Universo das Cores

A cor está presente em tudo que nos rodeia, na natureza, nos objectos, na linguagem, nas artes, na psicologia, no marketing, na moda… Ela pinta os nossos dias, os nossos sonhos, envolve as nossas emoções, veste os nossos sentimentos.

Cada um de nós responde à cor de uma forma particular. As pessoas tendem a ser atraídas por certas cores, em virtude de alguns factores determinantes. A sua escolha pode estar baseada no seu tipo de personalidade, nas condições circunstanciais da sua vida ou nos seus desejos e processos mentais mais íntimos, profundos e até inconscientes. As pessoas não escolhem necessariamente uma cor porque ela é boa para si próprias, mas porque gostam da cor, mesmo que esta possa ser contrária às suas necessidades.

Na arte e na antropologia, o simbolismo da cor refere-se ao uso da cor como um símbolo em todas as culturas e religiões. A psicologia da cor é um campo da psicologia dedicado à análise do efeito da cor no comportamento e sentimento humano, distinta da fototerapia (o uso da luz ultravioleta para curar a icterícia infantil).

É importante não confundir psicologia da cor com simbolismo da cor. Por exemplo, simbolicamente, o vermelho pode ser usado para indicar perigo, muito devido ao facto de o vermelho criar a ilusão de parecer mais próximo que as outras cores e, por isso, ter um maior impacto. Na psicologia da cor, por outro lado, as cores do perigo são o amarelo e o preto. No simbolismo da cor, o verde indica inveja em várias culturas, enquanto na psicologia da cor, está associada ao equilíbrio.

Quando estamos conscientes dos efeitos causados pelas cores, podemos tirar o máximo proveito delas em diferentes ocasiões, sabendo escolher as tonalidades adequadas tanto para uma entrevista de emprego ou uma palestra, como para um jantar romântico ou uma festa infantil.
Em geral, podemos dizer que cores claras transmitem uma impressão de acessibilidade, amabilidade, confiança, informalidade. Podem ser usadas em situações que exijam a combinação de amabilidade e profissionalismo.
Cores escuras são percebidas como autoritárias, fortes, dramáticas. Costumam projectar uma imagem de confiança, e poder, podendo assim ser usadas em situações que exijam liderança ou autoridade.
Cores muito vibrantes transmitem entusiasmo e energia, mas dependendo da ocasião em que são usadas, também podem ser vistas como excessivamente sexy, carregadas e até agressivas. Por esse motivo, geralmente não são consideradas muito adequadas para ambientes profissionais mais conservadores.
 
 
 
Nenhuma cor é feia. A cor é apreciável em si mesma, em absoluto, qualquer que seja ela.

Ainda que a atracção de cada cor específica seja desigual, a referida atracção sempre ocorre em algum grau. Isto resulta do facto da cor ser o objecto f
ormal (isto é, específico, ou essencial) da visão; é a cor daquele objecto que dá a forma a esta espécie de conhecimento.
 
Há cores quentes e frias, leves e pesadas, calmantes e excitantes, de alívio e opressivas; cada uma das cores goza de tais propriedades em função do que as cores são em si mesmas.

Pode-se antever que os efeitos psicodinâmicos da cor são de grande volume e variados, por causa da predominância do sentido da visão sobre todos os demais sentidos.

Este grande efeito psicodinâmico das cores ainda ocorre em virtude da considerável diversidade das cores, sua gradação de luminosidade, diferença de intensidade, além da variação dos espaços e formas das áreas coloridas.

Não é sem sentido que facilmente se responde a quem pergunta:
- Como vai?
E segue a pronta resposta:
- Tudo azul! Ou,
- A coisa está preta!.

E por que usamos expressões, tais como: Cores alegres? Cores vivas? Cores quentes? Cores frias? Cores festivas? Cores de luto?
Não se trata apenas de um falar. Há uma psicodinâmica a comandar um importante processo, a que está atenta não somente a psicologia, que estuda apenas teoricamente a acção das cores, mas também o técnico, inclusive o artista da cor, para adequadamente dispor os elementos coloridos com vista nos resultados.

A preferência do indivíduo por determinados efeitos psicodinâmicos da cor, pode servir de sintoma para revelar sua índole temperamental e mesmo o caráter que formou.
Já que as cores estimulam em direcção a determinados comportamentos, o interesse por esta ou aquela cor e as circunstâncias em que isto acontece, informa sobre a pessoa mesma.

As circunstâncias poderão interferir e determinar o apelo diferenciado às cores. Há também interferidores no uso das cores contra as propriedades psicológicas das cores. A moda, por exemplo, determina preferências, que podem não ser as da inclinação espontânea. As cores determinadas podem não definir com precisão o carácter e a índole da pessoa que a usa. Também por motivos funcionais, sobretudo terapêuticos, uma cor poderá ter sido eleita exatamente para reverter uma tendência.
A psicodinâmica das cores poderá determinar comportamentos complexos.
Por exemplo, - se um homem subitamente se interessa por gravatas vermelhas, ou uma mulher passa a vestir-se mais vezes de cor-de-rosa, - algo inconsciente pode estar comandando este comportamento. Um homem poderá estar no empenho de conquista de uma parceira, ou a mulher na conquista de um parceiro.
Portanto o súbito interesse pelo vermelho (a cor mais sexual e mais activa) denotou a vitalidade sexual notória do homem ou da mulher que manifestaram o fenômeno. Naquele momento a denotação se manifestou em algo especial, como a do novo relacionamento sexual a cultivar.
 
 
 
Cor e personalidade
 
 
Vagamente, os tipos de personalidade conseguem ser determinados pela cor e as complexas circunstâncias em que são utilizadas. A tudo isto não está atento apenas o psicólogo, mas o artista que põe a seu serviço os resultados da observação da psicologia, para colocar a cor certa nas criações de suas expressões em cor.
 

Qual é o seu tipo? Usa o vermelho? Poderá ser um extrovertido, corajoso, dado à acção.
Usa cores, mas em contrastes fortes com o preto? Poderá ser do tipo dramático.
 

Prefere mesmo o preto com tonalidades escuras? Talvez será do tipo empreendedor. As cores claras talvez as use somente, num e noutro caso, como algum ornamento ou no chapéu, ou no pescoço, ou no cinto, ou nalgum objeto que o acompanha.
 

Prefere o amarelo? Dizem algumas pesquisas que é um intelectual, um idealista, um humanitário e poderá casar com personalidade de qualquer outra cor...
 

Gosta de verde? Poderá ser do tipo compreensivo e de visão universal, que é tolerante, liberal, habituado a compreender o problema dos outros.
 

Gosta de cores frias claras, com o branco como contraste? Talvez seja um conversador. Também poderá ser um conversador, se prefere o azul, ou mesmo um introvertido.
 

Se for um homem e gosta de cores pastéis suaves, vezes usadas sozinhas, vezes combinadas com escuras? É do tipo feminino, delicado e equilibrado, na fronteira onde ambos os sexos se encontram e melhor se compreendem.
 
 
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