HISTÓRIA DAS COISAS


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(¸..´¨ (¸..` ¤ Dorothy Bluyus Rodrigues Matias - PCOP/História*
 
DE - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
 

A LENDÁRIA ROTA DA SEDA

 

AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO ANTIGO

 

BIOGRAFIAS

 CADERNO DO PROFESSOR - HISTÓRIA 2009

CAMPANHAS E HISTÓRIA

 

CURIOSIDADES SOBRE O CALENDÁRIO

 

DEBATENDO

 

DOCUMENTÁRIOS

 

EGITO ANTIGO

 

HISTÓRIA EM QUADRINHOS NA HISTÓRIA

 

HISTÓRIA  

 

ILUMINISMO

 

O PODER DA ARGUMENTAÇÃO

 

OS VALES FÉRTEIS

 

PASSADO REGISTRADO

 

PASSADO REGISTRADO 2

REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA DE 1932

SOCIOLOGIA

SOBRE O IRAQUE

SUGESTÃO DE LEITURA

TEMPO CRONOLÓGICO 

UMA BREVE HISTÓRIA DO TEMPO

 

HISTÓRIA DO CHÁ

 

 

Através de relatos e pesquisas históricas, sabe-se hoje que os chineses foram os primeiros a usar ervas em infusão como bebida. A mais antiga referência ao fato data de 2737 a.C. e mostra que o chá foi levado para a China, mas tem origem indiana.

 No Japão, a bebida só chegou cerca de 300 anos depois, através de monges budistas. No Brasil, seu introdutor foi D. João VI, que mandou trazer algumas mudas para o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, na ocasião da vinda da família real. No entanto, o plantio só teve expressão em 1922, quando Torazo Okamoto o introduziu no Vale da Ribeira, em São Paulo.

Planta da família das teáceas (a mesma da camélia), o chá se desenvolveu, inicialmente, na atmosfera úmida das florestas tropicais. Com o passar do tempo, o chazeiro selvagem foi domesticado, até que foi possível fazê-lo crescer nos mais diferentes tipos de solo e clima.

 

 

ANTIGAMENTE, PEDAGOGOS ERAM ESCRAVOS

 

 

Os alunos são os mesmos há milhares de anos, mas aprendem de modo diferente, de acordo com a época e com o país onde vivem.

Há 3.500 anos, as pessoas não iam à escola para aprender. Os mais velhos contavam aos mais jovens o que sabiam.

Os primeiros professores surgiram na Grécia Antiga. Alguns davam aulas de educação física e outros ensinavam música. Ao mesmo tempo, eles mostravam aos alunos como os homens de bom caráter (bons) deviam agir.

 

Depois, surgiu o “gramatisté”, que ensinava a ler e a escrever. Com ele, as crianças também aprendiam a fazer contas.

 

Há 2.500 anos, mais ou menos, as escolas apareceram. As crianças com 7 anos iam para as aulas com os pedagogos, que eram escravos das famílias. Eles estudavam com as crianças e cuidavam de suas lições de casa.

 

Os cadernos eram tabuletas cobertas com cera. Os estudantes escreviam com penas finas, feitas de cana, molhadas na tinta.

 

ALUNOS SEM MESA

 

As classes naquela época eram desconfortáveis. O professor sentava em uma poltrona e os alunos, em tamboretes (bancos) de madeira sem encosto. Também não tinham mesas para apoiar os cadernos. Escreviam com os cadernos nos joelhos.

 

PROFESSORES ERAM PADRES

 

No Brasil, a escola surgiu logo depois do descobrimento. Os jesuítas davam aulas para os índios e para os filhos dos brancos.

As aulas aconteciam perto das aldeias e das igrejas. Antes de existirem as salas de aula, os professores ensinavam ao ar livre.

Os padres falavam de religião para converter os índios a freqüentar a igreja. Também ensinavam a ler e a escrever para que os índios lessem a bíblia.

 

Pedagogia do grego (pais, paidós=criança; agein=conduzir; logos = razão, tratado, ciência).

Grécia antiga-pedagogos = escravos que conduziam as crianças e desenvolveram habilidades no seu trato.

Hoje  =  pedagogo é especialista em assuntos educacionais.

 

A HISTÓRIA DA PÓLVORA

 

 

Usada pelos chineses, árabes e povos da Índia, a pólvora é o mais antigo de todos os explosivos.

As técnicas exatas de fabricação da pólvora só foram conhecidas pelo mundo ocidental em 1242.

Foi o inglês Roger Bacon que ensinou a fabricar a pólvora. Ele publicou um livro com a sua receita.

Mas foi o frade (religioso, tipo de padre) alemão Berthold Schwarz que desenvolveu a pólvora como explosivo, no século XIV.

Berthold também foi considerado o inventor de uma arma de fogo que fazia bombas explodirem pela ação da pólvora.

A pólvora passou a ser usada em canhões em 1346. Nessa época, era utilizada na forma de pó (pulverizada).

A pólvora moderna, conhecida como pólvora negra, é uma mistura de carvão vegetal, enxofre e nitrato de potássio (salitre).

A pólvora sem fumaça foi inventada em 1884.

 

FOGOS DE ARTIFÍCIOS

 

Os fogos de artifícios funcionam de uma forma parecida com a dos foguetes usados nas guerras.

Eles são feitos com pólvora grossa, granulada (em grãos) e pólvora fina.

Um pavio aceso leva o fogo à carga de pólvora granulada. A  pólvora forma gases que saem pela extremidade do tubo de papelão.

A saída dos gases faz o foguete subir pelos ares.

Quando o foguete está próximo ao ponto mais alto de sua trajetória, no ar, a pólvora grossa acende a carga mais fina e ela explode.

A explosão despedaça o foguete e ateia fogo a muitos fogos de artifício pequenos que ficam na parte da frente do foguete.

A arte de preparar fogos de artifício é chamada de pirotecnia. Os fogos de artifícios são usados em atividades festivas e também como alerta contra algum perigo.

Antigamente, as pessoas lançavam foguetes, que queimavam com um clarão vermelho, para avisar sobre acidentes em lugares distantes.

Se o perigo acontecia em uma ferrovia, por exemplo, eram lançadas cargas calculadas de explosivos, para chamar a atenção do maquinista sobre a existência de algum problema mais adiante, na estrada de ferro.

Os fogos conhecidos como pára-quedas eram utilizados para iluminar áreas de pouso.

Algumas espécies de foguetes também podiam ser lançadas por navios em perigo de naufrágio.

 

COMO SÃO FEITOS OS FOGOS DE ARTIFÍCIOS

 

Os fogos de artifícios são feitos com pólvora e outros ingredientes que explodem com grande ruído ou queimam com chamas coloridas.

O explosivo é um material que queima quando entra em contato com o calor ou quando sofre uma pancada forte.

Os fabricantes dos fogos de artifícios colocam a pólvora em tubos de papel resistente.

Também acrescentam à pólvora pequenas quantidades de substâncias químicas especiais para provocar os efeitos coloridos na hora da queima dos fogos.

 

AS CORES DOS FOGOS

 

As fórmulas compostas de sódio dão a cor amarela. Os compostos de estrôncio dão a cor vermelha. As fórmulas compostas de cobre e de bário dão as cores azul e verde.

 

 Nitrato + carbonato ou sulfato de estrôncio = vermelho

 Nitrato + clorato ou carbonato de bário = verde

 Oxalato ou carbonato de sódio = amarelo
 Carbonato ou sulfeto de cobre + cloreto mercuroso (calomenano) = azul

MASCOTES

 

As principais competições esportivas que acontecem no mundo têm mascotes.

Os mascotes, que viram símbolos dos torneios, são na maioria das vezes um bicho ou uma criança, que representam o país onde está sendo disputado o campeonato.

Os mascotes mais conhecidos são os de Copa do Mundo de Futebol e os de Olimpíadas, competições mais assistidas.

Nos jogos de 1972, em Munique,  mascote foi o cão Wald.

 Quatro anos depois, em Montreal, o castor Amik simbolizou o evento.

Em 1980, em Moscou, o mundo conheceu o mascote mais carismático: o ursinho Misha.  Em Los Angeles, em 1984, o Tio Sam, uma pequena ave, representou bem os Estados Unidos.  O tigre Hodori também brilhou em 88, quando Seul foi sede.

No ano de 92, em Barcelona, o cachorro Cobi agradou, mas em Atlanta-96, o mascote não pegou. Poucos sabiam o que era o Izzy, personagem que vivia na tocha.

 

PRIMEIRO A POSAR COM A BOLA

 

 

O México abrigou a Copa de 70. Em vez de um bicho, o mascote do torneio foi um menino: Juanito. Ele usava o uniforme da equipe mexicana e o chapéu típico de seu país, o “sombrero”.  Depois dele, todos os mascotes de Copas posaram com a bola.

 

PRIMEIRO TORNEIO COM DOIS MASCOTES

 

O Mundial de 74 foi disputado na Alemanha. Dois irmãos gêmeos, Tip e Tap, animaram a torcida. Apesar de gêmeos, os dois mascotes são bem diferentes. Um é alto e loirinho.  O outro é baixinho e moreno. Ambos vestem a camisa da seleção alemã.

 

LEÃO JÁ DEU SORTE DUAS VEZES

 

A Inglaterra, foi sede da Copa em 66, teve como um de seus símbolos o leão. O país faz parte do Reino Unido, junto com a Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales. Em 66, o leão Willie foi o mascote. Na Eurocopa de 96, outro leão, Goliath, foi mascote.

 

NARANJITO É UMA LARANJA

 

Os espanhóis organizaram a Copa de 82 e transformaram uma fruta em mascote: Naranjito.  Redondo e com folhinhas na cabeça, Naranjito veste o uniforme da seleção espanhola. A Espanha é um dos países que mais exporta frutas no mundo.

 

BONECO CIÃO

 

 

Para a Copa da Itália, em 90, um boneco chamado Ciao serviu de mascote.  O corpo de Ciao é formado por quadrados nas cores da bandeira da Itália. O boneco foi desenvolvido por computador, pois os italianos queriam fazer um Mundial moderno.

 

O MASCOTE STRIKE

 

A copa de 94, aconteceu nos Estados Unidos. O Mascote do torneio, o cachorro Strike, deu sorte ao Brasil, que foi campeão. Os norte americanos não curtem muito futebol, mas Strike fez mais sucesso do que Izzy, mascote dos Jogos de Atlanta.

 

 

MASCOTES DAS OLIMPIADAS

 

Munique 1972

Montreal 1976

Moscovo 1980

Los Angeles 1984

Seoul 1988

Barcelona 1992

Atlanta 1996

Sidney 2000

Atenas 2004

MASCOTES DAS OLÍMPIDAS DE INVERNO

 OLÍMPIADA DE PEQUIM - CHINA 2008

 

Cada cor representa um Continente e um elemento da tradição natural da China

As mascotes dos Jogos Olímpicos de Pequim são os “Fuwa”, cujo significado é “Crianças de boa sorte” em mandarim. Cada uma das mascotes representa um dos elementos tradicionais chineses ( terra, metal, madeira, fogo e água), além das cinco cores dos anéis olímpicos (azul, preto, vermelho, amarelo e verde).

O nome das mascotes são:  Beibei, Jingjing, Huanhuan, Yingying e Nini) são repretições das sílabas da frase “Be(iii-ng hua-nyíng ni” → Pequim lhes dá as boas-vindas).

 

MASCOTE BEIBEI

 

Sexo da mascote: feminino
Cor da mascote: azul
Símbolo: peixe
Personalidade: generosidade e pureza
Ideal: prosperidade
Esportes: esportes aquáticos
Inspiração: imagens decorativas do Ano novo chinês
Notas: na cultura tradicional chinesa o peixe representa a prosperidade. O ideograma chinês para peixe é parecido com o da abundância.

 

MASCOTE  JINGJING                          

 

Sexo da mascote: masculino
Cor da mascote: preto
Símbolo: panda
Personalidade: honestidade e otimismo
Ideal: felicidade
Esportes: halterofilismo, judô e outros.
Inspiração: panda gigante, Dinastia Song e porcelanas antigas
Notas: o panda é uma espécie ameaçada de extinção e um símbolo da China. Representa a coexistência entre a humanidade e a natureza.

 

MASCOTE HUANHUAN

 

Sexo da mascote: masculino
Cor da mascote: vermelho
Símbolo: chama olímpica
Personalidade: entusiasmo
Ideal: paixão
Esportes: esportes com bola (futebol, basquetebol, handebol, etc.)
Inspiração: desenhos de chamas nas Grutas de Mogao, também conhecidas como "Cavernas dos Mil Budas" foram declaradas patrimônio da humanidade pela UNESCO em 1987)
Notas: Huanhuan representa o Lema Olímpico "Citius, Altius, Fortius" (Mais rápido, mais alto, mais forte).

 

MASCOTE YINGYING  

 

Sexo da mascote: masculino
Cor da mascote: amarelo
Símbolo: antílope-tibetano
Personalidade: vivacidade e astúcia
Ideal: saúde
Esportes: atletismo
Inspiração: costumes do Tibete e Xinjiang (regiões autônomas do oeste da China)
Notas: o antílope-tibetano é uma espécie ameaçada de extinção e símbolo do planalto tibetano.

 

MASCOTE NINI

 

Sexo da mascote: feminino
Cor da mascote: verde
Símbolo: andorinha
Personalidade: inocência
Ideal: boa sorte
Esportes: ginástica
Inspiração: andorinhas e as pipas (papagaios) chinesas
Notas: na cultura chinesa a andorinha é considerada a mensageira da primavera, simbolizando boa sorte. O ideograma chinês para andorinha é usado também no ideograma Yanjing, antigo nome de Pequim. Nini usa uma pipa chinesa em formato de andorinha em seu chapéu.

LINK SOBRE JOGOS OLÍMPICOS

 

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