porquê esta infracção cometida pelas autoridades quando deveriam ser elas as guardiãs das leis?

Contacto - mailto:filipedomingos@netvisao.pt



POSTAIS DAS CALDAS

Ontem....
Hoje 
 

VIDEOS DE CAÇA

Uma caçada à antiga na margem esquerda do Guadiana

Um dia de caça aos coelhos com podengos Portugueses

Um dia de caça em Stª Bárbara de Padrões

Ver video
 

A CAÇA À MESA

 

Coelho Panado


EURO NEWS

 

News Element

 

 NOTÍCIAS

John Lennon

Faz hoje precisamente 30 anos(8 de Dezembro de 1980) que John Lennon foi assassinado em Nova York, aqui deixo um tributo com o resumo da sua biografia do Wikipedia.
 

Vídeo do YouTube

 
Em 10 de abril de 1970, Paul McCartney anunciou oficialmente o fim dos Beatles. Antes disso, John Lennon havia lançado outros dois álbuns experimentais, "Life with lions" e "Wedding album". Também lançara o compacto "Cold Turkey" e o disco ao vivo "Live peace in Toronto", creditados à banda "Plastic Ono Band", com a participação de Eric Clapton. No final do ano, sai o primeiro disco solo de Lennon, após o fim dos Beatles: John Lennon/Plastic Ono Band, que contou com a participação de Ringo Starr, Yoko Ono e Klaus Voormann.

 ECONOMIA

 

Eis tudo o que precisa de saber sobre Crédido à Habitação (ou quase)

Já conhece a Brochura sobre crédito à habitação do Banco de Portugal?

Já aqui dissemos que o Banco de Portugal parece estar a levar muito a sério as suas competências mais recentes na área da supervisão comportamental, o destaque de hoje vai para outra responsabilidade que o regulador está a acarinhar com empenho: a batalha por melhorar o nível de literacia financeira dos portugueses. Recentemente divulgou os resultados preliminares de um inquérito que desenvolveu sobre o tema (veja aqui “Inquérito à Literacia Financeira: Banco de Portugal foi a casa de 2000 portugueses“). Na semana passada apresentou um contributo importante para condicionar positivamente a elevada iliteracia detectada: lançou a Brochura sobre crédito à habitação.

E se as taxas de juro e os combustíveis dispararem nos próximos anos?

A notícia de hoje, “Taxas de juro podem subir mesmo com o desemprego em níveis elevados“, está ajustada à realidade norte americana mas não é um cenário totalmente improvável para Portugal e para União Europeia. Deve-nos fazer reflectir, tanto ao nível macroeconómico quanto ao nível familiar.

Neste momento, na Europa, vão-se acumulando indicadores de que os preços estão a retomar a tendência ascendente, registando a taxa de inflação valores claramente positivos em quase todos os países (Portugal ainda é uma excepção). As taxas de juro de referência do Banco Central Europeu permanecem estáveis há

AMBIENTE

1º Seminário em Portugal do Lince-ibérico realizou-se em Faro

O evento, organizado pela LPN, decorreu entre 5ª e 6ª feira passadas na Universidade do Algarve e abordou sob diversos aspectos da Conservação do felino mais ameaçado de extinção do mundo.

Decorreu na semana passada o 1º Seminário do Lince-ibérico em Portugal. Uma iniciativa da Liga para a Protecção da Natureza com alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República, o encontro reuniu mais de 150 pessoas em torno da Conservação daquele que é o felino mais ameaçado do mundo.

O evento promoveu o diálogo, destacando a necessidade de uma estreita colaboração entre grupos e entidades com interesses, actividades e âmbitos de acção distintos para o sucesso da missão de Conservação do lince, que é uma responsabilidade partilhada por Portugal e Espanha.

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