O Cosmos

O Cosmos
 
 
 
 
NASA Revela Imagens Jamais Vistas
 
 
     A Cosmologia muitas vezes é confundida com a Astrofísica que é o ramo da Astronomia que estuda a estrutura e as propriedades dos objetos Celestes e o Universo como um todo através da Física teórica. A confusão ocorre porque ambas Ciências sob alguns aspectos seguem caminhos paralelos, e muitas vezes considerados redundantes, embora não o sejam.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
 
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       Em Fevereiro de 1917, Albert Einstein envia para publicação na Academia Prussiana da Ciência um artigo
que assinala o nascimento da cosmologia moderna. O artigo intitula-se Considerações Cosmológicas sobre a Teoria da Relatividade Geral. Alguns investigadores admitem que Einstein estendeu a sua investigação a todo o universo por causa da relatividade da inércia, uma ideia inspirada em Ernst Mach (1838-1916). Segundo Mach a inércia de um corpo é um efeito devido à presença de todas as outras massas no universo. No decurso de uma longa correspondência com o astrónomo holandês Willem de Sitter (1872-1934), sobre a relatividade da inércia,
Einstein pensou ter resolvido a questão da inércia na perspectiva de Mach com a introdução de um modelo estático, espacialmente fechado do universo, evitando assim a necessidade de condições fronteira. Para construir um modelo estático Einstein foi obrigado a introduzir a famosa constante cosmológica, Λ, responsável por uma “força” anti-gravítica, para equilibrar a atracção da matéria no universo. Com esta nova formulação, Einstein convenceu-se que a sua teoria respeitava o que ele chamava o “princípio de Mach”: a estrutura geométrica do espaço-tempo era completamente determinada pelo conteúdo material do universo. Mas em breve De Sitter mostrar-lhe-ia, com o exemplo do seu “universo hiperbólico”, que as equações de Einstein não respeitavam necessariamente o princípio de Mach. Daí em diante Einstein perderia o seu entusiasmo pelo dito princípio, posição que seria ainda reforçada com a descoberta da expansão do universo, primeiro com os trabalhos teóricos fundamentais de Friedmann (1922, 1924) e Lemaître (1927) e depois com as observações de E. Hubble (1929) .
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   Um dos grandes desafios da cosmologia actual é o de determinar as densidades de energia relativas e totais de cada uma destas formas de matéria, uma vez que isso é essencial para compreender a evolução e o destino do nosso universo. Segundo os dados actuais, a matéria ordinária representa uma pequena porção do universo, 4%.
A chamada “matéria escura fria” contribui com 23% e a “energia escura”, a mais exótica de todas as contribuições, 73%. Uma das formas de explicar a existência desta energia escura é por intermédio da constante cosmológica introduzida por Albert Einstein, que aparentemente também escrevia direito por linhas tortas.
Os nossos conhecimentos de astronomia não sugeriam, antes dos anos 60, situações no universo onde a gravidade fosse suficientemente intensa para produzir espaços-tempo fortemente curvos, representando por isso campos gravitacionais intensos onde as previsões da teoria da relatividade pudessem diferir fortemente da teoria de Newton. Mas apesar da actual densidade de matéria no universo ser muito pequena – cerca de uma massa solar
por mil milhões de anos-luz cúbicos – o universo é muito grande e toda a matéria nele existente contribui cumulativamente para a curvatura do espaço-tempo, dando assim lugar a consequências cosmológicas importantes.
 
 
 
 
A Cosmologia é um estudo dentro da Astronomia que procura esclarecer o processo de evolução do Universo através das relações entre o macrocosmos e o microcosmos. Essa compreenssão se baseia nos ultimos 4000 anos de existência do Homem desde a invenção da escrita, e muito anterior a esse período através da transmissão do conhecimento ao longo das gerações humanas. Com base dessa conduta humana nós podemos estabelecer a nossa origem com bases científicas e também definir qual será o nosso futuro. A Natureza se contitui de uma complexa relação de interdepêndencias entre os seus constituintes. A quebra ou alteração em qualquer uma das partes relativas as dependências e aos contituintes conduzirá à uma realidade completamente diferente da que nós estamos habituados do nosso dia a dia. Nas últimas décadas o Homem capacitou-se e atingiu uma tecnologia (em prol do desenvovimento da vida social), que pode conduzir à um fim trágico ou moroso de sua existência no planeta Terra.
A nossa existência se deve a um longo processo, do qual nós estabelecemos sua "origem'' e evolução a
18 bilhões de anos atrás. Esse lapso de tempo nós associamos uma teoria, a Teoria da Grande Explosão
(Big Bang). A seguir nós apresentaremos alguns estágios de nossa história e os fatos principais que os
definem ou acontecimentos especiais dentro da nossa evolução:
 
  
O Big Bang, ou, na verdade grande expansão, também conhecido como modelo da grande explosão térmica, parte do princípio de Friedmann, segundo o qual enquanto o Universo se expande, a radiação contida e a matéria arrefecem. Para entender a teoria do Big Bang, deve-se em primeiro lugar entender a expansão do Universo, de um ponto A para um ponto B; assim, podemos, a partir deste momento, retroceder no espaço, portanto no tempo, até o Big Bang.
Sabe-se que a matéria primordial - muitos acreditam ser o
hidrogênio - ao aglomerar-se gravitacionalmente deu origem às primeiras galáxias, onde surgiram posteriormente estrelas e planetas, num processo de expansão que ainda está em marcha, desde há cerca de 13,7 bilhões de anos.
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