Cronograma 2017

Universidade Federal do Rio de Janeiro - Departamento de Ecologia

Universidade Federal do Rio de Janeiro - Departamento de Ecologia

ECOLOGIA VEGETAL 2˚ Semestre 2017   

Site da disciplina: https://sites.google.com/site/ecovegufrj/

Email: ecologiavegetalufrj@gmail.com

Prof. Eduardo Arcoverde de Mattos & Profa. Rita de Cássia Quitete Portela

Monitores:

Tutor:

Período: 31/07 a 09/12

Programa de Aulas

------Julho------

 

31 (segunda): Descrição do Curso/Introdução Estresse e Distúrbio

Leitura:

Capítulo 4 P.A. Keddy (2007) Stress. Págs. 126 a 134. Capítulo 3 J.M. Craine (2009) Stress and Disturbance.

------Agosto------

 

1 (terça): sem aula

 

7 (segunda): sem aula

8 (terça): Discussão Estresse-Distúrbio/Introdução Plasticidade Fenotípica e Adaptação

Leitura:

Alpert, P. & Simms, E.L. (2002) The relative advantages of plasticity and fixity in different environments: when is it good for a plant to adjust? Evolutionary Ecology, 16, 285-297.

Capítulo 1 R.N. Brandon (1990) Adaptation and Natural Selection. Princeton University Press.

 

14 (segunda): Discussão Adaptação e Plasticidade Fenotípica / Introdução Balanço de Carbono e Água

Leitura:

Capítulos 2, 3 e 4 Gurevitch et al. (2009) Fotossíntese e Ambiente Luminoso; Relações Hídricas e Balanço de Energia; Solos, Nutrição Mineral e Interações Subterrâneas.

15 (terça): sem aula

 

21 (segunda): Discussão Balanço de Carbono e Água / Introdução Crescimento e Alocação

Leitura:

Capítulo 7 Lambers et al. (1998) Growth and allocation.

22 (terça): sem aula

 

28 (segunda): Discussão Crescimento e Alocação / Introdução Interações entre plantas: Facilitação e Competição

Leitura:  Capítulos 10 Gurevitch et al. (2009) Competição e outras Interações entre Plantas.

29 (terça): sem aula

------Setembro------

 

 

4 (segunda): Discussão Interações entre plantas: Facilitação e Competição / Herbivoria

Leitura: Capítulo 11 até página 273 Gurevitch et al. (2009) Herbivoria e Interações Planta-Patógeno

5 (terça): Prática no Interbloco – Divisão dos grupos e Montagem de Experimento de Competição

 

11 (segunda): Prova Eduardo

12 (terça): Introdução Estrutura e Dinâmica de Populações

Leitura

PERGUNTA: Virillo et al. 2011. Is size structure a good measure of future trends of plant populations? An empirical approach using five woody species from the Cerrado (Brazilian savanna). Acta Botanica Brasilica 25: 593-600.

 

18 (segunda): Discussão Estrutura e Dinâmica de Populações

19 (terça): sem aula

 

25 (segunda): Introdução Sucessão e Restauração Ecológica

Leitura:

PERGUNTA: Sansevero et al. 2011. Natural Regeneration in Plantations of Native Trees in Lowland Brazilian Atlantic Forest: Community Structure, Diversity, and Dispersal Syndromes. Restoration Ecology  19: 379–389

26 (terça): Aula LIG – Eduardo (cálculo de área foliar)

 

 

------Outubro------

 

2 (segunda): Discussão Sucessão e Restauração Ecológica / Introdução Suscetibilidade das Comunidades Vegetais à Invasão

PERGUNTA: Rejmanek, M., Richardson, D.M. 1996. What attributes make some plant species more invasive? Ecology 77: 1655-1661.

3 (terça): Medida destrutiva Competição

 

 

9 (segunda): Discussão Suscetibilidade das Comunidades Vegetais à Invasão

10 (terça): Prática no lab A0-17 – pesagem Competição

 

16 (segunda): Prática no LIG – Cálculos Competição - Rita

17 (terça): Prova (Rita)

 

JIC: 23 a 29 de outubro – sem aula

 

30 (segunda): Aula LIG – Eduardo (delineamento e testes estatísticos)

31 (terça): Aula LIG – Eduardo (introdução ao R)

 

 ------Novembro------

 

6 a 11 - NUPEM

06/11 a 11/11: Excursão para Macaé (Eduardo & Rita Portela)

06/11 (segunda): 8:00h partida para Macaé

11/11 (sexta): 13:00h retorno ao Rio

 

14 (terça): Revisão das provas da Rita e Eduardo

 

21 (terça): Prova de Substituição à Pior Nota (Matéria Toda) & Entrega de Relatórios Prática Competição

 

28 (terça): divulgação das notas finais

 

 

Avaliação

PROVAS: 90% (Prova 1: 45%; Prova 2: 45%)

CAMPO: 6% (Relatório 2%; Apresentação 2%; Participação 2%)

Relatórios Aulas no LIG/Competição: 4%

 

Livros Recomendados

Craine, J.M. (2009) Resource Strategies of Wild Plants. Princeton University Press.

Crawley, M.J. (1997) Plant Ecology. (2ª Edição) Blackwell Publishing.

Grime, J.P. (2001) Plant Strategies, Vegetation Processes, and Ecosystem Properties. Wiley.

Gurevitch, J., Scheiner, S.M. & Fox, G.A. (2009) Ecologia Vegetal. (2ª Edição) Artmed.

Keddy, P.A. (2007) Plants and Vegetation. Origins, processes, consequences. Cambridge Press.

Lambers, H., Stuart Chapin III, F. & Pons, T.L. (2008) Plant Physiological Ecology. Springer-Verlag.

 

Leitura Adicional

Aula: Adaptação

Rose, M.R. & Lauder, G.V. (1996) Adaptation. Academic Press.

 

Aula: Plasticidade Fenotípica

Pigliucci, M. (2001) Phenotypic Plasticity. Beyond nature and nurture. The Johns Hopkins University Press.

 

Aula: Estrutura e Dinâmica de Populações

Begon, M., Mortimer, M. & Thompson, D.J. 1996. Population Ecology: a unified study of animals and plants. Blackwell Science. Capítulo 1, 3 e 6.

Caswell, H. 2000. Prospective and retrospective perturbation analysis: their roles in conservation biology. Ecology 81: 619-627.

Caswell, H. 2001. Matrix population models. Sinauer Associates, Inc. Publishers Sunderland, Massachusetts. Capítulo 1, 2 (2.1), 3, 4, 9, 10 e 18.

Crawley, M.J. (1997) Plant Ecology. (2ª Edição) Blackwell Publishing. Capítulo 11 e 12.

Morris, W.F. and Doak, D.F. 2002. Quantitative Conservation Biology: theory and practice of population viability analysis. Sinauer Associates Inc.,USA. Capítulo 1, 7 e 9.

 

Aula: Sucessão e Restauração Ecológica

Begon, M. 1996. Ecology: Individuals, Populations and Communities. Editora: Blackwell Science. Capítulo 17 – The Nature of the Community.

Crawley, M.J. (1997) Plant Ecology. (2ª Edição) Blackwell Publishing. Capítulo 14.

Kageyama, P.Y., Oliveira, R.E., Moraes, L.F.D., Engel, V.L. & Gandara, F.B. 2003. Restauração Ecológica de Ecossistemas Naturais. Editora: FEPAF. Capítulo 1, 2, 3, 4, 5, 10, 13.

Rodrigues, R.R., Brancalion, P.H.S., Isernhagen, I. 2009. Pacto pela restauração da Mata Atlântica: referencial dos conceitos e ações de restauração florestal. Editora: LERF.

 

Aula: Suscetibilidade das Comunidades Vegetais à Invasão

Crawley, M.J. (1997) Plant Ecology. (2ª Edição) Blackwell Publishing. Capítulo 19.

Pysek, P. et al. 2008. Geographical and taxonomic biases in invasion ecology. Trends in Ecology and Evolution 23: 237-244.

Richardson, D.M. & Pysek, P. 2006. Plant invasions: merging the concepts of species invasiveness and community invisibility. Progress in Physical Geography 30: 409-431.

van Kleunen, M. Dawson, W., Schlaepfer, D., Jeschke, J.M. & Fischer, M. 2010. Are invaders different? A conceptual framework of comparative approaches for assessing determinants of invasiveness. Ecology Letters 13: 947-958.

Wilson, J.R.U. et al. 2008. Something in the way you move: dispersal pathways affect            invasion success. Trends in Ecology and Evolution 24: 136-144.

Chun, Y.J.,  van Kleunen, M., Dawson, W. 2010. The role of enemy release, tolerance and resistance in plant invasions: linking damage to performance. Ecology Letters 13: 937-946.

 

 

Esclarecimentos acerca do curso:

1 - Quanto às avaliações: não comparecimento ou não realização no prazo indicado de qualquer uma das atividades (provas, campo, prática no horto) resultará em nota zero. A prova substitutiva é destinada a alunos que tiveram desempenho insatisfatório (nota inferior a 5,0) em prova, e sua nota, independente de qual for, substituirá a sua pior nota em prova. Assim sendo, esta prova não é destinada a alunos que tenham faltado alguma prova, a menos que o(a) mesmo(a) apresente atestado médico justificando sua ausência. Não há de forma alguma segunda chamada.

Recomendamos aos alunos que por algum motivo não possam ir à prática de campo em Macaé que tranquem a disciplina, pois não há atividade substitutiva possível neste caso. Ainda que o peso na nota final seja de 6%, o não comparecimento à prática de campo implica em grau insuficiente. 

Vinte e cinco por cento (25%) de faltas implica em reprovação por faltas.

 

2 - Quanto à estadia em Macaé: a base de pesquisa da UFRJ naquela cidade, NUPEM, dispõe de salas de aula, equipamento audio-visual, laboratórios e alojamentos. As regras de uso do NUPEM serão apresentadas aos alunos quando da sua chegada e deverão ser cumpridas rigorosamente. A UFRJ cobrirá os custos de alimentação, acomodação e transporte. Alunos deverão levar roupa de cama e banho, roupa de campo e proteção solar, calculadores, transparências, pranchetas, cadernos, canetas e lápis. Como o trabalho de campo será realizado em área de Parque Nacional, é expressamente proibida a coleta de material animal, vegetal ou mineral.

 

3 - Quanto à vista de provas e revisão de notas: todos os alunos terão direito a ver suas provas e trabalhos uma vez que tenham sido corrigidos. Eventuais pedidos de revisão de nota deverão ser encaminhados por escrito, com detalhada exposição de motivos e implicarão em re-correção da prova e/ou trabalho inteiro.

 

4- Não será aplicada segunda chamada para as perguntas do módulo da professora Rita.  Excepcionalmente no caso das perguntas, poderá ser aplicada segunda chamada no caso de doença, com atentado, excursão de disciplina, e congresso, com certificado. A segunda chamada terá que ser agendada com antecedência e será aplica no máximo em uma semana após a aula.

 

 


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