Mudanças Climáticas


Emissões em SP

postado em 25 de nov de 2010 10:41 por Anderson Tiecher   [ 25 de nov de 2010 10:46 atualizado‎(s)‎ ]

Emissão por combustíveis fósseis cresce 39% em SP

    
    As emissões de gases de efeito estufa no Estado derivadas da queima de combustíveis fósseis, como o diesel e a gasolina, cresceram 39% entre 1990 e 2008 - passaram de 56,9 milhões de toneladas para 79,2 milhões de toneladas. Os dados estão em relatório que vai compor o inventário estadual de gases-estufa, a ser divulgado no dia 25 deste mês.

    No total, serão cerca de 20 relatórios de diferentes setores da economia. A legislação paulista definiu uma meta de cortar 20% das emissões até 2020, em relação a 2005. Então, para cumprir o objetivo, o São Paulo precisa saber exatamente quanto emite e avaliar em que setores da economia pode reduzir.

   

    Segundo o relatório, os derivados do petróleo representam o maior consumo de energia do Estado. E o diesel é o que tem maior destaque. De acordo com o documento oficial, a contribuição do diesel no consumo de energia de São Paulo sempre fica próximo dos "15% do total de todas as fontes utilizadas para fins energéticos".

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,emissao-por-combustiveis-fosseis-cresce-39-em-sp,634036,0.htm

Agricultura Familiar

postado em 21 de nov de 2010 16:58 por Anderson Tiecher

Mudanças climáticas prejudicam mais os agricultores familiares

    
        De acordo com o presidente do Consea, o Plano de Mudanças Climáticas não valoriza suficientemente a agricultura familiar, embora ela seja mais vulnerável às mudanças das condições ambientais. 
As mudanças climáticas afetarão mais os agricultores familiares que os grandes produtores, disse nesta quinta, dia 11/11/2010, o presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar (Consea), Renato Maluf, ao participar da abertura do seminário Mudanças Climáticas: Adaptações e Vulnerabilidades.

        Ao se referir aos conhecimentos das populações tradicionais, Maluf assinala que se trata de usar práticas já aplicadas por aqueles que vivem na região para amenizar os efeitos das mudanças climáticas no ambiente. Durante o seminário, especialistas disseram que a parcela mais pobre é que mais sofre com as mudanças climáticas por viver em regiões mais vulneráveis, como encostas.

Resíduos no Paraná

postado em 21 de nov de 2010 16:51 por Anderson Tiecher   [ 21 de nov de 2010 17:09 atualizado‎(s)‎ ]

Resíduos elevam em 69% emissão de gases do efeito estufa no Paraná

    
        O crescimento populacional e o consequente aumento na geração de resíduos, bem como a forma de tratamento e disposição dos resíduos está aumentando cada vez mais a emissão de gases de efeito estufa. Entre 1990 e 2005, foi constatado acréscimo de 69% no volume de gases emitidos pelos resíduos no Paraná. Os dados estão no primeiro “Inventário de Gases de Efeito Estufa/GEE de Resíduos do estado do Paraná” apresentado nesta quarta-feira (10/11/2010), em Curitiba, pela coordenadoria de Mudanças Climáticas e Fórum Paranaense de Mudanças Climáticas da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema). 

        O inventário avaliou a emissão anual do gás metano no efeito estufa entre os anos de 1990 a 2005, considerando os setores de resíduos sólidos (lixo), esgoto doméstico, esgoto comercial e os efluentes industriais. 

    Através do site http://www.forumclima.pr.gov.br/ é possível obter mais informações sobre o Fórum e sobre o tema Mudanças Climáticas. 

Oceanos na Antártida

postado em 18 de nov de 2010 13:49 por Anderson Tiecher   [ 18 de nov de 2010 13:53 atualizado‎(s)‎ ]

“...Oceanos subiriam 7 m, só com derretimento do gelo da Groenlândia...

    

    Uma reportagem muito interessante no programa dominical da TV globo. Retratam o efeito do aquecimento global nas geleiras, talvez nem todos tenham o interesse de ler a reportagem, mas pelo menos assistir ao vídeo é elucidativo. Em meio as discussões de que o aquecimento global é inevitável, seja com a influência do homem, seja pela evolução natural da Terra, os efeitos por qualquer dos motivos são relatados e visíveis na reportagem.

 Fontehttp://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1624792-15607,00.html

Microclima Urbano

postado em 4 de set de 2010 13:21 por Anderson Tiecher   [ 4 de set de 2010 13:30 atualizado‎(s)‎ ]


    “Há controvérsias sobre a alteração climática, em escala global, provocada pela interferência humana. Entretanto, em relação às áreas mais restritas , como as grandes cidades, isto é um fato incontestável. 

    A alteração climática nas grandes cidades leva à constituição de um microclima urbano, com características próprias que o diferem do tipo climático da região onde está situada a grande cidade.

    Essa alteração climática é conseqüência de diversos fatores, sempre relacionados, evidentemente, à transformação da dinâmica da natureza. Os principais deles são: poluição atmosférica, redução drástica das áreas verdes, produção de calor pelos motores dos veículos e por alguns equipamentos domésticos e industriais, grande verticalização das áreas centrais e enorme concentração de asfalto e concreto.

    As maiores temperaturas nas grandes cidades têm provocado maior turbulência nas camadas inferiores da atmosfera e maior evaporação, acarretando aumento das chuvas, principalmente sob a forma de tempestades nos meses de verão. O aumento dos índices pluviométricos também se deve à maior concentração de partículas sólidas na atmosfera. É claro que as características desse microclima também estão condicionadas às características gerais do clima dominante na região em que se situa a grande cidade.”

    Fonte: LUCCI, Elian Alabi - Geografia: o homem no espaço global - 2° grau - São Paulo - Saraiva, 2002.   

Modelagens Climáticas no Brasil

postado em 4 de set de 2010 13:12 por Anderson Tiecher   [ 4 de set de 2010 14:34 atualizado‎(s)‎ ]



As modificações causadas pelas atividades humanas no planeta são cada vez mais evidentes e exigem modelagens complexas, estruturadas e aprimoradas para auxiliar na previsão dos cenários que nos aguardam.

Com o auxílio do Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE), diversos centros de pesquisa ao redor do Brasil estão adaptando modelagens globais às realidades regionais como uma forma de melhorar a precisão e tentar prever como determinados locais reagirão a mudanças no clima.


Em Santa Catarina, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Epagri) através do Centro de Informações de Recursos Ambientais e Hidrometeorologia (Ciram) tem desenvolvidos trabalhos de zoneamento agrícola e modelagens climáticas para tentar prever como os principais cultivos reagirão aos efeitos das mudanças do clima.

O Ciram desenvolveu os primeiros cenários para Santa Catarina há três anos e tem buscado aprimorá-los através do fortalecimento da base de dados e da melhoria da escala, que atualmente é de 50km2. Além da elevação das temperaturas, o Ciram tem constatado um aumento na freqüência de eventos extremos no estado. As primeiras culturas a serem estudadas foram a maçã, de clima temperado, e a banana, tropical. Para a primeira, o Ciram concluiu que provavelmente haverá uma restrição grande quanto às áreas preferenciais de plantio e para os cultivos tropicais, as áreas continuarão aptas, porém com o aumento da possibilidade de ataque por pragas e doenças.

Os modelos de simulação dos cenários futuros já percorreram um longo caminho e são cada vez mais baseados em situações reais resultantes do monitoramento de condições concretas, medidas em campo. Entretanto, o Brasil, diferentemente de países como os europeus, não tem uma história muito longa na área de pesquisas tanto no registro de dados climáticos, como outras características naturais a exemplo da biodiversidade.

A pesquisadora do Ciram explica que os modelos utilizados em SC ainda precisam incluir pontos essenciais como fatores hídricos, adaptação das espécies cultivadas e tecnologias usadas pelos agricultores. Portanto, além da cooperação entre as diferentes agências governamentais e de pesquisa, é preciso investir na construção de uma base de dados íntegra e contínua.

Para contribuir com a capacitação de pesquisadores para atuar no campo das modelagens climáticas, o INPE desenvolveu um curso de pós-graduação em Ciência do Sistema Terrestre, que busca entender a dinâmica da complexa interação de sistemas naturais e sociais.

Fonte: http://www7.cptec.inpe.br/

A Inversão Térmica e os Problemas Respiratórios

postado em 1 de set de 2010 10:50 por Anderson Tiecher   [ 4 de set de 2010 11:32 atualizado‎(s)‎ ]

    

    Uma camada de ar fria, por ser mais pesada, acaba descendo e ficando numa região próxima a superfície terrestre, retendo os poluentes. O ar quente, por ser mais leve, fica numa camada superior, impedindo a dispersão dos poluentes.    

    Este fenômeno climático pode ocorrer em qualquer dia do ano, porém é no inverno que ele é mais comum. Nesta época do ano as chuvas são raras, dificultando ainda mais a dispersão dospoluentes, sendo que o problema se agrava. 

    Nas grandes cidades, podemos observar no horizonte, a olho nu, uma camada de cor cinza formada pelos poluentes. Estes são resultado da queima de combustíveis fósseis derivados do petróleo (gasolina e diesel principalmente) pelos automóveis e caminhões. 

    Este fenômeno afeta diretamente a saúde das pessoas, principalmente das crianças, provocando doenças respiratórias, cansaço entre outros problemas de saúde. Pessoas que possuem doenças como, por exemplo, bronquite e asma são as mais afetadas com esta situação.

    E pra quem pensa que a inversão térmica é um fato raro e que ocorre somente nas maiores capitais do mundo, segue link de notícia do fenômeno ocorrido em Santa Maria.

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a3011011.xml

Seja Grego e Pinte seu Telhado de Branco!

postado em 1 de set de 2010 10:24 por Anderson Tiecher

    

    Um novo estudo mostra que pintar os telhados de nossas casas de branco pode ajudar a diminuir o aquecimento global. Um modelo computadorizado mostrou o impacto que a pequena mudança teria na temperatura média de grandes cidades e comprovou que a pintura pode ser uma boa idéia. Mas os cientistas dizem que há muitos obstáculos entre o estudo e o uso dos telhados brancos. Pintar os tetos de branco pode ser uma boa idéia, mas mais pesquisas são necessárias para verificar se é possível e se o ato não causaria “efeitos colaterais”.As cidades são mais vulneráveis ao aquecimento, já que possuem menos área verde e mais emissão de gases. O asfalto e os próprios telhados absorvem calor, criando uma bolha de ar quente em volta da cidade. Mas a solução não é tão simples. A tinta, eventualmente, iria sumir e escurecer por causa da poeira. Cidades nas quais os telhados são próximos uns dos outros resfriariam mais e, para que tenham efeito, os telhados precisam receber a luz do sol.

    Os cientistas notaram que o resfriamento em grandes cidades que adotarem o esquema pode chegar a um grau Celsius, mas mais estudo ainda é necessário para comprovar a eficiência da medida.


Fonte: http://hypescience.com/27460-pintar-os-telhados-de-branco-pode-diminuir-a-temperatura-de-grandes-cidades


Link de um Vídeo: http://mais.uol.com.br/view/1575mnadmj5c/ambientalistas-propoem-pintar-o-telhado-de-branco-04023462C0C17326?types=A&


Site do Projeto: http://www.onedegreeless.org/pt/index.php


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