Histórico do Controle Remoto do Cérebro

O desenvolvimento de tecnologia para o controle a distância das funções cerebrais começou durante a segunda guerra mundial. Os estudos da influência de correntes eletromagnéticas no cérebro datam do século XIX.

Após isso, os EUA lideraram a pesquisa e o desenvolvimento da tecnologia;

No Brasil, uma parte da tecnologia foi distribuida pelo governo norte americano, durante o governo de Getúlio Varga (1930 - 1945), e utilizado posteriormente para controle e tortura de revolucionários ao regime ditatorial brasileiro.

Nos chamados Anos de chumbo, como na época de Getúlio Vargas, Estado Novo, também chamada de "Nova República", em referência à "Velha República" que se findava, houve uma proliferação da prática da tortura contra os considerados subversivos, nome dado aos que praticavam a corrupção ou "desgaste econômico ou político" ou àqueles que combateram militarmente Getúlio Vargas, bem como dos chamados subversivos contra qualquer cidadão que muitas das vezes estrangeiros pudessem pressionar as autoridades da época(tinha que se separar o chamado "joio" do "trigo") ou à chamada por alguns de "ditadura militar, pois nesse período houve no Brasil todas as características de uma guerra civil ou intestina",[23] que alegadamente ameaçavam a "segurança nacional".


 
As técnicas de tortura utilizadas no Brasil, ao contrário da ideia de que seriam improvisos dos que aplicam a tortura, têm na verdade estreita ligação com técnicas desenvolvidas através de experimentos como os do Projeto MKULTRA.

Técnicas trazidas para o Brasil e América Latina, através de treinamento e treinadores americanos, estão contidas nos Manuais KUBARK[11] utilizados para treinamento de militares e agentes de segurança brasileiros na Escola das Américas além de em outros programas de intercâmbio. [12][13]

Vários militares e agentes de segurança do Brasil receberam treinamento na Escola das Américas cujo nome foi modificado para Instituto do Hemisfério Ocidental para a Cooperação em Segurança.

Vários membros da força policial brasileira foram treinados por especialistas em tortura que vieram para o Brasil com o objetivo de difundir os métodos e meios de interrogatório compilados pela CIA.

Foi o caso do conhecido Dan Mitrione. [14][15]A recente liberação pelo governo americano de uma lista parcial de nomes de participantes nos treinamentos da Escola revelou também o fato de que militares brasileiros treinaram e participaram de tortura, inclusive no Chile.


O MKUltra permitiu o desenvolvimento de tecnicas de controle de funções cerebrais por radiofrequencia e ondas eletromagnéticas.
Subpáginas (1): histórico nos EUA
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