Mapa-Múndi 


Geografia C - 12º Ano

Página inicial

 

10º ano

 

11º ano

 

12º ano

 

Links 

Gave (exames Nacionais)

Exames.org

PNUD

Portal Europa (UE)

Centro de Informação Jacques Delors

Jornal Público

RTP

SIC

TVI

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Programa de Geografia C

 

Critérios de Avaliação de Geografia C da ESRT

 

Estatuto do Aluno (direitos e deveres dos alunos, faltas, medidas disciplinares)

 

Notícias do Mundo 

Espaço Schengen foi alargado a partir de hoje a mais dez países da UE - in Público on line (21/12/07)

 

 Abundancias e sobrevivências

 

Actividades na internet

Blogue: Um Mundo Global - dedicado aos alunos de Geografia A  (11º ano) e de Geografia C (12º ano), onde poderás fazer os teus comentários e reflexões sobre os temas propostos pelo teu professor.

WebQuest : UE - problemas e desafios

 

Tema 1 - O Sistema Mundial Contemporâneo

 Actores da Globalização

 

 

(clica nos links aos sites das organizações e ficarás a conhecer as suas actividades):

ONU

OMC

FMI

Banco Mundial

Forum Social Mundial

UE

Global Action

Globalize Resistance

AMI

Médicos sem fronteiras (Brasil)

Associação Reviravolta (Comércio Justo)

Fair Trade Foundation

 Movimento dos Sem Terra

Confederação Internacional dos Sindicatos Livres

 Oxfam

Testes de Avaliação

 

1º período:

1º teste (globalização+guerra fria): versão 1; versão 2

2º teste (UE e Japão): versão 1; versão 2

 

 

 Guerra Fria

Apresentação em PowerPoint do tema da Guerra Fria:

A apresentação aborda os seguintes aspectos:

  • antecedentes da Guerra Fria;
  • factores que levaram à radicalização do período da Guerra Fria;
  • principais características do período da Guera fria;
  • principais crises da Guerra Fria;
  • o período da coexisência pacífica;
  • o fim da Guerra Fria.

 

 

 A (re)emergência dos conflitos regionais

Conflito israelo-palestiniano

Israel, Cisjordânia, Faixa de Gaza e as Montes Golã.

O conflito israelo-palestiniano é a designação dada à luta armada entre israelitas e palestinianos, sendo parte de um contexto maior, o conflito israeloárabe. As raízes remotas do conflito remontam aos fins do século XIX quando colonos judeus começaram a migrar para a região. Sendo os judeus um dos povos do mundo que não tinham um Estado próprio, tendo sempre sofrido por isso várias perseguições, foram movidos pelo projecto do sionismo - cujo objectivo era refundar na Palestina um estado judeu. Entretanto, a Palestina já era habitada há séculos por uma maioria árabe.


História

Plano da ONU para a partilha da Palestina de 1947


A partir de 1897, após a fundação do movimento sionista, alguns judeus começaram a migrar para a região da Palestina. Após o fim do Império Otomano, derrotado na Primeira Guerra Mundial, a região ficou sob administração britânica. Após a Segunda Guerra Mundial, mais judeus migraram para a Palestina.
Em 1947 a ONU propõe a divisão das terras Palestinianas entre judeus e árabes baseando-se nas populações até então estabelecidas na região. Assim, os judeus receberam 55% da área, sendo que, deste percentual, 60% era constituída pelo deserto do Neguev. A população nativa árabe, por não aceitar a criação de um Estado não árabe na região, rejeitou a partilha.
Em 1948, os britânicos saem da região e os judeus proclamam o Estado de Israel. A partir daí, o conflito amplia-se. Egipto, Jordânia, Líbano, Síria e Iraque atacam o território do Estado de Israel para conquistar algum espaço. O Egipto consegue a região da Faixa de Gaza e a Jordânia consegue as regiões da Cisjordânia e Jerusalém oriental. Os árabes palestinianos acabam sem território.
Em 1964 os Palestinianos criam a
OLP.
Em 1967 O Egipto bloqueia o canal de Suez aos navios israelitas e inicia manobras militares na península do Sinai, ao mesmo tempo que a Jordânia e Síria mobilizavam seus exércitos, na fronteira com Israel. Prevendo um ataque iminente, Israel inicia a
Guerra dos Seis Dias, na qual Israel conquista as regiões da Faixa de Gaza, o Monte Sinai, os Montes Golã, a Cisjordânia e Jerusalém oriental.
Em 1973 começa a
Guerra do Yom Kippur. Entre 1977 e 1979, Israel e Egipto fazem um acordo de paz e a região do Sinai é devolvida ao Egipto.
Em 1982, Israel invade o Líbano, numa tentativa de neutralizar os ataques da
OLP a partir daquele país. Em 1987, explode a Intifada. Em 1988 o Conselho Palestino renuncia à Intifada e aceita o Plano de Partilha da Palestina.
Em 1993, com o
Acordo de Paz de Oslo, é criada a Autoridade Palestina, sob o comando de Yasser Arafat, mas os termos do acordo jamais foram cumpridos por ambas as partes.
A partir de 2000 iniciou-se a
Segunda Intifada. Em 2001, Ariel Sharon é eleito primeiro-ministro do Estado de Israel. Ocupa territórios Palestinianosos e dá início à construção do Muro da Cisjordânia, para dificultar os atentados terroristas de homens-bombas palestinos. Em 2004, Yasser Arafat morre. A Autoridade Palestinianaa passa ao eleito Mahmud Abbas. Israel destrói os assentamentos de colonos judeus na Faixa de Gaza e Cisjordânia.
Em 2006 o Hamas, grupo fundamentalista que não reconhece a existência de Israel, é eleito democraticamente através de voto popular e obtem a maioria das cadeiras no Parlamento Palestino.


Eclosão do conflito

A Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou, por meio de sua Assembleia-Geral em 1947, a criação de um estado judeu e outro árabe ao final do mandato do protectorado britânico (1948) na Palestina. De acordo com este plano, a cidade de Jerusalém seria um território administrado internacionalmente pela própria ONU.
No entanto, os países árabes não aceitavam a existência de Israel, pretendendo invadir logo após a saída das tropas britânicas.
Além disso, no início do conflito em 1948, aproximadamente 711.000 palestinianos deslocaram -se da região seja fugindo do iminente conflito (68% destes estimulados pelos próprios governos dos países árabes para que os seus exércitos pudessem arrasar mais facilmente ao novo Estado que surgia) ou expulsos por lutarem contra o novo Estado, criando uma grande onda de refugiados que se abrigaram nos países vizinhos,
Faixa de Gaza e Cisjordânia. Com o passar do tempo o seu número cresceu, e a dúvida é se estes refugiados palestinianos algum dia poderão retornar a seus antigos lares, complicando as conversações entre as partes envolvidas.
Com a não absorção dos árabes palestinianos pelos países árabes e a não criação do Estado Palestiniano, os árabes palestinianos passaram a exigir o seu retorno às suas antigas casas, apesar de a grande maioria já não ter nascido nas regiões reivindicadas.
Outro grande entrave para as negociações de paz é a reivindicação de soberania em relação à cidade de
Jerusalém. Devido ao seu valor histórico e religioso, Israel reivindica toda a cidade para si, o que não é reconhecido pela comunidade internacional. A parte Oriental de Jerusalém, território palestinianoo ocupado por Israel desde 1967, é reivindicada pelos palestinianos para ali estabelecer a sua capital.
Houve inúmeros períodos de acirramento do conflito, com hostilidades militares de ambos os lados, e vários acordos de paz que acabaram fracassando.
Havia grandes chances do estado Palestino surgir de facto, pois as bases políticas e institucionais da
Autoridade Nacional Palestina (ANP) são reconhecidas pela comunidade internacional, inclusive estando presente nas Nações Unidas como membro observador. Entretanto, com a eleição de Ariel Sharon, o Estado israelita passou a negar qualquer negociação com os palestinos sem antes a cessação dos frequentes ataques terroristas aos civis israelitas. Mais tarde a eleição do Hamas para o governo da palestina em 2006, um grupo terrorista que não aceita que Israel exista, inviabiliza qualquer possibilidade de paz entre os dois povos.


Retirada de Israel da Faixa de Gaza

De acordo com o governo do Primeiro-Ministro Ariel Sharon, a consolidação do cessar-fogo entre as partes beligerantes possibilita a retirada das tropas israelenses da Faixa de Gaza, concretizando a transferência de soberania e consequente materialização da territorialidade, dois factores fundamentais para a existência de um Estado soberano palestiniano.
Em agosto de 2005, o exército israelita e os colonos judaicos retiraram-se da
Faixa de Gaza para aumentar o controle sobre a Cisjordânia. Por conta disto, a ANP treinou um efectivo de 5.000 policias para a manutenção da ordem da região após a retirada israelita. Entretanto, apesar de ter conquistado a soberania sobre Gaza (mas não sobre a Cisjordânia), os palestinianos entraram num conflito interno que ocasionou a tomada de poder pelo Hamas da Faixa de Gaza e o recrudescimento dos ataques com mísseis caseiros contra Israel a partir desta região, paralisando novamente as conversações de paz.
No dia 25 de agosto de 2008 foram libertos 199
palestinianos presos em Israel. Mas esse acto não foi visto com bons olhos pelos israelitas: "A libertação dos prisioneiros é um acto de fraqueza, que vai incentivar ainda mais o terrorismo." Mas há quem veja pontos positivos nessa historia: "a libertação dos prisioneiros demonstra a disposição por parte de Israel de fazer concessões dolorosas a fim de promover as negociações de paz." concluiu Olmert.
Em dezembro de 2008, após contantes actos terroristas sofridos nos seus territórios, Israel responde através de bombardeamentos a Gaza.

Fonte: Wikipédia


Regresso à Terra Prometida - Parte I



Regresso à Terra Prometida - Parte II


O Conflito entre a Índia e o Paquistão pela posse da região de Caxemira

Territórios disputados: verde: Caxemira Livre e Territórios do Norte, sob controle do Paquistão; marrom-escuro: Jammu e Caxemira, sob controle da Índia; Aksai Chin, sob ocupação da China.
Caxemira

A Caxemira é uma região do norte do subcontinente indiano, hoje dividida entre a Índia e o Paquistão. Uma parte foi anexada pela China.

O termo "Caxemira" descrevia historicamente o vale ao sul da parte mais ocidental do Himalaia. Politicamente, no entanto, o termo "Caxemira" descreve uma área muito maior, que inclui as regiões de Jammu, Caxemira e Ladakh.

Disputas pelo território

Actualmente localizada no norte do subcontinente indiano, a Caxemira é disputada por Índia e Paquistão desde o fim da colonização britânica. As tensões na região têm início com a guerra de independência, em 1947, que resulta no nascimento dos dois Estados - a Índia, de maioria hindu, e o Paquistão, muçulmano. Segundo uma resolução da ONU datada de 1947, a população local deveria decidir a situação política da Caxemira por meio de um plebiscito acerca da independência do território. Tal plebiscito, porém, nunca aconteceu, e a Caxemira foi incorporada à Índia, o que contrariou as pretensões do Paquistão e da população local - de maioria muçulmana - e levou à guerra de 1947 a 1948. O conflito termina com a divisão da Caxemira: cerca de um terço fica com o Paquistão (Caxemira Livre e Territórios do Norte) e o restante com a Índia (Jammu e Caxemira).

Em 1962, a China conquista um trecho de Jammu e Caxemira (Aksai Chin); no ano seguinte, o Paquistão cede aos chineses uma faixa dos Territórios do Norte. Um novo conflito, em 1965, não traz modificações territoriais.

Nos anos 1980, guerrilheiros separatistas passam a actuar na Caxemira indiana. Mais de 25 mil pessoas morrem desde então. A Índia acusa o governo paquistanês de apoiar os guerrilheiros - favoráveis à unificação com o Paquistão - e intensifica a repressão.

A situação da área continua tensa - além do conflito com o Paquistão, existe actualmente um forte movimento pró-independência em Caxemira.

Explosões nucleares

O conflito serve como justificaticação para a militarização da fronteira e para a corrida armamentista. Índia e Paquistão realizam testes nucleares em 1998 e, em abril de 1999, experimentam mísseis balísticos capazes de levar ogivas atómicas, rompendo o acordo assinado meses antes. Os dois países chegam à beira da guerra total. O primeiro-ministro ultranacionalista da Índia, Atal Vajpayee, ordena um pesado contra-ataque, que expulsa os separatistas em julho. A derrota paquistanesa leva a um golpe militar, liderado pelo general Pervez Musharraf, que depõe o primeiro-ministro paquistanês, Nawaz Sharif. Índia e Paquistão travam em Caxemira, em 1999, um confronto com um saldo de 1200 mortos.

Terrorismo

Uma onda de explosões mata dezenas de civis nas maiores cidades paquistanesas, entre o final de 1999 e o primeiro semestre de 2000. Fracassam negociações de paz entre o governo da Índia e separatistas muçulmanos da Caxemira em julho de 2000. Os combates recomeçam, assim como as acções terroristas nos territórios do Paquistão e da Índia. Em agosto de 2000, o Hizbul Mujahidine, principal grupo separatista muçulmano na Caxemira, anuncia uma trégua unilateral. A Índia suspende operações militares em Caxemira, pela primeira vez em 11 anos. As negociações fracassam diante da recusa da Índia em admitir o Paquistão na negociação de paz.

Demografia

O censo de 1901 da Índia Britânica revelou que os muçulmanos constituíam 74,16% da população total do Estado principado de Caxemira e Jammu, frente a 23,72% de hindus e 1,21% de budistas. Os hindus encontravam-se principalmente em Jammu, onde formavam pouco menos de 80% da população. No vale de Caxemira, os muçulmanos contavam 93,6% da população e os hindus, 5,24%. Estas percentagens mantiveram-se relativamente inalterados nos últimos 100 anos. Quarenta anos depois, o censo de 1941 da Índia Britânica indicou que os muçulmanos formavam 93,6% da população do vale de Caxemira e os hindus, 4%. Em 2003, a percentagem de muçulmanos no vale de Caxemira era de 95% e o de hindus, de 4%; no mesmo ano, em Jammu, a percentagem de hindus totalizava 66% e a de muçulmanos, 30%.

Segundo o censo de 1901, a população total do Estado principado de Caxemira e Jammu era de 2 905 578 habitantes, dos quais 2 154 695 eram muçulmanos (74,16%); 689 073, hindus (23,72%); 25 828, siques e 35 047, budistas. No vale de Caxemira, a população contava 1 157 394 habitantes, dos quais 1 083 766 muçulmanos (93,6%) e 60 641 hindus.

Conforme o censo de 2001 da Índia, a população total do estado indiano de Jammu e Caxemira era de 10 143 700 habitantes, dos quais 6 793 240 eram muçulmanos (66,97%); 3 005 349, hindus (29,63%); 207 154, siques; e 113 787, budistas.

Lista de organizações classificadas como terroristas


Muitas das organizações acusadas de serem organizações terroristas negam praticar terrorismo como táctica militar para atingir os seus fins, e não há consenso internacional acerca da definição de terrorismo. Portanto, esta é uma lista de organizações que são, ou foram, classificadas como "organizações terroristas" por outras notáveis organizações, como as Nações Unidas e os governos nacionais, entre os quais, tal proscrição tem um impacto significativo nas actividades dos grupos. Esta lista não inclui organizações estatais ou governamentais, as quais são consideradas como terrorismo de estado, ou pessoas individuais acusadas de terrorismo, situação considerada como terrorismo solitário.

Lista de organizações terroristas

Religiosas

Terrorismo religioso é uma forma de violência religiosa. Tal como outras formas de terrorismo, não há consenso quanto à sua definição. Certos grupos são classificados como praticantes de terrorismo religioso por uma das seguintes razões:

O grupo define-se pela sua religiosidade, mais que por qualquer outra característica (como ideologia ou etnia).
A religião é preponderante nos objectivos e na maneira de actuar do grupo.
A definição pode ser difícil porque:

Religião e etnia frequentemente coincidem. Conflitos étnicos podem parecer religiosos e vice-versa.
Grupos religiosos, tal como outros grupos, muitas vezes perseguem metas políticas. Em tais casos, não é claro o objectivo principal, se a motivação político ou a motivação religiosa.
Segue-se a lista dos grupos motivados religiosamente para os seus actos terroristas e tidos como terroristas por entidades supranacionais.

Islâmicas

Estes grupos pretendem geralmente a introdução da charia em vários países, e a destruição daqueles vistos por esses grupos como "inimigos do Islão", como por exemplo os Sionistas e os Secularistas .

Al-Qaeda (1988-presente; Afeganistão, Paquistão e mundial)
Fatah al Islam - Líbano
Hamas - Cisjordânia, Faixa de Gaza
Hezbollah - Líbano
Talibãs - Afeganistão

Outro terrorismo religioso
Aum Shinrikyo - Japão

Nacionalistas

Terrorismo nacionalista envolve cometer terrorismo em apoio a determinada nação, geralmente para atingir independência de outra nação, tal como a Irlanda do Norte do Reino Unido e o País Basco da Espanha.

Unionistas do Ulster/Leais
Árabes
Outros
Euskadi Ta Askatasuna (ETA) - Espanha e sul da França (1969-presente)
Tigres Tamil - Sri Lanka (1972-presente)
Partido dos Trabalhadores do Curdistão - Turquia (1979-presente)
Shindo Renmei (Liga do Caminho dos Súditos) - Brasil 1942 - 1947


Ideologia de Esquerda
GRAPO - Espanha (1975-presente)
Partido Comunista do Nepal (maoísta) - Nepal (1994-presente)
Exército Vermelho Japonês - Japão (1972-presente)
Khmer Vermelho - Camboja (princípios dos anos de 1970 até 1979)
New People's Army - Filipinas
Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) Colômbia
Sendero Luminoso - Peru (activa desde finais dos anos de 1960)
Umkhonto we Sizwe - África do Sul (1961-1990)
Legião Vermelha - Portugal
Forças Populares 25 de Abril - Portugal (1980-1987)

Ideologia de Direita
Triple A - Argentina (1973-)
Autodefesas Unidas da Colômbia - Colômbia (1996-2006)

Étnicas
Supremacia Branca
Ku Klux Klan - Estados Unidos (fundada em 1865 e revitalizada por várias vezes desde então)