3. Quarta 29/10 Texto

VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação 29/10/2008

Pela EMEF - Melega

Começamos o dia com a conferência Educomunicação Socioambiental onde alguns alunos do Educom apresentaram o palestrante.

A conferência foi iniciada com algumas palavras da professora da fundação Cásper Líbero e pesquisadora do NCE/USP Eliany Salvatierra na qual elogiou algumas qualidades do palestrante.

Ismar de Oliveira Soares usou uma frase de efeito na qual dizia:

A crise ambiental é um palco de lutas e

conflitos em torno do poder de locução”

( Eda Tassara 1992)


Conceituou a educomunicação e sua prática e informou a continuidade do assunto na mesa redonda.

Foi mostrada a ligação da educomunicação com o meio ambiente e a mídia muito abordada.

O palestrante falou sobre a preocupação das crianças e também a preocupação dele sobre a crise da comunicação e, a crise do meio ambiente. A preocupação com o futuro não só deles mais de seus filhos...

Na qual entra a questão do stresse ecológico, as crianças de tão preocupadas com seu futuro resolveram intervir com certas atitudes que mostravam seu interesse de participar de assuntos relacionados a ele mesmos. Ele citou uma experiência na qual as crianças queriam opinar em certas decisões mais como o projeto e sua realização já tinha sido programado então elas se sentiram excluídas do projeto.

Achamos que foi uma falta de democracia pois uma escola devia levar em conta as opiniões dos alunos como pessoas tão importantes quanto eles mesmos.

Então, levamos experiências desta conferência como uma lição de como cuidar de nós mesmos e o mais importante do nosso planeta, usando comunicação e ter a oportunidade de se expressar da maneira que achamos correto.


Palestra painel 2 do Simpósio

Por Larissa e Cíntia

Esse painel teve como palestrantes:
Vinicius Romanini (Professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo)
Marta San Juan (Diretora Editorial da Revista: Horizonte Geográfico e Vice Presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Científico ABJC)
Heberton Escobar (Repórter da Editora de Meio Ambiente do Jornal o Estado de São Paulo)
Luís da Mota (Acessor da Comunicação e Serviço)
Pedro Jacobi (Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental da USP - PROCAM.

    Um dos tópicos da Palestra foi a profissionalização das ONGs que buscam aprimorar seu trabalho independentes de meios sociais. Outro tópico discutido por Marta San Juan é sobre o modo como o governo despreza o cuidado do com o meio ambiente.
    Foi comentado sobre o papel dos jornalistas e onde ele deve fazer seu trabalho de modo com o que as pessoas reflitam temas importantes como o meio ambiente.
Pedro Jacobi discute uma preocupação em mobilizar a população de diferentes formas, a relação do meio ambiente com a sociedade produzindo uma visão da modernização que serve também para reflitir sobre o problema do meio ambiente.
Na medida que houver mais estímulo com a sociedade, essa sociedade atuará de modo diferente em relação à temas importantes e marcantes como o meio ambiente.


Jornalismo e meio ambiente
 
Por Simone Nascimento
 

    Atualmente a prática da mídia tem um grande papel dos profissionais da comunicação nos conflitos de interesses entre o poder público, comunidades locais, iniciativas privadas e movimentos organizados em torno das questões ambientais.

    No 6 Simpósio Brasileiro de Educomunicação foi abordado um painel no seguinte tema: Jornalismo e Meio Ambiente. Vinícius Romanini, mediador, abriu o painel chamando para compor a mesa Pedro Jacobi, Luiz da Mota, Herton Escobar e Martha San Juan França.

    Vinícius abriu sua fala relatando a questão do jornalismo e do meio ambiente, focando na sustentabilidade e sua importância.

    Um dos convidados da mesa, Herton Escobar do Estadão, abordou o tema da ciência e de sua importância no meio ambiente e na sustentabilidade, sitando as mudanças climáticas que vem sendo o maior ponto de preocupação do meio ambiente.

    Da mesma forma que o meio ambiente é complexo, a solução para seus problemas também é complexo e fazer jornalismo sobre esse assunto também é complexo. Existem muitas pesquisas e temas complexos até mesmo para as coisas que parecem mais simples quando se trata de meio ambiente relatou Escobar.

    Disse também que temos que enxergar bem mais além dessa faixada de bonzinhos e vilões pois algum tempo atrás, as ONG's eram sempre vistas como bem feitoras e as empresas que poluíam eram más e hoje há um espaço bem mas amplo onde algumas empresas também tem um senso ecológico.

    Herton finalizou sua fala recapitulando a importância da sustentabilidade e como é importante não só olhar para parte econômica ou a ambiental e sim ambas.


Entrevista realizada com Felipe da ONG de Curitiba

Pela EMEF - Melega


    Entrevistamos o Felipe ele é jornalista e educomunicador trabalha em uma ONG de Curitiba com projetos de educomunicação e no evento ele está dando uma força para todos os coordenadores não possui um grupo próprio. Para divulgar projetos, noticias, conscientizar os jovens com que ele trabalha eles usam todos os métodos de comunicação, mídia impressa como jornais e revistas, áudio, vídeo tudo para orientar os jovens sobre os projetos, e o principal retorno que ele nota é o que acontece com os próprios jovens eles se soltam mais perdem um pouco da vergonha, e conseguem perceber a mensagem que a mídia quer passar com mais clareza e rapidez, nota também um bom retorno desse projeto mas o projeto só tem 3 anos então ainda não conseguiram muitas coisas mas estão trabalhando cada vez mais procurando esse retorno.
 
Rádio Graciosa
 
 
 
Entrevista com Marcelo Vicentin
 
Pela EMEF Henrique Melega
 
Marcelo Vicentin é um professor da escola José Tavares do interior de São Paulo na cidade de Tuiuti ele está no simpósio acompanhando os seus alunos e também esta auxiliando os outros alunos, ele tem bastante relação com o meio ambiente por ter morado na Serra da Cantareira e hoje ele mora no interior, mas também em uma área de preservação ambiental. Clique aqui para ver a entrevista.
 
 

O começo de tudo, início do Simpósio

 

Por: Rafael Biazão, Simone Nascimento e Eric Silva.

 

No dia 28 de outubro no SESC Consolação em  São Paulo-SP, aconteceu a abertura VI Simpósio brasileiro de educomunicação, abordando os temas: meio ambiente, jornalismo e a educomunicação.

Um grupo de jovens, crianças e adolescentes de diferentes lugares entre outras pessoas locais marcaram presença para cobertura do evento promovida pela NCE/USP juntamente com o canal futura, revista viração, SESCSP, e com a equipe organizadora do evento, e lá estavam desde a mesa de abertura, onde Marisa Vacelon analisou a forma diferenciada de mídia produzida por jovens.

Em seguida Joseph Chittilappilly – Secretaria Geral do International Institute of Journalism and communication, falou sobre a comunicação em diferentes locais do mundo e fez elogios a mídia brasileria.

Luiz Augusto contou da seção de comemoração dos 60 anos da declaração dos direitos humanos, e sobre a homenagem pensada a grandes nomes do meio, como Jose Gregori e Jose Mindlin. Que este simpósio seja um local feito para pensarmos, disse Luiz.

Ismar de Oliveira Soares relatou  o quanto e importante para os jovens se envolverem em educomunicação, trazendo benefícios, ate mesmo nas escolas, onde este jovem ganha habilidades que poderão ser aplicados na grade curricular, seminários e ate mesmo o dialogo com amigos, professores, etc.

À educomunicação é uma pratica que veio para facilitar a comunicação por diferentes pessoas de diferentes regiões e diferentes gerações. Relatou o coordenador do núcleo de comunicação e educação – NCE/USP.

O ministro do meio ambiente Carlos Minc não esteve presente, porém suas palavras foram expostas através de um vídeo levado por sua representante. Falou das mudanças climáticas, e que depois disso a população se deu conta que temos um grande problema a ser enfrentado, que não e coisa de ecologista chato, jornalistas engajados, educadores, etc,  passou a ser algo visto como um problema de todos. E no termino da gravação trazida ele fechou  com suas “Saudações ecológicas e libertais”.

Nesse Simpósio os jovens, adolescentes e as crianças estão participando ativamente, trazem experiências educomunicativas, e estão alimentando a preocupação pela ecologia e o futuro do planeta.

 

 

 

Jornalismo e meio ambiente

 

Por Simone Nascimento

 

Atualmente a prática da mídia tem um grande papel dos profissionais da comunicação

 nos conflitos de interesses entre o poder público, comunidades locais, iniciativas privadas e movimentos organizados em torno das questões ambientais .



No 6 Simpósio Brasileiro de Educomunicação  foi abordado um painel no seguinte tema: Jornalismo e Meio Ambiente. Vinícius Romanini, mediador, abriu o painel chamando para compor a mesa Pedro Jacobi, Luiz da Mota, Herton Escobar e  Martha San Juan França.



Vinícius abriu sua fala relatando a questão do jornalismo e do meio ambiente, focando na sustentabilidade e sua importância.



Um dos convidados da mesa, Herton Escobar do Estadão, abordou o tema da ciência e de sua importância no meio ambiente e na sustentabilidade, sitando as mudanças climáticas que vem sendo o maior ponto de preocupação do meio ambiente.

Da mesma forma que o meio ambiente é complexo, a solução para seus problemas também é complexo e fazer jornalismo sobre esse assunto também é complexo. Existem muitas pesquisas e temas complexos até mesmo para as coisas que parecem mais simples quando se trata de meio ambiente relatou Escobar.

Disse também que temos que enxergar bem mais além dessa faixada de bonzinhos e vilões pois algum tempo atrás, as ONG's eram sempre vistas como bem feitoras e as empresas que poluíam eram más e hoje há um espaço bem mas amplo onde algumas empresas também tem um senso ecológico.

Herton finalizou sua fala recapitulando a importância da sustentabilidade e como é importante não só olhar para parte econômica ou a ambiental e sim  ambas.

 

Worshop 2 - Uso da internet na Educomunicação Socioambiental com Crianças e Adolescentes

 

Por Ysis Remião

 

Workshop apresentou experiências de trabalhos com mídias digitais, como rádio e blog com crianças e adolescentes de escolas públicas.

Na mesa mo workshop participaram o professor Carlos Mendes Lima, presidente do Comitê Gestor da Lei Educom, Débora Menezes, jornalista colaboradora do NCE/USP, Josete Maria Zimmer, professora da Escola Municipal de Ensino Fundamental – EMEF Teófilo Benedito Ottoni e como moderadora Maria Izabel Leão, pesquisadora do NCE/USP.

O Prof. Carlos ressaltou a importância de projetos de educomunicação para possibilitar aos jovens que descubram seu potencial, seu talento. O rádio é uma ferramenta interessante pois resgata a linguagem tradicional aliada a mídia digital, uma vez que hoje é possível gravar e editar um programa de rádio através do Audacity de forma gratuita, disponível na internet.

 Além disso, o programa proporciona uma comunicação que alcança muitas pessoas.    Carlos comentou também sobre a criação das Agências Jovens de Noticias que fazem a cobertura educomunicativa de eventos que ocorrem em São Paulo, segundo o professor isso mudou a vida dos jovens, eles voltam para a escola diferentes, sentindo-se importantes.

Os jovens que participam dos projetos são mediadores e aproximarão outros jovens levando a experiência que estão vivenciando.

Izabel Leão, moderadora da mesa, complementou que dessa forma as crianças e os adolescentes assimilam melhor o conteúdo passado na aula.

Ao final do workshop foi apresentado como montar um programa de rádio no computador, inserir musicas e voz através do programa Audacity.

 


  O subidor de árvores

 

Bate-papo sobre a sustentabilidade e o meio ambiente

Luciano de Sálua

29/10/2008

 

Segundo dia do 6°  Simpósio Brasileiro de Educomunicação no SESC Vila Mariana, e para este segundo dia de evento tivemos a participação de uma roda de conversa sobre a mídia e a educomunicação ambiental.

Para este papo contamos com a mediação de Lucia Anello, diretora do Departamento de Educação Ambiental da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania do Ministério do Meio Ambiente, e com as falas da Rachel Trajberg, coordenadora de Educação Ambiental do Ministério da Educação, André Trigueiro, jornalista e comentarista da Rádio CBN e Francisco Costa pesquisador do DEA-SAIC.

“É importante que os ministérios e a sociedade pautassem mais este assunto”, esta é a frase que fundamentou o discurso de Francisco Costa, que trouxe dados importantes sobre o documento que rege a legislação da educomunicação quando o tema é meio ambiente.

Este documento trás questões levantadas com respostas sobre educomunicação e meio ambiente, e quando questionado sobre a importância do mesmo, diz: “para que a mídia possa conscientizar a população com melhores resultados”.

 

O documento ressalta a importância de movimentos de artes para a educomunicação,     movimentações na escola e ações organizadoras de mídias.

 

Francisco terminou sua fala dizendo que: ”se a comunicação é compulsória e obrigatória ela não é um direito”.

 

Ex-moradora do prédio em frente ao SESC Vila Mariana, onde o evento ocorre, Rachel traz consigo uma grande bagagem de educomunicação, ela viu a educomunicação se desenvolver junto ao bairro.

Com energia de sobra para se manter sentada, ela impulsiona a roda de conversas com a relação de educação e mídia, focando no meio ambiente, nos atuais problemas e suas possíveis soluções:     “Estamos visualizando uma crise ambiental, e que de repente some na mídia, para dar lugar a outra crise muito forte, a econômica, sendo que ambos estão ligados à mesma raiz, o consumo”, essa foi à base exposta por Rachel para sua fala.

Quando visou à sociedade foi direta e decisiva: “A sociedade se prende em cima de valores deliberados” e quando citou a globalização disse que essa já se houve falar muito, porém cita um novo termo para entrar em combate com este, a Planetização, não sendo uma utopia, e sim a memória de um futuro, “Nós podemos construir um futuro mais adequado para uma sociedade mais sustentável”.

Quando a mesma fala de ambientalismo, ela diz: “ambientalista podem, e devem subir em arvores, mas devem ter a voz de comunicação, para comunicar-se com mais pessoas”, e termina sua fala apresentando um projeto no qual Lucélia Santos e Ricardo Macki fazem uma parceria para criar uma campanha de campanhas para instruir jovens e adolescentes para crescer e multiplicar campanhas.

Num tom de critica, André Trigueiro começa seu discurso pautando-se “na crise ambiental sem precedentes”.

Ele abriu assuntos polêmicos que arremataram a atenção do publico com falas baseadas na contradição dos argumentos de muitas instituições, por exemplo, o Bradesco,  que faz campanha publicitária de ser o banco do planeta e que é um dos maiores investidores quando o assunto é empréstimos para quem queira abrir um frigorífico, e toda sua estrutura antiecológica na Amazônia.

Pautou também a diferença entre os jornalistas que possuem o diploma e os comunicadores que apesar de fazer um belíssimo trabalho não possuem diploma.

 “Comentaristas deveriam ter mais espaço para falar de sustentabilidade”, reclamou após dizer “educando bem ou mal a mídia educa, é forçoso aceitar, mas temos!”, e para quem pensa que isso foi tudo, engana-se. Trigueiro reclamou das faculdades de jornalismos que não fazem com que o jornalista saia de lá sabendo de meio ambiente, tornando-se um “analfabeto ambiental”.

A sua fala encerrou-se com o brilhante comentário: “hoje todos falam de sustentabilidade, mas se todas as pessoas estão bem, por que o mundo está mal?

Nessa roda vimos e ouvimos o melhor da experiência de pessoas relacionadas ao mundo da educomunicação ambiental, mesclando educação, jornalismo e ambientalismo.

Para evoluir é só se questionar, a problematização é a chave para a solução, e o diálogo é o caminho para a ação.