A LENDÁRIA ROTA DA SEDA


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(¸..´¨ (¸..` ¤ Dorothy Bluyus Rodrigues Matias - PCOP/História*
 
DE - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
 

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A LENDÁRIA ROTA DA SEDA

 

O desejo de obter a brilhante seda da China, que, dizia-se, valia seu peso em ouro, abriu caminho para a lendária rota da seda, uma série de caminhos que ao unir-se formaram uma via comercial de 6.400 km de extensão. Durante séculos, comerciantes, monges e aventureiros (o mais famoso deles Marco Pólo) percorreram o caminho a fim de conseguir trazer mercadorias e cultura do Oriente para o Ocidente. Em Roma, os imperadores se vestiam com seda, com freqüência logo após a tela ser desfiada e novamente tecida a seu gosto.

A fim de trazer seda, jóias, especiarias e frutas, as caravanas de mercadores precisaram atravessar montanhas escarpadas e desertos, incluindo o Taklimakan, uma palavra turca que significa “se você for, nunca voltará”. Na travessia encontraram tempestades de areia, calor, frio e bandidos.

Monges procedentes da Índia ingressaram na China durante a grande era do budismo, construindo monastérios ao largo da rota da seda. O cristianismo e o islamismo também se difundiram rumo ao Oriente. E a porcelana chinesa, a pólvora, o papel-moeda e a imprensa eventualmente chegaram à Europa no sentido contrário.

O caminho da seda finalmente declinou no século 14 de nossa era, quando as rotas marítimas demonstraram ser melhores e mais seguras para o comércio, e os ovos do bicho-da-seda foram exportados para a Europa.

A região permaneceu isolada até vinte e dois anos atrás, quando foi aberta a estrada Karakoram, na China e no Paquistão, ônibus de turismo percorrem agora parte da rota antes transitada por caravanas de mercadores.