Bio

CHAMO-ME Cristina Mota NASCI em Lisboa VIVO em Nova Iorque INVESTIGO Processamento de Linguagem Natural
ENTRETENHO-ME a cozinhar para os amigos, a ir ao cinema, a ler livros, a tirar fotografias SOU optimista ADORO gelados


Desde que terminei a Licenciatura em Engenheira Informática e de Computadores pelo Instituto Superior Técnico, tenho-me dedicado ao Processamento de Linguagem Natural (PLN) em textos escritos em português. 

Dei os meus primeiros passos em investigação no LabEL (Laboratório de Engenharia da Linguagem quando ainda pertencia ao Centro de Automática da UTL, no Instituto Superior Técnico), onde estive de 1997 a 2004. Trabalhei essencialmente no desenvolvimento de dicionários e gramáticas electrónicos. Em 1999 obtive o DEA (Diplome d’études approfondies) pela Universidade de Paris 7. 

Após um começo de doutoramento atribulado, em 2001, na Universidade de Paris 7, reiniciei o doutoramento em 2005 com um novo tema (e novos orientadores) no Instituto Superior Técnico, em colaboração com o L2F (INESC-ID) e a Universidade de Nova Iorque. Tenho estado na Universidade de Nova Iorque como investigadora convidada desde Setembro de 2006 a trabalhar em reconhecimento de entidades mencionadas numa perspectiva temporal, que é o meu tema de tese de doutoramento. Concluí o doutoramento em 2009.

De 1999 a 2003 fui monitora de cadeiras relacionadas com Linguística Computacional na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Tendo trabalhado na Linguateca de 2002 e 2003, no pólo do LabEL, recomecei em Março de 2008 uma nova colaboração cujos objectivos, inicialmente, se enquadraram no âmbito da segunda avaliação de sistemas de reconhecimento de entidades mencionadas em português; em Março de 2010 começou uma nova etapa focada na anotação de corpos com informação semântica.


ACREDITO que o futuro do PLN assenta na descoberta de métodos de análise e de armazenamento de informação textual adaptáveis e flexíveis que acompanhem a evolução do mundo e consequentemente da língua. De outro modo estaremos a construir sistemas e recursos para a informação de ontem.