Texto do Mês

Março

EQUIPA DE RESGATE NO JAPÃO
  
 
Olá. De certeza que já ouviram falar na grande catástrofe que ocorreu a 11 de Março de 2011 no Japão. Integrei uma equipa de salvamento portuguesa que partiu para o Japão, com o objectivo de ajudar na procura de sobreviventes e vou contar alguns dos acontecimentos que presenciei durante as buscas.

     Poucas horas após o sismo e o tsunami que lhe sucedeu, eu e os meus colegas oferecemo-nos para prestar ajuda ao Japão. A viagem do aeroporto de Tóquio para o local mais afectado, teve que ser de helicóptero e o que avistávamos do céu já nos indicava o que se poderia  esperar durante as buscas.
     Avistava-se do céu alguns pequenos pontos imóveis que deveriam ser pessoas, quase não se avistavam casas pois estavam todas destruídas, as cidades quase submersas e com sorte, esperava eu, pessoas vivas debaixo dos escombros à espera de quem os pudesse resgatar.
     Quando aterramos, já haviam outras equipas de salvamento no local, porém, o que nós avistávamos era como se a catástrofe tivesse sido há poucos minutos. Viam-se tantos corpos espalhados que iria demorar muito tempo a retirá-los de lá… Era um cenário horrível. Na praia deviam estar mais de duas centenas de corpos.
     Começámos as buscas num supermercado que ruíra, a aproximadamente vinte quilómetros da praia. Quando entramos, não se notava que aquele lugar tivesse algum sinal de vida, até que me pareceu ouvir um pequeno choro do outro lado do supermercado. Avançamos o mais depressa possível, mas com cuidado, entre os escombros encontramos um bebé que devia ter pouco mais de um ano protegido nos braços da mãe que estava a chorar. Quando nos viu, sorriu e, por entre as lágrimas, apontou para as suas pernas. Percebi logo. Ela tinha uma perna presa debaixo de uma prateleira que tinha caído durante o terramoto. Retirámos os escombros de cima da perna dela e levámo-la juntamente com o bebé para ao hospital.
     Num outro local que socorremos, um grande prédio habitacional que também tinha ruído e no qual se ouviam gritos, conseguimos entrar no que antigamente deveria ser o rés-do-chão. Nesse local, encontrámos 15 sobreviventes, quatro homens, cinco mulheres e seis crianças. Todos eles foram directamente para o hospital com ferimentos mas estáveis.
     Esta está a ser uma das minhas maiores e incríveis aventuras. O mais espantoso é encontrar, no meio de tanta destruição, pessoas que, sem saber como, conseguiram sobreviver a forças de natureza tão violentas.
     Entretanto, em Fukoshima ocorreu uma explosão numa central nuclear, e há risco de radioactividade, pelo que a minha equipa vai ser deslocada para o local para ajudar na evacuação da população. Temos que ter cuidado!
Bruno    6ºA



A Batalha de Bikini Botom 
      


Era uma vez, uma cidade no fundo do mar chamada Bikini Botom. Era uma cidade calma mas, quando havia chatices, essa cidade passava a ser bastante confusa.
Nessa cidade vivia uma esponja amarela chamada Spongebob Squarepants. Era uma esponja muito engraçada que só fazia asneiras, mas era muito amigo e prestável. Ele vivia com o seu caracol chamado Gary. Era muito brincalhão e o Spongebob cuidava muito bem dele. O Spongebob trabalha no restaurante mais famoso de Bikini Botom, o Krusty Krab. Ele trabalha lá como cozinheiro dos famosos Hambúrgueres Suculentos, que ele faz com todo o orgulho.
Vive à beira do seu amigo e vizinho Squidward Tentáculos. O Squidward era um muito rabugento e gostava de não estar perto do Spongebob, porque este pode ser muito chato. Ele toca clarinete e trabalha com o Spongebob no Krusty Krab, mas o Squidward trabalha na caixa registadora.
O seu melhor amigo é o Patrick Estrela. Era uma estrela-do-mar muito preguiçosa, pouco esperta mas, era muito amigo do Spongebob.
Um dia, o Spongebob e o Patrick estavam a pescar alforrecas (as borboletas do mar) quando se depararam com um grupo de peixes (as pessoas do mar) estavam vestidos como se fosse haver uma guerra do século XVIII. O Spongebob pensou que ia haver uma guerra a sério e perguntou:
- Por que é que vai haver guerra?
- Estamos a recriar a famosa Batalha de Bikini Botom…
 O Patrick interrompeu e disse:
- A causa para esta guerra começar foi o facto de as pessoas preferirem a sujidade ou a limpeza.
O peixe que falou disse:
- Não foi nada disso que aconte…
- Eu prefiro a limpeza – diz o Spongebob.
Como os dois amigos não ouviam o peixe, ele e os outros foram-se embora.
Ouvindo o que disse o Spongebob, o Patrick disse:
- Eu prefiro a sujidade. Eu nunca me lavei na vida nem vou lavar.
Vendo que o amigo nunca se lavava, o Spongebob enjoou-se, porque quando eles foram comer um gelado, o Patrick ficou com o último cone de gelado e ele comeu o gelado na mão nojenta do Patrick e disse:
- Patrick, podes lavar as mãos?
- Porquê, importas-te?
- Sim, por acaso sim.
Dito esta frase e pegou num ambientador e borrifou-o para cima do Patrick que se afastou logo.
Fazendo este gesto começou a “Batalha de Bikini Botom” entre eles os dois. O Patrick atacou com canhões cheios de lixo e quase sujavam o Spongebob e continuaram assim até ao Patrick estar completamente limpo e o Spongebob estar completamente sujo. Eles viram que se tinham de esforçar muito para voltarem a ser como eram e por isso ficaram muito contentes pois, o Spongebob podia passar todo o seu tempo a limpar-se e o Patrick a sujar-se, coisas que adoravam.
Então o Spongebob concluiu:
- Olha, amigo, a amizade não se trata de nós sermos sujos ou limpos, temos é que ser honestos e bons companheiros.
E com esta frase nunca mais se importaram com a higiene um do outro, porque eram os melhores amigos para sempre.
João José 6ºA



As Férias de Verão


  No Verão de 2010, eu e a minha família fomos de férias a Punta Humbria, no sul de Espanha. Punta Humbria tem uma das melhores praias da província de Huelva com areia branca e de água quente. Era uma maravilha tomar banho, estar na água muito tempo e a bandeira estava sempre verde.
  Durante a semana de férias que lá passámos, visitámos os principais locais de maior interesse da província de Andaluzia. Começámos por visitar o “AquaPolis”, um aqua parque que ficava a 5 Km do local onde estávamos alojados. Estivemos lá desde a abertura do parque até ao fim do dia, para poder aproveitar tudo ao máximo. O aqua parque era fantástico: tinha escorregas e tubos gigantescos, diversos tipos de piscinas etc. Foi um dia muito divertido! Visitámos o Parque Nacional de Doñana um dos maiores da Europa, tendo nas suas zonas protegidas cerca de 50.000 hectares de dunas. Este parque foi propriedade dos duques de Medina Sidónia, tendo sido declarado zona de protecção oficial em 1969. Neste parque existem diversos tipos de animais em vias de extinção, nomeadamente, o lince ibérico, a águia imperial e veados. Durante esta visita, fizemos um passeio de camelo ao longo das dunas observando as diversas espécies em vias de extinção.Noutro dia, fomos percorrer a parte serrana da zona de Huelva. Nesse dia fizemos uma visita guiada à “Gruta de las Maravilhas” em Aracena. As águas daquela gruta ultrapassavam os três metros de profundidade. Esta gruta composta por diversas salas e 6 lagos é de formação calcária revestida de estalactites e estalagmites.
   Um dia inesquecível foi a ida à Isla Mágica em Sevilha. Saímos do apartamento bastante cedo para conseguir andar em todos os divertimentos. Entrámos cerca das 10 horas e começámos por andar nas várias actividades assistindo a também a alguns espectáculos. Neste parque, pudemos desfrutar de diversos divertimentos sendo o mais emocionante a montanha russa que andava a 85Km/h e uma torre gigante com 86m de altura a chamada torre do inferno. Neste parque havia divertimentos para todas as idades, eu andei em quase todos, mas a minha irmã Matilde e Helena só andaram naqueles que eram apropriadas às suas idades. Todos os divertimentos eram por altura e idade.
  Do que mais gostei foi da descida em jangada, da montanha russa e da torre do inferno.
  No final do dia, assistimos a um espectáculo teatral com diversos números, nomeadamente a dança Sevilhana sendo a rapariga acompanhada na dança pelo cavaleiro, o engraçado era que o cavalo dançava ao som da música. No final assistimos a um belo fogo-de-artifício.
   Ainda voltámos a Sevilha, mas desta vez para visitar os principais locais de interesse daquela cidade. Visitámos os famosos jardins de Maria Luísa percorrendo-o de coche de cavalos, a catedral, a universidade e as pitorescas ruas da cidade. Neste dia aconteceu um pequeno e desagradável imprevisto. Assaltaram-nos o carro, partiram o vidro e levaram-nos o DVD portátil e alguns CD`s e jogos . Os meus pais foram participar à polícia, mas não se conseguiu apurar o responsável. Para além das coisas que nos roubaram o mais desagradável foi terem partido o vidro e como era fim-de-semana só o pudemos pôr quando regressámos a Portugal tendo que fazer a viagem com um vidro improvisado.
  De regresso a casa ainda fizemos uma breve paragem no Algarve tendo visitado Portimão e a Praia da Rocha.
  Foram umas férias inesquecíveis onde aproveitamos para conhecer um pouco da região de Andaluzia, das suas praias e claro da famosa Sevilha com a Isla Mágica.
Luís Miguel 6ºA



Um dia muito nublado e bastante cinzento, o Zé quis sair à rua. Mas houve um problema, pois ele tinha-se esquecido, em casa, do seu guarda-chuva preferido, aquele que era dos “gormiti“. No entanto, não queria ter que voltar a casa para o ir buscar, por isso teve uma ideia brilhante, começar a fazer o seu próprio e fantástico guarda-chuva.
 Lembrou-se que tinha uns trocos no bolso que lhe deram para comprar pano e fita-cola, encontrou no chão um pedaço de madeira de um guarda-chuva velho com algumas varetas soltas e depois foi só juntar o resto das peças.
O Zé pega no pano e cola-o à madeira com a fita-cola. Logo no momento a seguir, ele repara que começara a cair umas gotas de chuva, então ele abre o seu guarda-chuva improvisado e começa a andar por todo o sítio. As pessoas ao verem o seu guarda-chuva forte e resistente pedem-lhe para lhes fazer um igual.
Assim o Zé abriu uma fábrica onde era o patrão e as pessoas adoravam-no por ele ser tão criativo e fantástico, algo que em tempos de crise é muito necessário. Contudo ele tinha outra característica muito importante, era imensamente simpático e prestável.
Daí em diante, toda a gente gostava dele e ele ficou conhecido internacionalmente. Pessoas de todo o mundo solicitavam que ele criasse coisas novas, especialmente modelos diferentes de guarda-chuvas.
Desde então teve uma outra ideia “ e por que não ser cientista? “, assim podia misturar o trabalho com a sua criatividade e arranjar amigos por todo o lado.

Mariana Lima

Fevereiro

O Futuro…

     Nos meados do séc. XXVII… Portugal está muito desenvolvido.
     A escola não é obrigatória e, por todos os lados, vemos grupos de pessoas que nem o 4º ano têm.
     Ninguém andava na escola. Todas as pessoas eram ricas. As Caraíbas eram o maior ponto de turismo. Porém, mesmo a escola não sendo obrigatória, todas as pessoas que vemos na rua são snobs e pensam que são importantes.
     Graças ao EDP (Exército De Portugal), todos os países à volta do Mar Mediterrâneo eram nossos. Agora, sim, tínhamos o privilégio de dizer “Mare Nostrum”.
     Esta riqueza toda só havia dentro de Portugal. As suas outras colónias eram pobres. Isto originou a 3ª Guerra Mundial. Todas as colónias atacaram Portugal e nós defendemo-nos como pudemos. Com pistolas, berbequins, sacholas, vassouras, enfim tudo o que havia à mão. Sem querer acertei com um boneco meu que tinha à mão num olho de um soldado italiano.
     Portugal ficou pobre, desorganizado e sem comida. Os mortos eram enterrados nos campos, nas caves e nas garagens porque os cemitérios estavam cheios. Exportávamos ferro que sobrara dos destroços e tentávamos importar tudo e mais alguma coisa.
     Eu e a minha família temos alguns problemas financeiros, mas nada que não se resolva. O meu único divertimento é a minha antiquíssima PlayStation 3. A actual que saiu há um mês é a PlayStation 240.
     O Presidente perante tais desgraças fugiu com medo de um novo ataque… Amanhã são as eleições para o novo Presidente. Espero que o novo Presidente não se ponha em confusões!
Bruno


Portugal e os robôs

Tudo começou quando nasci, no ano de 3000, no séc. XXX.
Dada a informação do governo cada vez havia mais analfabetos, incultos e maus alunos, o governo tomou medidas a nível do ensino, e também investiu muitos biliões de euros em centros de explicações, que os alunos eram obrigados a frequentar, depois da escola, e que os mais velhos também poderiam frequentar.
Os anos foram passando e o número de pessoas incultas, analfabetas e maus alunos foi diminuindo, verificando-se, apenas, numa minoria da população.
Dez anos depois … a situação do país tinha–se alterado: as pessoa tornaram-se mais cultas e os jovens foram crescendo e tirando cursos, a maioria de engenharia robótica.
Um grupo desses jovens criou uma indústria de robôs com máscaras, parecendo pessoas, mas, na verdade, eram robôs.
Passado algum tempo, já havia, por todo o país, robôs iguais aos humanos, as pessoas nem sabiam que eram robôs, simplesmente conviviam e passavam o seu dia a dia na escola ou no trabalho com eles.
Um dia, o primeiro ministro descobriu que estava rodeado por muitos robôs e decidiu criar um grupo chamado Contra Robôs Humanos, ou seja, a C.R.H.
Os operários desse grupo trabalharam durante muitos meses numa máquina capaz de se ligar aos robôs, através de raios ultra magnéticos, e desligá-los para sempre.
No dia 25 de Abril de 3011 o grupo preparou-se para desligar os robôs. Começou a contagem decrescente... 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1, 0... Por todo o país os robôs, que andavam no meio da rua, no trabalho ou noutros locais, caíram no meio do chão, desligados...
Mariana Isabel Paquim do Cruzeiro



Portugal no futuro


Portugal no futuro é um país onde as pessoas gostam de estar, porque são felizes.
Estávamos no XXXII onde a escola ainda existia e toda a gente trabalhava, mas o Presidente era odiado pela maioria, pois ele só gastava para si parte do dinheiro que Portugal tinha. Cada vez o Presidente gastava mais, mais, e mais que se acabou o dinheiro em Portugal.
Muitos pediam pelas ruas (aos que ainda tinham dinheiro), outros roubavam, contudo, o país estava um caos. Mas havia um grupo de pessoas que estava a fazer o melhor pano de sempre para fazer dinheiro e conseguir demitir o Presidente que gastava sempre que havia. Começaram por tentar fazer revoluções e todo o povo atacou o Palácio do Presidente, mas muitos morreram porque o exército estava do lado do Presidente. O segundo plano, foi atrair o presidente para fora do país e resultou, telefonaram-lhe a disser que como estava a governar muito bem iria receber 200 000$, mas tinha de os ir buscar à China, então, o Presidente fez as malas e partiu.
No próximo, fizeram-se eleições para presidente, e ganhou um homem do povo chamado João Poupador, que em primeiro vendeu o seu palácio, que valia cerca de 1000000000000$ porque tudo o que o antigo Presidente gastava era para o seu palácio.
Depois de ter vendido o Palácio a um inglês rico, usou o dinheiro para reconstruir o país e assim os roubos desceram e deixou de se pedir nas ruas. Enfim, Portugal voltou ao que era antigamente.
Todos voltaram a ser felizes!
Pedro Costa


Portugal no Futuro


    Era uma vez, no séc. XXII, um país pequenino situado na Península Ibérica, chamado Portugal. Estava muito evoluído: tinha arranha-céus do tamanho dos montes, carros que andavam suspensos no ar e que andavam muito depressa e o seu combustível era água. Tudo era muito fixe e muito moderno; digamos que Portugal, embora pequeno, era uma potência mundial por causa das energias renováveis, em que era perito. Produzia todo o tipo de energia renovável: do vento, da água, do sol e ainda a geotérmica. Até a energia dos terramotos!
Concluindo, o mundo sem Portugal não era a mesma coisa.
    Todas as pessoas viviam alegremente, pois com o dinheiro que ganhavam, toda a gente tinha pouco impostos. Havia pouco desemprego e quem estava no desemprego era por pouco tempo.
    O aquecimento global, em Portugal, já não existia, com tantas energias não poluentes, o país estava limpo e sem gases maus para a atmosfera.
    Como Portugal era um país sem poluição, era um dos principais destinos de férias em todo o mundo. Toda a gente estrangeira vinha visitar Portugal. As praias do país eram super limpas e de poluição dos mares e esgotos que lá vão dar, nem se ouvia falar, foram exterminados para todo o sempre.
    Mas, o melhor disto tudo era, o facto de podermos (as crianças) andar em trotinetas motorizadas que voavam, para ir para a escola, para casa, para onde quiséssemos, pois funcionavam a energia solar. Era muito, mas mesmo muito fixe viver nesse tempo. Como ainda estamos no séc. XXI, temos de estar felizes por viver em Portugal.
João José Ales Ribeiro


Portugal no futuro
      No ano 2051, Portugal vai ter coisas boas e coisas más.
      As coisas boas são que a tecnologia vai avançar muito como por exemplo: as casas vão ser electrónicas, os carros em vez de trabalharem a gasóleo ou gasolina, vão passar a trabalhar a electricidade, as pessoas vão continuar a reciclar ainda mais. A escola vai continuar obrigatória até ao secundário, já não vai haver desempregados, toda a gente trabalha.
      As coisas más são que há uma área cercada de pessoas cheias de doenças como por exemplo: a gripe A, volta outra vez, cancro sem cura e outras mais coisas.
      Na cidade de Setúbal está tudo um caos. Famílias na pobreza a roubar lojas e empresas. A camada de ozono está ainda muito pior por causa dos desodorizantes a spray e a laca, os alunos vão começar a fazer muitas greves devido à obrigação de ir para a escola. Os professores não querem ir à escola, pois vão ter muitas horas de trabalho e não têm tempo para as suas famílias.
      Uma coisa que também foi má é que vai mudar de religião (de cristianismo para judeus). O país vai ser governado pelo um rei em vez de um Presidente da República
      A coisa pior de todas, é que no ano 2012 vais haver uma guerra em Portugal. O causador vai ser o Presidente da República por ter provocado um pesadelo para todas as pessoas.
      Agora perguntam as pessoas “como vai ser Portugal no futuro?”
Rita Quesado Monteiro Enes 6ºA Nº16

Janeiro

O próximo planeta visitado pelo Principezinho tinha o aspecto de um deserto.
- Que calor está neste planeta, não deve haver aqui ninguém! Neste solo a minha rosa não se ia aguentar nem um dia - pensava o Principezinho enquanto andava na areia.
Um pouco mais à frente estava um homem a cavar um grande buraco redondo na areia.
- Olá! – disse o principezinho.
- Olá rapaz – disse o homem, limpando o suor da testa.
- O que está a fazer?
- A cavar um poço – respondeu o homem, voltando ao seu trabalho.
- Como consegue cavar com tanto calor?
- Consigo cavar porque tenho sempre em mente o que vou conseguir quando acabar.
- E o que vai ser?
- Oh rapaz, para que servem os poços? Quando acabar, vou ter água disponível para beber, sempre que tiver sede. E aí, o meu trabalho árduo vai valer a pena.
- Hum, tem razão – concordou o principezinho – mas tem a certeza que vai encontrar água aqui?
- Claro que sim rapaz! Assim que chegar ao centro do planeta, vou ter água para dar e vender! Mas afinal o que é que tu estás aqui a fazer?
- Mas e se não encontrar? Se não tiver água, vai ter de ir à procura noutro sítio e deixar o seu planeta.
- Nunca deixarei o meu planeta! Se não houver água, vou arranjar outra maneira de sobreviver sem ter de sair daqui.
- Se quiser eu posso trazer-lhe água de outro planeta.
- És muito simpático rapaz, mas tenho a certeza que vou encontrar água suficiente para viver durante muito tempo – disse o homem, continuando a cavar com entusiasmo.
- Espero que sim, mas vou passar por aqui outra vez para ver se conseguiu fazer o seu poço – disse o principezinho, enquanto se afastava.

Inês Sá, 9ºA


Viagem ao Sétimo Planeta


    O sétimo e último planeta a ser visitado antes da Terra foi o Asteróide 331 e era habitado por um general. Este estava fardado de verde e detinha inúmeros emblemas de diferentes cores no seu colete. O seu planeta era o segundo maior, em relação a todos os outros que o Principezinho já tinha visitado, e neste encontrava-se um mapa na vertical, um canhão, três bolas de ferro e arame farpado a cobrir todo o planeta.
- Ah! Mais um soldado para o meu exército! – exclamou o general com voz firme e altiva.
- Soldado? Eu! Fique sabendo que sou contra a violência. – disse o Principezinho.
- Um soldado tem que mudar os seus ideais para servir seus superiores! O último soldado também não gostava de guerras, agora você? Não sei o que se passa convosco! – exclamou o general irritado.
O Principezinho assustado com tais declarações, perguntou imediatamente:
- Você quer que eu entre numa guerra?
- Não faça perguntas precipitadas, um soldado tem que esperar tudo. Mas neste momento não se preocupe pois há duas semanas que não há confrontos. – disse o general.
- Mas afinal, o seu planeta está em guerra ou não? – perguntou o Principezinho que nunca tinha desistido de uma pergunta.
O Principezinho não sabia que este general, tal como todos os outros, apenas dizia as informações que fossem absolutamente necessárias, de forma a não relevar as tácticas de guerra secretas e não assustar os seus soldados. Nunca se saberia se este soldado seria um cúmplice do inimigo, no entanto afirmou:
- Sim, dadas as últimas ocorrências na atmosfera envolvente ao asteróide 331, afirmo a guerra ao asteróide 332! – disse o general.
- Nem pense que irei lutar! – ripostou o Principezinho partindo irritado com o general por o ter desejado como soldado.
- Declaro guerra ao teu planeta! – gritou o general, e fez uma posição altiva, para demonstrar superioridade.
 “As pessoas crescidas são mesmo incríveis.” – foi a pensar durante a viagem.

Nuno Fernandes, 9.ºA


O Planeta Preto e Branco

    O último planeta que o Principezinho visitou era estranho. Apenas uma família de quatro pessoas o habitava, sendo que só havia a casa onde eles moravam e um jardim muito feio, sem flores, nem árvores, apenas com um banco de jardim no meio. Quando o Principezinho lá chegou ficou com medo, pois tudo era a preto e branco. Não havia nem um bocadinho de cor naquele planeta. Resolveu então aproximar-se da casa e chamar alguém:
    - Olá! Está alguém em casa? Olá!
    Conforme o Principezinho chamou, abriram a porta duas crianças: uma menina muito bonita, com olhos azuis e cabelo loiro. Mas vinha muito suja e toda vestida de preto. Ao lado dela estava um menino, também pequenino e bonito. Também tinha olhos azuis e cabelo loiro, mas tal como a menina, estava todo vestido de preto e com muito mau aspecto.
    - Quem és tu? Eu sou a Maria e este é o meu irmão, João. Vivemos aqui com os nossos pais. Que estás aqui a fazer? – disse a menina, de forma muito fria.
    - Eu sou o Principezinho. Prazer em conhecer-vos. Eu venho aqui para conhecer o vosso planeta. Posso visitá-lo?
    - Bem, não sei. Terás de falar com os nossos pais primeiro. Entra! – disse a menina.
    O Principezinho ficou ainda com mais medo, por causa da forma como a menina falou. Achou estranho alguém receber visitas daquela maneira. Mas preferiu pensar que seria apenas por não estarem habituados a receber pessoas no seu planeta. Entrou na casa, e para seu espanto, tudo era preto e branco. Não havia cor em lado nenhum. Aquele planeta era verdadeiramente triste! Quando viu os pais das crianças, estes disseram-lhe:
    - Os nossos filhos já nos disseram que tu querias conhecer este planeta. Creio que não há nada para conhecer. É apenas um planeta normal.
    - Mas vocês não têm cor nenhuma em lado nenhum? Isto assim parece muito triste…
    - Não. Aqui não há cor, pois a cor transmite felicidade. E se as pessoas não são felizes, não é possível haver cor.
    - Pois, isso é verdade. Bem, penso que me vou embora. Não me agrada nada ter de viver sem cor. Boa tarde!
    O Principezinho ficou esclarecido, mas preferiu ir-se embora daquele lugar, pois o Principezinho não vive sem felicidade. Assim, abandonou o planeta a pensar como aqueles adultos eram estranhos!

Sofia Casanova, 9.ºA



Novembro
 

No Externato Maria Auxiliadora, organizam-se muitas visitas de estudo e actividades. Este ano houve o Acantonamento.

Alguns amigos meus tinham-me dito que era espectacular. Eu nunca fui a nenhum, este foi o primeiro.

No dia anterior, a minha mãe e eu fomos fazer a mala. Como não tinha saco-cama, tive que ir à casa dos meus avós, pois a minha tia adora viajar e, por isso, tem vários. Trouxe um azul e amarelo para mim e um dourado para o Pedro.

Eu achava que ia ser gozado por causa do tamanho da minha mala. Era enorme! A minha mãe pôs-me lá coisas que não usei, porém mais vale ter e não usar do que não ter e precisar. Os meus pais não paravam de me recomendar e avisar de possíveis perigos: “Porta-te bem, Bruno!”, “Não te afastes de ninguém!”.

Às 8h45m, cheguei ao Externato. A minha mala não era assim tão grande.

Na altura de partirmos, estava muito nervoso. Mas os nervos passaram logo. A viagem foi muito divertida. Quando chegámos ao Porto, fomos visitar o Museu Soares dos Reis. Havia muitas obras de arte, muitos quadros lindíssimos e esculturas realistas e detalhadas.

Em seguida, com a minha barriga a “dar horas”, fomos ao jardim do Palácio de Cristal. Adorei a comida, fiquei mesmo satisfeito.

Assim que pudemos, dirigimo-nos para o Visionarium , em Santa Maria da Feira. Aí fizemos um vulcão, limpámos petróleo de uma água poluída e criámos uma rocha. De seguida, fomos ver um filme sobre os descobrimentos, seguindo para a sala dos cincos sentidos, onde fizemos tudo para testar e brincar com os nossos cinco sentidos. Foi uma experiência incrível!

Já um bocado cansado, fomos até à casa de S. João Bosco, no Porto, onde dormiríamos em Beliches.

No fim de jantarmos e de conhecermos um pouco a casa, fomos jogar aos “coelhos, cães e caçadores”. Foi super divertido. Eram 23h30m quando nos fomos deitar. Dormi muito bem.

No dia seguinte, depois do pequeno-almoço, fomos à Casa da Música. Um edifício estranho e invulgar que tinha salas cúbicas, triangulares, mas gostei muito.

Voltámos à Casa de S. João Bosco. Almoçámos, pegámos nas malas e fomos embora.

Quando cheguei à escola, a minha mãe ainda não tinha chegado. Só me restava esperar.

Ao chegar, só me apetecia entrar no carro e ir para a casa.

Foram dois dias diferentes e inesquecíveis.

 

Bruno, 6.ºA


 

Nos dias 28 e 29 de Outubro, realizou-se o Acantonamento anual programado pelo Externato Maria Auxiliadora, que é a minha escola.

Saímos de Viana por volta das nove horas da manhã em direcção ao Porto. Andámos de autocarro até ao Porto.

Começámos por visitar um museu, que tinha muitas esculturas de mármore, cobre e uma grande variedade de quadros pintados a óleo. Aí explicaram-nos que não devíamos tocar em nada, porque as nossas mãos podiam estar sujas e estragavam as obras de arte. Esse museu chamava-se Museu Nacional Soares dos Reis.

De seguida, fomos almoçar ao Parque do Palácio de Cristal, para irmos ao Visionarium em Santa Maria da Feira. Nesse local, fizemos três fantásticas experiências: uma de um vulcão em erupção, outra como fazer uma rocha e, a última, como limpar um oceano ou rio afectado pela maré negra.

Noutra sala vimos um vídeo sobre a evolução da ciência e, na última sala, vimos objectos sobre os cinco sentidos. No final da visita ao Visionarium, lanchámos num parque com muitos espaços verdes. Foi muito divertido.

A seguir fomos para o local onde íamos dormir, que era a casa de S. João Bosco. No final do jantar, fizemos os jogos nocturnos, que adorei. Foram mesmo bons.

Eram quase meia-noite, quando fomos dormir, mas antes ainda comi um saco de pipocas que eu tinha levado para o almoço, mas que não tinha comido. Para dormir utilizámos sacos-cama e dormimos num beliche.

No dia seguinte, acordámos para fazer ginástica matinal, mas foi cancelada porque estava a chover muito.

Depois fomos tomar o pequeno-almoço, que tal como tudo o que comemos lá, foi um luxo.

Saímos da casa e fomos ver a Casa da Música, que na minha opinião, foi o sítio mais bonito, e que tem muitas salas, todas elas suspensas.

Viemos para a Viana às 14h30m, e quando chegámos, os nossos pais estavam a dizer olá e acenar enquanto saímos do autocarro.

Depois cada um foi-se embora.

Luís Miguel

6.ºA

 

 

 

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