Como Desativar o Controle Remoto da Mente

O modelo da tecnologia utilizado no controle das funções cerebrais, apresentado abaixo, indica algumas formas como o monitoramento remoto por EEG pode ser desativado.
"Como a tecnologia de controle das funções cerebrais a distância possibilita o uso da tortura psicotrônica (tortura psicológica utilizando meios eletrônicos), é comum que os individuos alvos dessas torturas não construam um quadro bem definido daquilo que está acontecendo com eles.
Mesmo sendo a distância, as funções cerebrais são alteradas, provocando uma série de fenômenos físicos, como vertigens, tonturas, choque cerebral, vozes intracranianas, etc. Quem provoca essas alterações são pessoas comuns, com a única função de causar dor e sofrimento no individuo alvo."
 
A tecnologia segue as especificações da patente 3951134 registrado nos EUA com o nome: Aparelho e método para monitoramento e alteração remota das ondas cerebrais. 

"Aparelho e método  para detecção de ondas cerebrais em uma posição remota de um indivíduo no qual os sinais eletromagnéticos de freqüências diferentes são transmitidas simultaneamente para o cérebro do sujeito de tal forma que os sinais interfiram uns com os outros para produzir uma configuração de onda que é modulada pelas ondas do cérebro do sujeito. A forma de onda de interferência, que representa a atividade das ondas cerebrais, é retransmitida pelo cérebro para um receptor onde é demodulada e amplificada. A forma de onda demodulada é exibida para visualização  e encaminhada a um computador para processamento e análise. A forma de onda demodulada também pode ser usada para produzir um sinal de compensação, que é transmitida de volta ao cérebro para efetuar uma mudança desejada na atividade elétrica do cérebro alvo."

Entre o operador da tecnologia de 'controle remoto das funções cerebrais' e o individuo alvo da tortura eletrônica, existe a tecnologia que permite o envio das ondas eletromagnéticas. Essa tecnologia é dividida em três níveis:

1. O Primeiro Nível (Nível 1) é mais privado, composto de um computador pessoal, com software de mapeamento cerebral, do leitor biométrico, e da 'antena interna' que se comunica com as antenas externas responsáveis por emitir o sinal para o cérebro do alvo.

2. O Segundo Nível (Nível 2) são as antenas externas, de rádio e de celular, que emitem e recebem sinais do individuo alvo. Essas antenas atuam como radares, que emitem os sinais eletromagnéticos, amplificam as ondas cerebrais do alvo e recebem essas ondas para processamento. As antenas representam a fase de demodulação e amplificação das ondas cerebrais, segunda a patente 3951134.

3. O Terceiro Nível (Nível 3) representa a interação entre as ondas eletromagnéticas das antenas e as ondas cerebrais produzidas pelo indivíduo alvo.

 

Para que a onda eletromagnética chegue ao cérebro do individuo alvo, é preciso que três pontos de acesso estejam ativos:
1. O operador precisa ter acesso ao "nível 1" da tecnologia, onde ficam o computador com os softwares de manipulação cerebral e a antena de radiofrequencia que se comunica com as antenas externas (de porte maior).

2. A antena privada (nível 1) precisa se comunicar com as antenas externas (nível 2).

3. Os sinais das antenas externas (radio e celular) precisam atingir o cérebro do individuo alvo.

Para desativar o controle remoto das funções cerebrais deve-se interferir em qualquer um desses três pontos de acesso para que o sinal seja impedido de atingir o individuo alvo. Começando do mais simples:

1. Impedir o acesso das ondas eletromagnéticas ao cérebro do individuo alvo (Bloqueio do Nível 3):
Pode-se isolar o individuo alvo(IA) (em ingles Targeted Individual)
de qualquer comunicação com ondas eletromagnéticas, através do isolamento desse indivíduo em alguma espécie de Gaiola de Faraday.  Pode-se isolar um cômodo da residência, do trabalho, o carro, de tal forma que o individuo alvo possa ter um espaço seguro longe de qualquer onda eletromagnética.
A sala da figura acima é uma blindagem de radiofrequencia e ondas magnéticas e implementa o que se denomina de "salas seguras", sendo construída utilizando-se o conceito da gaiola de faraday, porém utiliza chapas inteiriças de metal e não apenas malha de metal. A gaiola de faraday pretende isolar o individuo alvo de qualquer interfêrencia eletromagnetica, porém fora daquele espaço o individuo fica sujeito a tortura eletrônica. Este vídeo mostra como construir uma gaiola de faraday amadora.

Veja Notas sobre Ondas Escalares.

Dessa forma, para que a tecnologia de controle das funções cerebrais seja completamente imperceptivel, ela deve atuar dentro do espectro eletromagnético, entre as ondas de radiofrequencias (radiowaves) e as microondas (microwaves). Por isso, a blindagem eletromagnética pode considerar apenas esse intervalo de ondas.

Dentre todo o espectro de ondas eletromágnéticas, a tecnologia de controle remoto das funções cerebrais atua apenas na faixa entre as ELFs (3Hz) e as EHFs (300 GHz). Representa o intervalo de ondas eletromagnéticas que pode interagir com o cérebro enviando sinais capazes de alterar suas funções cerebrais.
A partir das VLFs (3KHz) estão os instrumentos de telecomunicação padrões da maior parte dos países. Com isso, esses instrumentos podem executar suas funções oficiais, como implementar a infraestrutura de celular, e possibilitar a infraestrutura não oficial de modificação das funções cerebrais remotamente.

O espaçamento da malha na gaiola de faraday deve ser menor do que o comprimento da menor onda que se pretende isolar. Por exemplo as VFL possuem comprimento de ondas de até 100 Km, enquanto as microondas possuem comprimentos de ondas de até 1 mm.
Como o controle das funções cerebrais utiliza EEG Remoto operando entre as VLF e as microondas, a gaiola de faraday utilizando malha de metal de engranzamento de 1 mm isola todas as frequencias entre as VLFs e as microondas.


Atualmente, várias empresas disponibilizam salas seguras pré moldadas que criam uma blindagem de radiofrequencia em um intervalo muito específico do espectro eletromagnético, geralmente não englobando as ondas de radiofrequencia da banda de radar. Por exemplo, as faixa de radiofrequencia possuem normas internacionais de regulação, definidas em parcerias com vários governos. Entre essas faixas existem as bandas ISM (Industrial, Scientific and Medical radio bands) que são bandas de rádio industriais, científicos e médicos (ISM(porções do espectro de radiofrequências) reservados internacionalmente para o uso de energia de radiofreqüência (RF) para fins de comunicações industriais, científicos e médicos.

Essas bandas não são reguladas pelos países.
Se um indivíduo, sob tortura eletrônica, tentar viajar para outro país, provavelmente os efeitos da tortura eletrônica irão continuar, pois as radiofrequencias utilizadas costumam estar nesse espectro de frequencia. As bandas de radiofrequencia utilizadas são bandas específicas de radar. Observe que  o monitoramento remoto do EEG cerebral de um indivíduo é realizado através de tecnologia convencional utilizada em radar, que geralmente não é incorporado no espectro de radiofrequencia comum utilizado pelas blindagens de RF, usando microondas como forma de comunicação.




Cada banda de radiofrequencia definida para radar é designado por letra conforme tabela abaixo:
Radar Frequency Bands
Band Designation Frequency Range Typical Usage
VHF 50-330 MHz. Very long-range surveillance
UHF 300-1,000 MHz. Very long-range surveillance
L 1-2 GHz. Long-range surveillance, enroute traffic control
S 2-4 GHz. Moderate-range surveillance, terminal traffic control, long-range weather
C 4-8 GHz. Long-range tracking, airborne weather
X 8-12 GHz. Short-range tracking, missile guidance, mapping, marine radar, airborne intercept
K u 12-18 GHz. High resolution mapping, satellite altimetry
K 18-27 GHz. Little used (H 20 absorption)
K a 27-40 GHz. Very high resolution mapping, airport surveillance
mm 40-100+ GHz. Experimental
Source: AIAA (American Institute of Aeronautics and Astronautics)

As bandas mais comerciais são as S(celular), C (wireless), e K, operando acima de 8 GHz, até 100 GHz, ou mais, nos casos das experimentais. Qualquer um desses espectros de frequencia pode ser utilizado para a transmissão de ondas de RF com fins de tortura eletronica e manipulação remota das funções mentais, em especial a banda K.

Dessa forma, para a sala segura ter uma eficácia contra a tortura eletrônica remota, deve englobar um espectro maior de faixas de radiofrequencia, o que pode ser conseguindo customizando o projeto inicial dessas salas, junto as empresas, ou solicitando ajuda de engenheiros eletrônicas na construção de salas seguras para radiofrequencia.

Outro modelo de desativação de ondas eletromagnéticas para fins de controle remoto das funções cerebrais, e possibilidade de tortura psicológica eletrônica é o desenvolvimento de aparelhos eletrônicos que mapeiem as ondas cerebrais do individuo alvo, produzindo uma onda reversa para qualquer onda eletromagnética que pretenda interferir naquele intervalo de ondas. É dessa forma que funcionam os aparelhos de bloqueio de sinais de telefones celulares.

O bloqueio de uma onda de radiofrequencia é feito através da transmissão de um sinal na mesma freqüência e com uma potência suficiente para que os dois sinais colidam e se cancelem. Os bloqueadores podem transmitir em qualquer freqüência, sendo que o raio de operação real do bloqueador depende da sua potência e do ambiente local, que pode incluir colinas ou paredes de um prédio que bloqueiem o sinal. Os bloqueadores de baixa potência bloqueiam sinais de radiofrequencia em um raio de cerca de 9 metros. Aparelhos de maior potência criam uma zona de bloqueio tão ampla quanto um campo de futebol.

 
Por exemplo, pode-se produzir um aparelho do tamanho de um bloqueador de telefone celular que gera ondas eletromagnéticas na frequência do cérebro de seu usuário. Qualquer onda eletromagnética visando o cérebro do individuo alvo pode ser anulada  pelo aparelho que produz uma onda reversa.

De um modo geral, aparelhos como esse possuem um nível de isolamento de 5m a 10m e é capaz de identificar o aumento da potência do sinal e anula-la. Com isso, o indivíduo alvo pode movimentar-se livremente onde quiser, sem que os seus sinais cerebrais sejam alterados remotamente.

Neste caso, é preciso identificar o algoritmo utilizado na identificação da frequencia cerebral do individuo alvo. Para tanto deve ser utilizado um analisador de espectro nas faixas das radiofrequências e das microondas, pois, ainda que o cérebro possua variações de voltagem de individuo para individuo, a emissão e recepção das ondas eletromagnéticas  próprias dos seres humanos estão em um intervalo específico entre as ELFs e as EHFs.
As ondas de radiofrequencia que interagem com o cérebro estão entre as VLF (Very Low Frequency) e as Microondas. Alguns dispositivos utilizados para tortura eletronica situam-se em intervalos menores, até as ELFs, porém com funcionalidades bastante limitadas.
Laboratório caseiro para análise de espectro de ondas no intervalo citado, entre as VLF e as Microondas. Idealmente deve-se isolar o ambiente (Faraday) e escanear as ondas resultantes desse intervalo.   

Outra forma de desativar a tecnologia de tortura eletrônica é:

2. Impedir que os níveis um e dois da tecnologia se comuniquem (Bloqueio do Nível 2)

 
A antena do "nível um" (antena menor) e a antena do "nível dois" (antena pública) devem se comunicar para que a tecnologia funcione adequadamente. A interferencia neste sinal impossibilita a emissão das ondas eletromagnéticas de um lado para outro. O processo pode ser tão simples quanto impedir a comunicação de um celular com as torres de telefonia.

Para produzir o equipamento é preciso encontrar a frequência de comunicação das antenas e gerar uma onda reversa que impossibilite a comunicação. Outra forma, é identificar o local onde a antena de nível um (a antena menor) está instalada e inativa-la. Impossibilitando as antenas de se comunicarem. Com isso, tem-se acesso a tecnologia também.

A comunicação entre a antena privada e a antena pública segue um protocolo. Isso significa que a empresa responsável pela instalação das antenas públicas possui o conhecimento sobre a forma como essas antenas estão sendo utilizadas, e implementa as diretrizes de comunicação entre as antenas.

3. Impedir que os agentes de tortura eletrônica tenham acesso a tecnologia (Bloqueio no Nível 1)

Descobrir quem são as pessoas que estão interagindo com a tecnologia e impedi-las de acessa-la, representa uma forma de desativar a tortura eletrônica.

4. Obter a tecnologia de controle remoto das funções cerebrais (Obter ou desenvolver o Nível 1)

Outra forma de desativar a tecnologia é obtê-la.

A tecnologia no nível um é composta de um computador, do software de manipulação cerebral e do leitor biométrico. Possui também um banco de dados dos individuos alvos (para aquela 'célula') e um banco de dados dos que podem utiliza-la (os agentes de tortura eletrônica).

Ao descobrir onde está a tecnologia, e ter acesso a ela, todas essas informações ficam disponíveis e podem ser utilizadas para identificar outros individuos alvos, e também para identificar quem está utilizando a tecnologia. Com isso, o individuo alvo pode utilizar essas informações segundo seus interesses.

Esses são as principais formas de desativar a tecnologia para o controle físico e remoto das funções cerebrais.

Um dos principais objetivos deste site é integrar engenherios elétricos, engenheiros eletrônicos, físico, neurologistas, e afins para que sejam desenvolvidos aparelhos de desativação da tecnologia de controle das funções mentais a distância, produção de evidências dessa tecnologia e identificação de seus agentes utilizadores.

Por exemplo, o MIT desenvolveu uma pesquisa para saber se um chapéu de alumínio poderia ser usado para bloquear os sinais eletromagnéticos utilizado na tortura eletrônica. Concluíram que o alumínio, utilizado como chapéu, não bloqueia as ondas eletromagnéticas, e que em alguns casos pode amplificar as ondas. Veja o artigo completo em
On the Effectiveness of Aluminium Foil Helmets: An Empirical Study. Isso ocorre porque o sinal não provêm de satélite, ou seja, não vem de cima. Mas provêm de torres de rádio e celular. Para que o alumínio tenha eficácia no bloqueio de ondas eletromagnéticas, precisa ser usado no contexto de uma gaiola de faraday, isolando todo o corpo da pessoa, e não apenas uma parte da cabeça.

Deve-se sempre lembrar que as
mensagens ou vozes no cérebro e toda a série de manipulação das funções cerebrais, podem gerar uma situação de descaracterização do fenômeno primário que é, um grupo de pessoas querendo torturar eletronicamente um individuo alvo.

Por isso deve-se ter em mente que quem utiliza a tecnologia são pessoas de carne e osso, que precisam comer, dormir, ir ao banheiro, etc e ter acesso ao local onde a tecnologia está disponível.

O individuo alvo deve considerar quem pode estar 'brincando' com ele, e estabelecer um método de ação para desativar a interferencia em suas funções cerebrais. Como são pessoas comuns, nada impede que essas pessoas falem sobre a tecnologia se forem corretamente questionadas. Caso consiga identificar as pessoas, é mais um elemento de controle e decisão que tem a sua disposição.

Neste site está sendo desenvolvido uma interface cérebro computador (Brain Computer Interface-BCI) baseado em um protótipo de leitor EEG remoto.

Todos os profissionais
que queiram ajudar as vítimas de tortura eletrônica podem se comunicar com os administradores desse site para que a tecnologia de desativação do controle remoto da mente seja divulgada para o maior número de pessoas.

Todos aqueles que se sitam vítimas de tortura psicológica por meios eletrônicos também podem mandar emails, e escrever suas vivências e experiências nos comentários desse site ou no mural do site no facebook.
Quanto mais pessoas relatarem e depuserem, mais fácil será transformar a tecnologia de tortura eletrônica em um crime conhecido e identificado por lei.

Veja a página principal deste site para obter mais informações sobre controle das funções cerebrais e monitoramento cerebral remoto.

Veja também como o controle cerebral a distância pode ser utilizado para produzir intenso sofrimento, em um processo conhecido como tortura psicotrônica. (O termo psicotrônica significa tortura eletronica utilizando as funções psicológicas e cerebrais, contudo no Brasil o termo é utilizado em outro contexto, mais metafísico.)