O amigo do meu marido

" Bom, meu nome é Cláudia, sou uma mulher bem safadinha, tenho 24 anos, cabelos encaracolados até a cintura, 1.67m, 56Kg, seios médios e uma bundinha bem arrebitadinha, eu gosto de provocar os outros usando essas calcinhas tipo "asa delta", dessas que enterra todinha na minha bunda, coloco também calças bem apertada para que a marquinha da calcinha fique bem visível, ou micro saias que deixam os homens loucos! A história que vou contar agora aconteceu assim: Sempre fui muito fiel ao meu namorado, pois sempre realizei meus desejos e fantasias ao seu lado e sempre com sua aprovação e consentimento, mas este fato deliciosamente diferente. Meu namorado possui vários colegas de trabalho mas um em especial é muito bonito, charmoso, sedutor e demasiadamente gostoso. Se chama Paulo e trabalha junto de Roberto, meu namorado. Ambos se tornaram grandes amigos e sempre após o serviço, Paulo dava carona para Roberto, meu namorado, que me contava as escapulidas de Paulo e na hora de nossas transas, sempre, me contava oque o seu amiguinho, fazia com as estagiárias da empresa, que apesar de casado, ele comia todas as estudantes universitárias que passasse pela empresa. Fiquei curiosa e excitada em conhecer este tão elogiado e famoso amigo de meu namorado, para transar com a maioria das estagiárias da empresa em que trabalhava, deveria ser um sujeito muito gostoso. Todos os dias meu namorado me contava as proezas de Paulo e a cada dia a minha vontade de conhece-lo aumentava mais. E em uma festa de confraternização. Alugaram um bonito sítio por um final de semana. Saímos de BH na sexta feira e chegamos a noitezinha. Havia várias pessoas da empresa, entre estagiários, estudantes, funcionários efetivados, e o tal "Paulo" o amigo de meu namorado. Realmente o Paulo, era um homem encantador, 185m, cabelos pretos curtos, bonito, elegante, forte e bem apresentado, me conquistou logo do início com seus elogios. Apesar de sua idade (Paulo possuía inacreditavelmente seus 37 anos) era um tremendo de um gato e tinha qualquer mulher que quisesse. Apesar de estar acompanhado ao lado de uma bonita mulher, que vim a saber mais tarde, se chamava Suzana, sua esposa. Suzana estava chamando atenção de todos os homens no sítio, inclusive de meu namorado, pois usava uma shortinho curtíssimo e a rapaziada gostava de ver aquela louraça se exibir. Fui apresentada aquele bonito casal e enquanto isso, Suzana, não desgrudava os olhos de mim e me elogiava muito também, até que me pediu licença para conversar com outras meninas, me deixando a sós com seu marido gatíssimo e ao pegar a sua mão senti até um friozinho, uma mão enorme, macia e bem tratada, um perfume delicioso de homem. Ficamos conversando bastante tempo sobre assuntos pessoais, tanto sobre os dele como sobre os meus. Disse-me que amava sua mulher e ela a ele. Eu respondi o mesmo sobre meu namorado. A noite se prolongava e trocamos opiniões sobre nossas vidas pessoais e familiares. Paulo me olhava compenetrado e dizia que gostava muito de meu namorado e o considerava como irmão e agora passaria a gostar de mim, pois havia se encantado com meu jeito, minha beleza infantil e inocente...e um corpo sensual transfigurado em uma menina mulher e eu possuía uma maneira diferente e adulta de se comportar, conquistava qualquer pessoa com meu jeito. Fiquei encabulada com aquele comentário e os largos elogios que me dizia. Me abraçava, me elogiava, me chamava de ninfetinha, gatinha e começou a me agradar. Sua esposa sorria como um breve consentimento, pois as nossas diferenças de idade, não poderia prever muita coisa. Fui para o quarto e fiquei com o olhar daquele homem sobre mim, em minha cabeça. Contei para o meu namorado e ele começou a rir e disse que o seu amigo, possuía uma estonteante e sensual mulher –e que jamais ele trocaria a sua mulher...visto que eles se amam e se respeitam muito, por mais atraente que eu podia ser, era natural, já que eu era uma garota muito gostosa. Eu também pensava assim, mas o fato é que eu podia ver nos olhos do Paulo ele me comendo com os olhos. Fomos para o quarto daquele sítio e logo começamos a transar. Transei com Roberto naquela noite deliciosamente, pois imaginava o tempo inteirinho o seu amigo. Cheguei a gozar quando meu namorado pediu para pensar no Paulo me possuindo... a mencionar o nome dele por diversas vezes...meu namorado já acostumado com isso, se deliciava e me incentivava a seduzi-lo. Gozei maravilhosamente bem...como há muito tempo não gozava... dormi relaxantemente e fiquei nas nuvens só de imaginar aquele colosso de homem me possuindo... eu que sempre gostei de homens mais novos, agora estava experimentando uma nova sensação...deliciosa...No dia seguinte, acordamos bem cedinho, o sol forte e o clima quente me obrigou a colocar o meu biquíni curtinho e fui para piscina, notei que os olhares dos homens se concentravam em mim e na esposa de Paulo. Vi aquele homem entrar dentro dágua e confirmei o que eu imaginava. Seu corpo era maravilhoso e digno de uma estatua greco-romana, e sob a sua sunga um volume considerável. Meu namorado percebendo que eu o fitava descaradamente, chegou a discutir comigo, me pedindo para ser mais discreta. Devolvi de imediato a resposta, pois ele também comia a Suzana com os olhos e completei: "Chumbo trocado não dói..." Passamos a discutir e a chamar a atenção de alguns rapazes e garotas estagiárias que se banhavam dentro da piscina. Virei-me de bruços e fiquei com a bundinha arrebitada, voltada para o sol que queimava e me bronzeava. Meu namorado foi obrigado a ouvir os seus colegas de serviço jogavam gracejos sobre minha bundinha, até que de repente, ouvi uma voz poderosa num tom de brincadeira dizer: "O que é isso? Não vão brigar né?..." Levantei a cabeça e vi Paulo com um sorriso encantador... Paulo pedia calma ao meu namorado que tentava achar desculpas para brigar comigo. Tudo porque os louros cabelos, as minhas pernas costumavam atrair até os olhares das estagiárias, o que provocava ciúmes do meu namorado. Eu achava graça, ele não queria me exibir? Paulo só limitava a dizer... "Toda mulher é assim mesmo, Roberto, converse com Suzana pra você vê...ele se levantou e foi bajulado por Suzana, esposa de Paulo. Roberto foi andando até Suzana e ficaram conversando. Paulo deixou meu namorado com sua esposa e voltou, sentou-se ao meu lado e perguntou-me o motivo da briga e da minha tristeza. E eu disse que estava chateada e que não gostava do jeito que o meu namorado era nessas ocasiões. Ele me surpreendeu dizendo que meu namorado não sabe como tratar uma garota tão charmosa e bonita como eu. Virei meu corpo e percebia os olhares de Paulo sobre todo meu corpo... passamos a conversar não lembro como, mas o assunto acabou em sexo e prazer, e eu revelei que em matéria de sexo tinha alguns gostos que tinha vergonha de revelar. Cada vez mais curioso, ele sugeri que eu me abrisse totalmente, sem esconder nada, em troca ele faria o mesmo comigo. Eu topei. Eu confessei para ele que meu namorado tinha muito ciúme de mim, mas era liberal. Foi então que bateu um calafrio quando ele me perguntou se eu teria coragem de chifrar o meu namorado? Apenas sorri num consentimento e comecei a imaginar meu corpo sendo tocado por ele, minha pele roçando na dele...fechei os olhos impensadamente, soltei um gemido baixinho envolvida nas minhas fantasias...ele percebeu e olhou para mim...senti meu rosto queimar de vergonha "O que ele ia pensar de mim? " pensei eu...passei a olhar apenas para frente, tentando disfarçar minha excitação... mas como ele e muito amigo de meu namorado fiquei constrangida em dar um corte... Me convidando para um passeio pela propriedade. Aceitei na hora, pois eu estava puta de ódio de meu namorado. Caminhamos ate o jardim, onde começamos a conversar. Eu nunca tinha dado trela para o Paulo mas estava com vontade de dar uma volta e nesse momento ele me pareceu uma ótima companhia. Passamos em frente ao meu namorado que conversava animadamente com aquela loira, esposa de Paulo, que disse: "Tome conta deste garoto, meu bem...vou esfriar essa menina que está muito nervosa". Ela só respondeu maliciosamente: "Ta bom...pode deixar...adoro tomar conta de garotos!" Fingi que não entendi e fomos no meio das árvores por um caminho de pedras. Notei que ele estava de olho nas minha bundinha e pernas, afinal eu estava com um biquini sensual. Nesse momento ele parou e no meio da mata e me surpreendeu colocando a mão na minha boca...silenciando-me disse baixinho no meu ouvido: "Vamos aproveitar que o seu namorado está conversando com Suzana, eu quero você, quero sentir sua pele branquinha, seu perfume gostoso e pegou pela cintura, me enlaçou e deu um beijo gostoso, cheio de tesão. O beijo me acendeu e comecei a me soltar ainda mais. Fui passando as mãos pelo peito dele, acariciei as costas, passando minhas unhas de leve, até que empalmei o pau razoavelmente duro por cima da sunga. Como eu tinha tido que não queria dar bandeira, pedi para parar e voltar para a piscina, que sua esposa ou o meu namorado poderiam nos seguir e nos flagrar.. Mas ele me disse que queria me mostrar algo e me ajudar. Entrávamos para dentro da mata fechada e de mãos dadas, sobre uma trilha, meu coração estava a mil por hora e louca de vontade de saber onde ele queria me levar e o que queria fazer comigo. Chegamos numa casinha que deveria ser do caseiro e não dava para ser vista da casa principal. Entramos e fiquei surpresa, era muito bem arrumada, com uma cama de casal no estilo rústico e um banheiro, no outro lado tinha uma bancada almofadada, como se fosse um quiosk. Estávamos todos em silêncio total... Como que para provar a minha declaração anterior, ele disse que minha confissão o tinha deixado de pau duro e que adoraria enfiar o pau e gozar no meu corpo. Que desde a primeira vez que me viu tinha achado meu corpo gostoso e que agora tinha descoberto que, alem de gostoso, era um corpo jovem, de ninfeta ansioso para levar uma pistolada. Essas palavras, agressivas e machistas elevaram meu tesão as alturas. E ele disse que adoraria sentir o sabor dos meus lábios na sua boca. Eu fingi que não prestei atenção e virei o rosto...nisso ele começou a passar a mão nas minhas pernas (foi o suficiente p/ mim gelar e ficar molhadinha)eu tava morrendo de medo e fugindo daquela situação...subiu um pouco mais e tocou na minha xaninha, começou a beijar meus seios, subiu meu biquini e veio p/ cima de mim, eu quase implorando p/ ele parar e me deixar...em vão! ele tentava tirar todo o meu biquinie...eu imóvel...pedindo p/ ele parar pq eu tava com medo...novamente em vão! ele me deu um beijão daqueles que tiram o fôlego e começou a abrir as minhas pernas...e eu tentando fechá-las...mas como ele é mais forte logo elas já estavam arreganhadas...eu tentei sair, mas ele me segurou forte pela cintura me levando até ele... e disse baixinho p/ mim confiar nele que iria ser muito gostoso e que poderíamos fazer aquilo sempre que me desse vontade, eu nada convencida e ainda pedindo quase sem voz p/ ele parar,mas tive que ceder à aquelas mãos fortes e aceitar. Como eu sabia que meu namorado não iria me procurar por ali tão cedo, começou a me alisar os cabelos e o corpo semi-nu e a falar no meu ouvido que queria me possuir, que sempre me achou a menina mais linda que ele já tinha visto, em vez de ficar brava com ele eu fiquei muito excitada, acho que era o jeito dele, fui ficando com a buceta molhada, ele se chegou mais e me tascou novamente um beijo na boca, eu cedi e o beijei começando a sentir as mãos dele pelas minhas pernas e seios. "... você fica bem gostosa com este biquíni". Foi ai que ele foi abaixando a sunga e eu fiquei horrorizada com os olhos fixos naquela ferramenta pedi que não fizesse isso, pois meu namorado poderia aparecer a qualquer momento. Passou a se masturbar e acariciar o pênis: "- Olha aqui... como você me deixa, e diga que não fica olhando as vezes para meu pau? Nesse momento baixei os olhos e algo já tomava conta de mim mas a razão falou mais alto, pedi para parar com aquilo, que isso não era certo, meu namorado poderia nos ver e foi ai que ele encostou em mim, eu não raciocinava, quando estou com tesão pareço outra pessoa, porem aquela era uma situação inteiramente nova e fiquei sem saber o que fazer, ele então passou a mão na minha bunda, afastou e disse: - Olha aqui sua vadia, eu sei que você gosta de pica seu namorado me confidenciou que você sonha e adora um cacetão e que andam a procura de novas emoções. Eu e Suzana também gostamos de comer garotinhas como você!" e nessa hora ele pegou minha mão e dirigiu ao pênis dele, eu não tinha mais forças. Calculei que tinha uns 26cm, era muito grosso e tinha uma cabeçorra vermelha e brilhante que me hipnotizou, estava me arriscando, amo meu namorado mas era um tesão que me dominava e eu tive um susto, é bem grosso, mas aquilo era diferente, não dava para calcular na hora era extremamente grande e não dava pra fechar a mão segurando nem a metade do calibre daquele homem, algum tempo ele já me tentava, fiquei um pouco estranhando o tamanho daquele pênis, segurei aquele pênis enorme fechei os olhos, joguei minha cabeça para trás e me entreguei de corpo e alma a ele, estávamos incendiados de tesão... Eu queria oferecer ao Paulo o que os outros apenas admiravam na beirada da piscina. Olhei para baixo e vi seu pau gigante e...ele beijava minha boca, lambia meus lábios e procurava minha língua...lambia meu pescoço...tirou meu biquini deixando meus seios expostos para poder segurá-los com firmeza...metia a mão na minha buceta lambuzada...esfregava os dedos e depois lambia...eu como uma fêmea enlouquecida de desejos, querendo ver o peito macio e úmido daquele homem q me deixava de um jeito que nem eu imaginava que pudesse ficar um dia... puxou minha tanguinha até os joelhos e me deixando semi nua naquela casa. Sem falar nada, me deitou no sofá e começou um banho de língua. Ao chegar a xotinha ficou chupando demoradamente, me causando arrepiou e tirando gemidos da minha boca. Me levantei e sem resistir e disse que estava ficando louca de tesão, e que estaria dispostas a obedecer todas suas ordens... Comecei a beijar o peito...a barriga... Ele colocou seu pau ao meu alcance, e dizendo que minha boca estava muito vazia, mandou eu dar uma mamada. Eu já estava excitada pelo clima, e com uma ordem, assim, direta, meu tesão aumentou mais ainda. Deslizei meu corpo até o meio de suas pernas e me ajoelhei, pedi apenas que ficasse vigiando a aproximação de alguém. Comecei a chupar cheia de vontade. Coloquei seu pau na boca, chupando bem forte e gostoso, eu lambia todo, colocava seu pau todo na minha boca ate não conseguir mais. Comecei a lamber a cabeça da rola...mas eu queria mesmo era colocar tudo na boca...e foi o que fiz...chupava...colocava e tirava...fazendo voltinhas com minha língua...lambuzando com minha saliva...descia mais e chupava o saco....voltava a chupar a rola...num movimento de vai-e-vem cada vez mais acelerado...ele me acariciava os cabelos...e quase desloquei o maxilar para abocanhar a cabeça grande demais. Enquanto eu chupava, ele me chamava de puta e vadia, mandando chupar com mais intensidade e força...e assim o fiz... Eu continuei engolindo todo o pau e a acaricia-lo com a língua. Fiz um entra e sai na boca e depois segurei-o com as duas mãos, batendo-1he uma gostosa punheta. Alternando com algumas chupadas, levei meu o amiguinho do meu namorado a loucuras. Comecei a sentir que ele se contraia cada vez mais rápido e forte em minha mão, coloquei-a na boca, onde ele despejou um rio de porra grossa e quente. Dirigi o jato na direção do meu rosto e peitos e fiquei totalmente lambuzada com o leite cremoso. Ele gemia e respirava ofegante, só me mandava engolir tudo!! Voltei a colocar a cabeça do pau na boca e lambi até deixa-la completamente limpa. Ao final, ele disse que eu estava de parabéns, que sabia chupar um pau como uma verdadeira galinha, mas que iria aproveitar de todos meus buracos. Quando num impulso me levantou até o rosto...olhou nos meus olhos e me puxou...fazendo que eu ficasse de quatro... de forma que meu quadril ficasse empinado e minha buceta e meu cuzinho bem abertos para ele.. Ele me deitou no sofá, com as pernas apoiadas no braço do sofá, o que fazia que minha xotinha ficasse bem mais saliente, exposta ao meu dominador. As coxas estavam bem abertas. Ele aproximou o pau da minha xota, e abrindo os lábios, começou a entrar no meu corpo. Ele foi empurrando o pau, abrindo minha vagina. Ele posicionou a cabeça e foi enfiando bem devagar, senti uma queimação e quando a cabeçorra passou ele forçou mais um pouco e quase me rasgou no meio, estava pegando fogo, mas fazia meu corpo se contorcer de prazer, ele notou isso e forçou o resto para dentro de mim, chegando até o meu útero. Paulo ia dizendo : "Aos poucos você se acostuma com a grossura do meu caralho," E pouco a pouco foi metendo, centímetro por centímetro, até que todo o pau estava dentro. Comecei a rebolar abrindo mais as pernas, para uma penetração mais profunda. Queria sentir minha vagina cheia. Nossos corpos mexiam, e seu cacete me ocupava inteira e batendo forte no meu útero. Paulo então começou a acariciar os peitinhos com uma mão, enquanto falava frases picantes como....- quero sentir essa bucetinha apertadinha mamar nesse cacetão com as paredes esticadinhas apertando a cabeçona lá bem no fundo......... quero sentir a cabeçona inchar lá no fundo para encher todinha a bucetinha com um montão de porra quente...... e ,eu o respondia,.....quero sentir a cabeçona alargar a porta da bucetinha,......quero que você meta todo esse cacetão na minha buceta,........quero que arrombe minha bucetinha,.....quero gozar com esse cacetão dentro da buceta,...........quero sentir ele tremer lá dentro despejando porra bem quente lá no fundo......quero me sentir inundada com a porra do seu cacete...... quero que meu namorado veja minha bucetinha arrombada pelo seu cacetão e fique afogado e veja escorrer porra,.....quero que ele veja que eu fico alucinada com outro cacete na buceta.......Ele me comia com forca, num movimento de vai e vem bem selvagem, colocava tudo. Falava que minha xota era gostosa e devia ser comida com muito prazer e tesão. Que eu era sem-vergonha e que iria me desmanchar de tanto me fuder. Eu gritava de prazer toda vez que ele enfiava tudo, pedia mais e cada vez mais forte. Sem censura, pedia que me xingasse e me fudesse com todo tesão possível acelerava os movimentos. Eu gemendo , gritando e xingando : -- " Mete , filho-da-puta , mete ! …. Me arromba … me arrebenta , corno gostoso…. Caralho , nunca engolí uma vara deste tamanho … parece um tronco de arvore …. Ai caralho … parece que vai chegar no meu estômago ….. puta-queo-pariu , que delicia …. Fóde puto …. Come essa buceta faminta … me arrebenta tôda….. ai caralho , vou gozar …. Não agüento mais … vou gozar … ai meu deus … ai, ai !!! Percebendo o orgasmo chegando ele começou a se enfiar furiosamente o mastro , puxando até a ponta e descendo de uma vez só , gritei e ele metia como um louco , até cair desfalecida ao lado dele. Paulo me pegou pelos quadris novamente, posicionou aquele pedaço de carne enorme na entrada de minha vagininha e começou o vai-vem que durou uns vinte minutos. Comecei a rebolar...pincelando...ele segurava o pau em pé para que eu esfregasse minha buceta molhada naquela cabeça deliciosa...eu continuava rebolando...provocando...até que ele me puxou com força...fazendo que eu sentasse de uma vez..."Ahhhh...que rola gostosa que você tem !!!"... ele me ajudava nos movimentos...eu sentava e levantava...lambuzando-o com meu mel quente..."Isso menina safada, senta gostosinho na minha rola, vem e goza pra mim !!"...ele falava isso com a voz forte...quase ordenando...mas nem precisava...meu gozo chegava deliciosamente..."Huuuuuu...Huuuu...delícia..."... quando senti ele enfiar com mais força e gritar esguichando vários jatos de porra me enchendo com seu líquido quente, aquilo saía com uma pressão incrível, parecia uma mangueira de bombeiro apagando o meu fogo. Sem perder tempo saí daquela posição e eu não resisti abocanhei aquela pica e comecei a mamar com toda vontade , enquanto punhetava cada vez mais rápido sentia o gosto da porra daquele macho antes de nos trocarmos e irmos de volta para a festa., Eu estava sentindo a porra escorrer pelas minhas pernas e a minha buceta arder muito. Apesar de ter gozado várias vezes inacreditavelmente, seus culhões enormes, deviam guardar vários litros de esperma, tamanha a quantidade e a violência do gozo , o caralho continuava de pé , tão duro quanto antes , apontando para o teto , pulsando e todo melado da minha saliva e do leite dele mesmo. Eu ainda sentia o gosto da minha própria boceta , todo espalhado naquela vara. Paulo indicou que outro gozo estava chegando. Abocanhei aquela cabeça vermelha disposta a beber mais aquela porra, começou a esguichar forte e quente na minha língua , numa quantidade que quase me sufocou , me obrigando a tira-la da boca por um momento . Os esguichos livres inundavam meus lábios, refeita ,voltei a beber direto na fonte aquele néctar dos deuses , salgado , delicioso. Nunca ví alguém gozar tão fartamente , e fui novamente obrigada a soltar o pau sob pena de engasgar. "Isso meu anjo, mama meu cacete...mama um cacete de um homem de verdade porque agora eu quero comer o seu cuzinho safado, empina bem esse cu pra mim, deixa-me lamber ele antes! "... levantei um pouco...empinando bem...sentindo aquela língua macia lubrificando meu cuzinho... Meu corpo todo tremia de tesão e minha cabeça dava voltas , e aí cometi a loucura da minha vida . -- "Vem cá segurar esse caralho enorme que eu vou engolir isso tudo no meu cú ! … não posso passar o resto da vida sem saber o que é ser enrabada por um pau deste tamanho….. vou dar o rabo" "para você...o melhor amigo de meu namorado , nem que me rasgue toda.." " Vou te rasgar no meio ! … minha buceta está ardida inteirinha e agora eu quero leva-lo no cú Paulo não acreditou e disse que eu não agüentaria, que nem com Suzana, sua esposa, que possui uma bundinha empinadinha e cheinha ele tinha conseguido fazer sexo anal na vida. Achei aquela confissão um verdadeiro desafio para mim e disse que queria pelo menos tentar, queria lhe dar essa primeira vez, já que ele tinha feito o favor de realizar meus desejos. Alguns preparativos pensando na melhor forma de acolher aquela picona, colocamos dois travesseiros sobre a cama onde me deitei de bruços colocando-os sob a bunda. Apesar de estar melada, ele lambia meu cuzinho mandava abrir bem minhas pernas senti sua língua invadindo meu rabinho. Que sensação, que maravilha. Eu fui perdendo o medo, substituído por uma excitação anormal. Paulo enfiava a língua no meu cuzinho e deixava- bem molhado com saliva e passou bastante por fora do cú, e deu uma enfiada funda e forte com o próprio cacete. Eu relaxava ouvindo palavras doces e sendo acariciada por Paulo, e de repente senti a cabeça entrando naquele terreno pantanoso. Paulo, talvez preocupado com o tamanho do pau em relação ao meu cu, perguntou se eu realmente queria continuar. Já tomada de tesão,eu falei que sim, que queria. Que desejava demais levar aquela coisa toda no cuzinho, mas que tinha medo, era grande demais, mas queria tentar. O amigo de meu namorado, disse que eu tinha uma bundinha muito gostosa e era muito doce e colocaria com cuidado. Ele colocou a ponta do seu caralho na porta do meu cuzinho e disse para relaxar que o pau começaria a entrar. Ele foi socando devagarzinho, não entrava fácil, eu gemia de dor, mas pedia para não parar. De cócoras para Paulo , abrí bem minha portentosa bunda e sentí Paulo encostando aquela cabeça grossa nas minhas preguinhas . Ainda me deu um frio na barriga , mas a tesão era maior e comecei a forçar a portinha com a ajuda prestativa de Paulo . Por uns momentos parecia impossível que meu cú se abrisse o suficiente para engolir aquilo tudo , mais uma dorzinha leve me indicou que ele estava entrando . Mordi os lábios e dei um empurrão forte para baixo . Minha vista até escureceu com a dôr que eu sentí , mas os gemidos de Paulo me indicaram que a cabeça tinha entrado tôda . Juro que vi estrelas e tentei desistir, mas Paulo foi mais rápido e disse: "agora que cheguei até aqui sua puta, eu vou comer sua bunda gostosa até rasgar o teu cú". Dizendo isso me segurou pelos ossos da bacia, me imobilizando e meteu "metros" de pica no meu rabo, me encaixando e impedindo minha fuga. Perdi o fôlego enquanto ele afundava mais e mais, e me surpreendi quando descobri que atrás, ao contrario da bucetinha, era possível enterrar tudo, já que cú não tem fundo. Quando entrou tudo tive um alivio, mas como ardia o meu cu. Começou um vai-vem, e a dor foi passando, eu gemia de prazer me fazendo soltar gritos que acho que poderiam ser ouvidos até na casa, por isso me fodia e tampava minha boca para que eu parasse de gritar muito escandalosamente. "Pare de gritar menina...seu rabo é delicioso... você ainda vai me agradecer por te descabaçado o cu...preocupado ele segurava minha boca. Parecia que minha bunda estava pegando fogo, eu mal conseguia piscar. Ele então tirava até só deixar a cabeça dentro, e depois enfiava tudo novamente. Eu dizia: "Me fode com essa vara, mete no meu cu, me arromba toda, sou sua putinha, me enche de porra". Feliz, ele enfiou sem dó uma, duas, três vezes rapidamente em meu cuzinho. Eu mordia um pedaço de pano de dor e tesão, sabia que ainda teria que agüentar algum tempo antes dele gozar no meu cu. Foi enfiando e mexendo. Batia, de leve, na minha bunda e me mandava rebolar. Ele dizia: - Rebola esse rabo pra mim, piranha e vadia. Paulo falava, como que para me estimular: - Vadia, puta. Quero ver você agüentar ate o fim. Não queria ser fodida por um gigante? Puta é o que você é, e puta serve pra matar vontade de sexo de todos os caras que te encontrarem. Ele metia com força e dizia: "Eu sei que você adora isso! Cadela, ordinária! Vaca! Puta! Seu namorado pensava que você era santa? Ele sabe a vagabunda que ele tem?" E eu respondia: "Sabe, ele sabe que eu não presto! Ele sabe que adoro tomar pau!" Eu me sentia sendo currada, sendo partida ao meio por aquele macho gigante. À medida que ele se movimentava, entrando e saindo do meu rabo, ia me chamando de cadelinha gostosa e eu ia me sentindo a própria. Meu rabo ficou até adormecido , mas rapidamente a dor foi sumindo e ganhei coragem para enfiar mais um pouco. Era muito mais fácil depois de passar a cabeça , e fui descendo minha bunda , sentindo aquele caralho enorme me invadir , duro como pedra , arrebentando o resto das minhas pregas . Mais um pouco de dor , e logo aquela pica monstruosa estava toda alojada dentro da minha bunda. Dava para sentir a pulsação daquele monte de carne enfiado no meu pobre cuzinho , e com um certo medo de sentir mais dor , comecei a puxa-lo para fora. Tomando cuidado para não escapar a cabeça , voltei a sentar lentamente , agora sem dor alguma , e uma sensação impossível de narrar. Como eu estava de costas para o Paulo , literalmente ajoelhada, com a bundinha impinada, deliciosamente de quatro o filho-da-puta , começou a me dar palmadas na minha bunda , cada vez mais fortes ,com aquelas mãos enormes e ásperas , me xingando de tudo : -- "Puta cú gostoso ! … engole meu caralho , sua puta … poucas mulheres agüentam minha piça no rabo como você …. Puta cuzinho macio …. Assim sua putona …. Rebola o cú … não deixa escapar meu pau senão eu te bato com mais força nessa bunda poderosa " -- " Você achou que eu não agüentaria , não é seu filho-da-puta , cafajeste….. picudo gostoso …. Meu cú agüenta pau maior que esse e ainda pede mais … bate na tua puta , bate … deixa minha bunda vermelha …. Judia da tua menina vadia …. Enfia com força , arrebenta minhas pregas , seu corno …. Me arromba toda de uma vez … me usa , me fode … enche meu cú de pau ….. mete vagabundo … cavalo .. puto.." Quanto mais eu xingava mais ele batia em mim e minha bunda já ardia tanto dentro quanto fora , me levando a loucura , aumentando os movimentos de entra e sai sem me importar com o tamanho descomunal daquela pica . Quando eu sentí meu cú pegando fogo , dei uma apertada forte naquela vara e sentí os primeiros esguichos de pôrra inundando meu rabo. Um gozo alucinante me invadiu , e comecei a esporrar sem parar , rebolando a bunda tôda enterrada no pau , gritando e mexendo sem parar . Nem dá pra explicar a sensação que eu sentia enquanto estava sendo rasgada ao meio. Ele atrás de mim, gemendo e dizendo coisas obscenas com o saco a bater sem parar na minha bunda. Como que perdendo o controle sobre o corpo ele enterrou tudo de uma só vez, rasgando meu cu numa penetração alucinante enfiando-se inteiro até o fundo do meu rabo. Não pude segurar um urro ao sentir esta última invasão, comecei a chorar de dor e prazer. Meu corpo estava explodindo, quando eu senti ele se curvar sobre mim para tentar entrar, como se fosse possível, mais e mais. Paulo sussurrou, "Cachorrinha, você tem que se abrir quando seu namorado quiser te enfiar, você entende?" Entre soluços, gritos e gemidos eu disse que sim, que iria me abrir mais para meu macho.. Ele fodia duramente o meu cu. Seu tesão aumentou o meu, e me espremi de encontro ao seu pau, levando você mais ao fundo. Ele fodia mais e mais forte, mais rápido, girando o pau no fundo do meu rabo, e aí eu comecei a gritar. Tremidas de gozo atravessavam meu corpo, gozei violentamente, mas ele continuou e continuou, até explodir dentro de mim, com gemidos roucos e sensuais, até que eu enlouqueci, apertei seu pau com o que ainda restava de músculos do meu cuzinho, apertava e soltava, até que outras ondas de gozo tomaram conta do meu corpo. Meus gritos se se transformaram em gemidos, ele saiu de dentro de mim. Parecia que todos os meus órgãos iriam sair juntos , e não acabava mais de sair pau de dentro de mim. Senti completamente alargada e Paulo se aproximou e me beijou, murmurando "linda putinha, cachorrinha, muito boa vadia". Eu consegui puxar teu rosto para mim, e depositar um doce beijo nos teus lábios. Eu estava toda melada, com uma grande dor na xota e agora também com dor no cu, mas estava feliz! Estava dolorida, mas gozada e satisfeita! Aquele homem devia ter um poço de pôrra dentro dele, pois a quantidade que eu sentia esguichar dentro de mim era tão grande quanto aquela que eu bebera a poucos minutos. Terminada aquela sessão de sacanagem, Com as pernas amolecidas , fui ajudada a sair por ele e desmaiei . Não sei quanto tempo depois acordei suavemente sacudida sussurrando que estava na hora de irmos eu me acalmei e voltou a vida. Ele se vestiu e eu fiquei deitada desfalecida com um mar de porra misturada com sangue a escorrer do meu cú. Olhei para a janela do quarto e vi meu namorado parado me olhando com os olhos vidrados, iluminados pelo tesão. Neste dia não tive mais condições de mais nada pois estava toda amortecida, doida, cansada e arrombada. Vesti meu biquini e voltamos para casa. No caminho ele me disse que assim que eu havia ido para o meio da mata ele e Suzana foram atrás e queria poder me observar sendo comida e disse que adorou o que viu abrindo para nós novas portas do prazer. Com mais este relato espero que, principalmente as mulheres que o leiam, tenham a certeza de que a liberação sexual é algo que nos torna mais vívidas a vida, ao amor, ao tesão. Sentia meu cu ardendo, minha vagina estava ensopada, mas eu tinha realizado meu sonho de transar com Paulo, o amigo mais gato de meu namorado, um gigante. Sinceramente, não quero repetir esta fantasia tão cedo, fiquei quatro dias com dor na xota e quase uma semana sem poder sentar direito, mas como fantasia não me arrependo. Voltei para o casarão do sítio mancando... e me perguntaram o que tinha acontecido?! Eu disse que havia caído e torcido o meu pé... Procuramos casais jovens, ninfetas e rapazes sigilosos com local para receber....BEIJOS kasaldenoivosbh@bol.com.br
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