EFD Pis/Cofins: Produzido maior lixo eletrônico

Histórico inédito de sucessivas prorrogações sem qualquer utilidade representa uma afronta aos profissionais que levaram a serio o projeto e implantação do SPED:

Alegações que o tempo “perdido” servirá a titulo da experiência e informação podendo ser aplicado nos próximos meses é um claro e irrestrito voto aos “espertinhos” querendo pegar carona “de graça”, pois profissional exerce sua função com liderança e competência, dispensará qualquer período de teste.

Progressos contabilizados referente conclusão de projetos SPED deverão ser atribuídos  exclusivamente a progressão do conhecimento contábil dos profissionais da TI.

Evidentemente, os primeiros a levantar mão para instituir a tréplica da prorrogação foram as associações de classe que ao invés fornecer respaldo e apoio a seus associados, preferem o empurra-empurra para camuflar suas incompetências.

Projetos realizados em parceria comprovam o crescimento do conhecimento dos contabilistas envolvidos na casa de zero por cento como valor médio – e ainda declaro que nenhuma informação recebida pelos srs contabilistas participantes dos diversos projetos contribuiu em alguma forma ao progresso da conclusão dos projetos.

Declarações gerados são baseados em procedimentos e legislações vigentes na data da geração, envolvendo ajustes em sistemas e arquivos de contribuintes, convertendo assim prorrogações concedidos sem fundamento técnico em novelas de terceira categoria. 

Os primeiros protagonistas foram SINESCON/MG e FECON/MG que conseguiram a prorrogação do SPED Fiscal em Minas Gerais sob alegação que o arquivo SPED seria "desumano". Foi um excelente negócio para eles, pois choveu matriculas! 

A gloriosa seqüência das prorrogações foi mantido em novembro de 2011 pelo Sindicato dos Contabilistas do Rio de Janeiro, pleiteando a suspensão da aplicação de  multas (certamente para proteger seus associados desinformados).

Para completar o ciclo - e para evitar a falta de ibope - O SESCON-SP entra em cena e pretende empurrar a primeira transmissão da EFD Pis/Cofins para setembro 2011 - ou seja teríamos belos três meses para brincar com Pis/Cofins em 2012 - para efetuar transmissões referente três meses do exercício servindo, apenas para demonstrar o nível do intelectual destorcido das associações da classe contábil, que até então foi pura vergonha para o país.

Os progressos referente conclusão de projetos SPED deverão ser atribuídos  exclusivamente a progressão do conhecimento contábil dos profissionais da TI e membros de alta qualificação do forum SPED BRASIL, apoiado  e assessorado por nosso amigo e moderador JORGE CAMPOS.

Relembramos, que em junho 2011 associações representativos da classe contábil realizaram as primeiras palestras relâmpagos servindo apenas para "congestionamento" de neurônios dos seus associados trazendo como resultante a ativação de um novo pensamento  estratégico: "aumentar as mensalidades....pois agora teremos mais responsábilidades". 

Certamente serão as mesmas responsabilidades fixados e instituídos pelo Código Civel em 2002 – i.e. há uma década!

Em seqüencia, as mesmas associações perceberam uma nova fonte de recursos: Organizar Palestras e Vender Matrículas!

A fonte e sustentação destes prorrogações será exatamente a falta de incorporação destes novas tecnologias nos procedimentos habituais de escritórios de contabilidades, referenciando como  prova a falta de disponibilização de funcionalidades dos sistemas ALTERDATA e NASJON referente a geração de arquivos de textos a serem importados pelo PVA Pis/Cofins durante os primeiros 11 meses de 2011.

Referidos sistemas atendem de forma predominante escritórios de contabilidades, proporcionando a interpretação que as partes contratantes desconheciam as formas e métodos de validações disponibilizados pelos versões 1.02 e 1.03:


As declarações digitais da EFD-PIS/COFINS tem gerado inúmeros problemas aos contribuintes, sustentado pelo fato que arquivos eletrônicos instituídos pela legislação tributária vigente estão sendo gerados de forma omissa e negligente, resultando em intermináveis de paginas de inconsistências como resultante da negligente prestação de serviços dos profissionais da contabilidade, que solidariamente são responsáveis pelos atos e omissões cometidos pelos seus contratantes, i.e. contribuintes. O desconhecimento dos srs. Contabilistas foi o exato fundamento dos diversos prorrogações concedidos com base da nulidade das alegações.

Assim as prorrogações "encomendados" pelas associações de classe que defendem seus associados apenas serão "elefantes brancos", citando como exemplo da desinformação de certos contabilistas, alegando que a EFD Pis/Cofins teria sido prorrogado para 2014 (confundindo SPED Fiscal com EFD Pis/Cofins).

Prorrogações sem utilidade e fundamento técnico desprezando profissionais da TI, gerando lixo eletrônico em quantidades nunca visto.

Uma nova pesquisa SPED referente informações concretos e válidos prestados pelos contabilistas aos respectivos contribuintes mostrará com clareza o despreparo daqueles profissionais.

Prorrogação Pis/Cofins 2011: Qual foi a totalidade das declarações transmitidos em percentual referente ao total das declarações até 10/12/2011?

Sugere-se que a RFB disponibilize um receptor de declarações Pis/Cofins das empresas obrigados a partir de Janeiro 2012 (Lucro Presumido) bem como das demais do Lucro Real – obrigados a transmitir desde a competência abril/2011! 

Gostaria recordar, que as Superintendências Estaduais de Montes Claros e Divinópolis já disponibilizam estes serviços a seus contribuintes.

Implantando tal receptor a nível do SPED, ninguém falará mais do fracasso do ENEM!

Melhoramos a proposta:

Cada arquivo PIS/COFINS transmitido antes do vencimento suspenderá a cobrança da multa por um mês de atraso em 2012! 

Analisaremos e Concluiremos: Nenhuma prorrogação trousse qualquer resultado em benéfico do projeto SPED – Ao Contrário: Contabilizamos o primeiro lixo eletrônico gerado em parceria com associações profissionais, composto de grande quantidade de arquivos de intermináveis paginas de erros sem possibilidade de transmissão.

Evidentemente, diante os resultados catastróficos constatados com referencia ao ano movimento de 2011 a RFB deverá extinguir a obrigatoriedade da transmissão da EFD Pis/Cofins referente 2011 e exigir a manutenção nos termos da IN RFB 1052 e demais obrigações – principalmente a cobrança das multas antes que venha ocorrer um novo desastre eletrônico.


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