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Pintura Renascentista


A pintura renascentista teve dois focos de desenvolvimento fundamentais: na Itália (principalmente na cidade de Florença) e na Flandres, onde surgiram no século XV a técnica da pintura a óleo (inventada por Van Eyck) e a utilização da perspectiva.

Na pintura do Renascimento existe uma grande preocupação com o equilíbrio da composição. Nesta época era muitas vezes utilizada a composição em pirâmide, que era uma composição simples e equilibrada. Outra característica essencial no Renascimento era o naturalismo. Os pintores tentavam representar as paisagens, as pessoas, os animais e todas as coisas com a sua forma original, da maneira mais fluída possível.

A pintura renascentista caracterizou-se ainda pela introdução de novos temas. Além dos temas religiosos, surgiram os da mitologia grego-romana, os do quotidiano e ainda o retrato.

Surgiu um número impressionante de grandes pintores nos séculos XV e XVI. Entre os pintores italianos do Renascimento os mais importantes foram: Botticelli, Leonardo da Vinci, Miguel Ângelo, Tiziano e Rafael. Leonardo da Vinci foi o autor da famosa pintura Gioconda (mais conhecida por Monalisa), Miguel Ângelo foi o criador dos frescos da Capela Sistina no Vaticano e Rafael autor de muitas imagens da Virgem com o Menino. Mas a lista de artistas é imensa e falar apenas destes é menosprezar o trabalho de outros como Júlio Romano e Antonio Allegri, que fizeram também eles obras incríveis.
 
No Norte da Europa destacou-se Van Eyck (flamengo), sendo um dos primeiros a trabalhar a perspectiva e o naturalismo e ainda os alemães Albrecht Durer e Holbein, considerados excelentes retratistas.
A pintura renascentista apareceu ainda no século XV em Portugal. Destacou-se na pintura Nuno Gonçalves, por ter realizado os Painéis de São Vicente de Fora. No século XVI o mais importante deverá ter sido Vasco Fernandes.
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