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 arte marginal

a arte marginal é um termo criado pela geração que vivenciou os anos de 1960 e 1970, no Brasil e denomina uma arte que não está envolvida nos meios tradicionais como livros de grandes editoras, galerias e museus, os artistas produziam seu próprio material mimeografado e distribuiam de mão em mão em formato de pequenas brochuras ou panfletos e produziam músicas e artes plásticas de maneira diferenciada e sempre chocante, deixando a sociedade respeitadora dos bons costumes de boca aberta e sem saber como reagir, assim prendiam, batiam, matavam e deixavam loucos os seus criadores que não estavam interessados em fazer com que sua arte fosse entendida, hoje, século XXI, a arte marginal continua sendo produzida e é por isso que esse site existe agora para que ela fique contextualizada e invadindo cada vez mais espaços.

projeto venha ver a utopia acontecendo

o projeto venha ver a utopia acontecendo, foi desenvolvido pelo
 coletivo marginália, um coletivo de artistas marginais do bairro da terra firme, com direito a música, performance, artesanato e tudo o que a literatura e as artes plásticas poseria nos fornecer de bacana dentro do cenário da arte contemporânea, uma arte que como filha do seu tempo não está estagnada, mas pelo contrário consegue ser o maior exemplo da vida e da vivencia que as pessoas da contemporaneidade podem ter...


morre mais um poeta
morreu o poeta Max Martins em 09 de fevereiro de 2009, são poucos os que o conheceram e/ou cohecem, pois um poeta não morre nunca, ele se perpetua em suas poesias e faz com que a vida seja eterna e então ele recebe uma nota em um dos jornais mais populares da cidade onde morou a vida toda, como um homem sem muita importância para ninguém quando na verdade ele foi e sempre será um dos maiores poetas do mundo, com muito pouco reconhecimento, mas com muito brilho em suas palavras...
a manchete de jornal diz o seguinte:
 
"Poeta paraense Max Martins morre em Belém

DivulgaçãoMorreu no final da tarde desta segunda-feira(9), em Belém, aos 83 anos, o poeta paraense Max Martins. Desde junho de 2008, complicações clínicas estariam sendo constantes na rotina do escritor, que ficou internado em uma clínica particular na capital.

A família ainda não definiu onde acontecerá o velório e o sepultamento do corpo do poeta.




Vida: Max se interessou muito jovem pela poesia, pois seu pai possuía um pequeno acervo em sua casa e foi aí que ele se encontrou com os poetas românticos do Brasil. Porém não era a poesia exatamente que ele amava, ele queria buscar o novo.

Os primeiras textos de Max foram publicadas por Haroldo Maranhão em um jornal escolar denominado “O Colegial”. Foi a partir desse jornal de alunos, que floresceu uma amizade entre Max, Haroldo e Benedito Nunes que dura mais de 50 anos. No período de 1945 a 1951 , eles participaram juntos do suplemento literário “Folha do Norte”, de grande importância na época.

Autodidata, trabalhou no Instituto Medicamenta Fontoura como chefe de escritório em Belém; no Ministério da Saúde-SUCAM, como inspetor administrativo; e desde 1991 é diretor da Casa da Linguagem, da Fundação Curro Velho, em Belém.

Escolhido patrono da IV Feira do Livro Pan-amazônico, novembro a dezembro de 1999, em Belém do Pará, promoção da Secretaria de Cultura.



Livros: O Estranho. Belém, Revista de Veterinária, 1952; Anti-Retrato. Belém, Falângola, 1960 — ambos de poesia. Tanto o primeiro como o segundo livro receberam respectivamente os prêmios da Academia Paraense de Letras e Secretaria de Educação do Estado do Pará; Alguns Poemas (1965); 15 Poemas (1970); H'era (1971); O Ovo Filosófico (1975); O Risco Subscrito. Belém, Mitografe, 1980; A Fala entre Parênteses. Belém, Grapho/Grafisa, 1982. Parceria com o poeta Age de Carvalho; Abracadabra (1982); Caminho de Marahu. Belém, Grapho/Grafisa, 1983; 60/35. Belém, Grapho/Grafisa, 1986; Não para consolar. Poesia completa. Belém, CEJUP, 1992. Prémio Olavo Bilac da ABL, dividido com o poeta António Carlos Osório; Marahu Poemas. Belém, CEJUR 1992; Colagens. Belém. CEJUP, 1992; Para ter onde ir. SP, Massao Ohno/Augusto Massi, 1992; Outrossim. Poema-cartaz. Belém, Casa da Linguagem, 1991; J poemas. Folder. Belém, Falângola, 1991; Diário do Poeta. Belém, Revista Unamazônia, n.°0, junho 1998; e Caudrons of Críatirity. Poemas e ilustrações de Max Martins de seus Diários do Poeta. Exposição na Universidade do Colorado, EUA, 1999.  (Belém/PA- Da Redação)"

foi pouco, mas foi muito, pensei que seria bem menos, como sempre acontece com os grandes intelectuais desse país, mas max martins era muito evidente para não ser mostrado por aqui...

morre max martins um homem que dizia que as palavras se apaixonam e se casam e diz também que já não aguentava mais viver, ver seus amigos morrerem um por um desde a sua juventude como aconteceu com Mário Faustino e Paulo Plinio Abreu e que levava a vida como a grande maioria dos poetas, na solidão e no silêncio...


max martins com seu olhar especulador


max martins
                                           max martins, um homem pensativo

poesias de max martins


Jogar pedra,



                                                        palavras para o céu
Aparecer no meio do mato
Noto(anoto) palavras
Para proteger-me



Táxi
a tarde viaja nas nuvens
o táxi busca avenidas

ou um coração possível na tua boca

o táxi cruza vermelho veloz
a cidade ideal das nossas línguas



fernando d'pádua
artista plástico, um artista que põe em dúvida a realidade que o cerca sempre buscando invar e reinventar a arte, também é performer e músico, faz parte do coletivo marginalia também já realizou várias atividades dentro do projeto venha ver a utopia acontecendo.

 
fernando d'pádua




 quebra lixo
quebra lixo é um grupo de carimbó da Terra Firme formado por músicos que fazem parte do coletivo marginália de alguma forma e que estão na marginalidade da arte e da sociedade como um todo, aristas que tratam da realidade do seu bairro em suas músicas e tornam o carimbó algo diferente do que as pessoas estão acostumadas a ver e ouvir por ai, sem o romantismo das matas e das águas, mas com as criticas a realidade que as está desmatando.



grupo quebra lixo tocando no fórum social mundial 2009
 
 
 
 
 

 

 
 
 
 


 
 



 
 assim, a arte marginal prova que está produzindo e mantendo um diferencial diante de outras artes comumente produzidas por outros artistas e que estão na midia convencional, televisão e jornais, por exemplo.



                                                                                                                                                                                                                                juliene, artesã


michel amorim
michel amorim é um ator marginal, que de certa forma também está envolvido no coletivo marginalia e que consegue desenvolver uma arte marginal que choca e faz questionar o que vem a ser a arte de verdade, um ator que mergulha de cabeça quando o assunto é teatro e tem em mente exatamente o que quer com tudo isso e o porque de questionar tanto as coisas ao seu redor se utilizando de sua arte como única arma contra a violencia e a repressão que tenta silenciar a todos nós artistas marginais.


                                                                                                             o michel está no centro

andré leite
o andré leite ferreira, nasceu no dia 25 de agosto de 1979, já quis ser quase tudo nessa vida, de padre a soldado, passou por várias fases, até que conheceu o movimento punk, isso aconteceu na década de 1990, mais precisamente em 1998, quando o movimento anarquista e o anarcopunk estavam organizados num espaço denominado de Namorada da arte, que ficava na arciprestes manuel teodoro, e que foi o espaço de reuniões e de desenvolvimento de vários movimentos alternativos em belém, mas que infelizmente foi perdido e hoje é só um lugar cheio de mato e isolado de qualquer forma de contato com qualquer forma de pessoa, lá ele fez parte do anarcopunk, do anarco, o movimento denominado faca, e da companhia lama e do coletivo churume literário, que depois se tornou o coletivo marginália.
com o movimento anarcopunk ele formou a banda histeria coletiva que mais tarde se tornou a banda sacco e vanzetti em homenagem a dois anarquistas italianos que foram assassinados no inicio do século 20  nos estados unidos,onde trabalhavam como sapateiro e como peixeiro e foram acusados de terrorismo e condenados a morte, essa banda as vezes ainda toca em algum show por ai, mas não existe mais como uma organização com reuniões constantes.
com o movimento anaco também orgaizou vários debates, reuniões, apresentação de videos e a tentativa de uma moradia no bairro da terra firme para que o movimento conseguisse ficar mais próximo de uma comunidade carente, mas os obstáculos foram muitos principalmente por conta de questões pessoais que imperraram todo o processo, então voltaram para a namorada da arte onde acabou.
com os punks tambémteve uma casa aqui na terra firme, mas também não deu certo.
o coletivo churume literário foi uma invenção dele com o grafiteiro quick, na vedade o nome era movimento churumista e lá abrangia várias artes, artes plásticas, literatura e dai o nome churume literário, música, teatro, tudo dentro do bairro da terra firme onde mora o poeta desde sempre, mas a literatura foi o único seguimento que acreditou no coletivo e foi em frente e daí o nome ter ficado apenas churume literário e a organização de várais de poesia eram de sua responsabilidade e esse projeto aconteceu de 2002 a 2005, na praça augusto dos anjos, na terra firme, mas muitos impecilios e falta de interesse e discordancias proporcionaram o fim do coletivo.
mais tarde foi formado o coletivo marginália pelo grupo de performance, cassiane beatriz, geise dias, joão paulo, leila leite, quando do desenvolvimento da performance utopia e o andré se envolveu ai e participou com música e poesia da performance que teve o seu desenrolar nas ruas da terra firme e no espaço do sintufra dentro da ufra, um evento que se tornou mensal com a apresentação de bandas e de outras performances do coletivo e de outras pessoas, assim o evento recebeu o nome de projeto venha ver a utopia acontecendo, e sempre sendo desenvolvido dentro da ufra, o que aconteceu até o inicio de 2008, esse ano nada foi realizado ainda.
o andré também faz parte da banda pianuts, que surgiu dentro do churume literário, uma banda gótica, que hoje faz shows pela cidade e se apresenta na televisão, ela é formada por sidney alves, no contra baixo e rafael arke, no vocal e também tem bateria, mas trocam muito de baterista, não sei o nome do atual.
ainda tem o grupo bonde andando, que se desenvolveu dentro do espaço do corredor polonês e fora de qualquer dos coletivos já citados e que tinha um trabalho com música, poesia e performance dentro de uma mesma apresentação buscando uma experimentação musical, mas o grupo acabou, existiu  de 2007 a 2008.
ele ainda é o dono do sebo ambulante elefante branco que fica indo de ponto em ponto tentando buscar a sua sobrevivencia.
ele continua compondo, questionando, falando e sendo o dj zangado que toca nas festas goticas pela cidade, sempre ao lado do violet e outros que organizam e concretizam a festa com seus set's musicais que faz com que os goticos dancem a noite toda.
é um ferrenho leitor, um romantico e um


 

 


 
                                                                                                                                                                            
                                                                                                          andré e beth

 
 
 
sidney alves
 
 
músico, gótico, dj, estudante de música e organizador de festas, toca na banda pianuts junto com o andré, os dois estão em todas as bandas juntos, é um amante da noite e do vinho e comete todas as loucuras por uma música e uma boa noite gótica...
 


 
 
 
 
 
 
                                                                                                                                                 
                                                                                                                                                  
 


                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                        






pianuts
banda gótica onde o andré e o sidney tocam, estão sempre pela noite e tocam nas festas góticas que organizam nas noites de belém.......


                                                                      o cantor é rafael arké





anjos da noite

  
 
 
 
 
a morte de uma banda

 

a banda pianuts não existe mais, o anderson, ou rafael arké, seja lá como for, decretou a morte da banda quando armou um verdadeiro escarceu por causa de uma carta da prefeitura de belém que facilitaria a gravação do próximo cd da banda, assim o andré e o sidney sairam da banda e decretaram que ele poderia ficar com o nome e com as músicas mas que eles não fariam mais parte do processo e não queriam mais saber do assunto, assim acabou um projeto de sete anos de investimento na música gótica de belém. o anderson não conseguiu levar o projeto em frente.

 
 
 

 
geisy dias
atriz, pessoa que trabalha a arte dentro do coletivo marginália, com medo da arte, depressiva como todo artista e agora anda de perna de pau, é performer e já realizou várias atividades no projeto venha ver a utopia acontecendo, que era na ufra mensalmente até o ano de 2007.

 

                                                                                                                                                                             cópia da geisy, a leila, filha


 


 
 


leila dias

 

filha da geise, tem oito anos e agora assim como a mãe é uma palhaça, é a cara da mãe, mas tem saúde, isso é que importa, e agora ela já está começando a dá os primeiros passos como artista...
 
 
 
 
 


 
 
                                                                                                                                                       
 
 
                                                                                                                                                             
 
 
 
 
 
 
 
 
gasparzinho
grafiteiro e mc, mora na terra firme e faz parte do coletivo marginalia desde sempre, já participou de alguns projetos de grafite e faz parte de um grupo de rap e do grupo quebra lixo, de carimbó...
 
 
ganhando dinheiro
 
 
                                  
 
 
 
 
 
 
 
 
na música
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

extremo norte

 
 
 

no grafite
 
 
 
 
 
 



 



 


ruy
ruy é artesão e percussionista da banda quebra lixo, também é um viajante que não consegue ficar muito tempo parado sem criar alguma coisa e alguma forma de tá pelo mundo....


ruy, quick e andré


                                                                                                                                ruy

                                                                                                               










 
 
 
poetas de outros tempos


walt whitman


walt whitman











william blake




blake


                                                                                      trabalho de blake


Lautréamont




lautréamont






produção do projeto bonecão


























































 
 
 
 

pianuts

 

 
 
 
 
 
roberto piva
 
 
 
 

roberto piva

 
 
 
 
 
estamira
 
 
 

documentário

 
 
 
 
 
venha ver o cinema na utopia
 
aconteceu no dia 20 de abril de 2009, segunda-feira, a mostra de cinema venha ver o cinema na utopia, mais um projeto do coletivo marginalia e que tem como objetivo levar o cinema a ser mais uma das discussões do coletivo junto a população e outros artistas, também teve a participação do coletivo karadura, do sebo elefante branco, do coletivo aparelho, do cineclub corredor polonês e outros cineclubes que trabalham junto com este, o arthur leandro foi o incentivador maior trazendo seu projetor e tirando as fotos do evento.
a concretização do projeto se deu na passagem liberdade, no bairro da terra firma ao lado do posto médico, com a projeção sendo feita direto da casa do sérgio.
a participação das pessoas foi bem significativa e prncipalmente das crianças moradoras da rua, que esperaram ansiosamente pelo filme.
o filme exibido foi o "enterrem meu coração na curva do rio", um filme que conta a luta pela sobrevivência dos sioux, tribo indigena norte americana, que sofreu com a tentativa dos brancos de tomarem suas terras por causa do ouro.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
projeto venha ver a utopia acontecendo
apresenta:
poesia marginal
dia:07-05-2009
quinta-feira
na ufra, no sintufra
19h

rolou a programação, apesar de algumas falhas, tudo aconteceu como o planejado, o pessoal da cultura apareceu e entrevistou o athur pelo aparelho, depois foi a vez do marginalia, do churume, do karadura e do quebra lixo falar. 

 
 
 
projeto cinema na utopia
dia:08-05-2009
sexta-feira
na passagem liberdade
na terra firme
ao lado do posto médico
19h
 
o filme não deu pra ser o programado foi o show de bola, um filme sobre miséria, sonho e violência, fez bastante sucesso entre as pessoas da rua ...algumas fotos
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 grafite na terra firme
 
 
 

grafite, intervenção na terra firme

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

 cinema na utopia3
dia 13 de junho aconteceu a terceira edição do cinema na utopia com direito a uma programação infantil com palhaços e filme do snoop, depois rolou o filme terra em transe.
 
 
 
projeto venha ver a utopia acontecendo
rolou no dia 18 de junho, na ufra, com a apresentação do grupo quebra lixo e entrevista do andré e do elinael para a tv cultura.
 
 
 
 
rádio janela utopia
a inauguração da rádio janela na utopia aconteceu no dia 20 de junho de 2009, sábado, na casa do sérgio, na terra firme, no mesmo local onde rola o cinema na utopia, uma tarde toda de programação com a leitura de textos, músicas e informes.
 
 
 
 
 
 
 

radio janela utopia

 
 
ċ
coletivo marginalia,
31 de mar de 2009 06:41
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