Divulgação Científica

Ouro Azul e as Guerras Mundiais pela Água

Publicado a 04/11/2013, 14:10 por Nuno Botelho

Um documentário obrigatório sobre O BEM MAIS PRECIOSO para a VIDA, tal como a conhecemos.

"Uma verdade inconveniente" versus "A grande farsa do aquecimento global"

Publicado a 12/04/2012, 15:52 por Nuno Botelho   [ atualizado a 12/04/2012, 15:54 ]

A temática do aquecimento global é um dos assuntos científicos com maior destaque nos media.

Atualmente a comunidade científica concorda que a temperatura média da Terra está a aumentar. No entanto, as opiniões não são unânimes no que diz respeito às causas desse aquecimento. A opinião mais apoiada,  afirma que o efeito da atividade antropogénica, pela queima dos combustíveis fósseis, é o principal fator do aquecimento global, mas isso não significa que toda a comunidade científica tenha a mesma opinião.

Deixo aqui duas versões diferentes para a explicação do aquecimento global. Com isto pretendo apenas que ganhem consciência de que o conhecimento científico não é (nem nunca foi) unânime e que a sua construção nasce da diversidade de opiniões que devem ser comprovadas e aceites.

Documentário "Uma verdade inconveniente - An inconvenient truth"


Documentário "A grande farsa do aquecimento global - The great global warming swindle"

Reatividade dos metais alcalino com a água.

Publicado a 05/12/2011, 05:35 por Nuno Botelho   [ atualizado a 05/12/2011, 05:49 ]

O estudo da reatividade dos metais do grupo 1 (família dos metais alcalinos) com a água é uma das experiências comuns na sala de aula de Física e Química. Os professores, por razões óbvias, apenas demonstram a reatividade crescente ao longo do grupo, utilizando o lítio (Li), o sódio (Na) e o potássio (K).

Para perceberem melhor o que acontece com os metais alcalinos rubídio (Rb) e césio (Cs) deixo-vos este lindo filme.


Apreciem e divirtam-se com a Química!

Para aqueles que querem compreender o que se está a passar nesta reação química ficam aqui as equações químicas que traduzem as reações:

Li(s) + 2 H2O(l) \longrightarrow 2 LiHO(aq) + H2(g)

Na(s) + 2 H2O(l) \longrightarrow 2 NaHO(aq) + H2(g)

K(s) + 2 H2O(l) \longrightarrow 2 KHO(aq) + H2(g)

2 Rb(s) + 2 H2O(l) \longrightarrow 2 RbHO(aq) + H2(g)

2 Cs(s) + 2 H2O(l) \longrightarrow 2 CsOH(aq) + H2(g)

O "estrondo" e a chama são provocados pelo gás di-hidrogénio (H2) que é libertado na reação e imediatamente queimado, uma vez que a energia que libertada é suficiente para que isso ocorra.


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The Radioactive Orchestra

Publicado a 27/11/2011, 17:05 por Nuno Botelho   [ atualizado a 27/11/2011, 17:05 ]

A Radioactive Orchestra (Orquestra Radioativa) é constituída por 3175 isótopos radioativos.
Podem ouvir e fazer música com quase todos eles. Esta é uma nova forma de entender e ter uma sensação do que é realmente a radiação.
No canto superior esquerdo podem escolher quais quer ouvir, no canto inferior esquerdo podem ver o núcleo do isótopo e à direita podem ver os diferentes níveis de energia dos diferentes isótopos.

Podem fazer todo o tipo de organizações que irão produzir diferentes sons.

Aqui fica um exemplo do DJ Axel Boman

"A Orquestra Radioactiva é um projecto do Grupo de Física Nuclear, do Physics Department and School of Engineering Sciences of KTH at the AlbaNova University Centre em Estocolmo (Suécia)" em astropt.org

Atualização da Tabela Periódica

Publicado a 18/11/2011, 08:49 por Nuno Botelho   [ atualizado a 18/11/2011, 08:49 ]

No dia 5 de novembro de 2011 a União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC, sigla em inglês de Internacional Union of Pure Applied Chemistry) aprovou os nomes de três novos elementos, incluindo um que vai homenagear o astrónomo Nicolau Copérnico.

Os novos membros da tabela são os elementos de número 110 – darmstadtium (Ds), 111 – roentgenium (Rg) e o 112 – Copernicium (Cn).

O último elemento da Tabela Periódica que tinha sido adicionado antes foi o copernício, em 2009. O 112º elemento teve o nome em honra de Nicolau Copérnico, astrónomo polaco. À espera de serem integrados na tabela estão os elementos 113, 115 e 118.


Ligações externas relacionadas com esta mensagem:

IUPAC        Tabela Periódica (fonte Wikipédia)

Prémio Nobel de Física 2011

Publicado a 18/11/2011, 08:35 por Nuno Botelho   [ atualizado a 18/11/2011, 08:35 ]

O prémio Nobel de Física 2011 foi dividido, metade atribuído a Saul Perlmutter (1) e a outra metade foi para Brian P. Schmidt (2) e G. Adam Riess (3) "pela descoberta da expansão acelerada do Universo através de observações de supernovas distantes".

Saul Perlmutter(1) Brian P. Schmidt(2)  Adam Riess G.(3)
Foto 1: Ariel Zambelich, Copyright © Nobel Media AB
Foto 2: Belinda Pratten, Australian National University
Foto 3 Homewood Photography

Ligações externa relacionadas com esta mensagem:

O arco-íris.

Publicado a 18/11/2011, 08:21 por Nuno Botelho   [ atualizado a 18/11/2011, 08:33 ]

Um 
arco-íris é um fenómeno ótico e meteorológico que separa a luz do sol, num espetro (aproximadamente) contínuo, quando o sol brilha sobre gotas de água existentes na atmosfera (por isso ser observável quando o tempo está com pequenos aguaceiros mas pouco nublado) . É um arco multicolorido com o vermelho no seu exterior e o violeta em seu interior; a ordem completa é vermelholaranjaamareloverdeazul,anil violeta. No entanto, a grande maioria das pessoas consegue discernir apenas seis cores, e o próprio Newton viu apenas cinco cores, tendo adicionado mais duas apenas para fazer analogia com as sete notas musicais.

O efeito do arco-íris pode ser observado sempre que existir gotas de água no ar e a luz do sol estiver a brilhar acima do observador e a baixa altitude. O mais espetacular arco-íris aparece quando metade do céu ainda está escuro com nuvens de chuva e o observador está em um local com céu claro. Outro local propício à apreciação do arco-íris é perto de quedas de água ou aspersores de rega.

A aparência do arco-íris é causada pela dispersão da luz do sol que sofre refração pelas (aproximadamente esféricas) gotas de chuva.

A luz sofre uma refração inicial quando penetra na superfície da gota de chuva, dentro da gota ela é refletida (reflexão interna total), e finalmente volta a sofrer refração ao sair da gota. O efeito final é que a luz que entra é refletida em uma grande variedade de ângulos, com a luz mais intensa a um ângulo de cerca de 40°– 42°, independente do tamanho da gota. Uma vez que a água das gotas de chuva é dispersiva, o ângulo que a luz solar forma ao retornar depende, principalmente, do comprimento de onda/frequência da radiação. A luz azul é refletida num ângulo maior que a luz vermelha, mas devido a reflexão interna total da luz na gota de chuva, a luz vermelha aparece mais alta no céu, e forma a cor mais externa do arco-íris.

A primeira explicação teórica precisa do arco-íris foi feita por Descartes em 1637. Sabendo que o tamanho das gotas de chuva não pareciam afetar o arco-íris observado, Descartes fez uma experiência incidindo raios de luz através de uma grande esfera de vidro cheia de água. Ao medir os ângulos a que os raios emergiam, Descartes concluiu que o primeiro arco formado devia-se a uma única reflexão interna dentro da gota de chuva e que o segundo arco podia ser causado por duas reflexões internas. Descartes foi capaz de chegar aos seus resultados a partir da lei de refração (em consequência, mas independentemente da Snell) e calculou corretamente os ângulos de ambos os arcos. Entretanto, Descartes não foi capaz de explicar as cores.


Isaac Newton foi o primeiro a demonstrar que a luz branca era composta da luz de todas as cores do arco-íris; com um prisma de vidro, conseguiu decompor a luz branca no espetro completo de cores e, com outro prisma, recombinou as diferentes cores de modo a obter novamente o feixe de luz branca. Também demonstrou que a luz vermelha é menos refratada (sofre um desvio menor) que a luz azul o que levou a uma completa explicação do efeito ótico do arco-íris.´


Ligações relacionadas com esta mensagem:

Arco-íris (na Wikipédia)      Luz            Cor            Um arco-íris de muita felicidade (do blog Fíkica na Rede).

Conversa sobre formação e constituição do Universo

Publicado a 24/10/2011, 07:30 por Nuno Botelho   [ atualizado a 24/10/2011, 07:30 ]

Dia 25 de outubro de 2011, inicia-se na rubrica "À conversa com os "pros" da FQ em rede - Comunidade Web 2.0 de Física e Química, a conversa com o Dr. João Nuno Retrê, coordenador do departamento de divulgação científica do Observatório Astronómico de Lisboa.

Aproveita a ocasião para colocares todas as tuas questões e esclareceres todas as tuas curiosidade: Como se formou o Universo? O que originou o Big Bang? Será que a expansão do universo é infinita? O que é um pulsar? E um quasar? Qual a maior galáxia conhecida? E um burando negro: será que é uma porta para universos paralelos?... e muito, muito mais.

Não percas esta oportunidade de perguntar tudo o que te vai na alma acerca do universo e das suas infinitas formações.

Se entenderes que tem interesse, passa a palavra e junta-te à conversa!

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