Cronograma 2016

Universidade Federal do Rio de Janeiro - Departamento de Ecologia

ECOLOGIA VEGETAL 2˚ Semestre 2016    

Site da disciplina: https://sites.google.com/site/ecovegufrj/

Sala: 

Email: ecologiavegetalufrj@gmail.com

Prof. Eduardo Arcoverde de Mattos & Profa. Rita de Cássia Quitete Portela


ECOLOGIA VEGETAL (IBE461)

 

Disciplina Obrigatória para o Curso: Ciências Biológicas - Bacharelado em Ecologia

Eletiva de escolha condicionada para os cursos de Licenciatura e Bacharelado em Biologia Vegetal

Período recomendado: 6º   Pré-requisitos: IBE231-Ecologia Básica I

Número de créditos: 06

Carga horária total: 120hs  (Teóricas: 60hs e Práticas: 60hs)

Professores envolvidos (2009-2016): Eduardo Arcoverde de Mattos; Rita de Cássia Quitete Portela

 

EMENTA :

 

O que são e para que servem as teorias científicas. Os conceitos de adaptação, estresse e plasticidade fenotípica. As causas das diferenças de crescimento e padrões de alocação de recursos entre plantas de ambientes contrastantes. Os efeitos dos fatores ambientais para o balanço de carbono e água. Interações entre plantas: facilitação e competição. Estratégias reprodutivas em plantas. Estrutura e dinâmica de populações. Distúrbios, sucessão e restauração ecológica. Suscetibilidade das comunidades vegetais à invasão. Ecologia da regeneração. Abundância, diversidade e raridade. Análise de gradientes em comunidades vegetais.

 

OBJETIVOS:

Possibilitar ao aluno o acesso aos conceitos e técnicas em Ecologia Vegetal. Proporcionar ao aluno o contato com métodos de amostragem e análise de populações e comunidades vegetais.

 

AVALIAÇÃO: Três provas teóricas, relatório da prática de campo e do viveiro e exercícios ao longo da disciplina.


Período: de 29 de agosto de 2016 a 09 de janeiro de 2017.

 

Programa de Aulas

 

------Agosto------

 

29 (segunda): Descrição do Curso/Introdução Estresse e Distúrbio

Leitura:

Capítulo 4 P.A. Keddy (2007) Stress. Págs. 126 a 134. Capítulo 3 J.M. Craine (2009) Stress and Disturbance.

30 (terça): sem aula

 

------Setembro------

 

5 (segunda): Discussão Estresse-Distúrbio/Introdução Plasticidade Fenotípica e Adaptação

Leitura:

Alpert, P. & Simms, E.L. (2002) The relative advantages of plasticity and fixity in different environments: when is it good for a plant to adjust? Evolutionary Ecology, 16, 285-297.

Capítulo 1 R.N. Brandon (1990) Adaptation and Natural Selection. Princeton University Press.

6 (terça): sem aula

 

12 (segunda): Discussão Adaptação e Plasticidade Fenotípica / Introdução Balanço de Carbono e Água

Leitura:

Capítulos 2, 3 e 4 Gurevitch et al. (2009) Fotossíntese e Ambiente Luminoso; Relações Hídricas e Balanço de Energia; Solos, Nutrição Mineral e Interações Subterrâneas.

13 (terça): Prática no Interbloco – Divisão dos grupos e Montagem de Experimento de Competição

 

19 (segunda): Discussão Balanço de Carbono e Água / Introdução Crescimento e Alocação

Leitura:

Capítulo 7 Lambers et al. (1998) Growth and allocation.

20 (terça): Aula LIG – Eduardo

 

26 (segunda): Congresso de Botânica

27 (terça): Congresso de Botânica

 

------Outubro------

3 (segunda): Discussão Crescimento e Alocação / Introdução Interações entre plantas: Facilitação e Competição

Leitura:  Capítulos 10 Gurevitch et al. (2009) Competição e outras Interações entre Plantas.

4 (terça): sem aula

 

10 (segunda): Discussão Interações entre plantas: Facilitação e Competição / Herbivoria

Leitura: Capítulo 11 até página 273 Gurevitch et al. (2009) Herbivoria e Interações Planta-Patógeno

11 (terça): sem aula 

 

17 (segunda): JORNADA DE IC 2016

18 (terça): JORNADA DE IC 2016

 

24 (segunda): sem aula

25 (terça): Medida destrutiva Competição


31 (segunda): Introdução Estrutura e Dinâmica de Populações & Discussão Estrutura e Dinâmica de Populações

Leitura

PERGUNTA: Virillo et al. 2011. Is size structure a good measure of future trends of plant populations? An empirical approach using five woody species from the Cerrado (Brazilian savanna). Acta Botanica Brasilica 25: 593-600.

 

 

------Novembro------

 

1 (terça): Prova Prof. Eduardo

 

7 (segunda): Introdução Sucessão e Restauração Ecológica

8 (terça): Prática no lab A0-17 – pesagem Competição

 

14 (segunda): sem aula

15 (terça): sem aula (FERIADO)

 

21 (segunda): Discussão Sucessão e Restauração Ecológica 

PERGUNTA: Sansevero et al. 2011. Natural Regeneration in Plantations of Native Trees in Lowland Brazilian Atlantic Forest: Community Structure, Diversity, and Dispersal Syndromes. Restoration Ecology  19: 379–389

22 (terça): Introdução e Discussão Suscetibilidade das Comunidades Vegetais à Invasão

PERGUNTA: Rejmanek, M., Richardson, D.M. 1996. What attributes make some plant species more invasive? Ecology 77: 1655-1661.

 

28 (segunda): Prova (Rita)

29 (terça): Aula LIG – Eduardo

 

------Dezembro------

5 a 10 - NUPEM

05/12 a 10/12: Excursão para Macaé (Eduardo & Rita Portela)

05/12 (segunda): 8:00h partida para Macaé

10/12 (sábado): 13:00h retorno ao Rio

 

12 (segunda): Prática no LIG – Cálculos Competição - Rita

  

19 (segunda): Prova de Substituição à Pior Nota (Matéria Toda) & Entrega do relatório da prática de competição

 

 

Avaliação

PROVAS: 90% (Prova 1: 45%; Prova 2: 45%)

CAMPO: 6% (Relatório 2%; Apresentação 2%; Participação 2%)

Relatórios Aulas no LIG/Competição: 4%

 

Livros Recomendados

Craine, J.M. (2009) Resource Strategies of Wild Plants. Princeton University Press.

Crawley, M.J. (1997) Plant Ecology. (2ª Edição) Blackwell Publishing.

Grime, J.P. (2001) Plant Strategies, Vegetation Processes, and Ecosystem Properties. Wiley.

Gurevitch, J., Scheiner, S.M. & Fox, G.A. (2009) Ecologia Vegetal. (2ª Edição) Artmed.

Keddy, P.A. (2007) Plants and Vegetation. Origins, processes, consequences. Cambridge Press.

Lambers, H., Stuart Chapin III, F. & Pons, T.L. (2008) Plant Physiological Ecology. Springer-Verlag.

 

Leitura Adicional

Aula: Adaptação

Rose, M.R. & Lauder, G.V. (1996) Adaptation. Academic Press.

 

Aula: Plasticidade Fenotípica

Pigliucci, M. (2001) Phenotypic Plasticity. Beyond nature and nurture. The Johns Hopkins University Press.

 

Aula: Estrutura e Dinâmica de Populações

Begon, M., Mortimer, M. & Thompson, D.J. 1996. Population Ecology: a unified study of animals and plants. Blackwell Science. Capítulo 1, 3 e 6.

Caswell, H. 2000. Prospective and retrospective perturbation analysis: their roles in conservation biology. Ecology 81: 619-627.

Caswell, H. 2001. Matrix population models. Sinauer Associates, Inc. Publishers Sunderland, Massachusetts. Capítulo 1, 2 (2.1), 3, 4, 9, 10 e 18.

Crawley, M.J. (1997) Plant Ecology. (2ª Edição) Blackwell Publishing. Capítulo 11 e 12.

Morris, W.F. and Doak, D.F. 2002. Quantitative Conservation Biology: theory and practice of population viability analysis. Sinauer Associates Inc.,USA. Capítulo 1, 7 e 9.

 

Aula: Sucessão e Restauração Ecológica

Begon, M. 1996. Ecology: Individuals, Populations and Communities. Editora: Blackwell Science. Capítulo 17 – The Nature of the Community.

Crawley, M.J. (1997) Plant Ecology. (2ª Edição) Blackwell Publishing. Capítulo 14.

Kageyama, P.Y., Oliveira, R.E., Moraes, L.F.D., Engel, V.L. & Gandara, F.B. 2003. Restauração Ecológica de Ecossistemas Naturais. Editora: FEPAF. Capítulo 1, 2, 3, 4, 5, 10, 13.

Rodrigues, R.R., Brancalion, P.H.S., Isernhagen, I. 2009. Pacto pela restauração da Mata Atlântica: referencial dos conceitos e ações de restauração florestal. Editora: LERF.

 

Aula: Suscetibilidade das Comunidades Vegetais à Invasão

Crawley, M.J. (1997) Plant Ecology. (2ª Edição) Blackwell Publishing. Capítulo 19.

Pysek, P. et al. 2008. Geographical and taxonomic biases in invasion ecology. Trends in Ecology and Evolution 23: 237-244.

Richardson, D.M. & Pysek, P. 2006. Plant invasions: merging the concepts of species invasiveness and community invisibility. Progress in Physical Geography 30: 409-431.

van Kleunen, M. Dawson, W., Schlaepfer, D., Jeschke, J.M. & Fischer, M. 2010. Are invaders different? A conceptual framework of comparative approaches for assessing determinants of invasiveness. Ecology Letters 13: 947-958.

Wilson, J.R.U. et al. 2008. Something in the way you move: dispersal pathways affect            invasion success. Trends in Ecology and Evolution 24: 136-144.

Chun, Y.J.,  van Kleunen, M., Dawson, W. 2010. The role of enemy release, tolerance and resistance in plant invasions: linking damage to performance. Ecology Letters 13: 937-946.

 

 

Esclarecimentos acerca do curso:

1 - Quanto às avaliações: não comparecimento ou não realização no prazo indicado de qualquer uma das atividades (provas, campo, prática no horto) resultará em nota zero. A prova substitutiva é destinada a alunos que tiveram desempenho insatisfatório (nota inferior a 5,0) em prova, e sua nota, independente de qual for, substituirá a sua pior nota em prova. Assim sendo, esta prova não é destinada a alunos que tenham faltado alguma prova, a menos que o(a) mesmo(a) apresente atestado médico justificando sua ausência. Não há de forma alguma segunda chamada.

Recomendamos aos alunos que por algum motivo não possam ir à prática de campo em Macaé que tranquem a disciplina, pois não há atividade substitutiva possível neste caso. Ainda que o peso na nota final seja de 6%, o não comparecimento à prática de campo implica em grau insuficiente. 

Vinte e cinco por cento (25%) de faltas implica em reprovação por faltas.

 

2 - Quanto à estadia em Macaé: a base de pesquisa da UFRJ naquela cidade, NUPEM, dispõe de salas de aula, equipamento audio-visual, laboratórios e alojamentos. As regras de uso do NUPEM serão apresentadas aos alunos quando da sua chegada e deverão ser cumpridas rigorosamente. A UFRJ cobrirá os custos de alimentação, acomodação e transporte. Alunos deverão levar roupa de cama e banho, roupa de campo e proteção solar, calculadores, transparências, pranchetas, cadernos, canetas e lápis. Como o trabalho de campo será realizado em área de Parque Nacional, é expressamente proibida a coleta de material animal, vegetal ou mineral.

 

3 - Quanto à vista de provas e revisão de notas: todos os alunos terão direito a ver suas provas e trabalhos uma vez que tenham sido corrigidos. Eventuais pedidos de revisão de nota deverão ser encaminhados por escrito, com detalhada exposição de motivos e implicarão em re-correção da prova e/ou trabalho inteiro.

 

4- Não será aplicada segunda chamada para as perguntas do módulo da professora Rita.  Excepcionalmente no caso das perguntas, poderá ser aplicada segunda chamada no caso de doença, com atentado, excursão de disciplina, e congresso, com certificado. A segunda chamada terá que ser agendada com antecedência e será aplica no máximo em uma semana após a aula.

 

 

 

 

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