Parece haver uma convergência do Presidente e dos ex-Presidentes na necessidade de encontrar governos alargados, de grande convergência. No entanto, o PSD não parece disposto a unir-se ao PS, a quem acusa de "amiguismo" e outros pecados.
O apelo à criação de entendimentos, ao evitar da demagogia, ao clima de verdade, parece ter caído, em grande parte, em saco roto.
Precisávamos que o PR se demitisse e candidatasse a PM. Talvez assim houvesse um líder partidário capaz de se entender com Sócrates.