Realmente ele deveria ser uma pessoa muito boa ou simplesmente uma pessoa extravagante, afinal, aos 50 anos, o Michael Jackson deixou muita história para contar e muitas surpresas até na morte dele ninguém sabe o que aconteceu... No mundo musical era um ídolo para uma grande massa dos que são ditos os populares da Música pop Americana. Nesta matéria vamos falar os bons momentos da vida e a carreira e os mais momentos também como na carreira e na vida pessoa. São coisas que ficaram na imaginação do fãs e que isto vai demorar muito a se apagar


Os bons momentos

 Inicio de Carreira no Jackson Five 

Já como astro mirim d
o grupo, ele começou a ver que podia ser alguém. As viagens, as pessoas , o convívios de pessoas que dava atenção a ele. Foi ai ele começou a pensar, posso fazer algo legal e todos olharem para mim. Canção “Bem” e “Music and me” foi o melhor momento solo mirim deste que seria então o mais popular de todos. 
Ao conhecer Quincy Jones e Diana Ross 
Foram eles que deram um empurrão na carreira do rapaz, ela por ser a única amiga de
verdade e ele por uma pessoa que ensinou um monte de coisa. Em 1971 conheceu a Diana através de um programa, ela simpatizou logo com ele e convidou para conhecer a mansão dela. Seu pai aceito que ficasse por um pequeno período, foi ai que nasceu uma grande amizade entre os dois que logo se encontraram em 1978 no filme de o mágico de oz., onde ela fazia a Dorothy e ele de espantalho. Nesta época quem produzia a trilha era o Quincy Jones , um grande amigo da cantora nos anos 60 e que viu no rapaz um potencial de um astro pop. 

Primeiro Grammy
Pensa que ele conquistou prêmios somente em 1984.... engano. O primeiro disco solo do rapaz foi em 1978 com o “Off the Wall” com o Quincy Jones . Teve alguns sucessos, porém uma que fica até na memória de muita gente com a abertura do Vídeo Show, a canção “Don't Stop 'Til You Get Enough” que ele produziu e escreveu sozinho, ganhou o prêmio Grammy de melhor
canção do ano, um fato que ele reconheceu durante a premiação e admiração do seu amigo Quincy Jones 

Disco “Thriller” 
Somente em 1983 el
e voltou a fazer canções e gravar. Antes do lançamento do LP (Disco de vinil, muito usado naquela época no qual nem existia o tão moderno CD) lançou o single “Billie Jean” que fez sucesso e “Beat it” cujo foi o começo de uma nova geração que estava começando a fazer..... A canção “Thriller” em 1984 foi o maior sucesso do disco, claro sem dúvida é o melhor dele. Usando uma letra bem detalhada para que o público entendesse foi sem dúvida o melhor disco do cantor. 

Vídeo Clipe “Thriller” 
Antes do vídeo, muito usavam poucas produções ou simplesmente usavam um galpão para que o pessoal gostasse de ver todos tocando. Michael simplesmente odiou o vídeo “Don´t Stop´til you get Enough” e o “Billie Jean” por não se adequarem o seu pensamento... Quando o Jonh Landis apareceu na vida de Mich
ael já que ele fez o filme “lobisomem em Nova York” combinaram a fazer vídeo clipes de orçamento bem mais superiores, antes nem isto era feito (nem os grandes cantores pensaram que o vídeo clip seria um ótimo companheiro de divulgação) “Thriller” foi o primeiro vídeo clipe de mais de 5 minutos (dura 14 minutos e custaram 600 mil dólares, considerado uma fortuna naquela época). O resultado foi uma ousadia e que deu certo, depois disto, muito olharam que isto poderia dar certo e claro a própria MTV, que deu lugar ao primeiro negro na sua programação e isto foi o começo... a geração que esta dominando as paradas da MTV, são pessoas da cor de Michael, por isto muito agradecem a ele este feito. 

We are the world 
Outra coisa boa do Michael era ajudar os outros, isto para muita gente que nem o conhecia, pois apesar dos problemas dele e dos contatos, ele dava uma pausa para este tipo de eventos. O
maior é pela causa pela fome na África , Em 1985, Michael Jackson se uniu a Lionel Richie e Quincy Jones na missão de arrecadar fundos para a campanha USA for África. A idéia era gravar uma canção cujos lucros seriam revertidos para reduzir os índices de mortalidade pela fome no continente africano. Lionel compôs, no piano, a melodia. Michael escreveu a letra em um único dia. O resultado eles chamaram de "We Are The World". Para gravar a canção, Quincy Jones convidou 44 celebridades da música e televisão, incluindo Cyndi Lauper, Diana Ross, Ray Charles e Stevie Wonder. O projeto arrecadou 200 milhões de dólares para a luta contra a fome na Etiópia. Michael ganhou dois Grammys por "We Are The World": "Canção do Ano" (com Lionel Richie) e "Gravação do Ano" (com Quincy Jones). A canção recebeu também outros dois prêmios na cerimônia. Jackson começou uma carreira empresarial. Ele comprou direitos autorais do catálogo Northern Song, que continha canções dos Beatles, Elvis Presley entre outros. McCartney ficou chateado com Jackson e desde então a amizade dos dois parece ter acabado.

MOONWALKER 
Em 1988, o cantor lançou a autobiografia Moonwalk e o filme Moonwalker, dirigido essencialmente por Jerry Kramer, que continha os videoclipes de "Smooth Criminal" e "Leave Me Alone". O longa-metragem ainda deu origem a um jogo de videogame de mesmo nome para fliperamas, Sega Mega Drive e Sega Master System. Jackson ganhou um Grammy pelo videoclipe de "Leave Me Alone" em 1989.
BLACK OUR WHITE
Depois de um ano longe das paradas de sucesso, Michael pôde ser ouvido novamente nas rádios em novembro de 1991 com a c
anção "Black Or White", o primeiro compacto que seria lançado do álbum Dangerous. Jackson convidou o diretor John Landis (de "Thriller") para gravar o videoclipe da canção. Quando foi transmitido, o curta-metragem, que tinha dez minutos de duração, gerou controvérsia, mostrando o astro quebrando vitrines de lojas e destruindo um carro com um pé-de-cabra.O videoclipe foi transmitido simultaneamente para 27 países perante uma audiência estimada em 500 milhões de pessoas, um novo recorde. A reação foi imediata. O segmento considerado violento foi retirado do curta-metragem. Michael se retratou em um comunicado dizendo que o comportamento simulava o instinto de uma pantera, animal em que se transforma durante a história. O vídeo também ficou famoso por mostrar na televisão uma das primeiras metamorfoses geradas em computador. O videoclipe contava com a participação de Macaulay Culkin.

PRÊMIOS E GUINESS RECORDS
Em 2006, Jackson saiu do período de reclusão que estava passando em Bahrain desde que fora inocentado em 2005, e compareceu a diversas premiações e homenagens. A primeira delas foi à homenagem realizada em maio de 2006 na MTV japonesa, durante a premiação do Vídeo Music Awards Japan '06. Nessa premiação, Jackson recebeu a Legend Award - raramente concebida a alguém -, devido a ele ser o artista masculino internacional que mais vendeu no Japão, uma l
enda viva da música. A imprensa em geral fez um enorme destaque para esse evento, devido ao fato de que foi a primeira aparição pública que Jackson fez desde sua absolvição saindo de sua reclusão no Bahrain.Michael recebeu em 2006, oito Guinness World Records, entre os registros estavam, “Primeiro artista a ganhar mais de cem milhões de dólares em um ano”, “Primeiro artista a vender mais de 100 milhões de álbuns fora dos Estados Unidos”, “ Artista mais bem sucedido no mundo da música” entre outros, sendo ainda cogitado como o artista mais rico do mundo, com uma fortuna estimada em mais de 8 bilhões de dólares.Também no ano de 2006, em novembro, Michael compareceu ao World Music Awards. Recebeu o Diamond Award, dado a artistas que venderam mais de 100 milhões de discos. Durante a premiação, Jackson também recebeu o 9º certificado do Guinness da semana, dado em razão das 104 (na época) milhões de cópias vendidas do álbum Thriller.

OS PIORES MOMENTOS 

INFÂNCIA
Michael sempre odiou o pai, Joseph pela conduta de tratar não só ele e sim os ou
tros. Antes da fama, simplesmente o pai os trancava dentro de casa, apenas para não irem às casas dos colegas e nem do parente. Quando viu que ele tocava e cantava e usarem a sua guitarra, ele percebeu que eles tinham talento e claro ganharia com isto. Foi para a Califórnia procurar uma gravadora para eles. A primeira que ele foi a Motown (Antigamente era a mais famosa gravadora de Casting de cor negra dos Estados Unidos, atualmente é filiada á Universal Music) que gostou dos rapazes e contratou. Porém a vida deles não estava boa, pois ele que agora virou empresário, ele batia em todos eles com um cinto perante aos ensaios que duravam de noite e dia, o Michael era pequeno e não gostava disto era que sofria mais. Antes de morrer ele falava ao jornalista que nem queria ver mais a cara dele (até no testamento dele deu a preferência a amiga Diana Ross e a mãe dele, Katharine Jackson que ficasse como responsável pelos seus três filhos).

BAD
Depois de Thriller, Jackson adiou o lançamento de um novo disco por várias vezes. Somente em 1986 o público conheceu uma das canções selecionadas para fazer parte do que seria o álbum Bad.
A canção "Another Part Of Me" fazia parte da trilha-sonora do filme Captain produzido por George Lucas e Francis Ford Coppola. Michael estrelava o curta-metragem filmado todo em 3D para a Disney ao custou de um milhão de dólares por minuto. Até 1998, o filme ainda era exibido em parques temáticos da companhia. Jackson lançou Bad em agosto de 1987, com dois anos de atraso. Para a mídia especializada, o álbum era pouco ousado e uma decepção em comparação com Thriller (1982) ou Off The Wall (1979). Em contrapartida, o público respondeu bem e fez de Bad um grande sucesso. Não tão grandioso quanto Thriller, mas um grande sucesso. O álbum vendeu 32 milhões de cópias em todo o mundo e permaneceu durante algum tempo como o segundo mais vendido da história. Bad ainda teve um recorde de nove canções lançadas como compacto. Cinco delas chegaram à primeira posição nos Estados Unidos: "I Just Can't Stop Loving You" (com a estreante Siedah Garrett), "Bad", "The Way You Make Me Feel", "Man in the Mirror" e "Dirty Diana". Foi a primeira vez que um artista colocou cinco canções de um mesmo álbum em primeiro lugar.

NEVERLAND
Em maio de 1988, Micha
el Jackson se mudou da residência da família, Hayvenhurst, em Encino, para um rancho recém-adquirido no vale de Santa Ynez, ao norte de Los Angeles, também na Califórnia. A propriedade, de 2,7 mil acres, (10,93 km²) foi batizada de Neverland (Terra do Nunca, em português) - uma referência ao livro Peter Pan (1906), de J. M. Barrie. O astro morou sozinho no rancho por 17 anos em busca de privacidade. Não funcionou. Pelo contrário, o isolamento só fez com que aumentasse o interesse do público e, conseqüentemente, da imprensa sobre a vida dele. Em março de 1990, Michael Jackson assinou um contrato recorde de 1.089 milhões de dólares segundo a revista Forbes, com a Sony Music que asseguraria a permanência dele na gravadora por mais 15 anos . Nesse período, ele deveria lançar seis álbuns e receberia 180 milhões em antecipação por cada um deles. No livro dos recordes, Jackson passou a ser citado como o artista mais bem pago da indústria da música.

GRAVADORA SONY
Durante a rápida divulgação do álbum ficaram explícitas as divergências entre Michael e o então-chefe da Sony Music, Tommy Mottola. Os problemas começaram em 2000, quando Jackson tentou retirar a licença das gravações originais do catálogo dele da gravadora para lançamento independente. Assim Michael não precisaria dividir os lucros com a Sony. Entretanto, os advogados de Jackson encontraram cláusulas no contrato dele com a gravadora que impediam a tran
sação. Para evitar uma disputa judicial, Michael e a Sony fecharam um acordo que permitiria que ele abandonasse a gravadora depois do lançamento de Invincible, mas não antes de um pacote de coletâneas que reuniriam os maiores sucessos dele. A crise se acentuou quando a canção "You Rock My World" vazou para as rádios ilegalmente e teve que ser lançada como primeiro compacto do álbum. Michael queria "Unbreakable" e se negou a colaborar com a divulgação de Invincible. A Sony boicotou o álbum de Jackson, retirando das lojas após três meses de lançamento. Ainda assim, Invincible vendeu 11 milhões de cópias no mundo todo, algo difícil até para os artistas que estavam no auge na época. Uma semana após os atentados terroristas de 11 de setembro nos Estados Unidos, Michael Jackson anunciou a gravação de uma canção beneficente para arrecadar fundos a familiares das vítimas. Mais de 35 cantores contribuíram como Shakira, Celine Dion, Ricky Martin, Luther Vandross, Justin Timberlake, Carlos Santana, Beyoncé, Laura Pausini e Mariah Carey. O compacto nunca foi lançado devido aos desentendimentos do astro com a Sony Music. Além disso, especula-se que o envolvimento de um dos produtores do projeto com a indústria do cinema pornográfico estadunidense teria afastado patrocinadores.

ABUSO SEXUAL
Em agosto de 1993 o jovem Jordan Chandler, de 13 anos, representado pelo advogado civil Larry Feldman, acusou Michael Jackson de abuso sexual. As declarações, feitas à imprensa, nunca foram entregues à Justiça e, por conseqüência, o astro não chegou a ser indiciado pelo crime. Apesar disso, o promotor distrital Tom Sneddon deu início a investigações paralelas no final do mês pelo condado de Santa Ynez, residênc
ia oficial de Jackson. As acusações geraram frenesi em todo o mundo. Michael cancelou o último seguimento da turnê do álbum Dangerous em outubro, pouco antes de deixar o México a caminho dos Estados Unidos. Durante uma semana daquele mês não se soube o paradeiro do astro. Ele reapareceu internado aos cuidados do terapeuta Beauchamp Colclough, na Irlanda do Norte, em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos alegando a necessidade de se restabelecer de um vício em analgésicos. Michael Jackson se pronunciou sobre as alegações pela primeira vez em dezembro de 1993, durante um comunicado transmitido simultaneamente pelas redes CNN, CBS, NBC e ABC, ao vivo do rancho Neverland. Ele se defendeu, afirmando ser incapaz de "causar mal a uma criança". Depois de seis meses de negociações, contra a vontade do cantor e do seu advogado, a companhia de seguros daquele fechou um acordo de confidencialidade com o dentista Evan Chandler, pai de Jordan Chandler que o acusava. Especula-se que a família tenha embolsado quase 15 milhões de dólares. As investigações paralelas da Justiça foram arquivadas em 1994 por falta de provas. Com o acordo, o único reclamante se recusava a colaborar. Em 1996 Evan Chandler processou novamente Jackson, alegando que Michael teria violado os termos da acção civil, quando publicamente afirmou nunca ter abusado sexualmente do garoto. Neste novo processo, Chandler referiu-se ao álbum HIStory, bem como a uma entrevista que Michael deu a Diane Sawyer. O pedido abrangia uma indenização no valor de 60 milhões de dólares e a emissão de uma ordem judicial que lhe permitisse produzir e distribuir o seu próprio álbum, chamado evanstory.

POLÊMICA DOS TRÊS FILHOS 
Em novembro de 1996, o astro se casou com a
enfermeira dermatologista Deborah Rowe, com quem teve dois filhos. O primeiro, Michael Joseph Jackson Jr., nasceu naquele ano. No ano seguinte, Rowe deu à luz a Paris Katherine Jackson. A enfermeira abriu a mão de todos os direitos maternos e entregou a guarda das crianças a Jackson, gerando grande polêmica. Em 2002, Rowe afirmaram, em entrevista à rede americana de televisão FOX, que os filhos foram "presentes" dados por ela ao astro. Jackson teve seu terceiro filho, Prince Michael Jackson II (Blanket) em 2002. A mãe da criança se mantém anônima, Jackson revelou que a criança era resultado de inseminação artificial. Em novembro do mesmo ano, durante sua estadia em Berlim, Jackson apareceu na janela da varanda do quarto de hotel com seu filho recém-nascido. O cantor surpreendeu a todos quando pôs seu filho com um pano no rosto para fora da janela durante 3 segundos. Supostamente, ele fizera isto para mostrar seu filho aos fãs que se encontravam à entrada do hotel, que teriam pedido que ele o mostrasse. Este ato provocou severas críticas.
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