ARTIGOS - PLANOS DE AULAS 

Educação Física Escolar


Espaço para textos de apoio e grupos de estudo - PARTICIPEM!

                                                                  

 

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Anos Iniciais

Anos Iniciais - "Jogos com a dinâmica de fuga, captura, corridas"

Orientações Técnicas

Educação Física Escolar

Planeta Educação Física


Educação Física no SARESP


O que ensinar em Educação Física?



Leia o texto da matéria abaixo e escreva a sua opinião... Isso é Educação Física?

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ESCOLA MUDA AULA DE EDUCAÇÃO FÍSICA POR LEAGUE OF LEGENDS APOS SUGESTÃO DE ALUNO

ISSO NÃO É EDUCAÇÃO FÍSICA!



Vídeo Lian Gong - Clique acesse aqui!

Vídeo do YouTube



Plano de Aula - Ensino Médio:  

Corpo e Cultura 

Luta não é briga


Plano de Aula - Ensino Fundamental II

Sedentarismo e Atividade Física

Coloque a turma para correr

Beisebol nas aulas de Educação Física e suas variações como "caça base" 


Plano de Aula - Ensino Fundamental I:

Os mil e um movimentos da Ginástica...

Matriz de Avaliação Processual - MAP - Educação Física  

Jogo:

Base 4



Nossos estudos serão publicados aqui, bem como textos de aprofundamento,

artigos e muito mais.

Confiram!


CARO PROFESSOR:

As discussões são homéricas acerca da importância de se preparar a atividade para nossos alunos, (plano de aula). Estabelecer a rotina de trabalho, (do dia) com eles é fundamental para o êxito de nossas ações na busca da aprendizagem significativa. Não vejo outra forma (fórmula mágica...) que não seja essa!

Uma das possibilidades de organização de um plano de aula segue como exemplo abaixo - faça sua análise! Bom trabalho.


21/01/15

Conheça 7 dicas aos alunos para atividades físicas nas férias em dias muito quentes

Categoria

Hdratação frequente e exercícios moderados, devem ser mantidas no recesso escolar

·         Foto: A2 Fotografia / José Luis da Conceição


A Educação listou os cuidados principais para os 4 milhões de alunos ficarem atentos em dias quentes, como os que afetam o Estado.

Para o bem-estar dos estudantes da rede, os professores de educação física, orientam que as recomendações aplicadas nas aulas para a prática de exercícios devem ser seguidas nas férias escolares.

A primeira dica da Equipe Curricular de Educação Física da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica (CGEB) da Secretaria é sempre realizar as atividades no início da manhã ou no fim do dia, para evitar os horários em que o calor é mais forte. As temperaturas elevadas podem ocasionar problemas de saúde em decorrência da desidratação, podendo também agravar crises respiratórias.

·         Confira aqui as dicas

        Confira as dicas dos especialistas da Educação para alunos e professores:

1.     Usar roupas leves;

2.     Beber água com frequência;

3.     Priorizar a alimentação leve e saudável;

4.     Praticar exercícios moderadamente e nos horários indicados;

5.     Evitar a exposição ao sol sem proteção;

6.     Fazer pausas durante as atividades físicas para a hidratação e descanso;

7.     Escolher locais mais arejados, com sombra e ventilação

Mas assim como durante as aulas não é preciso suspender o trabalho com o corpo, a orientação é focar nas modalidades moderadas ou jogos de recreação. Os alunos também podem, por exemplo, usar os jogos de tabuleiro, e recorrer às brincadeiras tradicionais como “passa anel”, amarelinha entre outras, todas elas trabalhadas no currículo escolar.

Segundo os especialistas da Educação, seguir as recomendações da prática segura de atividades físicas é uma boa maneira de manter a saúde nos últimos dias de recesso escolar e voltar para as escolas sem nenhum impacto na saúde no dia 2 de fevereiro, data do início das aulas na rede estadual.

 

Disciplina: Educação Física Escolar

PCOP: Welker Mahler

Tema - Jogo e Esporte:
Competição e Cooperação

Quadro de 1560 – Pieter Bruegel (1525 – 1569) apresenta várias brincadeiras e jogos típicos da época, muitos, ainda existentes na atualidade.


Situação de aprendizagem 1 
“Os jogos de ontem e os jogos de hoje”

 Etapa 1 – Valorizando os jogos populares – “Mover-se”

Etapa 2 – Relembrando os jogos populares – Temos uma comanda para a pesquisa (teoria)

Etapa 3 – Vivenciando os jogos populares – Vivência prática e discussão sobre o contexto histórico (significados) – teoria (Registro – Produto final “painel de jogos populares” – da turma.

Proposta: Os alunos vivenciarão jogos já conhecidos por eles e outros jogos propostos por familiares.

 

CONTEÚDO: Jogos populares e seu contexto

HABILIDADES: Identificar tipos de jogos e reconhecer o seu significado sócio cultural

Valorizar  os jogos tradicionais da comunidade e de nossos pais

 

Situação de aprendizagem 2 
“Jogos cooperativos”

 Etapa 1 – Pega-pega com bola salvadora – “Mover-se” (prática) – Teórica – discussão com os alunos sobre os valores envolvidos na dinâmica

Etapa 2 – Jogo de rebatida – Prática com variações. Questões teóricas – discuta com o grupo sobre a mobilização coletiva e valores envolvidos

Etapa 3 – Inversão do artilheiro – prática

Etapa 4 – Um por todos e todos por um – teoria e prática

Proposta: Os alunos vivenciarão jogos com situações de competição e com certa semelhança ao esporte, porém com ênfase na cooperação

 

CONTEÚDO: Jogo e esporte competição e cooperação

HABILIDADES: Identificar semelhanças e diferenças entre jogo e esporte;

Identificar princípios de competição e cooperação em diferentes tipos de jogos.

 

5 competencias do ENEM/MEC:

  1. Domínio da linguagem
  2. Compreensão de fenômenos
  3. Construção de argumentação
  4. Solução de problemas
  5. Elaboração de propostas

Quanto a Matriz:

 

  1. (H01/GI) Identificar finalidade de um texto...
  2. (H05/GI) Identificar item de informação explicita no texto... O quê, quem, quando, onde e por quê)

Bom trabalho!


 

 

 

 

                                                                       SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO

COORDENADORIA DE ESTUDOS E NORMAS PEDAGÓGICAS-CENP

 

Prof Ms Sérgio Roberto Silveira

Profª Maria Elisa Kobs Zacarias

 

PRODUÇÃO DE ATIVIDADE

                                                       

A elaboração de uma atividade representa um ponto crucial para o sucesso do trabalho do professor. Entendemos que anteriormente ao ato de produção, deparamos com a situação do “estudar”, ou seja, precisamos investir em nossa formação continuada, procurando entra em contato com o maior número de informações, com os avanços tecnológicos, com os resultados das pesquisas científicas, bem como, das produções literárias a respeito da nossa área de atuação. Em posse desses dados, iniciamos o planejar das aulas preocupados em possibilitar aos alunos, dentro das limitações da especificidade da Educação Física, a leitura e compreensão do mundo, e a instrumentalização para intervir na sociedade em que  vive em busca de uma melhor qualidade de vida. O planejamento representa a organização do material de trabalho para ser desenvolvido metodologicamente. Cada parte do planejamento corresponde a uma reflexão de um respectivo instante do processo ensino de aprendizagem desenvolvido ao longo da aula.Se há dúvidas para o professor, no momento de elaboração e da aplicação da aula, conseqüentemente, o aluno também sairá da aula de Educação Física com dúvidas, sem a certeza sobre o que aprendeu, nem a certeza de que aprendeu alguma coisa. O planejamento da aula deve favorecer, numa análise macroscópica ao aluno, a aprendizagem de um conhecimento especifico e o entendimento de que o respectivo componente curricular tem sua importância no currículo escolar justificada pelo fato de que possui um objeto de estudo com pesquisa de cunho acadêmico e que, também, pode socializa-lo como um saber escolarizado.

A nossa intenção nesse momento é refletir com você professor acerca da importância do planejamento de aula, bem como, dos diversos momentos de seu desenvolvimento. Assim, salientamos ser de extrema necessidade a sua atenção para com as diversas partes que a compõem, haja vista que ao final de cada aula, essa diversas partes devam levar os alunos a avançarem na compreensão do conhecimento especifico da Educação Física, relativo ao movimento humano e, por não dizer, relativo a um conhecimento científico universal.

 

Elaborar uma aula

 

Podemos dizer que elaborar uma aula é um processo que suscita algumas ações por parte do professor. Em primeiro lugar é preciso conhecer e estudar acerca do objeto de estudo da área, no caso, o movimento humano. Em segundo lugar é preciso organizar esse conhecimento didaticamente e hierarquicamente para ser compreendido pelos alunos. Em terceiro lugar é preciso fazer uma seleção de conteúdos de relevância cultural e social. Em quarto lugar é precioso conhecer e compreender o processo de internalização e aprendizagem de conceitos pelo ser humano. Em quinto lugar, em posse das informações anteriores, o professor passa a elaborar a aula propriamente dita, articulando cada momento da mesma para que convirja á socialização das informações coletadas no decorrer do processo de avaliação para reorganizar a próxima aula, bem como, reorganizar o planejamento geral do curso.

 

Considerando os aspectos cima ressaltados, observamos que a elaboração de uma aula suscita um processo constante de estudo, pesquisa, prática e avaliação. Dessa maneira, o professor assume o papel do educador pesquisador e, como tal faz-se necessário que o professor se questione constantemente a respeito de: a intenção da aula, como desenvolver o trabalho, como avaliar os resultados e o que fazer com os dados coletados nessa avaliação.

 

A intencionalidade

 

Em toda e qualquer aula entendemos que há uma intenção, por parte do professor, de desencadear algum processo de aprendizagem. Assim, faz-se necessária a seguinte pergunta: O que eu quero com essa aula? A busca de respostas para essa questão solicita que o professor se reporte em analisar qual é a temática sobre o movimento humano que deseja trabalhar; assim é preciso se voltar para a organização didática, buscando evidenciar a contribuição que essa aula possa fornecer para a compreensão posterior de um conjunto de saberes acerca do objeto de estudo. È evidente que a organização didática do conhecimento se apresenta com uma vasta abrangência de conceitos que podem ser socializados hierarquicamente ao longo dos ciclos de escolarização mediante as características de desenvolvimento dos alunos e as necessidades de aprendizagens encontradas no diagnóstico com o grupo. Assim, é preciso que o professor conheça o objeto de estudo de seu componente curricular e conheça, também, seu grupo de alunos.

 

Definida uma organização didática para o conhecimento especifico da área, cabe ao professor, dentro da sua autonomia e diagnóstico da clientela com quem trabalha, selecionar os conteúdos de ensino a partir de um recorte curricular, abrangente e de relevância sociocultural, de maneira que seja possível fomentar as diversas habilidades e competências de se lidar com o saber universal. Ou seja, cabe a tarefa de organizar a seqüência de trabalho nas unidades temáticas, selecionando os conceitos a serem tratados, estabelecendo uma hierarquia de aprendizagem dos mesmos, ao longo da escolarização, e possibilitando aos alunos avançarem dos conceitos cotidianos para os conceitos científicos.

Cumprida essa tarefa, passamos, então, a pergunta como professor: O que eu ensino nessa aula? Essa questão suscita uma clareza de informações acerca do assunto que será tratado. Para tanto, precisamos, também, nos colocarmos n aposição inversa de que aprende, ou seja, na posição de aluno e nos questionarmos: o que eu aprendo nessa aula? Um saber escolar requisita informações de ambas as partes: professor e aluno, juntos trocando idéias, elaborando explicações, desvelando e construindo um conhecimento, configurando efetivamente o processo ensino aprendizagem. Dessa maneira, entendemos que a intencionalidade pode ser expressa e observada na elaboração da atividade.

 

O que ensinar, o que aprender.

 

Nesse momento da produção, o professor precisa ter em mente as seguintes imagens: um aluno saindo da aula de Educação Física e pensando consigo mesmo, “puxa, hoje na aula eu aprendi que...”, ou um pai ao buscar o filho na escola pergunta “meu filho o que você aprendeu hoje na escola?” Podemos observar que tanto no primeiro exemplo quanto no segundo fazemos referência a o que o aluno aprendeu. Precisamos acreditar e entender que na aula de Educação Física o aluno pode aprender precisamos pensar sobre o que podemos ensinar. Segundo consulta ao dicionário Aurélio, encontramos: ”Ensinar: Ministrar o ensino de, transmitir conhecimentos de, indicar um caminho”; e “ Aprender: tomar conhecimento de algo, retê-lo na memória, em conseqüência de estudo,  observação e avaliação”. Nessa relação, percebemos que esse processo  pode ser manifesto da seguinte forma: “ algo que vai e algo que fica”, sendo esse algo  referente ao conceito da aula.

Para tanto,algumas expressões foram sendo criadas ao longo do tempo com a intenção de se expressar sinteticamente o conceito a ser socializado: objetivo especifico, marco de aprendizagem, meta de aprendizagem, etc. Segundo consulta, também ao dicionário

Aurélio, encontramos:”Objetivo: relativo ao objeto , alvo ou fim que se pretende atingir”;”Marco: sinal de demarcação que se põe nos limites territoriais;coluna para assinalar um local ou um acontecimento, fronteira, limite- os marcos de conhecimento”: e “Meta: poste, marco, cordel, ou qualquer outro sinal que  indique ou demarca o ponto final das corridas;alvo, mira, objetivo;baliza, barreira, marco limite”. Essas expressões procuram configurar ao professor seu plano de aula a “marca” no caminho de construção do conhecimento que será fincada naquele momento. Como exemplo, podemos nos reportar a situação de um agrimensor que deixa marcas ao medir um terreno, fincando uma estaca em diversos pontos de extensão do mesmo, para depois cercar a dimensão total da área. Cada aula deve contribuir para que o aluno finque marcas em seu aprendizado que mais tarde o possibilitará a compreensão do todo.

 

A atividade prática

 

Uma vez que o professor tenha refletido sobre aspectos primordiais do planejamento, como o que se pode ensinar e, ao mesmo tempo, o que se pode aprender na aula, em relação a um conceito cientifico na área, cabe nesse instante a seleção de uma atividade prática que contribua para uma discussão posterior sobre o conhecimento especifico a ser socializado. Entendemos ser complicado se tentar adequar uma intencionalidade conceitual para a situação prática estabelecida previamente, pois nesse caso é mais fácil o professor perder o rumo das coisas. Recomendamos, primeiramente, que se tente adequar uma situação prática para determinada intenção de ensino prevista anteriormente.

Dessa maneira, observadas as devidas considerações acima apresentadas, passamos, então, a nos preocuparmos com a atividade prática propriamente dita. A elaboração da situação prática deve prever alguns encaminhamentos para o desenvolvimento da mesma: a organização do espaço, a organização dos alunos pelo espaço físico, a organização do material a ser utilizado, o funcionamento (regras) e as possibilidades de variações. Salientamos, também, ser de extrema importância que o professor atento para as seguintes preocupações: uma atividade que não seja excludente, que respeite a heterogeneidade dos alunos, que permita a participação de todos alunos respeitando as características e condições do repertório motor individual e possibilitando um aumento desse repertório gradativamente num processo de aprendizagem que solicite constantes interações com o meio para resoluções de problemas.

 

Conversando com os alunos

 

Entendemos que o diálogo entre o professor e aluno deva ocorrer durante todo o processo ensino aprendizagem ao longo da aula, contudo, estamos considerando o momento de conversar com os alunos uma parte da mesma de extrema importância  para a socialização do saber  escolar. Observamos a possibilidade se conversar com os alunos em duas ocasiões especificas: antes da atividade prática e após a atividade prática. Em ambas as situações, novamente, é preciso  que o professor tenha clareza da sua intencionalidade para poder  se reportar ao  conceito  científico  durante a conversa com os alunos.

 

A situação anterior à atividade prática pode ser considerada como uma ocasião  propícia para  a problematização  inicial,  responsável por despertar o levantamento  de idéias  a respeito da  temática  da aula( conceito cotidiano) que os alunos  apresentam  sobre o assunto. O professor não precisa dar pistas nem aprofundar a discussão sobre assunto, apenas lança uma “pergunta chave” sobre o conceito que será trabalhado na atividade e recebe as informações que os alunos lhe devolvem. A situação posterior à atividade prática pode ser considerada como sendo o momento de reflexão acerca de conceito cientifico implícito na aprendizagem da atividade motora vivenciada. Para tanto, se o professor não tiver clareza na sua intencionalidade sobre a questão “o que o aluno prende?”, provavelmente terá dificuldades em refletir com ele durante a conversa. Observamos, também, que essas duas situações podem ocorrer num único momento após a vivência da atividade prática.

 

Nessa conversa algumas premissas se fazem necessárias para a elaboração das questões que são lançadas pelo professor ao grupo: cada pergunta realizada deve propiciar ao aluno levantamento de dados sobre o assunto, a formulação de uma hipótese que responda ao enigma da aula; o questionamento precisa partir de uma situação concreta, ou seja, de momentos vivenciados durante a atividade prática e se remeter à intencionalidade da aula, prevista no objetivo especifico, no marco de aprendizagem, na meta de aprendizagem ou qualquer outra expressão que encontremos para codifica-la; cada questão deve estar articulada uma a outra, portanto, deve existir uma “espinha dorsal” no raciocínio do professor (idéias centrais que somadas levam a resposta esperada) que favoreça ao aluno a chegar a devida conclusão; o questionamento deve favorecer a ampliação do conceito tratado, possibilitando a reflexão acerca de situações cotidianas em que se manifestam.

 

Salientamos, também, que as questões previstas no planejamento por escrito podem sofrer mudanças decorrentes da conversa com os próprios alunos. O desencadeamento do questionamento deve ser pautado nas respostas apresentadas, por isso, é preciso saber onde se quer chegar. Para tanto, é necessário que o professor exprima a linha de raciocínio ou os aspectos cruciais que devem ser relevados na conversa por escrito, em algum campo do planejamento que poderemos chamá-lo de “Destaques da reflexão ou Destaques da conversa”. Esses destaques não vem devem funcionar como uma leitura cansativa aos alunos, nem como um instrumento para ser decorado e sabatinado posteriormente, devem servir, na verdade, como um guia orientador ao professor no decorrer do momento reflexivo.

 

A sistematização do conhecimento

 

Essa é a parte final da elaboração da aula: o momento em que os alunos sistematizarão o aprendizado (a intencionalidade manifestada) em diferentes linguagens, explorando diversas habilidades e competências para a leitura e escrita no mundo que estão inseridos. Novamente, o professor precisa ter um cuidado especial para não perder o foco da atenção do trabalho, solicitando coisas que divirjam da idéia central da discussão e da conversa com os alunos. Assim, percebemos que a comanda da sistematização precisa apresentar uma coerência com a intencionalidade da aula, expressa no objetivo específico, no marco de aprendizagem, na meta de aprendizagem etc.

 

A sistematização pose ser manifestada em diferentes linguagens como a artística, a motora, a escrita, a oral ou outra forma encontrada pelo professor. Essa sistematização deve ser realizada em situações que solicitem diversas fases: uma ação coletiva, onde todos possam ter a oportunidade de participar dando idéias e ajudando no resultado do produto final; uma ação em grupos com menor número de membros participantes, onde o envolvimento de cada elemento é primordial com suas hipóteses e conclusões e,  uma ação individual em que cada aluno apresenta o conceito trabalhado de acordo com sua compreensão particular. Salientamos que não há uma ordem para ser trabalhar com essas situações, podendo variar de acordo com as necessidades de cada classe.

 

A sistematização pode ser compreendida como uma parte da aula, o momento final, em que os alunos elaboram registros diversos sobre o aprendizado do dia. Esses registros apresentam-se de extrema importância para o processo avaliatório do ensino e d aprendizagem, visto que podemos observar os avanços e as dificuldades na compreensão de determinado conceito, fornecendo subsídios ao professor para propor intervenções na mesma aula ou numa próxima em que se tratar do mesmo assunto. Nesse sentido, enfatizamos que o professor também precisa criar o hábito  de realizar seus registros, acompanhando o desenvolvimento do próprio trabalho e acompanhando o desenvolvimento do trabalho dos alunos.

 

Dessa maneira, observamos que a produção de atividade demanda do professor um respectivo empenho na jornada profissional, contudo esse empenho reflete-se no sucesso da tarefa com os alunos, bem como, no sucesso da tarefa da Educação Física no currículo escolar.

                                                                                                                                                                                                                                             

 SALA DE AULA | Movimento                                                                                              

Chão de giz

Variações da amarelinha desenvolvem a capacidade de saltar, o equilíbrio e a consciência corporal na pré-escola

Os ingredientes são conhecidos: uma pedrinha, um pedaço de chão e outro de giz para riscar o traçado do jogo. O objetivo também: sair pulando pelas figuras geométricas até completar o desenho proposto. As variações, porém, são quase infinitas: “De norte a sul do Brasil, há uma grande diversidade de tipos de amarelinha”, escreve Renata Meirelles, pesquisadora de brinquedos e brincadeiras, em seu livro Giramundo. Divertidas, todas as modalidades são. E, por serem jogos de regras, incentivam a aprendizagem social – ao pularem amarelinha, as crianças aprendem a competir, a colaborar e a combinar o que pode e o que não pode naquele momento. 

Foto: Zeleo

EM UM PÉ SÓ - No Centro Comunitário Dom Bosco, a amarelinha do caco faz sucesso entre a criançada 

A vantagem de algumas dessas variações é que elas podem ser usadas para desenvolver a capacidade de saltar e girar, o equilíbrio e a consciência corporal. Um tipo bem popular no norte de Minas Gerais, a amarelinha do caco, é especialmente rico para estimular a motricidade em crianças da pré-escola (veja plano de trabalho). Diferentemente da amarelinha tradicional, na versão do caco se chuta a pedra pulando em um pé só e seguindo o trajeto predeterminado. “É difícil. A criançada erra bastante até pegar o jeito. Mas na nossa escola a brincadeira faz tanto sucesso que os pequenos costumam treinar em casa”, afirma Ednéia Cristina Lopes Moreira, professora de Educação Infantil do Centro Comunitário Dom Bosco, em Minas Novas, a 520 quilômetros de Belo Horizonte. Na turma de Ednéia, o jogo é organizado da forma mais tradicional: em vez de recorrer ao giz para desenhar no chão, usa-se um pedaço de telha ou cerâmica – o caco que dá nome à modalidade. Após riscar o percurso, o caco já ficou mais arredondado, evitando que os pequenos machuquem os pés. De qualquer forma, se a criançada não estiver acostumada a essa amarelinha, é recomendável que todos usem tênis na hora de brincar. 

 

Plano de Trabalho

Clique e acesse a atividade: Amarelinha do caco


A pesquisadora Renata Meirelles recomenda que o professor não proponha essa atividade no momento da diversão livre das crianças, quando elas devem ter a oportunidade de interagir sem a interferência dos adultos. Renata observa que alguns talvez se motivem mais do que outros. É importante respeitar esse interesse individual sem impor que todos joguem juntos. “Não tem de entuchar a brincadeira como se fosse um remédio. Não se dá uma cápsula de jogo”, explica. 

Já a consultora em Educação Infantil Adriana Klisys sugere que, se a atividade estiver muito difícil, vale também mudar as regras. O jogador pode, por exemplo, ter direito a um erro antes de passar a vez ao colega. “Nessa fase dos 4 aos 6 anos, as crianças estão numa fase em que querem aprender a brincadeira, mas podem ainda não ter as habilidades necessárias. Variar o nível de desafio, assim, é interessante para que elas se sintam envolvidas e queiram se superar”, sugere Adriana, lembrando ainda que as alterações de regra devem ser feitas de comum acordo entre todos os envolvidos. 

Mesmo com tanto cuidado, é bom se preparar para o chororô de quem estiver perdendo. A professora Ednéia já até decorou o protesto mais comum: “Ah, que chatura, só ele consegue!”. O desabafo, que Ednéia deixa vir à tona naturalmente, é fichinha perto dos tempos em que ela própria brincava de amarelinha do caco. “Quando eu era pequena, tinha até reza para o colega errar”, diverte-se.

Plano de trabalho

Educação Infantil

Acesse: Atividades Circenses


Acesse: O que acontece com o corpo quando fazemos exercícios



Plano de trabalho

Amarelinha do caco

Este plano de trabalho está ligdo à seguinte reportagem de NOVA ESCOLA

Chão de giz

Maio de 2008

Objetivos
Desenvolver a consciência corporal, a capacidade de saltar num pé só, girar e equilibrar-se. 
Estimular a combinação de regras.


Ano
Pré-escola.

Tempo estimado
Livre.

Material necessário
Um caco de telha ou uma pedra pequena (aproximadamente de 5 cm x 5 cm) e um giz branco.

Desenvolvimento

ATIVIDADE 1

Quem conhece o jogo de amarelinha? Proponha à turma uma brincadeira que se parece com ele até no nome: amarelinha do caco. Peça a um voluntário que faça com o giz um quadrado no chão. Não estipule uma metragem: permita que os pequenos encontrem o tamanho ideal. Feito o quadrado, ele precisa ser riscado e numerado de acordo com o esquema abaixo (veja as regras abaixo).

ATIVIDADE 2

Quando a turma já tiver dominado a tarefa de atravessar o tabuleiro chutando a pedrinha ou o caco pulando num pé só, estimule variações: primeiro, pular com o caco equilibrado na palma da mão; depois, com ele sobre os dedos formando um copinho; por fim, colocando-o atrás do joelho dobrado. Incentive que as crianças sugiram modificações.

Avaliação

Atente para a capacidade de interação de cada criança e o desenvolvimento do equilíbrio e da capacidade de salto e giro nos vários níveis de dificuldade oferecidos. Use essas observações para propor variações do jogo ou novas brincadeiras.

Ilustração: Rubens Paiva

Como é o jogo

1.
Os pequenos definem no par-ou-ímpar quem começa. O primeiro jogador fica fora do desenho e deve atirar a pedrinha ou o caco no quadrado.
2. Pulando num pé, a criança precisa ir chutando o caco da casa 1 para a 2. Depois, para a 3, a 4 e a 5. O jogo acaba com ela voltando para a casa 1.
3. O "céu" é uma área válida quando jogador e caco estiverem na casa 4: a criança pula no céu e pode colocar os dois pés no chão para descansar um pouco.
4. Se chutar o caco para fora do desenho ou para uma casa errada, ou se deixá-lo cair em cima da linha, o jogador passa a vez para outro.

Créditos:

Consultoria: Adriana Klisys

Consultora da Caleidoscópio Brincadeira e Arte, em São Paulo

Consultoria: Ednéia Cristina Lopes Moreira

Professora do Centro Comunitário Dom Bosco, em Minas Novas

Consultoria: Renata Meirelles

Educadora e pesquisadora de brinquedos e brincadeiras, em São Paulo

 

SÃO PAULO E A QUALIDADE NA EDUCAÇÃO...

São Paulo na Educação.

 

Se por um lado, nós cidadãos, criticamos um pouco de tudo, também é certo que é pela crítica, (construtiva) que as coisas se modificam; para o bem de todos. Se a saúde, a segurança e a educação não vão bem! Não é por falta de iniciativa das pessoas, (pares) de muita sensibilidade e senso profissional que as "coisas" não acontecem. Muito, depende do interesse, criatividade e vontade de querer contribuir para o enriquecimento do trabalho, da sociedade. A nossa voz não tem "eco" entre os poderes, mas, tem entre “homens do bem” que fazem para o próximo com o coração e sem cobrança de dividas. É assim que temos que agir frente aos desafios e buscar soluções através da nossa iniciativa e sabedoria. Tomemos como exemplo à “Educação”. Nossa crítica é contra qualidade do ensino, o baixo salário pago aos professores e as condições precárias das escolas sem falar em números, o excesso de estudantes em cada sala de aula. Pois bem, essa discussão não é nova e há muito tempo o foco é esse. Digo, como se todos os problemas que temos em relação à Educação fossem resolvidos por aí e o que não é verdade, pelo tempo que esses “problemas” se arrastam entre governos e nada acontece. O assunto é polemico e que bom que é. Ao contrário, se não se apresentassem assim, não teríamos com o que nos preocupar e não teríamos, (quem sabe...) trabalho! No início deste artigo, quando me referi a pessoas com sensibilidade e profissionalismo, estava falando de uma minoria. O ano se inicia e com ele a prática do ensinar e aprender. Professores novos e os mais experientes (tempo na rede) dividem o espaço na busca de proposições que estimulem alunos e professores a fazerem com o coração. Os alunos esperam dos professores - muita informação, atenção e carinho e os professores desejam - alunos interessados, estudiosos e comportados, (também, carinhosos...). Será que isso é possível? Ou tudo isso está fora de contexto? Ou outro questionamento qualquer que se deseja fazer?  Eu diria que depende da intenção de cada um de nós e é dessa forma que os problemas se resolvem. Se por um lado, como no nosso exemplo, existe a expectativa dos alunos e a nossa, é certo que nessa via de mão dupla, tal iniciativa deve partir de um dos lados e neste caso espera-se do professor. É muito fácil de entender – Os professores são acadêmicos e os alunos não, (ainda) estão em formação e dentre outras coisas é isso também que estão buscando. Discutir a formação do jovem, hoje no mundo, coloca frente a frente “polemicas” sobre quem é responsável em contribuir com essa formação - Estado, Família, Escola? O que é oferecido aos descendentes dos mantenedores do Estado e da União? A qualidade que se espera e o compromisso com a formação? Sem lições para a “boa moral” fica aqui o apelo a todos nós para que com o mínimo de consciência possível possamos agir e colocar em prática nossa boa intenção de ajuda ao próximo e possamos resgatar bons créditos. O ano começou e temos um longo caminho pela frente. Nada é fácil e sempre gosto de retomar uma cena que me parece ficar bem, aqui, como exemplo: Vejamos – degustar uma Melancia é bom demais, (aos apreciadores da fruta...) de preferência sem as sementes, pois, já ouvi muitos reclamarem da “preguiça” de tira-las e o trabalho que se tem. Eu diria exatamente ao contrário, as sementes é que dão o contraste especial para a degustação. Talvez, a falta das sementes, deixaria a Melancia sem graça e até sem gosto... O que quero dizer é que o importante é o caminho e não a chegada.

Daí o nosso exemplo, ou seja, “o tirar as sementes” é o caminho para o próximo pedaço e um novo deleite e aí a degustação se completa. Temos um novo desafio pela frente. As mudanças na Educação e a descontinuidade são alvos de questionamentos intermináveis que geram uma inquietação muito grande. Porém, algo tinha que ser feito e creio que nossas criticas promoveram, (talvez) tais iniciativas para que providencias fossem tomadas.

Aí aconteceu...

 

A Proposta Curricular 2008 da SEE, com o foco na recuperação de aprendizagens, efetivamente significativas como leitura e escrita, dão o tom de urgência, (necessário) na recuperação dos alunos com dificuldades nessas habilidades. Advindo da nossa critica a cada final de ano letivo quando avaliamos o trabalho e percebemos que muitos avançaram, mas sem saber ler e escrever, (grave). Justifica-se então esta ação da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo em promover este período de retomada de defasagens de aprendizagens, (básicas)  vitais para o exercício da cidadania e da autonomia para encarar os desafios deste mundo sem fronteiras... Certo ou errado, o órgão central fez a escolha, decidiram e colocaram em prática. Não podemos dizer que são omissos, o problema existe e algo deveria ser feito, nós apontamos! Se os caminhos são esses e se a bagagem, (suprimentos) é suficiente para chegarmos até o fim da jornada, não sabemos! Vamos cuidar para que não falte, para não passarmos necessidade. Estamos vivendo um momento de somar, (união). Todos são bem vindos com suas contribuições. O trabalho colaborativo é o segredo do sucesso ao final da jornada. Esperamos partilhar nossas expectativas, cumprindo a missão que nos foi confiada...É o nosso pensamento!

 

Bom trabalho a todos,

Welker Mahler.

 

Acessar os links abaixo para estudo dos materiais e textos da proposta

 

Caderno do Gestor

http://www.rededosaber.sp.gov.br/contents/SIGS-CURSO/sigsc/upload/br/site_25/File/caderno_gestor_versao_preliminar_16_01.pdf

 

Proposta Curricular de Educação Física - Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio

http://www.rededosaber.sp.gov.br/contents/SIGS-CURSO/sigsc/upload/br/site_25/File/Prop_EDF_COMP_red.pdf

Cadernos do Professor Educação Física - clique nos links ao lado, ano/série para acessá-los...                                                                                                                                                                     



Caderno do Professor Educação Física - 6º ano - Volume 2

Caderno do Professor Educação Física - 7º ano - Volume 2                                 

Caderno do Professor Educação Física - 8º ano - Volume 2

Caderno do Professor Educação Física - 9º ano - Volume 2

Caderno do Professor Educação Física - 1º ano - Ensino Médio - Volume 2

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Reportagem on-line

 

Política educacional

18 de Janeiro de 2008

 

Temos uma Educação Física Escolar dos anos 60

A constatação é do professor Célio José Borges, coordenador do II Fórum de Educação Física Escolar que aconteceu nos dias 13 e 14 de janeiro em Foz do Iguaçu no Paraná.
Gustavo Heidrich

É precária a situação da Educação Física Escolar no Brasil e em outros países da América do Sul, como a Argentina. Falta de planejamento e direcionamento específico para as necessidades de cada série e etapa de aprendizagem, carência de material básico, de infra-estrutura e de um programa de atualização dos professores um cenário bem parecido com o da década de 1960 em que a disciplina não era considerada essencial para a formação dos alunos. Há profissionais mal preparados e acomodados e turmas lotadas. É esse o diagnóstico alarmante da Educação Física Escolar (EFE) brasileira feita pelo II Fórum de Educação Física Escolar que aconteceu nesta semana em Foz do Iguaçu no Paraná.

A EFE é um direito de todos os quase 53 milhões de estudantes matriculados na Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio) no Brasil, segundo dados do Educacenso de 2007 do Ministério da Educação (MEC), divulgados no último dia 10. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases (LDB), de 1996, os estudantes têm o direito a ter aulas de Educação Física na grade curricular como um componente da proposta pedagógica das escolas. Mas infelizmente esse direito dos estudantes tem sido desrespeitado, acredita o professor Célio José Borges, da Universidade Federal de Rondônia e coordenador do fórum. Segundo ele, a Educação Física Escolar (EFE) não é debatida com seriedade desde a década de 1980 e acabou sendo deixada de lado no planejamento pedagógico das escolas.

Com a experiência de 28 anos na área, foi do professor a iniciativa da criação de um fórum para discutir soluções para o ensino da Educação Física dentro do Congresso Mundial de Educação Física, que acontece anualmente em Foz do Iguaçu no Paraná desde 1985. A primeira edição do debate aconteceu em 2007. Tivemos uma participação bastante significativa. O encontro gerou uma carta de intenções e caminhos para a Educação Física Escolar, conta o coordenador. As discussões chamaram a atenção de especialistas e educadores de outros países e na edição deste ano o fórum passou a incorporar debates sobre EFE no âmbito do Mercosul. Recebemos esse ano palestrantes de cinco continentes. Não é só no Brasil que a Educação Física Escolar vai mal, nossos vizinhos argentinos, por exemplo, enfrentam os mesmos problemas, acredita Borges.

Soluções Transformar a escola em um centro de excelência esportiva, de prevenção da obesidade e doenças e criar o hábito nos estudantes da prática regular de exercícios são os principais objetivos de uma EFE de qualidade, de acordo com o professor Célio Borges. Como está hoje, a Educação Física Escolar se resume, muitas vezes, a dar uma bola para as crianças jogarem. Falta pedagogia e o processo é excludente, deixando de lado aqueles que têm dificuldades físicas e psicológicas de integração. A EFE tem um potencial incrível, que tem sido desperdiçado, de ser uma parceira no processo cognitivo de crianças de todas as idades, avalia o professor.

Para conseguir atingir esses objetivos, Borges acredita ser necessário investimentos significativos em infra-estrutura e formação de professores, além de rever a alocação de recursos para a Educação Física pelas secretarias, prefeituras e escolas. Precisamos discutir desde temas estruturais como a carga horária das aulas de EFE dentro do currículo escolar, que tem sido desrespeitada, bem como questões metodológicas, como o retorno dos exames médicos e biométricos para acompanhar o desenvolvimento dos alunos, sugere o professor. Para ele não adianta investir no esporte escolar sem pensar na Educação Física. Muitos investimentos acabam indo na direção errada, estimulando um tipo de atividade física na escola que tem caráter competitivo e não formador. Se tivermos uma EFE fortalecida, o desenvolvimento do esporte na escola será uma conseqüência natural, acredita.

Ações Para o fórum de 2009, que deve acontecer na segunda quinzena de janeiro, a perspectiva é de que as discussões comecem a se tornar realidade por meio de ações junto a Conselho Federal de Educação Física e o MEC. Um dos nossos desafios é mensurar numericamente a situação da EFE no Brasil e fazer com que os debates do fórum sejam aplicados regionalmente por meio de boas políticas públicas. 2009 será, oficialmente, o ano da Educação Física Escolar pela Federação Internacional de Educação Física. Esperamos que seja um ano para começarmos a tirar o Brasil da defasagem em que se encontra, espera o professor Borges.

 

Para saber mais:

 

 Site da Federação Internacional de Educação Física

 Site do Conselho Nacional de Educação Física

 

 

 ATIVIDADE FÍSICA E EXPOSIÇÃO AO SOL - PERIGO!

 

Há algum tempo atrás, fazer atividade física, (Educação Física) exposto ao sol era saudável e traziam poucos riscos a nossa saúde em geral, mas principalmente a saúde da nossa pele. Hoje, já não é a mesma coisa. O astro "Sol" está diferente, os raios solares estão queimando até mesmo  sob o guarda-sol. Seja na praia piscina ou no campo. A umidade relativa do ar melhorou com as chuvas ocorridas no final de janeiro e durante a primeira quinzena de fevereiro. Porém o calor é intenso e houve, segundo os meteorologistas, um aumento de temperatura em 0.5º. Para o clima em geral, isso é muito, pois sabemos que a camada de ozónio está muita afetada e não filtra as radiações como deveria, (função). Portanto, todo cuidado é pouco e as recomendações para o uso de filtro solares (principalmente nas crianças) é imprescindível nos dias atuais. Fazer atividade física continua sendo importante para a manutenção das funções motórias e equilibrio de todo o sistema cardiocirculatório e respiratório. Escolher os horários pela manhã, até ás 10h e na parte da tarde, após as 15h30. Recomendaria aos colegas professores que organizassem as aulas nos primeiros horários para a Educação Física  e acompanhassem o mesmo horário sugerido na parte da tarde, a partir das 15h30. Ou seja, evitar os horários entre 10 e 15h30 horas para qualquer tipo de atividade ou mesmo banho de sol. Por mais que estejamos usando "protetores", (no caso de...) não devemos correr o risco. Seguem as seguintes recomendações:

  • Hidratar o organismo mantendo a ingestão de água durante as atividades para a refrigeração organica.
  • Usar roupas leves durante a atividade.
  • evitar alimentos pesados, gordurosos.
  • Não usar "agasalhos" - entendendo que deve se usar para suar bastante durante a atividade visando o emagrecimento rápido, (isso não é verdadeiro!).
  • Fazer uma atividade moderada, porém regular e se possível acompanhada de um profissional.
  • A escolha do local, (junto com o horário recomendado no texto) é importante, de preferencia para locais arejados, arborizados, seguros - longe de transito carregado e poluição.
  • Bom treino é aquele que nos sentimos bem e dispostos para executar com alegria e descontração.



por Welker.