João Paulo Saraiva Amaral da Encarnação 

            CT1EBZ      


Um novo movimento que nasce em Portugal...                                                                                                                                           HOME

  Ser GREZINHO é uma nova forma diferente de ser "escuteiro"....

 

Em Portugal na década de 90 comecei a realizar um conjunto de actividades com alguns amigos, os meus filhos e outras crianças e jovens com o objectivo de utilizar o conhecimento do passado e do presente para melhor os preparar para o futuro.

Pelo facto de ser titular da Marca GRE-Grupo de Resgate e Emergência, decidi chamar a este novo movimento escutista "GREZINHOS".

 (João Saraiva)

No entanto estas actividades teem muito  em comum com o escutismo, contemplando no entanto novas vertentes tecnológicas e voltadas para a protecção, socorro e resgate de pessoas, animais e bens.

Quase sempre com a natureza como frequênte cenário de fundo, adultos, jovens e crianças que fazem expedições na natureza onde aprendem :

  • a comunicar por rádio com diversos sistemas
  • a progredir por cordas na vertical e horizontal
  • a acampar em plena armonia com a natureza
  • a socorrer aplicando técnicas de emergência médica
  • a resgatar pessoas e animais em diversos meios
  • a respeitar uma hierarquia
  • a fazer exercicio fisíco
  • a vigiar e proteger a natureza e o meio ambiente
  • a auto-protecção e auxilio a terceiros em caso de calamidade ou catástrofe 
  • sobrevivência
  • a praticar montanhismo
  • melhorar as relações interpessoais
  • compreender melhor o mundo actual

Somos uma comunidade que tem história e por isso gostariamos que predomina-se no tempo, por isso não paramos de fazer do nosso tempo, tempo de história.

Os nossos Objectivos:

Promover uma cultura de protecção civil, pela via da formação e treino, dotando os elementos do grupo de competências técnicas para:

  • Comunicar usando as tecnologias disponiveis
  • Socorrer, Resgatar e Proteger
  • Sobreviver na natureza
  • Proteger e respeitar a natureza
  • Aprender a viver melhor em sociedade
  • Intervir na protecção, socorro e resgate em situação de calamidade ou catástrofe
  • Praticar exercicio fisico na natureza 
  • Praticar montanhismo
  • Praticar a orientação na natureza
  • Praticar Campismo em armonia com a natureza
  • Promover o espirito civico, corporativo e expedicionista.

Nós e a Rádio

Nas nossas saídas praticamos sempre um pouco de comunicação rádio, para o efeito cada um dos elementos do grupo leva um radio PMR446 para comunicação em proximidade. Para comunicação a média distância ainda usamos o C.B. e entre radioamadores usamos frequências de amador em diversas bandas e modos. Possuimos tambem sistemas de repetição e retransmissão para aumentar o alcance das comunicações quando necessário

Em Portugal existem dois tipos de escutismo, o escutismo católico e o escotismo associativo, no nosso caso praticamos o escotismo liberal sem vinculo associativo ou de qualquer crédo ou religião.

 

Deveres dos GREZINHOS Expedicionistas

1.Preparar a sua própria comida e bebida e acondiciona-la na mochila, não esquecendo que deve ser adequada em função dos esforços e temperaturas previsiveis, bem como dos percurso e recursos de transporte;

2.Preparar o seu kit de cozinha, tal como prato, caneca , talheres e afins;

3.Preparar a sua própria tenda e material de dormida, tal como saco cama e colchão, verificando o estado de funcionalidade de cada um dos equipamentos;

4.Ser capaz de instalar a sua tenda e equipamentos;

5.Preparar e testar o funcionamento do PLB, rádio, telemóvel, lanterna e suas fontes de alimentação, tais como pilhas, baterias, paineis solares, e carregadores;

6.Preparar GPS, bussula e mapas referentes a zona para onde vai em expedição;

7.Preparar o seu próprio kit de 1º socorros, incluindo a sua medicação;

8.Preparar roupa adequada à climatologia expectável, não esquecendo que o vestuário deve contemplar a protecção do corpo na sua totalidade da cabeça aos pés, não esquecendo portanto peças como luvas ou primeiras camadas interiores;

9.Preparar o seu próprio kit de higiene pessoal;

10.Preparar e verificar o seu equipamento de acesso vertical, tal como o equipamento de protecção individual, nomeadamente o arnês, descensor, mosquetão, capacete, luvas, frontal e afins;

11.Garantir a recolha de lixos por si produzidos em ambiente natural;

12.Respeitar a natureza em toda a sua plenitude, nomeadamente, preservando e respeitando a fauna e flora, pelo que se deve evitar perturbar a vida animal, partir ou arrancar plantas;

13.Guardar a sua faca de resgate e sobrevivência de modo a que não possa em circunstância alguma constituir perigo para si ou para terceiros;

14.Garantir a ajuda entre elementos da equipa, nomeadamente no transporte de equipamento colectivo;

15.Garantir a guarda de crianças e animais, sem que em momento algum as crianças fiquem sozinhas e vulneráveis aos perigos da natureza ou outros;

16.Salvaguardar a vida humana por todos os meios ao seu alcance, garantindo a ajuda e socorro aos membros da sua equipa ou outra em perigo de vida eminente;

17.Garantir que possui os conhecimentos minimos para a expedição que vai efectuar, nomeadamente conhecimentos de 1ºs socorros;

 

18.Verificar as previsões meteorologicas antes de cada saída;

19.Informar sempre alguém de confiança sobre o seu destino e previsão de regresso, ,mantendo essa pessoa regularmente informada do seu paradeiro;

20.Reagrupar rápidamente quando solicitado pelo lider ;

21.Cumprir os castigos e repreensões impostos pelo lider, sem reclamar;

22.Respeitar as pessoas e trata-las com urbanidade com especial relevo quando se trate de pessoas de mais idade;

23.Cumprir diáriamente pelo menos uma boa acção em prol da sociedade ou de terceiro.

Ser GREZINHO é voar mais alto, e é amar o Mundo perdidamente, e dize-lo cantando p´ra toda a gente.

 

 

O Lenço do GREZINHO

 

Mais do que uma simples peça do uniforme, o teu lenço de mirin pode ter muitas utilidades.



Como pega para uma panela quente.


Depois de molhado, como protecção contra fumo ou pó.


Rapidamente pode substituir aquele pedaço de sisal que não encontras, para remediar uma situação provisória.


Como venda para os olhos em jogos.


Como ligadura (de braço ao peito, ou outra qualquer).


Com jeito, para fazer de saco ou bolsa.


Para sinalar à distância ou chamar a atenção.


Para treinar nós, aumentando o grau de dificuldade em relação ao uso de uma corda.


Como atadura temporária, por exemplo para manter um colchão enrolado ou fixação de talas de imobilização. 

Outras utilidades:
Para transportar pesos na cabeça, servindo de almofada (sogra).
Numa situação temporária, fazer de cinto.
Tapar, por exemplo, massa a levedar, ou alimentos frescos.
Para filtrar água com sujidades naturais (poeira, folhas, erva)
Para proteger o pescoço do sol, usando-o normalmente.


Curiosidades
  • Durante muitos anos, os lenços dos escuteiros eram quadrados, dobrados em triângulo e depois enrolados.
  • Na lista de material individual pedido aos rapazes de Brownsea, constava um lenço, preferencialmente de cor verde escuro.
  • Nas pontas, é tradição dar-se um nó simples para lembrar a Boa Acção diária.
  • O termo em inglês para o nosso lenço é “neckerchief” ou “scarf”
  • Só por volta de 1923 é que se tornou hábito usar uma anilha nos lenços, pois, até aí, era simplesmente usado um nó tipo gravata.
  • Os escuteiros americanos só começaram a usar o lenço no uniforme a partir de 1920.
  • No nosso  grupo escutista, cada um  tem um lenço próprio e todos os elementos das várias secções usam lenço igual.

Bibliografia: Inkwebane

 

O Nosso uniforme:

  • Casaco, camisola, ou t-shirt laranja (Garante a visibilidade e evita acidentes)
  • Calcas de cor escura (Castanho, Cinzento, Preto
  • capacete laranja
  • Gorro preto com bordo laranja
  • Boina Laranja
  • Passamontanhas preto
  • Lenço Verde  (Cores da natureza) argola de união

Como começou o escutismo....

 

Robert Stephenson Smyth Baden-Powell

Nasceu em Londres a 22 de Fevereiro de 1857. Foi o quinto dos sete filhos do Reverendo Professor Baden-Powell. O filho mais velho, Warington, treze anos mais velho que Robert, entrou em 1858 para o navio escola Conway. O seu entusiasmo pelo mar era tal que, sempre que tinha férias, levava em excursões de barco os irmãos que já tivessem idade para navegar.

Foi assim que o nosso BP aprendeu a manobrar um barco, a acampar, a cozinhar e a obedecer às ordens com rapidez e elegância. Fizeram expedições por todo o país e mares vizinhos, e assim BP aprendeu as regras da exploração e da vida ao ar livre.

Em 1869 entrou na Escola da Cartuxa, e dois anos mais tarde transferiu-se de Londres para Godalming. A escola possuía uma pequena mata, que era vedada aos alunos. BP costumava ir para aí, observar os animais, apanhar por vezes um coelho, que assava numa fogueira sem fumo (o fumo tê-lo-ia denunciado aos mestres!) e aí desenvolvia as suas habilidades na construção de abrigos e aprendia a usar um pequeno machado.

Era muito popular na escola, mas não era um estudante de grande evidência ou um grande atleta, embora tomasse parte em muitas actividades com toda a energia que tinha, e esta era considerável. Tinha habilidade para desenhar, para cantar canções cómicas e para representar, e em toda a sua vida usou em cheio todos estes talentos.

Em 1876 fez exame de aptidão à Academia Militar e fê-lo tão bem que imediatamente recebeu a patente de Alferes do Regimento de Hussardos nº 13, então colocado na Índia. Muito cedo se distinguiu não só pelo zelo no cumprimento dos seus deveres, mas também nas habilidades desportivas e boa camaragem. De tal modo que em 1883, com a idade de 26 anos, era Capitão e Ajudante do Regimento. Era perito em exploração e espionagem; tanto assim, que foi autoridade reconhecida nestes assuntos. Como desportista notabilizou-se na montaria ao Javali - desporto arriscadíssimo mas muito apreciado pela equitação e pela perspicácia que exige no seguimento das pistas. Muitas vezes vagueava sozinho pelas regiões mais silvestres, observando os animais e aprendendo-lhes os costumes.

Como passatempo, estava sempre desejoso, tanto de cantar uma canção e tomar parte num concerto ou ópera, como de pintar um cenário ou desenhar os populares.

O regimento deixou a Índia em 1884 e no regresso a viagem foi interrompida no Natal (território da África do Sul) porque se receava um conflito com os Boers. Foi durante esta primeira primeira visita àquela região que BP entrou em contacto com os Zulus. Começou então a colher informações secretas, disfarçado de jornalista.

ZulusEm 1887 foi de novo para África como ajudante de campo de seu tio, que era Governador da Província do Cabo. BP satisfez o seu primeiro desejo de serviço activo numa campanha contra os Zulus. Foi então que ouviu o coro "Ingoniama" cantado por uma coluna de Zulus em marcha. Os nativos deram-lhe o nome "M'hlaha Panzi" - o homem que se deita para disparar - significado que ele tinha cuidado ao apontar ou pensava antes de agir.

Em seguida fez serviço em Malta e simultaneamente foi nomeado Oficial de Informação para o Mediterrâneo. Isto deu-lhe mais aventuras como espião e ensinou-lhe ainda mais da exploração.

Em 1893 foi escolhido para uma missão especial contra os Ashanti. O rei nativo estava a perturbar a ordem e foi enviada uma expedição para a restabelecer. Isto obrigou-o a uma marcha de mais de 200 km através de densos bosques e florestas e a atravessar numerosos rios. Nesta expedição o trabalho de BP era a exploração e o pioneirismo; assim aprendeu a maneira prática e útil de construir pontes. Foi quando estava no Oeste Africano que ouviu o ditado: "devagar devagarinho se apanha o macaquinho" que veio a ser o seu ditado preferido.

Pôs um chapéu de "cowboy" pela primeira vez na operação dos Ashanti e os nativos chamaram-lhe, por isso, "Kantankye" ou "chapéu grande". Terminada a expedição foi promovido a Coronel e pouco depois punha-se a caminho do que ele dizia ser " a melhor aventura da vida ..." a guerra dos Matabeles.

A terra dos Matabeles é agora conhecida por Zimbabwe (antiga Rodésia). Estava então ainda pouco explorada, por aí haver poucos colonos brancos. Os nativos tinham-se sublevado e massacrado alguns colonos brancos e fugiram depois para as montanhas. Ali havia lugares difíceis de atingir, pois as suas grandes rochas ofereciam muitos e bons perigos. BP foi encarregado da exploração. A sua tarefa não era nada fácil pois tinha de descobrir o paradeiro do inimigo e o que era mais difícil, como atingir as suas fortalezas. Perdeu muitas noites nas expedições de exploração, mas era tão bem sucedido, que quase sempre guiava os soldados ao lugar ideal para o ataque. Desenhou mapas absolutamente correctos e de grande valor. Foi durante esta campanha que ele se tornou conhecido como um grande exploraddor. Os Matabeles chamaram-lhe "Impisa" que quer dizer "o lobo que não dorme". Sabia que gritavam com ódio o seu nome e o ameaçavam com toda a espécie de torturas, se lhes viesse a cair nas mãos.

Muitas das suas experiências de observação e dedução, bem como muitos dos episódios que viveu foram por ele mais tarde aproveitados na educação dos jovens Escuteiros. A missão que em seguida lhe foi confiada foi o comando do Regimento de Dragões 5, então em serviço na Índia. Foi com pena que deixou o seu velho regimento; mas lançou-se no novo trabalho com todo o seu habitual entusiasmo e eficiênia. Procurou que os seus soldados encontrassem a felicidade mesmo nas dificuldades e procurou conquistar-lhes rapidamente a confiança.

Mas a sua realização mais importante foi nos métodos de treino. Porque achava importante, procurou que a expedição se tornasse popular. Os homens eram divididos em pequenas unidades de meia dúzia - a que nós depois no Escutismo chamaríamos Patrulhas - sob o comando de um deles - o nosso Guia de Patrulha. Aqueles que melhor desempenhassem os seus deveres tinham o privilégio de usar uma insígnia especial - uma Flor de Lis - que na bússola indica o rumo do Norte.

Em 1899 BP regressou a casa, mas logo se lançou noutro empreendimento. Trouxera consigo da Índia o manuscrito de um pequeno livro chamado "Aids to Scouting" ("Auxiliar do Explorador") que continha as palestras que fizera aos seus soldados, com muitos exemplos de observação e dedução.

Acampamento em BrownseaAntes que o livro fosse publicado, já ele estava de novo a caminhos da África do Sul, onde se preparava uma guerra com os Boers. A sua missão era organizar uma frente militar pronta para qualquer emergência.

Quando a guerra estalou estava ele em Mafeking com parte das suas forças. Quase ao mesmo tempo, um exército Boer de 9.000 homens pôs cerco à pequena cidade. Não é o objectivo principal deste texto descrever a história do famoso cerco; contudo é justo salientar que foi nele que o nome de BP galgou as fronteiras de todos os países, tornando-se conhecido em todo o mundo, pois defendeu a cidade durante 217 dias das poderosas forças inimigas e foi graças à sua alegria e à sua desenvoltura (ao seu "desenrascamento") que a cidade não foi tomada. Para os Escuteiros "Mafeking" tem uma grande importância. Os rapazes da cidade foram organizados num corpo de mensageiros e BP impressionou-se pela maneira como eles levavam a cabo as suas missões. Viu que, se lhes fosse confiada qualquer responsabilidade, eles se sairiam bem em qualquer ocasião.

Como reconhecimento do seu comportamento em Mafeking, B.P. foi promovido a Brigadeiro sendo o mais novo do Exército e herói do Reino Unido.

Foi-lhe então confiada a importante tarefa de organizar a Polícia Montada Sul-africana (PMS). Era um corpo de homens valentes, fundado para ajudar na reconstrução da África do Sul depois da guerra; e prestaram excelentes serviços, graças ao treino que BP lhes deu em disciplina e responsabilidade.

Bem organizada a PMS, voltou a Inglaterra para outra importante tarefa: tinha sido nomeado Inspector-Geral de Cavalaria. De novo encetou com a dedicação e perspicácia habitual para elevar o nível da Arma de Cavalaria do seu país.

Outro facto, entretanto, lhe tinha chamado a atenção: vira que o seu pequeno livro "Aids to Scounting" tinha sido adoptado como compêndio na educação da juventude. O fundador da Brigada dos Rapazes, Sir William Smith, pediu-lhe que adoptasse os métodos de exploração à formação dos jovens. BP estudou um plano e em 1907 fez um acampamento experimental na ilha de Brownsea, com duas dezenas de rapazes de todas as classes. Este acampamento foi tão bem sucedido que resolveu escrever tudo o que tinha ensinado à volta do "Fogo de Conselho". Assim nasceu o "Escutismo para Rapazes". Foi primeiro publicado em fascículos quinzenais, nos primeiros meses de 1908. Os rapazes buscavam-no por toda a parte e rapidamente formaram Patrulhas com os seus amigos. O número cresceu depressa - pelos fins de 1908 havia 60.000 Escuteiros - e BP teve que se esforçar muito para conseguir inisígnias, uniformes, cartões de filiação, etc ...

BP era uma figura magra, franzina, mas se o visses certamente que te admirarias da sua bela cabeça e dos seus olhos bastante expressivos. Era um homem sociável, e muitos Escutas se lembram ainda com saudade as conversas tidas com ele nos Jamborees. Em Gilwell Park, por exemplo, passeava com os seus cães pelo acampamento, e os Escutas depressa viram com profunda amizade a sua presença.

Era um homem simples no seu modo de viver. Dormia numa varanda durante quase todo o ano, levantava-se muito cedo, praticava exercícios de ginástica e depois dava um passeio com os seus cães antes do almoço.

Poucos homens terão trabalhado tanto como ele. Mantinha uma assídua correspondência, mas nunca se esquecia dos velhos amigos quando procurava adquirir outros. A pesca era o seu desporto favorito. Ocupou-lhe muito tempo e deu-lhe oportunidade de admirar a natureza - um dos maiores prazeres da sua vida. Possuía um grande conhecimento da vida da natureza, sobretudo da vida dos animais, e nos últimos anos, quando já tinha poucas forças e por isso não podia ir visitar os seus Escuteiros, dedicava-se ao estudo dos animais selvagens e pintava quadros da vida desses animais.

Os últimos tempos passou-os no Quénia onde veio a falecer no dia 8 de Janeiro de 1941, após uma vida de inteira dedicação aos jovens.

Túmulo de Baden-Powell