Proposta Pedagógica

  2007 a 2010

Visão /Valores

            Proporcionar um ambiente de aprendizagem pela excelência do trabalho desenvolvido, através da efetiva preparação e acompanhamento do desempenho do educando.

 Introdução 

           Esta Proposta Pedagógica é uma referência permanente que possibilita rever e atualizar ações aqui praticadas podendo determinar rumos para o aprimoramento dos mecanismos de participação da Comunidade escolar na definição e orientação dos destinos da escola.

Portanto, este documento representa o compromisso da unidade escolar dentro de uma determinada trajetória, a avaliação do mesmo deverá ocorrer sistematicamente em períodos previstos e deverá analisar o que foi alcançado e o que precisa ser redimensionado.

 

 Organização do Trabalho Pedagógico

*  Gestão democrática: supõem objetivos e metas educacionais claramente estabelecidos entre escola e comunidade;

* Intercâmbio direto: envolve as unidades escolares, bem como a Secretaria da Educação. Objetiva a troca de experiências, comunicação ininterrupta, gestão de apoio mútuo e capacitação continuada de professores e equipe técnica;

*  Autonomia escolar: visa superar a dificuldades do sistema de educação, já que cada comunidade tem suas peculiaridades.

 

 Avaliação 

      Avaliar e ensinar são ações conjuntas, fazem parte de um mesmo processo. Sabemos que os critérios avaliativos determinam as expectativas da aprendizagem, considerando objetivos e conteúdos propostos para cada área, a organização lógica e interna desses conteúdos, as particularidades de cada momento da escolaridade e as possibilidades de aprendizagem decorrentes de cada etapa do desenvolvimento cognitivo, afetivo e social. Nesse sentido tais critérios devem refletir de forma equilibrada as três dimensões dos conteúdos: conceituais, procedimentais e atitudinais.

            Sendo a avaliação um processo contínuo, sistemático e ajustável, deve permitir o uso de diferentes estratégias avaliativas (diferentes indicadores), o que facilita a emissão de um juízo de valor sobre a realidade que se analisa e avalia.

 

Formas de Recuperação e Reforço 

     A recuperação de conteúdos, habilidades e competências ocorrem em paralelo ao ano letivo, indicada pelos resultados dos diagnósticos e procedimentos combinados no inicio do ano letivo. Conforme nova LDB, Lei Federal de 20 de dezembro de 1996, é dever de Estados e Municípios  oferecer em suas unidades escolares, recuperação de aprendizagens, portanto, em nossa escola implantamos a média aritmética incluindo a nota de recuperação.

Quanto ao reforço este acontece durante as atividades cotidianas/regulares, com a utilização de instrumentos diversificados e exercícios adicionais de compreensão. 

 

Pressupostos Teóricos

“Estar no mundo sem fazer história, sem por ela ser feito, sem fazer cultura, sem “tratar” sua própria presença no mundo, sem sonhar, sem cantar, sem musicar, sem pintar, sem cuidar da terra, das águas, sem usar as mãos, sem esculpir, sem filosofar, sem pontos de vista sobre o mundo, sem fazer ciência, ou tecnologia, sem assombro face ao mistério, sem aprender, sem ensinar, sem idéias de formação, sem politizar  não é possível”.

(Paulo Freire, Pedagogia da autonomia)

Entendemos que a escola deve ser um espaço de formação e informação, em que a aprendizagem de conteúdos favoreça a inserção do aluno em contextos sociais cotidianos. A formação deve propiciar ao aluno condições de compreender e interagir com a sociedade. Pensamos que na escola deva haver espaço para a prática de valores morais e éticos, e que o aluno deva perceber-se parte deste contexto.

Os Parâmetros curriculares Nacionais apresentam como eixo de sua proposta educacional, uma prática pedagógica que possibilite a criação de condições de que todos os alunos  desenvolvam suas capacidades e aprendam conteúdos necessários para construir instrumentos de compreensão da realidade e de participação em questões sociais, políticas e culturais. “Condições estas fundamentais na construção de uma sociedade democrática e não excludente”.

Priorizamos uma educação de qualidade para todos.

Temos a pretensão de propiciar na escola esta educação de qualidade, embora tenhamos claro que se trata de um processo longo e árduo, já que as próprias políticas educacionais vigentes ainda não chegaram a uma conclusão sobre as finalidades dos sistemas escolares, mas como nos diz Madalena Freire... “É preciso sonhar, sem sonho, não se vai a lugar algum, o mar não está para peixes, no entanto continuamos educadores porque acreditamos no sonho...”