B- Desenho‎ > ‎

Desenhar com Perspectiva


No desenho e na pintura, a perspectiva surge, desde o séc XV, como uma técnica que permite representar ilusoriamente a profundidade e as formas tridimensionais numa superfície plana.

A perspectiva linear ou cónica, que implica um ponto de vista único e a utilização de linhas de fuga (convergência), que convergem para um ponto fixo, ponto de fuga, situado na linha do horizonte, que se apresenta mais acima ou mais a baixo consoante a posição do observador.

Em pintura pode também conseguir-se a ilusão de proximidade ou de distância, através dos efeitos contrários das cores quentes e frias. As cores frias sugerem distanciamento, enquanto que as cores quentes sugerem aproximação.

Utilizar a perspectiva que é uma forma ilusória de representar o volume em superfícies planas, só faz sentido quando sentimos necessidade disso. Impor a perspectiva a quem não necessita dela pode originar “desvios” de expressão, que se pode tornar artificial e inautêntica ou apenas académica e convencional. A técnica só interessa quando vinculada à expressão. A criança sabe encontrar a técnica que melhor se adequa ao seu desenvolvimento expressivo. Quando a técnica se sobrepõe demasiado à expressão individual pode desvirtuá-la, transformando-se num mero artifício que não deve ser seguido, para que a criança não desista de desenhar e pintar com prazer.

Compete ao professor proporcionar ao aluno a redescoberta da perspectiva, em diversas formas de representação espacial na arte moderna. Noções básicas de diferentes modos de sugerir o espaço tridimensional no plano ajudarão a compreender melhor o sentido das obras referidas e de outras que adoptem princípios semelhantes.

Dalila D´Alte Rodrigues

 

 

 

(Ver mais no texto completo, em PDF, anexo)

 

Nota: Em anexo estão igualmente os Links, numa folha Word, com ligação directa.

Ċ
pedro martins,
26/08/2010, 08:38
ĉ
pedro martins,
26/08/2010, 08:39
Comments