Plantas Medicinais

O PODER DAS PLANTAS MEDICINAIS



Por André Resende

Fitoterapia quer dizer terapia através das plantas, uma ciência milenar. Seu nome vem do grego “Phyton”- vegetal, “Therapeia”- tratamento

utilização das plantas como remédios é tão antiga quanto a própria humanidade. O ilustre Hipócrates, na antiguidade, aconselhava medicamentos vegetais.

Hoje, no mercado, são vários os medicamentos que exibem em seus rótulos “produto natural”.

A eficácia dos fitoterápicos é comprovada, mas fazemos um alerta: “Tais medicamentos devem ser utilizados sob a orientação de um profissional, de forma adequada”.

Dentre os mitos e verdades em torno do assunto, está a ausência dos efeitos colaterais. Realmente, eles são minimizados, mas o uso inadequado e o excesso podem provocar danos à saúde.

Por exemplo, a Valeriana, (valeriana officinalis), utilizada no tratamento das insônias, produz efeitos positivos. O excesso pode ser tóxico para o fígado.

Cuidado com a automedicação. A fitoterapia é uma aliada da medicina tradicional, equilibrando o organismo, prevenindo doenças e produzindo efeitos surpreendentes.

Não devemos usar as ervas desconhecendo a sua procedência. Ervas compradas nas ruas estão expostas à poluição, podendo conter metais como o chumbo, zinco e alumínio.

Os chás devem ser ingeridos no mesmo dia em que são feitos e as vasilhas de alumínio não são aconselháveis para o seu preparo por causa da oxidação. Devemos usar as vasilhas de vidro.

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Ervas medicinais para prevenção e controle das doenças crônicas

Atualizado em quarta-feira, 19 de maio, 2010

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Pesquisas recentes indicam que 46% das doenças são crônicas (de declaração não obrigatória)

Por André Resende

cotidiano estressante, o tabagismo, a poluição, especialmente nos grandes centros e os hábitos alimentares incorretos são os principais causadores dos males cardiovasculares, cancros, doenças respiratórias e muitas outras. O colesterol e a pressão arterial elevados, a diabetes, a obesidade e os cancros podem ser prevenidos e controlados por meio da fitoterapía.

As ervas medicinais são utilizadas há mais de 6.000 anos. Segundo André Resende, naturopata, para a eficácia do tratamento, é necessária a orientação de um fitoterapeuta ou do seu médico e algumas regras devem ser obedecidas. “Não devemos fazer o chá para o dia seguinte. Para o preparo, as vasilhas de louça são as mais apropriadas, pois as de alumínio estão predispostas à oxidação. As ervas utilizadas devem ser adquiridas nas lojas, observando a sua procedência”, afirma André Resende. Aumentar o sistema imunológico, combater o tabagismo, o estresse e a obesidade são medidas essenciais para a prevenção das doenças crônicas.

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Ervas que aliviam os “Terrores Femininos”

Atualizado em terça-feira, 18 de maio, 2010

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Por André Resende

Mioma, TPM, menopausa, enxaqueca, acne, queda de cabelo, varizes, intestino preguiçoso, insônia, gastrite, etc.

organismo feminino, preparado pela natureza para gerar e procriar é uma “festa” de hormônios e a qualquer momento pode apresentar mudanças e desequilíbrios que geram os assustadores distúrbios.

A vida moderna tem modificado os hábitos e estilo de vida femininos, afetando também o metabolismo. Recorrer à fitoterapia pode ser uma ótima opção para reequilibrar e desintoxicar o corpo, garante André Resende, autor dos livros: “Emagrecer é Só Querer”, “O Poder das Ervas – Vida Natural” e “ Almanaque do Brasileirinho” (Editora IBRASA).

As ervas medicinais podem ser usadas mesmo quando a pessoa está fazendo tratamento médico. Por utilizar substâncias naturais, geralmente não há contra-indicações. Aderir aos chás, xaropes, pastas e outras formas de receitas caseiras é um hábito. Uma vez inserida na vida diária, a fitoterapia passa a ser um estilo de vida.

Chá para Mioma

Uxi-amarelo – casca rasurada
Ipê roxo – casca rasurada
Unha de gato – casca rasurada
Malva branca – folhas
Quixaba – casca rasurada
Tanchagem – folhas e talos
Colocar um punhado de dedo de cada erva em 1 litro de água fervente. Ferver mais 3 minutos, abafar, deixar por 20 minutos. Coar e tomar 1 xícara de chá, de 4 a 5 vezes ao dia. Durante 4 meses.

Chá para TPM

Agoniada – casca rasurada
Aquileia – folhas
Funcho – sementes
Louro – folhas
Erva de São João
Camomila flor

Colocar um punhado de dedo de cada erva em 1 litro de água fervente. Ferver mais 3 minutos, abafar, deixar morno e coar.Tomar 1 xícara de chá, de 3 em 3 horas.
Uma outra dica é usar óleo de primola 2 x ao dia

Chá para sintomas da Menopausa:

Cimicifuga casca
Amora folhas
Mulungu casca rasurada
Camomila flor
Melissa folhas
Nogueira folhas

Colocar um punhado de dedo de cada erva em 1 litro de água fervente. Ferver mais 3 minutos, abafar, deixar por 20 minutos. Coar e tomar 1 xícara de chá, de 4 a 5 vezes ao dia, até molhorar os sintomas.
Outra dica: usar soja e seus derivados, bastante salsinha no alimento, inhame e batata.

Chá para Enxaqueca

Angélica raiz rasurada
Camomila flor
Sálvia folhas
Verbena folhas e talos
Pariparoba folhas
Espinheira Santas folhas

Usar um punhado de dedo de cada erva em 1 litro de água fervente. Ferver mais 3 minutos. Tomar 1 xícara de chá 4 x ao dia, durante 4 meses.
Evitar: frituras, chocolate, gorduras (café apenas um pouco), enlatados, embutidos.

Acne

Usar no local seiva de babosa 3 x ao dia e tomar o seguinte chá.
Oliveira folhas
Carobinha
Velame do campo
Salsaparrilha
Cipó suma

Usar um punhado de dedo de cada erva em 1 litro de água fervente. Ferver mais 3 minutos. Tomar 1 xícara de chá 4 x ao dia, durante 60 dias, usar na alimentação levedo de cerveja pó e inhame.

Chá para queda de cabelo

Oliveira folhas
Moringa folhas
Marapuama raiz

Usar um punhado de cada erva em 1 litro de água fervente. Ferver mais 3 minutos e tomar 1 xícara de chá 4 x ao dia.

*Preparar a seguinte solução para usar no couro cabeludo a noite.
Alcool de cereais 1 litro
Alecrim 10 g
Arnica folhas 10 g
Jaborandi folhas 10 g
Júa casca 10 g
Quina quina 10 g
Mutamba 10 g

Colocar as ervas em 1 vidro limpo com tampa, cobrir com o álcool deixar por 10 dias tampado. Agitar de vez em quando a cada 2 dias e depois usar no couro cabeludo com um algodão à noite.

Chá para Varizes

Assa peixe
Bardana raiz
Castanha da índia
Cipó cruz
Erva de bicho
Hamamelis
Jarrinha

Usar um punhado de dedo de cada erva em 1 litro de água fervente. Ferver mais 3 minutos e deixar esfriar. Coar e tomar 1 xícara de chá 4 x ao dia. Para circulação e hemorroida.

Suco para Instetino Preguiçoso

Farelo de linhaça – 1 colher de sopa
Farelo de trigo – 1 colher de sopa
Psilyum pó – 1 colher de chá
Mamão – 1 fatia
Ameixa preta sem caroço – 4
Leite de soja – 1 copo

Bater juntos e tomar de manhã ou à noite. Dairiamente, ter uma alimentação rica em frutas e legumes.

Chá para Insônia

Mulungu
Melissa
Valeriana
Camomila
Jasmim flor

Colocar um punhado de dedo de cada erva em 1 litro de água fervente. Ferver mais 3 minutos, abafar, deixar por 20 minutos. Coar e tomar 1 xícara de chá 3 vezes ao dia e 2 vezes à noite. Diariamente.
Evitar: café, guaraná em pó, refrigerantes escuros, chocolate, chá verde, chá preto.

Chá para Gastrite

Espinheira santa
Zedoária
Ipê roxo – casca rasurada
Camomila
Melissa

Colocar um punhado de dedo de cada erva em 1 litro de água fervente. Ferver mais 3 minutos, abafar, deixar por 20 minutos. Coar e tomar 1 xícara de chá 4 vezes ao dia. Evitar: leite, frituras, pimenta.
Tomar de manhã 1 copo de leite de soja com 1 folha de couve, batidos no liquidificador.


 ABACATEIRO - 

AFRODISÍACO, DORES EM GERAL



Nome popular
ABACATEIRO:

Nome científico
Persea americana C. Bauh
Família
Lauráceas
Sinonímia popular
Abacate, abacateiro
Parte usada
Folha, fruto (polpa) e semente (caroço)
Propriedades terapêuticas
Diurética, carminativa, afrodisíaca
Indicações terapêuticas
Diarréia, disenteria, dor de cabeça, contusão
Informações complementares:
O fruto (polpa) e o caroço (semente) devem ser consumidos ainda frescos, podendo ficar na geladeira por algum tempo. A folha pode ser usada verde ou seca em geral para fazer chá.
O chá da folha do abacateiro é diurético e carminativo (elimina gases intestinais) e ajuda a vesícula a liberar a bile, melhorando a digestão das gorduras. Evite tomar grandes quantidades diárias do chá (mais de 2 xícaras/dia), pois sendo diurético pode reduzir muita a pressão arterial em pessoas que tenham essa doença.
Sendo diurético também procure tomar pela manhã e no máximo até 17 horas.
O caroço (semente) tostado e moído bem fino combate a diarréia e a disenteria.
A polpa do abacate é considerada afrodisíaca. Já no caroço (semente) concentra-se parte do poder de aumentar a libido.
A polpa pode ser consumida com mel ou melaço de cana (use pouco) e recomendo evitar o uso de qualquer tipo de açúcar, seja o branco, invertido, demerado ou mascavo. Pode ser misturado com iogurte e outros alimentos.
A polpa é muito rica em nutrientes, vitaminas, sais minerais, antioxidantes e principalmente gordura boa. Suas gorduras são parecidas com as do azeite de oliva e seu teor de colesterol é irrisório ao contrário do que muita gente pensa. É boa para o coração e vasos.
O abacate escurece por ação do oxigênio do ar sobre os nutrientes contidos na polpa produzindo radicais livres. Assim acontece com a banana, a maçã, batata e outros vegetais depois de cortados quando perdem a proteção da casca que funciona como uma roupa protetora. Para evitar o escurecimento da polpa passe um pouco de limão, rico em vitamina C, que tem ação anti-radicais livres.
As cascas são ricas em fitonutrientes que protegem as plantas contra a ação dos radicais livres. É por isso que deve-se comer a casca de algumas verduras e frutas. Com isso estamos consumindo seus nutrientes que também nos protege.
Mas existe um cuidado a ser tomado. Algumas frutas como o morango - um dos mais ricos em nutrientes, ao serem cultivados recebem uma carga muito grande de herbicidas que se acumulam exatamente na casca. Outros alimentos também tratados com muito herbicida são o tomate e a batata do reino.
Procure comprar em feiras onde se vendem produtos sem uso de agrotóxicos e de boa procedência.
Do ponto de vista prático seu uso mais freqüente em fitoterapia é como chá diurético.
Dosagem indicada:
Afrodisíaco:
O macerado do caroço (sem a folha, nem cânfora) preparado com vinho branco ou álcool de cereais para se obter um extrato também é usado como afrodisíaco. Deixar em infusão durante pelo menos 20 dias (quanto mais tempo melhor) em frasco de vidro escuro, protegido da luz. Procure agitar pelos menos uma vez ao dia. Depois de pronto pode-se tomar um cálice/dia.
Creme amaciante para face ou mãos:
Polpa do fruto maduro, mel de abelha. Amasse, faça uma massa cremosa (1/4 da polpa, 1 colher de sopa de mel de abelha). Aplique e deixe cerca de 30 a 40 minutos. Retire com água fria. Use pelo menos duas vezes por semana.
Dores de cabeça reumáticas e contusões:
A folha e a semente picadas colocadas em repouso durante pelo menos 5 dias combate dores de cabeça, reumáticas e contusões. Infusão: 1 colher picada de folha, outra de semente ralada, 1 xícara de álcool de cereais a 60%, 1 pedra de cânfora; aplicar nas partes doloridas com chumaço de algodão. Essa infusão não deve ser bebida, é para uso tópico no local afetado.
Cuidado:
A polpa é muito rica em calorias e deve ser evitada por quem faz dieta para perder peso. Já para atletas e malhadores de academias, desde de que orientados, é uma boa fonte de energia, substituindo com larga vantagem as mortais e venenosas margarinas e manteigas.
Uso culinárioCom a polpa, azeite de oliva e iogurte natural desnatado e uma pitada de sal marinho iodado se faz um delicioso e nutritivo creme que pode ser usado no lugar da manteiga, margarina e maionese industrializada.

AGRIÃO

TUBERCULOSE, AFECÇÕES PULMONARES, TOSSES, BRONQUITES



Nome popular:


AGRIÃO


Nome científico
Nasturtium officinalis

Família
Cruciferae

Sinonímia popular:
Jambu, agrião-da-água, berro, agrião aquático, agrião do rio

Parte usada
O vegetal inteiro

Propriedades terapêuticas:
Depurativo, antiescorbútico, diurético, antidiabético, anti-raquitismo, expectorante, ungüento, cicatrizante.

Princípios ativos:
Iodo, potássio, fósforo, óleo, sais minerais, vitaminas, óleo essencial; glicosídeos, gliconastursídeo. Fermento (mirosina). Sais minerais, vitaminas, proteínas, carotenos, clorofila.

Indicações terapêuticas:
Tuberculose, afecções pulmonares, tosse, bronquite

Informações complementares:

OrigemEuropa, tendo se aclimatado bem no Brasil.

Modo de conservar:

Utilizar sempre o vegetal fresco, com folhas verde-escuras.

Características da plantaPlanta herbácea rasteira, chega a 60 cm. de altura. Exige solo poroso, estercado e com muita umidade. Erva de sabor picante, normalmente usada em saladas.

Herbácea pequena, que atinge de 15 a 30 cm de altura. Possui caule tenro, oco, carnoso e nodoso, onde se apresentam 2 tipos de raízes: as finas e brancas que surgem nas axilas das folhas, e as principais que fixam a planta na terra.

As folhas de coloração verde-escuro, bem intenso, são partidas em segmentos nas formas arredondadas ou ovais e reunidas geralmente em grupos de 3 a 7u.

As flores são brancas e pequenas, com quatro pétalas. Para um bom desenvolvimento, deve ser plantada em local de água corrente, como na beira de rios, ou colocando as sementes em caixotes, em local seco, e depois transplantadas as mudas para local definitivo.

Pode-se utilizar também o plantio por meio de estacas. Geralmente é cultivada em canteiros, com o solo saturado de água por meio de irrigação, e cobertos por uma fina camada de esterco de curral.

A colheita pode ser feita entre quarenta e sessenta dias após o plantio.

A espécie de agrião de terra enxuta, cujo plantio pode ser feito o ano todo, prefere lugares frescos e sombreados, e as folhas são pequenas. O agrião d´agua, cujos ramos devem ser plantados perto de nascentes, onde a água escoe mansamente, tem as folhas maiores.

É um vegetal recomendado pelo seu valor nutritivo, teor de vitaminas e ótimo paladar, com odor característico e sabor francamente amargo e picante. As folhas somente devem ser coletadas quando aparecem as flores.

Cuidado:

Seu uso interno em grandes quantidades pode provocar irritações na mucosa do estômago e nas vias urinárias.

ALCACHOFRA - HEMORRÓIDA E BRONQUITE ASMÁTICA



Nome popular
ALCACHOFRA:
Família:
Compostas
Sinonímia popular
Alcachofra-hortense, cachofra
Parte usada
Folhas, brácteas (cabeça), raízes
Propriedades terapêuticas:
Antiesclerótico, digestiva
Princípios ativos:
Cinarina(amargo cristalizável), Ácido cafeico, Pigmentos, Flavonóides(luteol), Glicosídeos, Cinarosídeos, Cinaropectina, Taninos, Mucilagens, Pró vitamina A, Vitamina C, Enzimas.

Indicações terapêuticas:
Psoríase, doenças das vias biliares e hepáticas, diabetes, icterícia, eczemas, erupções cutâneas, anemia, escorbuto, raquitismo, colesterol, hemorróidas, prostatite, uretrite, bronquite asmática, debilidade cardíaca, hepatite, colecistite.
Informações complementares:
Nomes em outros idiomas:
Francês: artichaut
Inglês: artichoke
Italiano: carciofo
Alemão: artischocke
Espanhol: alcachofera
Origem:
Planta européia das regiões do Mediterrâneo, sendo cultivada no sul da Europa, na Ásia menor e ainda na América do Sul, principalmente no Brasil.
Uso medicinal:
Possui substâncias com efeito benéfico nas doenças das vias biliares e hepáticas. Possui como princípios ativos a cinarina e o ácido cafeico que estimulam a formação da bile hepática, regularizam a formação de sais biliares e o colesterol, e o seu uso é indicado para os diabéticos.
São usadas igualmente com sucesso contra a icterícia, cujos sintomas desaparecem mais rapidamente. As folhas reduzem a taxa de açúcar no sangue e são usadas como adjuvantes no tratamento da diabetes. Tem efeito antiesclerótico, ou seja, é um bom combatente do endurecimento das artérias e servem também para fabricar licores e bebidas amargas.
O suco fresco é utilizado externamente para tratar eczemas e erupções cutâneas. O consumo da cabeça de alcachofra é excelente para quem sofre de anemia, pois é uma fonte muito rica em ferro. Por ter ação digestiva, auxilia também na prisão de ventre. Combate o escorbuto e o raquitismo pelo conteúdo de suas vitaminas.
É portadora da enzima cinerase, que coagula o leite na fabricação de queijos. Possui como matérias minerais: cal, ácido silícico, óxido de ferro, cloreto de sódio, magnésio e ácido fosfórico.
Dosagem indicada:
Estimulante (hepático, vesicular e venal); artérias endurecidas; colesterol; diurético
1 - Coloque 1 colher (sopa) de folhas fatiadas em 1 xícara (chá) de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara (chá), 2 ou 3 vezes ao dia, antes das principais refeições.
2 - Coloque 2 colheres (sopa) de folhas fatiadas em xícara de álcool de cereais a 70%. Deixe em repouso por 5 dias e coe. Tome 1 colher (café) diluído em um pouco de água, antes das principais refeições
3 - Coloque 3 colheres (sopa) de folhas fatiadas em uma garrafa de vinho branco. Deixe em maceração por cinco dias, agitando às vezes e coe. Tome 1 cálice antes das principais refeições.
Inflamações rebeldes, anemia: Consumir as brácteas tenras e cruas ou ligeiramente aferventadas(cabeça), comer duas a três vezes ao dia, durante algumas semanas.
Nefrite: Caldo cozido da cabeça da alcachofra misturado ao suco do limão, 1 xícara três a quatro vezes ao dia.
Diabetes: Consumir a cabeça da alcachofra ao natural, juntamente com suco de limão, três a quatro vezes ao dia.
Bronquite asmática: Caldo cozido da cabeça da alcachofra misturado ao suco de limão e um pouco de azeite de oliva, 1 xícara de 3 a 4 vezes ao dia.
Hemorróidas, prostatite e uretrite: Caldo em mistura com suco de cenoura ou limão, 1 copo quatro vezes ao dia.
Debilidade cardíaca: Comer brácteas cruas ou cozidas, sob a forma de salada, acompanhada de suco de limão.
Hepatite, colecistite, arterioesclerose: Chá por decocção, na proporção de 30g de folhas para 1 litro de água, 1 xícara 3 vezes ao dia.
Diurético: Ferver 20g de raízes de alcachofra por cinco minutos em 1 litro de água. Deixar o líquido amornar, adoçar e tomar na dose de 3 xícaras ao dia.
Uso culinário:
Lave muito bem 1 cabeça de alcachofra, coloque em água suficiente para cozinhar adicionando 1 folha de louro. Deve ser consumida ao dente, isto é, nem moles nem duras.
Contra-indicaçõesContra-indicado para alérgicos à alcachofra, quando há obstrução do canal biliar.
Efeitos colaterais:
Não são conhecidos

ALCAÇUZ

Mau Hálito, Boca, Garganta, Eczemas, Laxante etc


Nome popular:
ALCAÇUZ

Nome científico:
Glycyrrhiza glabra L.

Família:
Leguminosas

Parte usada:
Raiz

Propriedades terapêuticas:
Antitussígeno, antiúlcera, laxante, antihistamínico, regulador hormonal, expectorante, laxante.

Princípios ativos:
Glicósidos do grupo das flavonas, saponinas, óleo essencial, taninos, enzimas, glycirrizinina 5 a 10%, goma, sucrose, fitoesteróis, polissacarídeos, cumarinas.

Indicações terapêuticas:
Conjuntivite, fígado, supra-renais, desequilíbrios hormonais, úlceras pépticas, baço, rins, hepatite, toxinas, difteria, tétano, garganta.

Nomes em outros idiomas:
Espanhol: Regaliz
Alemão: Süssholz
Inglês: Licorice

Origem:
Europa meridional e Oriente. O uso medicinal do alcaçuz é datado dos povos antigos do Egito, relatado em seus papiros.

Uso medicinal:
A complicada composição química do alcaçuz dá a ele um largo espectro de propriedades. Centenas de estudos já comprovaram sua ação no tratamento de doenças do fígado, supra-renais, desequilíbrios hormonais e úlceras pépticas.

Na China, onde é uma das ervas mais utilizadas, é indicado para o baço, rins e proteger o fígado de doenças. No Japão um preparado de alcaçuz é utilizado para tratar a hepatite. Estudos mostram que o uso do alcaçuz ajuda o fígado a combater as toxinas produzidas pela difteria, tétano, cocaína e estriquinina e também aumenta a estocagem de glicogênio.

Uma outra ação é de estimular as supra-renais. Muitos estudos comparam sua ação com a hidrocortisona, mas sem seus efeitos colaterais. Como a cortisona, diminui as inflamações e alivia sintomas de artrite e alergias, daí seu efeito anti-histamínico. A raiz possui glicirrizina (cinquenta vezes mais doce que a sacarose), que favorece a formação de hormônio como a hidrocortisona. Mulheres com ciclos menstruais irregulares tratadas com alcaçuz normalizam seus ciclos, pelo equilíbrio hormonal que o tratamento promove.

O alcaçuz também é utilizado para tratamento de úlceras. Seu uso cobre o estômago como um gel protetor, além de diminuir a acidez estomacal e reduzir os espasmos intestinais. O alcaçuz também combate irritações na garganta e congestão nos pulmões, sendo um expectorante. Estudos na Índia comprovaram o uso do alcaçuz para combater conjuntivites.

O alcaçuz é ligeiramente laxante. O suco evaporado, purificado e engrossado é abundantemente utilizado em farmacologia como coadjuvante aromático e elástico para pastilhas.

Dosagem indicada:

Mau-hálito, tosse
Vinho medicinal: colocar em infusão, por 10 dias em um litro de bom vinho branco, 120 g de raízes de alcaçuz esmagadas, 60 g de sementes de anis e 60g de sementes de funcho. Filtrar o vinho e tomar 6 colheres ao dia. Este vinho serve também para fazer bochechos, especialmente quando o mau-hálito é persistente. Também é eficaz contra tosse nesta dose.

Inflamações das gengivas e boca:
Decocção 1: ferver por 3 minutos 300g de alcaçuz em 1 litro e meio de água e, após meia hora, filtrar o líquido morno e empregá-lo em bochechos e gargarejos freqüentes.
Decocção 2: ferver por 10 minutos em 1 litro de água, 20g de raízes e ramos de alcaçuz, 40g de eucalipto, 10g de segurelha. Deixe o líquido repousar por meia hora e depois filtrá-lo, empregando-o para bochechos e gargarejos freqüentes.

Depurativo, eczema:
Decocção: cozinhar lentamente por uma hora em 3litros de água, 15g de raízes de alcaçuz, 20g de raízes de genciana, 20 g de raízes de salsaparrilha, 50g de raízes de bardana, 50g de raízes de gramínea, 150g de raízes de dente-de-leão. Quando o líquido estiver frio, filtrá-lo e tomar uma xícara pela manhã em jejum, outra no meio da tarde e outra à noite, antes de deitar-se.

Prisão de ventre
Infusão: misturar 50g de raízes de alcaçuz em pó, 50g de folhas de sene em pó, 30g de folhas de funcho em pó, 20g de folhas de zolfo em pó. Verter uma colherinha desta mistura em um pouco de água morna, deixar repousar por alguns minutos, remisturar e beber. Ingerida à noite ao deitar.
Úlcera do duodeno: Decocção: verter em um litro de água 100g de alcaçuz e 100g de hipérico. Ferver tudo por 5 minutos, deixar repousar meia hora e filtrar. Tomar 1 xícara pela manhã em jejum e uma xícara após as refeições principais.
Acalmar tosse e acessos de bronquite: Balas de alcaçuz: dissolver 500g de alcaçuz em meio litro de água, adicionar 250g de goma arábica, 150g de açúcar e levar ao fogo. Deixe cozinhar até a mistura adquirir a consistência de massa ou pasta, espalhando-a então sobre uma superfície de mármore previamente untada. Depois de fria corta-se a massa com uma tesoura, em pequenos pedaços.

Contra-indicações
O emprego de altas doses de alcaçuz pode reter sódio e eliminar potássio, retendo líquidos, causando aumento de pressão sanguínea e dores de cabeça. Portanto usa-se com cuidado em hipertensos. Extratos concentrados em laxantes podem agravar perda de potássio quando o uso é diário e prolongado. Evitar uso em grávidas, hipertensos e doentes renais.

Uso culinário:
É um flavorizante de doces, licores, sorvetes, gomas por ser a gilicirrizina 50 vezes mais doce que a sacarose, além de enriquecer o sabor do cacau. Aumenta também a quantidade de espuma nas cervejas.

Alecrim para depressão e muitas outras doenças



Nome popular
ALECRIM

Nome científico
Rosmarinus officinalis L.

Família
Lamiaceae (Labiatae)

Sinonímia popular
Alecrim-de-jardim, alecrim-rosmarino, libanotis.

Parte usada
Folhas e flores

Propriedades terapêuticas
Estimulante digestivo, anti-espasmódica, estomacal, vasodilatora, anti-séptica
Princípios ativos
Óleo essencial – Borneol; pineno, canfeno, canfora, cienol, acetato de bornila -; diperteno – rosmaricina; tanino,saponina;ácidos orgânicos; pigmentos;flavonóides

Indicações terapêuticas
Dores reumáticas, depressão, cansaço físico, gases intestinais, debilidade cardíaca, inapetência, cicatrização de feridas, dor de cabeça de origem digestiva, problemas respiratórios

Origem Sul da Europa e Norte da África

Propagação Estacas, ponteira dos ramos. Modo de uso Infusão das folhas frescas ou secas na forma de compressas, decoto das folhas na forma de loção, na forma de pomada usando-se o suco concentrado.

Dosagem indicadaDor de cabeça de origem digestiva Em 1 xícara de chá, coloque uma colher de sobremesa de folhas picadas e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara de chá antes ou após as principais refeições.

Problemas respiratórios Xarope: para 1/2 litro de xarope adicionar o suco de 4 xíc. de cafezinho de folhas frescas, tomar 1 colher de sopa a cada 3 horas

Infusão: 1 xíc. de cafezinho de folhas secas em 1/2 litro de água, tomar xíc. de chá a cada 6 horas.

Tintura: 10 xíc. de cafezinho de folhas secas em 1/2 litro de álcool de cereais ou aguardente, tomar 1 colher de chá 3 vezes ao dia em um pouco de água; para a maioria das indicações, inclusive hemorróidas.

Pó - as folhas secas reduzidas a pó têm bom efeito cicatrizante.
Outros usosUsam-se ramos em armários para afugentar insetos
Usado como tônico do sistema nervoso central e indicado em casos de esgotamento cerebral, excesso de trabalho e depressão ligeira

Seu uso à noite pode alterar o sono
Em altas doses pode ser tóxico e abortivo. Em doses elevadas pode provocar irritações gastrointestinais
USO MEDICINAL

O Alecrim , sob o domínio do Sol , é uma planta que ama o calor e a vida. Ele aquece e estimula o cérebro e o corpo, é ótimo como cardiotônico, estimulante, anti-reumático, resolve rapidamente dores de estômago e asias, restitui a energia dos cansados e estressados por muito esforço mental. Também é bom para tosses, bronquites, e problemas respiratórios.

Usado externamente é bom para limpar feridas, principalmente de diabéticos e pessoas que tem dificuldades de cicatrização.

Os cardíacos podem usá-lo acompanhado de Sete Sangrias e Dente de Leão.

USO ENERGÉTICO

Nós falamos que o Alecrim é um "costurador do Plexo solar".

Ele restitui rapidamente a energia perdida, dá mais estrutura de trabalho aos que lidam muito com o mental racional, é uma das ervas que ajuda na depressão e estados permanentes de cansaço por problemas emocionais.

Ajuda também muito as crianças com uma estrutura emocional passiva, as que não respondem de forma concreta às agressões da vida. Aumenta a capacidade de aprendizado. É a planta chave da falta de auto estima.

Atua nos desconfiados, nos que não acreditam em si mesmos, nos que não têm coragem de se lançar em novos projetos. É A ERVA DA CORAGEM


USO CULINÁRIO

- O alecrim deve ser inserido na alimentação dos passivos, tímidos, e nas pessoas que têm um constante desgaste de energia. 

- Um frango temperado com alecrim e limão é uma dádiva dos deuses.

- O alecrim pode ser usado em qualquer molho branco ou vermelho, para massas e lasanhas.

- Vinho com alecrim: Coloque alguns galhinhos de alecrim fresco em um bom Vinho tinto e deixe macerar durante 21 dias bem fechado com parafina na rolha. Guarde em lugar escuro, deitado. Quando passar esse tempo, coe e acrescente mel puro à gosto ( O mel é opcional). Sirva pequenos cálices antes do jantar. Além de ser ótimo para a digestão, ajuda a clarear as idéias para um novo dia de trabalho.

- O alecrim fresco, misturado em pequenas quantidades às massas caseiras de pão, dá um gosto saboroso e exótico a massa, e deixa o pão digestivo e energético.

- Misture alecrim nas manteigas e patês. O efeito é ótimo.

- Conserva de alecrim para saladas: Em um vidro de boca estreita, esterilizado, coloque um galhinho de alecrim, um de manjericão, alguns grãos de coentro e um grão de pimenta da jamaica. Acrescente ¾ do vidro de vinagre de maçãs , água filtrada e sal para completar. Deixe descansar durante 8 dias. Está pronto para temperar qualquer salada. Na hora de servir, acrescente óleo ou azeite.

OUTROS USOS

- O alecrim também pode ser encontrado em Tintura-mãe.

- O chá forte de folhas de Alecrim é ótimo para se enxaguar os cabelos. Além de ser cicatrizante, dá brilho de novo aos cabelos, e deixa-os muito mais escuros e com brilho.

- Compressas com chá forte de alecrim são ótimas para celulite.

- Essas compressas também melhoram muito as dores de estômago.

- O escalda pés de Alecrim tira todas as energias negativas acumuladas durante o dia. O Alecrim combate os invejosos!
ALHO


Propriedades terapêuticas
Expectorante, antigripal, febrífugo, desinfetante, antinflamatório, antibiótico, antisséptico, vermífugo

Indicações terapêuticas
Bulbos depois de transformados em chá têm ação contra vermes e parasitos, hipertensão, picada de inseto, contra ácido úrico, gripe, resfriado, tosse, rouquidão, dor de ouvido, arteriosclerose.

Informações complementares
Uso medicinal

Eficiência terapêutica comprovada pelo Ministério da Saúde. Indicações: contra hipertensão, picadas de inseto, diurético, expectorante, antigripal, febrífugo, desinfetante, antinflamatório, antibiótico, antisséptico, vermífugo (lombriga, solitária e ameba), para arterioesclerose e contra ácido úrico

Dosagem indicada

Gripe, resfriado, tosse, rouquidão Maceração: esmagar um ou dois dentes de alho dentro de um copo com água. Tomar um copo três vezes ao dia. Tintura: moer uma xíc. (cafezinho) de alho dentro de um recipiente contendo 5 xíc. de álcool 92o GL, deixar em maceração por 10 dias, coar. Tomar 10 gotas em meio copo de água três vezes ao dia, para problemas do aparelho respiratório (gripes, etc.).

Hipertensão Utilizar uma colher de chá da tintura em meio copo de água três vezes ao dia ou comer dois dentes de alho pela manhã.

Vermífugo Comer três dentes de alho pela manhã em jejum durante sete dias.

Dor de ouvido Amassar um dente de alho em uma colher de sobremesa de azeite morno. Pingar três gotas no ouvido e tampar com algodão.

Arteriosclerose Comer na alimentação 3 dentes de alho cru picado, 3 vezes por semana, durante 3 meses.

Contra-indicaçãoContra-indicado para pessoas com problemas estomacais e de úlceras, inconveniente para recém-nascidos e mães em amamentação e em pessoas com dermatites. Em doses muito elevadas, pode provocar dor de cabeça, de estômago, dos rins e até tonturas.

Extrato de alho para tratamento de bronquites e limpeza do corpo de inflamações
Esta receita de extrato de alho purifica o organismo das gorduras e também dissolve os coágulos do sangue, limpa o corpo das inflamações e das doenças broncopulmonares, da gastrite, úlceras do estômago e hemorróidas. Faz desaparecer por completo a dor de cabeça. Todo o organismo se recupera.

PreparO

Descascar 180 g de alho, passar no amassador de alho.
Colocar o alho em um vidro com 250 ml (1/4) de litro de pinga
Fechar bem e deixar na geladeira durante 10 dias.
Tirar da geladeira e coar, deixando somente o liquido.
Tampar bem o vidro e deixar novamente mais 2 dias na geladeira.
No terceiro dia o extrato de alho está pronto.

Tomar em gotas antes das refeições conforme a tabela. Antes de tomar agitar bem o vidro.

Do 19o. dia em diante, tomar todos os dias, 25 gotas, 3 vezes ao dia, até terminar o extrato. Esta terapia pode ser repetida somente depois de 5 anos. É necessário seguir as doses com o conta-gotas e tomar todos os dias sem falhar para dar seqüência na contagem das gotas.

Tomar com suco de frutas, de legumes, leite ou água. Não deixa nenhum cheiro, nem de transpiração.


Anis-Estrelado, digestivo,anti-espasmódico



Anis-Estrelado, digestivo,anti-espasmódico

Nome popular
ANIS-ESTRELADO

Parte usada
Frutos com suas sementes

Propriedades terapêuticas
Digestivo, carminativo,anti-espasmódico.

Princípios ativos
Óleos essenciais

Indicações terapêuticas
Eliminação de gases estomacais e intestinais, cólicas intestinais em recém-nascidos.

Informações complementares

Origem

Sua origem é tida como chinesa. Lord Cavendish foi o primeiro a conhecê-la na China, no século XIX, e quem o introduziu na Europa

Descrição

O anis-estrelado é uma árvore que pode chegar a até 10 metros de altura produzindo pequenas flores amarelas. Suas folhas são largas e de verde muito intenso, e o que mais caracteriza esta planta são seus frutos na forma de estrela, sendo que no interior de cada “ponta” existe uma semente.

Esta árvore parece com o pé de eucalipto, e pode produzir até 4.000 frutos por colheita. Possui coloração marrom e forte aroma característico, sendo muito mais forte que a erva-doce ou o funcho.
A parte utilizada do vegetal são os frutos com suas sementes. Muito rico em óleos essenciais, são utilizados principalmente como aromatizantes.

Confusão de nomes

Existe uma grande confusão com o nome "anis". No Brasil refere-se ao anis estrelado, só que no resto do mundo o termo "anis" ou "anis-verde" é empregado quando se refere à planta Pinpinella anisum, que aqui no Brasil é chamada de "erva-doce".

O anis-estrelado não é muito empregado no Brasil, provavelmente devido ao preço um tanto quanto salgado. Não é cultivado em nosso território, sendo importado principalmente da Europa.

Uso medicinal

É muito parecida com as ações da “erva-doce”, sendo muito empregado como digestivo e principalmente como carminativo, ou seja, facilita a eliminação de gases estomacais e intestinais, além de ser um excelente anti-espasmódico.
É muito comum o chá para cólicas intestinais em recém-nascidos, mas deve-se tomar cuidado com os excessos, pois pode intoxicar as crianças.

Outros usos

Não temos muitas aplicações do anis-estrelado em nossa cultura, mas pode-se preparar um delicioso chá para ser tomado tanto quente quanto gelado. Pode-se ferver leite com alguns frutos do anis e empregar este leite na produção de bolachas, pães ou outros produtos.
Usa-se também para a produção de licores ou outras bebidas alcóolicas. Os chineses utilizam apenas um fruto para temperar pedaços grande de carne, e acreditam que se cozidos juntamente com os frutos do mar evitariam possíveis envenenamentos.
É muito empregado pela indústria farmacêutica, de bebidas e perfumaria. O nome Illicium vem do radical latino illicere, que quer dizer “atrair e seduzir”, daí vem o termo em português aliciar. O nome foi dado devido ao aroma forte e agradável que exala, realmente seduzindo as pessoas.

ARNICA brasileira, cicatrizante,adstringente


Arnica brasileira, cicatrizante,adstringente

Nome popular
ARNICA-BRASILEIRA
Nome científico
Solidago microglossa DC
Família
Compostas
Sinonímia popular
Arnica, arnica brasileira, espiga de ouro
Sinonímia científica
Solidago polyglossa DC, Solidago chilens
Parte usada
Folha, partes aéreas floridas e sumidades floridas
Propriedades terapêuticas
Estomáquica, adstringente, cicatrizante e vulnerária.
Princípios ativos
Partes aéreas: quercitrina, um flavonóide glicosídico, taninos, saponinas, resinas, óleo essencial. Raízes: diterpenos inulina e rutina, ácido quínico, ramnosídeos, ácido caféico, clorogênico, hidrocinâmico e seus derivados

Indicações terapêuticas
Ferimentos, escoriações, traumatismos, contusões
Informações complementares
Outros sinônimos científicos
Solidago marginella DC
Solidago odora Hook et Arn, Solidago vulneraria Mart.
Outros nomes populares
Arnica do campo, arnica silvestre, erva de lagarto, erva lanceta, lanceta, macela miúda, marcela miúda, rabo de rojão, sapé macho.
Origem
Parte meridional da América do Sul
Uso medicinal
Apesar de não terem sido ainda comprovadas cientificamente a eficácia e a segurança no emprego desta planta, sua utilização vem sendo feita com base na tradição popular de uma maneira crescente. É empregado externamente no tratamento de ferimentos, escoriações, traumatismos e contusões em substituição a Arnica Montana L.
Dosagem indicadaTratamento de traumatismos e contusões. Aplicação direta sobre a área afetada com auxílio de um pedaço de algodão ou compressas embebidos na tintura ou maceração em álcool de suas folhas e rizomas.
Contra-indicaçõesPor ser considerada tóxica, seu uso interno só deve ser feito com estrita indicação e acompanhamento médico.
Agradecemos pela visita no Plantas Medicinais Amazonas e gostariamos que você voltasse sempre, por favor coloque esse site entre seus favoritos e volte sempre. Constantemente atualizamos nossos conteúdos de qualidade.

AÇAFRÃO

PROBLEMAS NO FÍGADO, VESÍCULA, LEUCEMIA ETC


Nome popular:
AÇAFRÃO, CÚRCUMA OU ZEDOÁRIA:

Família
Zingiberácea

Sinonímia popular
Açafrão-da índia, açafrão-da-terra, açafroa
Sinonímia científica
Amonum curcuma Jacq
Parte usada
Rizoma, semelhante ao gengibre, seu parente.

Propriedades terapêuticas
Antiinflamatória, anticoncepcional, antiagregante plaquetária, antiinfecciosa, antiasmática

Princípios ativos
Curcuminóides, diferuil metano, curcuminas I e III e outras curcuminas, óleos essenciais, sesquislactonas (turmerona), zingibereno, bisabolano, cineol, linalol, eugenol, curcumenol, curcumernona

Indicações terapêuticas
Cálculo biliar, vesícula biliar, fígado, psoríase, leucemia, colesterol, câncer de colo de útero, feridas,

Informações complementares:
Temos vários açafrões: um é a planta chamada Crocus sativus, Lineo, conhecida alhures como Açafrão oriental, Açafrão cultivado, Açafrão verdadeiro, Flor da aurora, Flor de Hércules, que é um arbusto pequeno muito comum nos jardins do Brasil. Não é deste que falamos aqui. Neste site falamos da Curcuma longa L/C.

Outro é o Curcuma zedoaria (Christm) Roscoe, falso açafrão, zedoária, bastante parecida com a descrição abaixo, com um diferencial importante - esta tem flor vermelha e a outra tem flores maiores e brancas, mas a folhagem é idêntica. Usada há séculos como estomáquica.

Outros nomes populares:
Açafroeira, açafroeira-da-índia, batata-amarela, gengibre-amarelo, gengibre-dourado (a cor da raiz no "curry"), mangarataia (turmeric em inglês), que é o açafrão milenar da medicina chinesa e indiana e também usada no Brasil como tempero de alimentos, à semelhança do que os indianos fazem no "curry".

Outros sinônimos científicos:
Curcuma domestica Valeton, C.; Sichuanensis XX Chen; Stissera curcuma Racusch

Nome em outros idiomas e países:
Espanhol: Cúrcuma, azafrán de la Índia
Inglaterra: turmeric
França: safran des Indes

Origem:
É um planta da Índia, introduzida nas Antilhas e Europa por navegadores. Gosta de solos úmidos, ricos e argilosos.

Descrição:
Com um rizoma ovóide que contém tubérculos cilíndricos, possui grandes folhas elípticas que partem deste rizoma. Suas flores são amareladas de 15 centímetros de largura em espigas densas.

Princípios ativos:
Em sua composição química, os principais são curcuminóides (corantes) em 2 a 5%, diferuil metano, curcuminas I e III e outras curcuminas.
Tem óleos essenciais, onde 60% deles são de sesquislactonas (turmerona), zingibereno, bisabolano, cineol, linalol, eugenol, curcumenol, curcumernona, como os principais, além de polissarídeos A, B e C, galactano, potássio, resina, glucídios (mais amido).
Sua composição em cada 100 gramos de rizoma é aproximadamente = 354 calorias, 11,4% de água, 7,8% de proteínas, 9,9 de gorduras, 64,9% de hidratos de carbono, 6,7 %de fibras, 6% de cinzas, 182mg de cálcio, 268mg de fósforo, 41,4mg de ferro, 38 mg de sódio, 2525 mg de potássio, 0,15 mg de tiamina, 0,23 mg de riboflavina, niacina 5,14mg, ácido ascórbico em 26 mg e caroteno.

Uso medicinal:
Trabalhos realizados fundamentalmente com os corantes mostraram efeitos colerético, colagogo e protetor hepático em ratas (Ozaki Y. et al., 1988 e outros posteriormente.)
Há um estudo que mostra involuções de cálculos biliares com uso de curcumina - Hussain M. et al., 1993 - e melhora das funções de muitas enzimas do fígado : Goud V. et al., 1993, além de ser hepatoprotetor e antitóxico do fígado, como nos diz Donatus I. et al.,em 1990.
Na verdade há muitos trabalhos nos dando conta de que é uma ótima planta para os problemas do fígado e vesícula biliar. Há, também, nestes rizomas, atividades pró-digestiva das boas como quer outra série de bons trabalhos científicos. Kiso Y. em 1983 demostrou que ela estimula a digestão. É protetor gástrico, por diminuir a secreção de ácidos segundo Rafatullah S. et al.,1990.

Apresenta atividade imunomoduladora estimulante e antiinflamatória em ratas, por potencializar o sistema retículo-endotelial e quem nos diz assim é Kinoshita G et al , 1986 e Gonda R. et al., 1992.
Há muitos outros estudos provando sua atividade antiinflamatória

É uma planta que abaixa o nível de colesterol e lipídios totais no sangue às custas da curcumina. Extrato de Cúrcuma doméstica demonstrou abaixar triglicerídeos e fosfolipídeos em trabalhos de A . Beynen em 1987 e V. Dixit e outros no ano seguinte.
A curcumina inibe o acetato de tetradecanoil-forbol que causa tumor de pele, a nitrosamina, causadora de cânceres orais e gástricos e azoximetanol, indutor de câncer em cólon. Nagabhushan M, Bhide S. e Huang M. et al. em 1992 provaram que 2% de curcumina protegem a mucosa do intestino grosso contra este último agente.

Ainda é antiagregante plaquetária, antiinfecciosa, antiasmática e útil em casos de despigmentação da pele como na psoríase e alguma leucemia.
Em altas doses inibe a ovulação e poderia, então, ser usada como anticoncepcional: trabalho feito na Universidade de Filipinas (publicado em Philippine Journal of Science).
No Oriente é usada como hepatoprotetor, estimulante das vias biliares, antiflatulenta, diurética, afrodisíaca, diurética, antiparasitária, antifebril, antiinflamatória e para a circulação.
Na China é usada contra o câncer de colo de útero (em aplicação local e via oral), como fala o Dr. Jorge R. Alonso da Associação Argentina de Fitomedicina

Dosagem indicada:
Externamente é bom cicatrizante e desinfectante de feridas, inclusive de olho, e anti-reumático (usa-se 1% de rizoma em decocção, duas ou três vezes ao dia.).
Pode ser usada como extrato seco (5:1 é proporção da droga vegetal nesta forma farmacêutica) em encapsulados, na dosagem de 80 mg, duas vezes ao dia ou em extrato fluido em 50 gotas por duas ou três tomadas (cada 40 gotas têm um gramo).
A absorção dos princípios ativos dela pelas vias digestivas é boa (cerca de 60%) e não é ulcerogênica como os antiinflamatórios convencionais, provou em 1986 R. Srimal.

Uso culinário:
A cúrcuma participa do curri, tempero tradicional indiano, e é usada por farmácias como corantes. Aliás, os trajes típicos budistas têm a cor amarelada pela cúrcuma usada, que não pode substituir o açafrão caseiro (Crocus sativus Linneo) apenas porque o sabor é muito forte.

Dosagem indicada e uso medicinal do açafrão caseiro:
Este outro açafrão, chamado de açafrão verdadeiro (ou cultivado), açaflor ou erva-ruiva é semelhante ao que comentamos, porém, mais comum e usado na culinária brasileira. Seus estigmas secos são usados contra gases intestinais, dores gástricas, atonia digestiva (as raízes também têm esta ação), afecções das vias urinárias, calculose renal e da vesícula biliar, e para problemas do sistema respiratório.
Usam-se as raízes ainda para a circulação do sangue e como antihipertensivo, oralmente, por infuso de uma colher de sobremesa para cada xícara de água, uma a três vezes ao dia.
Os estigmas são usados também por infusão (15 estigmas por xícara de água), três xícaras por dia: aceleram a digestão.

Efeito colateral:
Um cuidado é importante ter: não tomar mais que 10 gramos por dia (30 estigmas ou quatro colheres de sobremesa) porque esta planta é tóxica em grandes doses, podendo dar alteração no sistema nervoso, ou provocar abortos.
BABOSA



Babosa

Nome popular
BABOSA
Nome científico
Aloe Vera (L.) Burm. F.
Fotos ampliadas

Família
Liliaceae
Parte usada
Folha, polpa, seiva
Propriedades terapêuticas
Emoliente, resolutivo, antioftálmica, vulnerária, vermífuga
Indicações terapêuticas
Queda de cabelo, caspa, brilho no cabelo, combate a piolho e lêndea, inflamação, queimadura, eczema, erisipela, retite hemorroidal, entorse, contusão, dor reumática.
Informações complementares
OrigemPlanta arbustiva, de folhas carnosas, perene, encontrada originalmente nas partes secas da África, especificamente no Cabo Colônia e nas montanhas da África tropical.
Uso medicinal
O suco das folhas é emoliente e resolutivo, quando usadas topicamente sobre inflamações, queimaduras, eczemas, erisipelas, queda de cabelo, etc. A polpa é antioftálmica, vulnerária e vermífuga (uso interno).
A folha despida de cutícula é um supositório nas retites hemorroidais. É ainda utilizada externamente em entorses, contusões e dores reumáticas.
Dosagem indicada
Anti-helmíntico Suco: uso interno do suco fresco, como anti-helmíntico.
Queimaduras Cataplasma: aplicar sobre queimaduras 3 vezes ao dia.
Retites hemorroidais Supositório: em retites hemorroidais.
Laxante Resina: é a mucilagem após a secagem. Prepara-se deixando as folhas penduradas com a base cortada para baixo por 1 ou 2 dias, esse sumo é seco ao fogo ou ao sol, quando bem seco pode ser transformado em pó dissolvido em água com açúcar, como laxante.
Contusões, entorces e dores reumáticas Tintura: usam-se 50 g de folhas descascadas, trituradas com 250 ml de álcool e 250 ml de água, a tintura é coada em seguida. Deve ser utilizada sob a forma de compressas e massagens nas contusões, entorces e dores reumáticas.
Queda de cabelo, caspa, brilho no cabelo, combate a piolhos e lêndeas Lave as folhas frescas, tire a casca, ficando somente com a polpa gosmenta e amarelada. Coloque 1 porção de polpa amarelada em um copo de água fervente, abafe por 15 minutos e coe com uma peneira. Lave a cabeça e, em seguida, aplique a gosma no couro cabeludo, massageando ligeiramente. Deixe agir por 1 hora. Enxágüe a cabeça com água quente ou morna. No caso de piolhos ou lêndeas, passar o pente fino em seguida.

Bálsamo



Nome popular BÁLSAMO
Nome científico Cotyledon orbiculata L.

Família Crassulaceae
Sinonímia popular Pau-de-bálsamo, balso, cabraiba, óleo-vermelho, cabureiba, pau-vermelho.
Parte usada Folhas frescas
Propriedades terapêuticas Digestivo, cicatrizante, emoliente.
Princípios ativos Ácidos benzóico e cinâmico.
Indicações terapêuticas Inflamações gastroentestinais e de pele, úlcera, erisipela, afecções do aparelho respiratório e urinário, diabetes, bronquite crônica, queimaduras, frieiras.
Informações complementares
Origem
África do sul, Ásia e América Tropical.

Descrição
Árvore de parte altaneira de casca grossa e inerme. Folhas compostas de 3 a 11 folíolos ovais e lisos. Flores em cacho, brancas. Vagem alongada, curva, tendo 1 a 2 sementes, com pedúnculo achatado.

Uso farmaco-terapêutico
Digestivo, cicatrizante, emoliente, usado em inflamações gastroentestinais e de pele.
Propagação
Por estaquia.
Formas farmacêuticas habituais
Óleo extraído do tronco, sumo e suco.
Indicação, Preparo e Posologia
Uso ao natural, sob a forma de saladas, sem tempero (inflamações gástricas), apresenta uma ação protetora contra úlcera, erisipela. Usado também para combater afecções do aparelho respiratório e urinário.

O óleo é usado ainda contra diabetes, bronquite crônica, queimaduras, frieiras.

Sumo: aplicar sobre a pele inflamada.
Suco: 10 folhas batidas no liquidificador com 1 ½ de água. Tomar ½ copo antes do café da manhã.

CRAVO DA ÍNDIA

craveiro-da-índia ou cravo-da-índia (Syzygium aromaticum) é uma árvore nativa das ilhas Molucas, na Indonésia. Atualmente é cultivado em outras regiões do mundo, como as ilhas de Madagascar e de Granada. O botão de sua flor, seco, é utilizado como especiaria desde a antiguidade, empregado na culinária e na fabricação de medicamentos. (Fonte: Wikipedia)
Cravo da ìndia

Cravo da Índia

Nomes Populares:

  • craveiro-da-índia,
  • cravina-de-túnis,
  • cravo-de-cabecinha,
  • cravoária,
  • rosa-da-índia.

Propriedades:

  • É Anti-séptico;
  • Aromático;
  • Alivia a dor de dente,
  • Auxilia
    • a digestão,
    • nas fraquezas sexuais,
    • contra os gases,
    • o fluxo menstrual,

Precauções:

  • Pode irritar a mucosa da boca,
  • Deve ser evitado pelas gestantes, por promover contrações musculares no útero.
  • O óleo em excesso pode causar irritação na pele

chá de cravo

Cravo da ìndia

Cravo da Índia

Você vai precisar de:

  • Uma colher de sopa de Cravos da Índia
  • Um litro de água

Modo de Preparo:

Apenas ferva a água junto com os Cravos da Índia. Deixe amornar e coe o chá.

Posologia

Beba três xícaras do chá por dia

Cuidados

Gestantes devem evitar o Cravo da Índia pois pode levar ao aborto.


Hamamelis – Propriedades Medicinais - Receita Natural

Hamamelis, L., ou Hamamélia é uma árvore de folha caduca da família Hamamelidaceae que pode atingir os 5 metros de altura. As suas folhas, ovais e denteadas, são inodoras mas de gosto amargo. Nativa do Canadá e do Leste dos EUA é hoje em dia cultivada também na Europa. Em fitoterapia, são utilizadas as folhas e a casca. (Fonte: Wikipedia)


Hamamélis

Nomes Populares:

  • Hamamélia,
  • Hamamélide,
  • Hamamélis

Propriedades:

  • É adstringente,
    • anti-inflamatória,
    • antioxidante,
    • descongestionante,
    • rejuvenescedora,
    • tônica,
  • Indicada para problemas na mucosa bucal,
    • circulação,
    • diarréia,
    • hemorragia,
    • hemorróida,
    • inchaço nas pernas,
    • problemas circulatórios,
    • protege contra infecções,
    • queimaduras,
  • Diminui a caspa,
    • a seborréia,
    • fortifica os cabelos,
    • para a oleosidade do couro cabeludo,
  • Limpa pele de impurezas,
    • irritações na pele pós barba,
    • tira sinais de envelhecimento,
    • reduz varizes.

Listagem de Plantas Medicinais

Abacateiro: diurética, cálculos renais, fígado, rins, bexiga.
Abutua/Cóculos: Cálculos renais, cólicas uterinas, fígado.
Agoniada: Inflamações de útero, ovários e menstruações difíceis.
Alcaçuz: Bronquite, tosse, laringite, rouquidão.
Alcachofra: Diminui o colesterol, digestivo, hepático.
Alecrim: estimulante, circulatório, tônico capilar e inalação.
Alecrim do Campo: Tônico, vias respiratórias e banhos relaxantes.
Alfafa: Baixa o colesterol, osteoporose, raquitismo, relaxante.
Alfavaca: Rins, prisão de ventre, aftas, bronquite, gripes fortes.
Alfazema: Calmante, asma, gases, rinite, analgésica nas dores.
Algodoeiro: Hemorragia uterina, regras profusas, reumatismo.
Ameixa folhas: Prisão de ventre, laxativo médico, azia.
Amor do Campo: Afecções das vias urinárias e rins, prostatite.
Angélica: Cólicas, gases, digestiva, nevralgias, enxaquecas.
Angico: Diarréia, desenteria, gripes. Uso externo: Lavagens e gargarejos.
Aniz Estrelado: Relaxante, insônia, gases (infantil e adulto).
Aperta Ruão: Mau hálito, fígado, diarréia, hemorragias.
Aquileia-Mil Folhas: Analgésica, febrifuga, bactericida, menopausa.
Arnica: Anti-inflamatória, reumatismo, artrite, artrose, dores.
Arueira: Diurética, ciática. Uso externo: Contusões, icterícia.
Arruda: Amenorréia. Uso externo: Varizes, flebites, abcessos, erisipela.
Artemisia: Nevralgia, cólica menstrual, vermes, circulatória.
Assa Peixe: Expectorante, tosse, resfriados, diurético, cicatrizante.
Avenca:Afecções catarrais, bronquite, tosse, laringite.
Bálsamo: Incontinência urinária, expectorante. Uso externo: Afecções da pele.
Ban Chá: Desintoxicante, digestivo, colesterol e emagrecedor.
Barbatimão: Gastrite, úlceras. Uso externo: Cicatrizante, lavagem íntima.
Bardana: Desintoxicante, depurativo, cicatrizante, colesterol.
Batata de Purga: Laxativo energético, depurativo.
Betula: Gota, colesterol, triglicérides, ácido úrico, dores.
Boldo do Chile: Hepatoprotetor, fígado, pâncreas, vesícula.
Buchinha do Norte: Uso externo para inalação contra a sinusite.
Bugre/Porangaba: Ácido úrico, gota, depurativo, emagrecedor.
Cabreúva: Diabetes, reumatismo, coluna, gota, contusões.
Cactus: Cardiotônico, contra palpitações, síndromes cardíacas.
Cajueiro: Diabetes, colesterol, triglicérides, depurativo.
Calendula Flor: Cicatrizante, calos, verrugas, frieiras, manchas.
Cambará: Expectorante, balsâmico, tosse e gripes.
Cambuí: Anti-hemorrágico, é usado nas vias respiratórias.
Camomila: Estomacal, nas cólicas das crianças e enxaqueca.
Cana do Brejo: Diurético, anti-inflamatório, cistite, próstata.
Canela: Estimulante, gripes, resfriados, febres.
Capim Cidrão - Erva Cidreira: Trata insônia, agonia, palpitações.
Capim Rosário: Depurativo das vias urinárias.
Carapiá: Afrodisíaco, irregularidades do fluxo menstrual.
Cardo Santo: Febrífugo, coqueluche, asma, bronquite, estomacal.
Carqueja Doce: Hepatoprotetora, digestiva, diurética, emagrecedora.
Carqueja Amarga: Depurativa, emagrecedora, colesterol, diabetes.
Carrapicho: Dores lombares, males da bexiga, rins.
Carobinha: Deputativa, anti-alérgica, desinteria, prostatite.
Cordão de Frade: Febre reumática, dores musculares, e circulação.
Carvalho Casca: depurativo, cicatrizante, Interno e Externo.
Cascara Sagrada: Laxativo, emagrecedora, trata a bílis e baço.
Casca d'anta-abóbora: Trata a anemia, fraqueza digestiva, vômitos.
Casca de Impurana: Balsâmica das vias respiratórias, colites.
Casca de Laranja: Relaxante, digestiva, aromática.
Castanha da Índia: Má circulação, flebite, hemorróidas e varizes.
Catinga de Mulata: Artrite, artrose, gota. Uso Externo: Psoríase, piolhos.
Catingueira: Depurativo, afrodisíaco. Uso Externo: Eczema, impingem, erisipela.
Catuaba: Energético, falta de memória, afrodisíaco.
Cavalinha: Diurético, ácido úrico, circulação, hipertensão, rins.
Cedro: Febres altas, desenterias, fraqueza orgânica. Uso externo: Dores musculares.
Centaurea - Fel da Terra: Inapetência, estômago, febre alta, hepatite.
Centella Asiática: Celulite, gordura localizada, circulatória, caimbras.
Chá Preto: Estimulante, digestivo, tônico.
Chapéu de Couro: Depurativo, colesterol, diabetes, gota, ácido úrico.
Chapéu de Napoleão - Aguai: Semente energética, uso externo comprovado.
Cinco Plantas: Espécies diuréticas.
Cipreste/Tuia: Desinteria, corrimento. Uso Externo: Feridas, úlceras, verrugas, calos.
Cipó Azougue: Depurativo, eczemas, feridas, furúnculos, herpes.
Cipó Cabeludo: Cistite, nefrite, uretrite, não elimina a albumina.
Cipó Caboclo: Orquite, hemorróidas, flebites, erisipela.
Cipó Cravo: Estomacal, gastrite, azia, gases.
Cipó Cruz Cainca: Reumatismo, diabetes, ácido úrico, inchaço.
Cipó Cruzeiro: Reumatismo, artrose, artrite, coluna, tendenite.
Cipó Prata: Areias e cálculos de rins e bexiga, dores.
Cipó Suma: Depurativo, furúnculos, acne, eczema, afecções mucosas.
Coentro Grão: Digestivo, gases intestinais, colite.
Composto Emagrecedor: Combinação de onze espécies medicinais, atuando como desintoxicante, depurativa, diurética, laxante brando.
Composto Energético: Combinação de espécies tônicas e estimulantes.
Coro-Onha - Olho de Boi: Uso Externo: Sementes energéticas para hipertensão.
Curcuma: Fígado, vias urinárias, icterícia, bronquite.
Damiana: Incontinência urinária, impotência, tônico e estimulante.
Dente de Leão: Depurativo, desintoxicante, laxante brando.
Douradinha: Diurética, depurativo, afecções cutâneas, ácido úrico.
Endro Dill: Cólicas, calmante leve, aumenta o leite materno.
Erva Baleira: Reumatismo, artrite, artrose, dores musculares.
Erva de Bicho: Tratamento de hemorróidas e úlceras, varizes, uso interno/externo.
Erva Doce: Gases intestinais, cólicas, estimulante.
Erva Passarinho: Moléstias pulmonares. Uso Externo: Eczemas, sarna.
Erva Santa Maria: Vermífuga, parasitas intestinais, laxativo.
Erva São João - Mentrasto: Anti-depressivo, males da menopausa, dores musculares, colites e cólica menstrual.
Erva Tostão - Pega Pinto: Afecções urinárias, fígado e baço.
Espinhera Santa: Gastrite, úlcera, calmante das paredes estomacais.
Estigma de Milho: Hidratante dos rins e cólica renal.
Eucalipto: Desinfetante das vias respiratórias e balsâmico.
Fava de Santo Inácio - Gengiroba: Icterícia, hepatite, purgante.
Flor de São João: Vitiligo.
Fedegoso: Laxante, depurativo. Uso Externo: Afecções da pele.
Feno Grego: Diabetes, digestivo, laxante brando.
Fucus Vesiculosus: Disfunções da tireóide, vesícula, obesidade.
Funcho: Gases, digestivo e relaxante.
Garra do Diabo: Reumatismo sangüíneo, esporão, gota, desintoxicante.
Genciana: Fraqueza orgânica, anemia, tônico estimulante de apetite.
Gervão: Tônico estomacal, fígado, pâncreas, depurativo.
Gengibre: Asma, bronquite, rouquidão, colesterol.
Gingko Biloba: Atua nos radicais livres. Oxigenação cerebral.
Goiabeira: Combate a diarréia e afecções da garganta.
Graviola: Diabetes, colesterol, emagrecimento.
Guaco: Expectorante, tosse, bronquite e resfriados.
Guaraná: Estimulante físico e mental.
Guassatonga: Gastrite, úlcera, depurativo, cicatrizante, herpes.
Hamamelis: Favorece a circulação, varizes, trombose, hemorróidas.
Hibiscus - Rosella: Anti-febril, digestivo, relaxante, obesidade.
Hipérico: Anti-depressivo.
Hortelã: Espasmos, náuseas, azia, relaxante, dispepsia nervosa.
Imburama Sementes: Tônico, gastrite, tosse, expectorante, asma.
Ipecacuanha: Desenteria, catarros do pulmão, bexiga, garganta.
Ipê Roxo/Pau d'arco: Arterioesclerose, fortifica o sangue, úlceras.
Jambolão: Eficaz no tratamento do diabetes.
Japecanga: Depurativo, diurético, sífilis, reumatismo.
Jasmim Folhas: Digestivo, alcoolismo, cardiotônico, circulatório.
Jasmim Flor: Relaxante, digestivo, insônia.
Jatobá: Balsâmico, bronquite, laringite, orquite.
Jarrinha: Nevralgias, dores musculares e artríticas, estimulante.
Jequitibá: Uso externo: gargarejos, aftas, anjina, amigdalites.
João da Costa: calores da menopausa, trata o útero e ovários.
Juá: saponáceo natural, anti-caspa uso externo.
Jurema preta: uso externo: feridas, cancros, úlceras, erisipelas.
Jurubeba: hepatoprotetor, vesícula, pâncreas, baço, intestinos.
Kumell: Diurético, cólicas, estomacal.
Levante: Febres, congestão nasal, expectorante.
Limão Bravo: Friagem, tosse, bronquite, resfriados.
Linhaça: Laxante brando, gases intestinais.
Lobelia: Desinfetante das vias respiratórias, tabagismo.
Losna: Falta de apetite, diabetes, fígado, pâncreas, bílis, mau hálito.
Lotus: Emoliente catarral, anti-tossígeno, rinite, laringite.
Louro: Amenorréia, nevralgia, cólicas estomacais e menstruais.
Lúpulo: Calamte, insônia crônica.
Maçã: Digestivo, relaxante, debilidade estomacal.
Macela: Anti-diarréica, fígado, pâncreas, colite, vesícula.
Malva Branca: Gengivite, garganta, abcessos e desinfetantes.
Mamica de Cadela: Dores de dente e ouvido. Uso interno e externo vitiligo.
Manjericão: Anti-inflamatório, garganta, tosse, digestivo.
Maracujá: Calmante, sedativo leve, insônia, alcoolismo.
Marapuama: Tônico nervino, afrodisíaco, impotência sexual.
Mate: Tônico cerebral, estimulante, digestivo, diurético.
Melão de São Caetano: Regulariza o fluxo menstrual. Uso externo: piolhos.
Melissa - erva cidreira: Cardiotônica, calmante, gastrite crônica.
Mentruz/Mastruço: Fortalecedor pulmonar, gastrite, cicatrizante.
Menta: Digestivo, espasmos, cálculos biliares.
Milomens: Afecções das vias urinárias, prostatite, diurético.
Mulungu: Sedativo, insônia crônica, alcoolismo, asma.
Mutamba: Afecções do couro cabeludo e queda de cabelo. Uso externo.
Noz de Cola: Debilidade física, mental e sexual, estimulante.
Nogueira: Trata útero, bexiga, inflamação dos ovários.
Noz Moscada: Estomacal, cólicas, arrotos, soluços, hipertensão.
Nó de Cachorro: Estimulante geral e afrodisíaco.
Oliveira: Regula os intestinos e pressão arterial.
Pacová: Vermífugo, trata gastralgia e estômago.
Plama Cristi: Emoliente do intestino, auxilia no emagrecimento.
Panacéia: Depurativo, afecções de pele, sífilis, diurético.
Para Tudo: Reconstituinte digestivo, evacuações sanguinolentas.
Parietaria: Cálculos renais e retenção urinária.
Pariparoba: Fígado, vesícula, baço, gastralgia e azia.
Parreira Brava: Males do fígado e digestão, reumatismo e cólicas.
Pau Ferro: Diabetes, diminuindo o volume da urina e sede.
Pau Pereira: Digestão difícil, estomacal, prisão de ventre.
Pau Tenente - Quassia: Hepaprotetos, oxiúridos, diabetes.
Pata de Vaca: Diabetes, depurativa, diurética.
Pedra Ume Caá - Insulina Vegetal: eficaz no diabetes.
Peroba: Trata a epilepsia, histeria, asma, coqueluche.
Pfafia Panic-Ging Seng: Energético, colesterol, diabetes.
Picão: Icterícia, hepatite, boca amarga, alergias. Uso interno e externos.
Pimenta de Macaco: Digestiva, afrodisíaco.
Pitanga: Febre, ácido úrico, diabetes, colesterol.
Pixuri: Usado nas paralisias e derrames. Uso externo picada de inseto.
Poejo: Expecetorante, gripes, resfriados, tosse crônica e asma.
Pulmonária: Trata pneumonia, tuberculose, enfizema pulmonar.
Pulsatila: Corrige o fluxo menstrual, cólicas.
Quebra Pedra: Cálculos renais, dores lombares, próstata, cistite.
Quina Quina: Tônico amargo, hepaprotetor, anti-diabético. Uso externo: queda de cabelo.
Quixaba: Cistos de ovário, inflamações no útero, corimento.
Romã Casca: Afecções da laringe, faringe, cicatrizante.
Rosa Branca: Inflamações uterinas, rins. Uso Externo: Banhos.
Rosa Rubra: Uso Externo: Trata mucosas, olhos, úlceras.
Rubi: Ácido úrico, reumatismo, anti-hemorrágico.
Ruibarbo: Vermífugo, laxativo, adstringente.
Sabugueiro Flor: Febre, resfriados, catapora, sarampo, escarlatina.
Sálvia: Tônico mental, digestivo eficaz, males da menopausa.
Salsaparrilha: Altamente depurativo, colesterol, ácido úrico, acne.
Samambaia: Dores reumáticas, artrite, gripes fortes.
Sapé: Retenção urinária, fígado. Uso Externo: Dentição de neném.
Sassafraz: Depurativo, dores artríticas, inchações.
Sene Folhas - Folículos: Laxativo, regulador intestinal, obesidade.
Sete Sangrias: Depurativo, hipotensor, colesterol.
Stevia: Trezentas vezes mais doce que o açúcar, para diabéticos.
Sucupira Sementes: Reumatismo agudo, osteoporose, laringe.
Tanchagem: Gargarejos, gengivites, purifica o sangue.
Tayuia - Cabeça de Negro: Psioriase, erisipela, interno/externo.
Tília: Anti-depressivo, espasmódico, calmante.
Tomilho: Tônico estomacal, desinfetante das vias respiratórias.
Umbauba: Diabetes, bronquite e tosse.
Unha de Gato: Depurativa, febres altas, reumatismo, tumores, convalescência.
Unha de Vaca: Diurética, diabetes, depurativa.
Urtiga: Menstruação irregular. Uso Externo: Irritações e corrimentos.
Urucum: Anemia, cardiotônica, colesterol. Uso Externo: Bronzeador natural.
Uva Ursi-Ursina: Areias de rins, e bexiga, ácido úrico, próstata.
Valeriana: Calmante, insônia crônica, stress, labirintite.
Velame do Campo: Escrofulose, ganglios, eczemas, depurativa.
Verbasco: Bronquite, catarros crônicos, artrite, e hemorróidas.
Verbena: Hepatoprotetora, enxaqueca, digestiva, relaxante.
Zedoaria: Gastralgias, estomatites, úlceras, mau hálito.
Zimbro: Anti-Séptico das vias urinárias, cálculos renais,
 febres

PLANTA MEDICINAL - GUACO

Guaco

NOME CIENTÍFICO

Mikania glomerata S.

NOMES POPULARES

Guaco - liso, guaco – de – cheiro, erva – das – serpentes, cipó – catinga, uaco, erva –de – cobra, cipó – sucuriju, erva – de – sapo, coração – de – Jesus, erva – cobre, guaco – trepador.

FAMÍLIA

Asteraceae.

ASPECTOS AGRONÔMICOS

Reproduz-se por semente ou pelo plantio de estacas do caule, de preferência em terrenos arenosos e úmidos, áreas sujeitas a inundações e beiras de rio. Pedaços de ramos colocados em água produzem raízes em poucos dias. Nasce também nos matos e nos cerrados, adaptando-se bem ao cultivo doméstico. O sombreamento durante a produção de mudas é importante.

As folhas podem ser coletadas em qualquer época do ano, dando-se preferência ao período antes da floração, quando a planta apresenta maior teor de princípios ativos. 
Parte usada: Folhas

CONSTITUINTES QUÍMICOS

Óleo essencial: contém de sesquiterpenos

Taninos.

Saponinas

Resinas

Substâncias amargas: guacina.

Cumarinas

Guacosídeo

Origem: América do Sul, vegetando principalmente na Argentina, Paraguai, Uruguai e no Brasil, especialmente no Sul e Sudeste.

ASPECTOS HISTÓRICOS

Recebe também o nome de erva – das – serpentes, pois em regiões infestadas por ofídios venenosos o guaco costuma ser preparado como contra - veneno.

As folhas secas, o extrato alcoólico ou decocto, apresentam forte cheiro balsâmico.

USOS FITOTERÁPICO

Afecções do aparelho respiratório: tosses rebeldes, bronquite, asma, rouquidão.

Gota, reumatismo, nevralgias, contusões, artritismo.

Estados febris.

Inflamações na garganta, inflamações intestinais.

Ferimentos, picadas de cobra.

Pruridos, eczemas.

Albuminúria ( excesso de albumina no organismo ).

Sífilis.

Hemiplegia ( paralisia de um lado do corpo ) e suas seqüelas.

FITOCOSMÉTICO

Elimina manchas de pele.

FARMACOLOGIA

Facilita a fluidificação dos exsudatos traquiobrônquicos ou estimula sua secreção de maneira que possam ser mais facilmente expulsos pelo reflexo da tosse. Atua relaxando a musculatura lisa das vias aéreas, principalmente brônquios.

Estimula a secreção e eliminação da urina. Útil em casos febris onde exerce apreciável efeito sudorífico.

Pesquisas científicas isolaram um glicosídeo, que por processos químicos dá origem à cumarina, talvez a substância responsável pelo efeito antiofídico.

Age sobre o tegumento cutâneo formando uma película ou filme quando utilizado externamente.

RISCOS

Pode causar vômitos e diarréia quando usado em excesso.

Podem ocorrer acidentes hemorrágicos (ontagonismo ( inibe ) com a vitamina K), quando usado em tempo prolongado.

Não pode ser utilizado por mulheres com menstruação abundante, pois provoca o aumento do fluxo menstrual.

Doses Utilizadas

Uso Interno

Infuso ou decocto a 2%: tomar 50 a 200mL / dia. 
Extrato fluido: 1 a 4 mL / dia. 
Tintura: 50 a 20 mL / dia. 
Xarope ( Farm. Bras. ): 10 a 40 mL / dia.

USO EXTERNO

Infuso ou decocto a 5%: aplicar várias vezes ao dia. 
Suco da planta: fazer fricções sobre a parte dolorida.

BIBLIOGRAFIA

Caran,M.Ervas Medicinais.Cultivo e Uso Prático.Plantas cultivadas e silvestres.[S.l.s.n],[199-].Apostila. 
Martins,E.R.; Castro,D.M.; Castellani,D.C.; Dias,J.E. Plantas Medicinais. Viçosa: UFV, 2000, p. 106-107. 
Panizza,S. Cheiro de Mato. Plantas Que Curam. São Paulo: Ibrasa, 1998. 
Sanguinetti,E.E. Plantas Que Curam. Porto Alegre: Rígel, 2ªedição, 1989. 
Teske,M.; Trenttini,A.M.M. Compêndio de Fitoterapia. Paraná: Herbarium, 3ªedição, 1997.

Fonte: www.unilavras.edu.br


VIDEOS

Experiência com Ervas medicinais  


SUCUPIRA A SEMENTE MEDICINAL

Orégano

 

FICHÁRIO
Nomes Populares 
Nome CientíficoOriganum vulgare / Família das Labiadas
Planeta 
OrigemOs gregos deram o nome desta erva, oros ganos, alegria das montanhas, pois os oréganos cobriam suas colinas e perfumavam o verão.A medicina grega usava o orégano como chá para convulsões e antídoto para venenos narcotizantes.
Considerado pelos antigos romanos como símbolo da paz e da felicidade, é originário do Mediterrâneo Oriental e Ásia, em colinas com boa insolação.
Muito confundida com a manjerona, possui cheiro e sabor característico mais acentuado.
Partes usadasFolhas e sumidades floridas.
Lendas e
Mitos
 
Características
e Cultivo
Arbusto perene, com altura de 15 a 60 cms, folha ovada de verde à verde escura, um pouco maior que a da manjerona, com as pontas levemente mais pontiagudas. Cultino em sol pleno, solo leve e rico em matéria orgânica, proteger em locais de clima frio. Flores brancas ou cor de rosa, em fascículos.
Outras espécies 
Propriedades
OréganoMedicinal

Estimulante das funções gástricas e biliares, funciona como sedativo, diurético e expectorante. Folhas frescas amassadas podem ser usadas em compressas para aliviar inflamações. Também é carminativo, emenagogo e diaforético.Bom para dores reumáticas, parasiticida, tem ação estimulante sobre o sistema nervoso. Chá morno pode ser usado em bochechos para aliviar dor de dente, inflamação de gengivas e mucosas. Infusão é recomendada para as dores de cabeça nervosas e a irritabilidade.

  • Para asma: decocção 30 gs de sumidades floridas em 1 l de h20 por 10 minutos. Amornar e adoçar com mel.
  • Má digestão: infusão 1/2 l de água fervente e 10 gs de sumidades floridas.

Cosmética

Bom tônico capilar; bom para eliminar caspa e males do couro cabeludo.

  • Loção para caspa: Ferva 30 gs de orégano em 1 litro de água por 10 minutos. Coe e enxague os cabelos limpos.

Utilização

  • Uso caseiro: Bom para estimular o apetite. Macerado para o apetite: 50 gs de prégano em 1 litro de vinho branco seco. Macere por 08 dias. Coe e tome dois cálices por dia.
  • Uso culinário: Molhos de tomate, pizza, saladas de tomate, para aromatizar churrascos, jogar caules de orégano na brasa. Esfregar nas carnes para assar. Patê com ricota: Picar finamente um punhado de folhas de orégano previamente lavadas, misturar com ricota, azeite, sal e pimenta do reino à gosto.
  • Uso mágico:

Aromaterapia: Poderoso anti-oxidante,o óleo essencial misturado à água do banho, é extremamente relaxante.

Fonte - http://www.cotianet.com.br/eco/herb/oreg.htm


Benefícios do Pau Brasil - Receita Natural

Globo Repórter que foi ao ar na última sexta feira, 24 de fevereiro, mostrou a importância das plantas brasileiras no tratamento de diversas doenças. Uma das plantas apresentadas foi primeiro produto explorado comercialmente pelos portugueses após a descoberta: o pau brasil. O corante extraído da madeira vermelha tinha grande importância econômica, atraindo o interesse dos colonizadores. Por ser tão importante no início de nossa história, a árvore acabou batizando o Brasil.

Mas a importância mostradas pelo Globo Repórter foi outra. Pesquisas recentes mostraram que o pau brasil possui substâncias terapêuticas, capazes de reduzir os riscos de câncer.

Pau Brasil

Propriedades Medicinais

A medicina popular propagou o uso do pau brasil como cicatrizante e adstringente. Tradicionalmente, a planta também é utilizada no combate dossintomas da asma. A partir dessas informações, pesquisadores resolveram investigar melhor as propriedades do corante, através das substâncias conhecidas como brasileína e brasilina.

Desde 1996, cientistas da Universidade Federal do Pernambuco estão estudando as diversas partes da árvore: flor, folha, caule, cerne e raiz. Os testes, feitos em camundongos, mostraram que essas substâncias são capazes de reduzir tumores. Todos os animais tiveram os seus tumores diminuídos. A pesquisadora Elisângela Silva afirma que o pau brasil possui importantes substâncias antiinflamatórias e pode atuar também como anticancerígeno.

A pesquisa ainda não testou as substâncias extraídas do pau brasil em seres humanos, mas revela a importância de estudos que desvendem as propriedades dessa árvore histórica. Isso talvez ajude os ambientalistas a evitar a extinção do pau brasil. Atualmente, a planta core sérios riscos de desaparecer de nossas matas. No entanto, sabendo de seu poder curativo, talvez seja maior o interesse em preservar a árvore típica de nossa flora.

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