EFD-Social: Operadora Claro pronto em 2015

EFD Social Viabilidade e Prazos: 

Empregador Domestico 01/2014 – demais obrigações após Copa e Eleições!

 Palestra realizada em Januária-MG em 05/11/2013 promovido pela delegacia do CRC

Cruzamento de Informações da Receita Federal e Riscos no SPED

 

 

Conforme palestra assistido em 04/11/2013 em Januária-MG, administrado pelo Auditor da RFB,  membro ativo de diversos componentes do SPED, contabilistas e desenvolvedores receberam importantes conhecimentos referente cruzamentos de informações da Receita Federal e Riscos do SPED. A palestra apresentou importantes questões da ESOCIAL.

Toda movimentação abrangida pela esocial deverá ser realizada através certificação eletrônica, seja por certificado digital, seja por código de acesso.

Toda movimentação informada referente empregador doméstico será contabilizado automaticamente na declaração dos respectivos empregadores

Empregador domestico: Deverá entrar em  vigor a partir de 01/2014, utilizando as funcionalidades do portal www.esocial.gov.br.

A EC 72 possivelmente será aprovado ainda em dezembro/2013.

Demais Empregados e Eventos:

Deverá ser disponibilizado (possivelmente) ainda em novembro de 2013  novo leiaute funcional e manual técnico com disponibilização do faleconosco.

Nenhum serviço programado foi disponibilizado até o momento: Consulta CNIS, Webservice, Acesso a Portal.

Deverá ser destacado, que uma eventual participação de cursos / treinamentos referente esocial, somente deverá ser agendado quando houver participação dos respectivos empregadores juntamente com seu contabilista responsável.

A partir da efetiva implantação da ESOCIAL – devendo ocorrer após eleições, copa, etc. etc – o empregado deverá utilizar seu certificado digital custeado pelo empregador com validade de 10 anos. Assim, a funcionalidade do contabilista será restrito  a confecção de obrigações acessórias como emissão e transmissão da folha pagamento, por exemplo, visto que demais tributos serão gerados diretamente pelo sistema ESOCIAL.

Pela conjuntura atual, somente empresas a partir de 10 empregados estarão obrigados a ESOCIAL.

O projeto da esocial contará com um portal semelhante ao Simples Nacional onde serão digitados / importados as informações necessários.

Dentro da atual concepção devemos considerar a proposta da Claro Operadora como adequado aos circunstâncias atuais, projetando seu funcionamento integrado a ESOCIAL  - como projeto real e possível - com data inicial previsto para 2015.

Acompanhe a Discussão

Conforme palestra assistido em 04/11/2013 em Januária-MG, administrado pelo Auditor da RFB, membro ativo de diversos componentes do SPED, contabilistas e desenvolvedores receberam importantes...mais
Consultoria SPED Fiscal, EFD Pis/Cofins e EFD Social - integrado com banco de dados NCM com 23000 itens codificados. Importação da base de dados com base de arquivos obrigatórios pela Legislação Tributária: SINTEGRA, MFD e...

Hugo Passarelli e Mariana Congo (Estadão)

A folha de pagamento digital (ou eSocial) vai unificar num único sistema o envio de todas as informações dos trabalhadores aos órgãos federais. Para se adaptar, as empresas terão de mudar a maneira como tratam esses dados.

Segundo a avaliação do sócio da consultoria Deloitte Dario Mamone Júnior, a maior parte das informações prestadas será de competência da área de recursos humanos (RH) das empresas, mas a integração entre setores será fundamental, principalmente na fase inicial de adequação ao sistema. "Estima-se que 60% de todas as informações necessárias ao eSocial venham do setor de RH, os outros 40% seriam divididos entre medicina do trabalho, compras, produção, vendas e fiscal. Com o eSocial o governo vai ter um retrato de todo tipo de vínculo trabalhista", diz.

Para a coordenadora da área trabalhista e sócia do Marcelo Tostes Advogados, Carolina de Pinho Tavares, haverá um aumento significativo de trabalho no setor de RH e isso vai exigir mais mão de obra. "Ainda que, no futuro, a proposta do governo seja de simplificação, essa obrigação será muito dispendiosa para as empresas", acredita.

Em geral, o eSocial transporta para o ambiente digital obrigações que já são cumpridas pelas empresas atualmente. Mas existem novas informações cadastrais sobre funcionários que passarão a ser obrigatórias, segundo previsto no layout do eSocial.

Um exemplo são os dados sobre se o trabalhador tem casa própria ou se usou o FGTS. "É um pedido da Caixa Econômica Federal. Isso pode gerar uma necessidade de acomodação para as empresas no começo, mas, de forma geral, as obrigações já existem e estão de acordo com a CLT", avalia o sócio da PWC Marcel Cordeiro. Por isso, segundo ele, a expectativa é de que a burocracia diminua em médio prazo.

A assessora jurídica da FecomercioSP, Ana Paula Locoselli, diz ter dúvidas se haverá, de fato, uma simplificação na prestação de contas ao governo. "A primeira impressão que tive sobre os layouts do eSocial (que vão orientar como preencher o cadastro) é que eles são complicados", diz.

Complicado? Para cada funcionário, até 48 eventos deverão ser enviados ao sistema (como admissão, acidentes de trabalho e folha de pagamento). Muitas empresas reclamam que esse é um número alto. Mas a Receita Federal refuta essa ideia.

"Nós não aumentamos o número de informações pedidas, são as mesmas informações que hoje são registradas. O que fizemos foi dividir para facilitar o envio cada vez que o evento ocorre. A empresa não tem que ficar juntando para mandar um único arquivo", diz o coordenador de Sistemas da Atividade Fiscal da Receita Federal, Daniel Belmiro. Ele lembra que o eSocial não é mais um programa de computador que a empresa terá que instalar, e sim um sistema que vai se comunicar com o sistema que a empresa já tem.

Na avaliação da gerente especialista em soluções de Tax & Accounting da Thomson Reuters no Brasil, Victoria Sanches, o impacto do projeto do eSocial ainda está sendo subestimado pelas empresas. "Não vai mais para dar ‘jeitinho’ em nada. O eSocial marca uma nova era das relações de trabalho", diz.

Trabalhador. O eSocial também vai permitir que os próprios trabalhadores "fiscalizem" se as empresas estão cumprindo com suas obrigações, como o depósito do FGTS, e tenham mais facilidade na produção de provas para processos trabalhistas. Da mesma maneira, as empresas terão como comprovar de forma mais fácil que estão em dia e não devem nada aos colaboradores.

Testes. O sistema só deve estar em pleno funcionamento a partir de 2015. Para testar o eSocial, o governo tem trabalhado conjuntamente com um grupo de 48 grandes empresas (chamado de GT48) que estão ajudando a encontrar falhas e propor melhorias ao sistema antes de sua obrigatoriedade.

Com 10 mil funcionários, sem incluir terceirizados, a operadora Claro é uma das empresa da fase de testes. A empresa tem hoje sete softwares de gestão corporativa, que fazem, por exemplo, folha de pagamento, passando pela gestão de pessoas, jurídica e fiscal. Para se adequar ao eSocial, a empresa está realizando a integração dos sete softwares, de forma que todos sejam aderentes aos layouts do eSocial.

A diretora de planejamento tributário da Claro, Alessandra Heloise Vieira, está no comando do grupo que reúne representantes de vários departamentos para traçar a estratégia de adequação ao eSocial. Dentre os problemas previstos, Alessandra conta um simples "meu próprio nome dará incompatibilidade no eSocial, pois meu cadastro, quando entrei como funcionária na Claro, tinha meu nome de solteira. Depois que eu me casei, o meu nome junto ao CPF foi atualizado, mas o cadastro na Claro continua igual".

Emprego. Além de alterar o cotidiano das empresas, o eSocial vai impactar na coleta de dados que orientam políticas públicas, como o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

"Com a implantação do eSocial, nós passaremos a receber novas informações, mas, em paralelo, continuaremos a receber a Rais e o Caged. Assim que nós vejamos que o que está vindo pelo eSocial é uma informação de qualidade, passaremos a substituir o envio atual", afirma José Alberto Maia, auditor fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). "A estimativa é, do terceiro ou quarto mês, nós já saberemos se o Caged já estará a contento", diz.


Questionamento SPED BRASIL


A referencia a 2015 consta no Estadão, Fenacon, etc. etc. a Claro tem direito a resposta. Veremos.

Resultados da pesquisa

1.   Notícias sobre Testes. O sistema só deve estar em pleno ...


1.    Como o eSocial muda o dia a dia da sua empresa

Estadão ‎- 6 dias atrás

Testes. O sistema só deve estar em pleno funcionamento a partir de 2015. Para testar o eSocial, o governo tem trabalhado conjuntamente com um grupo de 48 grandes empresas (chamado de GT48) que estão ajudando a encontrar falhas e propor melhorias ao sistema antes de sua obrigatoriedade.

2.   Folha de pagamento digital vai aumentar arrecadação ... - Fenacon

www.fenacon.org.br/noticias-completas/1466

o    Em cache

O sistema entrará em operação ao longo do ano que vem e deve estar em pleno .... Testes. O sistema só deve estar em pleno funcionamento a partir de 2015. ... com um grupo de 48 grandes empresas (chamado de GT48) que estão ajudando a encontrar falhas e propor melhorias ao sistema antes de sua obrigatoriedade.

 



Paulo C. D´Amore disse:

Olá... justiça deve ser feita de fato: No ESTADÃO não consta qualquer referência a 2015.

Então fica valendo o atual CRONOGRAMA e-SOCIAL, agora com as datas ´deslocadas´ para MAIS UM MÊS Á FRENTE, pois outubro-2013 é história do passado, e a principal meta não foi cumprida.

Como o evento subsequente (TESTES) não pode acontecer sem que tenhamos os leiautes e Manuais Técnicos para prover nossos sistemas com o propósito de gerar os XMLs, expondo-os a análise e exame no ambiente de pré-produção (estimado para ser disponibilizado NOV-2013 !!!), entendo que todos os eventos deste cronograma, á partir do mês corrente, estão automaticamente estendidos para mais um mês.

Mas isto é uma questão de LÓGICA e, aí é que reside o problema, infelizmente.

Pelo LÓGICA do Consórcio e-SOCIAL tudo será muito fácil (agradecemos aqui de público o reconhecimento á nossa competência), não haverá acréscimos de dados ou tarefas (todos concordamos que isto NÃO É VERDADE) e o retorno dos seus produtos será muito bom, consolidado, etc... 

Pela ângulo de visão dos profissionais de RH das empresas, dos desenvolvedores e dos Srs. Contadores, a LÓGICA é bem outra... 

Muita coisa ora em prática e até de funcionamento operacional regular, deveria ser previamente alterada com vistas ao e-SOCIAL pretendido. Os Srs. Contadores podem elencar um bom número delas. Não sei se representantes destes, participantes do consórcio e-Social, salientaram tais questões. Nas palestras, quando suscitadas pelo público presente, são rebatidas com o argumento de que são leis ou decretos , então devem ser cumpridos passivamente. Mas e o método, a sua operação, o seu custo, o controle, vale á pena ? - O e-Social está informatizando (tentando) as relações trabalhistas no sentido de manter o mesmo status-quo operacional, a meu ver arcaico e complicado. E, vindo para complicar ainda mais.

O ideal seria uma NOVA SISTEMÁTICA, moderna, eficiente, e compatível com o recursos que hoje temos em mãos.

mas......

GSTQ - abraços.

 

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Fonte: (matéria Claro)
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