Procurando a noção que perdemos …

Abordagem para inicializar a apresentação Pólens Conceituais da Natureza.
A Lógica Espacial
(para os 13 até aos ... anos de idade)


No blog Club(e) Natureza Gleam há um post em que se vê a pergunta:
“O que é Cultura?”
Conseguir ler a definição a seguir indica se você tem condições etária, escolar, e psicológica para a compreensão e aproveitamento do que significa esse termo: Cultura.

Cultura é um intercâmbio de informações de raízes naturais do viver, de informações que pululam no âmbito social (e que nos afetam direto e/ou indiretamente), e um ajuste conceitual coligido dessas informações que nos faz progredir e sobreviver.

Vamos a um exemplo de como é mais ou menos isso.

Poucos de nós não vai se lembrar de  uma palavrinha matreira, porque já ouvimos nossa mãe chamar nossa atenção usando-a:
“Olha a saliência!”

Ficou atento(a)?
Então … Vejam só:
No livro virtual Número-Primo--Arte & Natureza há uma puxada didática pra garotada usando esse termo: Saliência.

Por que que essa palavra é usada culturalmente com conotação para alguma coisa a ver com brincadeira sexual?

Notem: Saliência é um termo ambíguo, por quê?
Porque pode descrever uma ponta(avanço) ou uma fresta(cavidade).

Aí é que entra a cultura;
a popular que nossa mãe usa (até sem a noção total da coisa, mas com implicações bem mais atiradas -- porque já aplica a dupla referência à fresta e à ponta e ainda dá uma significância funcional de uma interação da ponta e da fresta;
e na cultura de nossa vida escolar, acadêmica, ou profissional, a gente vai encontrar a mesma noção que nossa mãe quer dizer com “aquela” frase, quando lidamos com peças que têm saliência e as olhamos com a função de encaixe.



Esse teor psicológico é rapidamente assimilado por nós, e a gente acaba tirando “sarro”, fazendo piada(s), e curtindo o termo, sem nos dar conta de quanto a gente sabe sobre ele.
Aí entra o !felling! da instrução bem colocada.  Por isso no livro Número-Primo--Arte & Natureza puxou-se a atenção para o número-primo com esse termo.
Por que o autor fez a descoberta conceitual de que o número-primo é uma fôrma/molde,, que tem em si a representatividade ambígua da Saliência. Sim, os números-primos (cada número-primo é) são fôrmas que se encaixam.

(Nota: Por isso que a adição de dois números-primos sempre dá um número par -- de quebra isso responde também a conjectura de Goldbach -- isso é pras feras da Matemática que vão mais que utilizar o livro para passar em concursos, mas cair em cima logo ao ver lá como  elaborar sequências-primas e mais uma mochila de utilidades, que vão dar em insights para inteligência artificial em computadores, códigos de segurança para senhas, premiações, etc, etc.)

Pausa na instrução, vamos à diversão ...

Agora, vamos lá para a tela dedicada aos usuários da Rede Plus (+1).

Porque foi também ao constatar o mais simples suporte-conceitual da Matemática, e saber, compreender o que é ADIÇÃO (o fenômeno espacial dessa operação), e por conseguinte, da SUBTRAÇÃO e as outras nossas queridas operações primárias, é que o autor aplicando uma soma considerável de conceitos lógico-espaciais conseguiu a extraordinária tela Coração Nuclear da Natureza. Olhem com bastante atenção ... é a entrada no limiar do núcleo de um átomo.
Ôh! Turma … é como se fosse o berço da Natureza … é uma das imagens mais lindas que alguém pode hoje ter a chance de ver … é uma das maravilhas que nossa sapiência tem a satisfação de conquistar, quando estamos começando a vivenciar o Século XXI.


A Lógica Espacial começa assim apresentada com essa significância,  e como um show de simplicidade e beleza, que nos dá uma satisfação elevada ao Google-Plex.

Como ter a tela Coração Nuclear da Natureza para tela-parede no seu PC, ou como capa pro seu caderno?
Em realce azul ai em cima no texto, está o link com as instruções.
Thanks

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