Funcionários

Isla Nublar


Enquanto estava sendo preparado para entrar em funcionamento, o Complexo da Isla Nublar mantinha um efetivo 697 de funcionários. Sendo assim, eles eram divididos conforme suas funções em:                  


Rangers – tinham várias funções dentro do parque, como a de verificar a segurança dos recintos, rastrear e capturar (ou, em último caso, “eliminar” animais que eventualmente fugirem dos recintos), procurar os animais que não aparecessem nas contagens feitas pelos computadores, supervisionar a entrada e saída de pessoas da ilha, mas principalmente de manter o total controle sobre todas as áreas físicas do parque. No total haviam 74 rangers na ilha, um deles era Robert Muldoon, que comandava todos os outros rangers e também todas as operações ligadas aos animais do parque, sabia quase tudo sobre os Raptores, no entanto, infelizmente, foi morto por um deles.


Veterinários – como os veterinários dos zoológicos comuns tinham a função de sempre manter a saúde dos animais e a de cuidar das dietas especificas de cada espécie. No entanto como seus “pacientes” eram dinossauros, eles tinham muitas dificuldades em cumprir essas funções. Eles tiveram que observar muito os animais para aprender os seus hábitos e o que acontecia com eles externa e internamente. No parque haviam 17 veterinários, um dos mais experientes era o veterinário chefe Dr. Harding que tratava principalmente dos Triceratops.


Cientistas – com um total de 20 pessoas trabalhado nela, essa categoria estava subdividida em três outras: os geneticistas, os especialistas no estudo das espécies e o pessoal do berçário. Os 5 geneticistas faziam o fundamental para a existência do parque, criar dinossauros, mas para isso eles tinham que retirar o DNA do sangue extraído dos mosquitos preservados em âmbar, duplicar milhares de vezes o DNA retirado para logo em seguida a cadeia ser quebrada por seqüenciadores de genes. A partir daí cabia a eles acrescentar DNA de espécies atuais para consertar falhas nas cadeias. Após esses procedimentos, o DNA era inserido dentro dos ovos sintéticos, que eram repassados para o pessoal do berçário, onde ficavam sobre o cuidado de 9 profissionais centrados apenas no extremo cuidado que os ovos e os filhotes precisam. Como a maioria dos animais eram trazidos da Isla Sorna, muitos estudos haviam sido feitos sobre eles antes de sua chegada. No entanto era preciso saber como eles iam se adaptar e qual seriam seu hábitos na Isla Nublar, por isso uma equipe de 6 especialistas no estudo das espécies atuavam junto com os veterinários tentando descobrir todo o possível sobre cada espécie de dinossauro trazida para a ilha. Um dos principais cientistas era o Dr. Henry Wu, que trabalhou muito para inserir o "Recurso Lisina" no DNA dos animais.


Guias – na verdade os guias nunca forma realmente "usados". Haviam previsões de que quando o parque entrasse em funcionamento, cada Explorer teria um guia em seu interior, não só para responder eventuais perguntas dos visitantes, mas também para que esses visitantes tivessem uma sensação de segurança maior. Planos foram feitos para que alguns guias fossem treinados para levarem os visitantes no passeio pelo rio, mas como o passeio foi cancelado por causa da agressividade dos Cearadactylus, os planos foram deixados de lado. Num total haviam 12 guias no parque.


Controladores – esses eram os que faziam tudo funcionar no parque. Numa sala repleta de super-computadores, pouca gente, na verdade apenas 5 pessoas, controlavam todas as funções do parque. Eles tinham de manter tudo em bom funcionamento, pois qualquer falha poderia levar a um desastre certo. No entanto o pior aconteceu, e isso foi causado propositalmente por um dos controladores. Dennis Nedry, trabalhando para uma empresa rival a InGen sabotou os sistemas causando a morte de várias pessoa inclusive a sua própria. Outro dos controladores era Ray Arnold, que também era o administrador chefe do parque. Ele sabia tudo sobre os sistemas do parque, no entanto não conseguiu desfazer o estrago que Nedry causou, tendo morrido tentando saná-lo.  


Portuários –  funcionários das Docas Norte e Leste e do Parque Marina. Num total de 65, 20 na Doca Norte, 35 na Doca Leste e 10 no Parque Marina eles possuíam as principais funções que os trabalhadores dos portos em todo mundo possuem. Tinham que fazer a carga e a descarga de tudo que chegava a ilha, coordenar o embarque e o desembarque dos funcionários que chegavam ou saiam da ilha em navios, fazer verificação de carga em todos os navios que deixavam a ilha (para que nenhum animal pudesse escapar da ilha e para que qualquer coisa sem autorização não saísse da ilha, mesmo assim isso não foi suficiente...). No Parque Marina, os funcionários eram treinados para atender os visitantes e cuidar para manter-los seguros durante os passeios de barco pela baia.      


Aeroviários – os funcionários do Heliporto e da Pista de Aterrissagem trabalhavam nas muitas funções que esses lugares precisam possuir para serem mantidas, no total eram 34. O Heliporto era de uso exclusivo da diretoria, dos funcionários mais importantes e dos convidados do parque. Lá havia 16 pessoas mantendo tudo em ordem. Na Pista de Aterrissagem os 18 funcionários estavam treinados para receber e informar tudo sobre o parque aos visitantes, mas contando apenas o essencial do que eles veriam ao entrar no parque. 


Seguranças – como qualquer segurança, eles tinham a função de dar proteção a todos nas dependências dos prédios e nos lugares de maior movimentação do parque. Sendo 56 o seu número total, eles estavam sempre recebendo informações e ordens da sala de controle, prontos para atuar quando qualquer situação envolvendo as pessoas que estão no parque se tornasse mais perigosa ou fora de controle.


Equipe de Manutenção – eram os mais numerosos e essenciais para que o parque funcionasse, num total eles eram 221. Eram divididos nas mais diversas funções, mas ligadas ao fato de sempre manter o parque nas melhores condições possível. Havia funcionários que faziam os cuidados nas estruturas físicas do parque, os responsáveis pelo asseio e pela limpeza do parque, os encarregados de alimentar dos animais, além de muitas outras funções que estavam sempre ligadas à manutenção do perfeito estado do parque.    


Equipe de Atendimento ao Visitante – esses funcionários tinha a função principal de sempre manter o visitante o mais bem tratado possível. Suas funções eram tão variadas como as do pessoal da manutenção. Eles eram os guias dos passeios pelas instalações físicas do parque, os que atuavam nos hotéis, restaurantes, spas e em outros setores de estadia e entretenimento do parque, os que trabalhavam nas lojas de lembranças, médicos e pessoal da emergência (essas pessoas estavam sempre prontas pra atender qualquer um no parque, não apenas os visitantes), além de muitas outras funções criadas para manter o visitante seguro, saudável feliz e satisfeito. Na verdade, todos esses 193 funcionários nunca puderam atuar efetivamente em suas funções por causa do incidente no parque.



Isla Sorna


Diferente do Complexo da Isla Nublar, o Complexo da Isla Sorna não mantinha um efetivo de funcionários muito grande, pois muitas funções ligadas ao atendimento dos visitantes não seriam necessários nessa ilha, por ela ser o local onde os dinossauros eram criados e observados apenas por cientistas e não por visitantes. Num total haviam 328 funcionários. Sendo assim, eles eram divididos conforme suas funções em:


Rangers – tinham as mesmas funções que os rangers do Jurassic Park, só que com algumas diferenças. Eles deveriam verificavam a segurança das cercas e do recinto dos Pteranodon Beta, procurar e capturar, os animais que seriam levados para a Isla Nublar, supervisionar a entrada e saída de pessoas da ilha, tentar o máximo possível manter os carnívoros longe das áreas freqüentadas pelos herbívoros, mas principalmente de manter o total controle sobre a ilha. No total haviam 89 rangers na ilha.


Veterinários – tinham a mesmas funções que os veterinários do Jurassic Park, a de sempre manter a saúde dos animais e a de cuidar das dietas especificas de cada espécie, no entanto diferente dos veterinários instalados na Isla Nublar, os da Isla Sorna tinham bem mais dificuldades, pois ali os dinossauros estavam livres, sujeitos a adoecerem e se ferirem bem mais que os que foram levados para o parque. Na ilha haviam 30 veterinários.


Cientistas – com um total de 40 pessoas trabalhado nela, essa categoria estava dividida em três outras: os geneticistas, os especialistas no estudo das espécies e o pessoal do berçário, todas três com funções idênticas aos cientistas do Jurassic Park. Os 10 geneticistas faziam o fundamental para a existência do parque, criar dinossauros, mas para isso eles tinham que retirar o DNA do sangue extraído dos mosquitos preservados em âmbar, duplicar milhares de vezes o DNA retirado para logo em seguida a cadeia ser quebrada por seqüenciadores de genes, acrescentar DNA de espécies atuais para consertar falhas nas cadeias. Após esses e muitos outros procedimentos, o DNA é inserido dentro dos ovos sintéticos, que daí eram repassados para o pessoal do berçário, onde ficavam sobre o cuidado de 18 profissionais centrados apenas no extremo cuidado que os ovos e os filhotes precisam. Os 12 especialistas no estudo das espécies, junto com os veterinários, tinham que pesquisar bem mais do que os que atuavam na Isla Nublar. Eles tinham a grande tarefa de tentar descobrir todo o possível sobre cada espécie de dinossauro. Seus hábitos, comportamentos, inteligência, periculosidade, interações com o ambiente e com humanos, eram os principais alvos dos estudos dos especialistas. 


Controladores – como no Jurassic Park, esses eram os que faziam tudo funcionar na ilha. Numa sala cheia de super-computadores e equipamentos comunicação, pouca gente, na verdade apenas 10 pessoas, controlavam tudo na ilha e também as comunicações com a Ilha Nublar e com o continente. Eles tinham de manter tudo em bom funcionamento, pois qualquer falha poderia levar a um desastre certo. No Centro de Controle do Aviário, sempre havia pelo menos 2 controladores, pois com Aviário contendo os Pteranodon Beta, um cuidado bem maior tinha de ser tomado. 

 

Portuários – são os funcionários da única Doca da ilha, no entanto alguns deles eram responsáveis pela Casa de Barcos, nas margens do rio. Num total de 33, eles possuíam as mesmas funções que os trabalhadores das Docas da Isla Nublar. Tinham que fazer a carga e a descarga de tudo que chegava a ilha, coordenar o embarque e o desembarque dos funcionários que chegavam ou saiam da ilha em navios, fazer verificação de carga em todos os navios que deixavam a ilha (para que nenhum animal pudesse escapar da ilha e para que qualquer coisa sem autorização não saísse da ilha).     


Aeroviários – eram os funcionários do Heliporto. Como no Jurassic Park, o heliporto era de uso exclusivo da diretoria e dos funcionários mais importantes, lá haviam 12 pessoas mantendo tudo em ordem, para que os pousos e decolagens sempre fossem seguros. 


Equipe de Manutenção – na Isla Sorna, eles também eram os mais numerosos e essenciais para manter tudo como o planejado. Com total de 114, eram divididos nas mais diversas funções, mas total elas ligadas ao fato de sempre manter as instalações habitáveis nas melhores condições possíveis. Haviam funcionários que faziam a manutenção das construções na ilha, os responsáveis pelo asseio e pela limpeza do dos locais habitados, os encarregados de alimentar dos animais, além de muitas outras funções que estavam sempre ligadas à manutenção do perfeito estado das áreas onde as pessoas estavam sempre presentes na ilha.    

 


Las Tres Hermanas


Como no Complexo Las Tres Hermanas o parque é muito maior que o primeiro Jurassic Park, o número de funcionário também tem de ser bem maior, tendo um total de 1334. Sendo assim, eles são divididos conforme suas funções em:


Rangers – tem as mesmas funções que os rangers do primeiro Jurassic Park e da Isla Sorna tinham, só que bem ampliadas, como a de verificar a segurança dos recintos, rastrear e capturar animais que eventualmente fugirem dos recintos, procurar os animais que não aparecessem nas contagens feitas pelos computadores, supervisionar a entrada e saída de pessoas da ilha, mas principalmente de manter o total controle sobre todas as áreas físicas do parque. No total há 123 rangers nas ilhas.


Veterinários – tem as mesmas funções que os veterinários do primeiro Jurassic Park e da Isla Sorna tinham, a de sempre manter a saúde dos animais e a de cuidar das dietas especificas de cada espécie, no entanto como seus “pacientes” são dinossauros, eles têm muitas dificuldades em cumprir essas funções, eles tiveram que observar muitos os animais para aprender os seus hábitos e o que acontecia com eles externa e internamente. No parque há 35 veterinários.


Cientistas – como no primeiro parque e na Isla Sorna, com um total de 63 pessoas trabalhado nela, essa categoria está dividida em três outras: os geneticistas, os especialistas no estudo das espécies e o pessoal do berçário. Os 18 geneticistas fizeram o fundamental para a existência do parque, criar novos tipos de dinossauros, mas para isso eles usaram o DNA do sangue extraído dos mosquitos preservados em âmbar que não foi usado nas pesquisas anteriores, duplicaram milhares de vezes o DNA retirado para logo em seguida a cadeia ser quebrada por seqüenciadores de genes bem mais modernos que os do primeiro parque, acrescentaram DNA das espécies atuais mais próximas aos dinossauros para consertar falhas nas cadeias. Após esses e muitos outros procedimentos, o DNA é inserido dentro dos ovos sintéticos, que daí eram repassados para o pessoal do berçário, onde ficavam sobre o cuidado de 25 profissionais centrados apenas no extremo cuidado que os ovos e os filhotes precisam. Os 20 especialistas no estudo das espécies, junto com os veterinários, tem que pesquisar, para completar a grande tarefa de tentar descobrir todo o possível sobre cada nova espécie de dinossauro criada. Seus hábitos, comportamentos, inteligência, periculosidade, interações com o ambiente e com humanos, são os principais alvos dos estudos dos especialistas. Os novos geneticistas não inseriram o "Recurso Lisina" no DNA dos animais e também não criaram apenas fêmeas, pois eles sabem que isso não surtiu efeito anteriormente, sendo assim eles não cometeriam os mesmos erros. Sendo assim os cientistas criaram outras maneiras para manter os dinossauro na ilha e ter sob controle sua população...


Guias – como foi previsto para o primeiro Jurassic Park, cada Explorer terá um guia em seu interior, não só para responder eventuais perguntas dos visitantes, mas também para que esses visitantes tivessem uma sensação de segurança maior. Também há guias que atuam apenas nos passeios submarinos. Eles têm um treinamento na área de segurança bem mais amplo, pois de baixo da água não se pode disser que tudo está sob controle. No total há 30 guias no parque.


Controladores – como no primeiro Jurassic Park e na Isla Sorna, eles são as pessoas que fazem tudo funcionar no parque. Num dos três prédios que compõem o Complexo do Centro de Visitantes e Laboratórios, em várias salas cheias de super-computadores, 22 pessoas controlam todas as funções do parque e também as comunicações com o continente. Eles têm de manter tudo em bom funcionamento, pois qualquer falha pode levar a um desastre certo.


Mergulhadores – são uma classe de rangers treinados para atuar de baixo da água. No total são 36 mergulhadores. Como o novo parque possui animais marinhos em suas dependências, essa classe de ranger foi criada para manter o controle sobre esses animais. Eles receberam treinamento intenso em técnicas de mergulho e de captura de animais de baixo da água, além de serem eles que verificam a segurança dos das cercas submarinas que rodeiam os recintos desses animais. Fora da água eles sabem o que acontece dentro dos recintos a partir de observações feitas do Centro de Controle dos Alojamentos dos Animais aquáticos.


Portuários – são os funcionários das Docas Norte, Sul, Leste e Oeste e do Parque Marina. Num total de 150, 30 em cada local, eles possuem mesmas funções que os trabalhadores das Docas do primeiro Jurassic Park e da Isla Sorna. Eles têm que fazer a carga e a descarga de tudo que chega a ilha, coordenar o embarque e o desembarque dos funcionários que chegam ou saem da ilha em navios, fazer verificação de carga em todos os navios que deixam a ilha (para que nenhum animal possa escapar da ilha e para que qualquer coisa sem autorização não saia da ilha). No Parque Marina, os funcionários foram treinados para atender os visitantes e cuidar para manter-los seguros durante os passeios de barco pela baia.      


Aeroviários – da mesma maneira que no primeiro parque, os funcionários do Heliporto e da Pista de Aterrissagem trabalham nas muitas funções que esses lugares precisam possuir para serem mantidas, no total são 85. O Heliporto, como sempre, é de uso exclusivo da diretoria, dos funcionários mais importantes e dos convidados do parque, lá 30 pessoas mantendo tudo em ordem. Na Pista de Aterrissagem os 55 funcionários estão treinados para receber e informar tudo sobre o parque aos visitantes, mas contando apenas o essencial do que eles veriam ao entrar no parque. 


Seguranças – como os seguranças do primeiro parque, eles têm a função de dar proteção a todos nas dependências dos prédios e nos lugares de maior movimentação do parque. Sendo 116 o seu número total, eles estão sempre recebendo informações e ordens da sala de controle, prontos para atuar quando qualquer situação envolvendo as pessoas que estão no parque se tornasse mais perigosa ou fora de controle.


Equipe de Manutenção – são os mais numerosos e como no primeiro Jurassic Park e na Isla Sorna, essenciais para que o parque funcione, num total eles são 412. São divididos nas mais diversas funções, mas ligadas ao fato de sempre manter o parque nas melhores condições possível. Há os funcionários que cuidam das estruturas físicas do parque, os responsáveis pelo asseio e pela limpeza do parque, os encarregados de alimentar dos animais, além de muitas outras funções que estão sempre ligadas à manutenção do perfeito estado do parque.    


Equipe de Atendimento ao Visitante – esses 262 funcionários tem como no primeiro parque, tem a função principal de sempre manter o visitante o mais bem tratado possível. Suas funções são tão variadas como as do pessoal da manutenção. Eles são os guias dos passeios pelas instalações físicas do parque, os que atuam nos hotéis, restaurantes, spas e em outros setores de estadia e entretenimento do parque, os que trabalham nas lojas de lembranças, médicos e pessoal da emergência (essas pessoas estão sempre prontas pra atender qualquer um no parque, não apenas os visitantes), além de muitas outras funções criadas para manter o visitante seguro, saudável feliz e satisfeito.

 


Jurassic Park San Diego


O Complexo de San Diego e seu parque são bem menores que o complexo do Jurassic Park II, com isso o número de funcionário é bem menor, tendo um total de 479, entre:


Veterinários – tem as mesmas funções que os veterinários dos outros complexos, a de sempre manter a saúde dos animais e a de cuidar das dietas especificas de cada espécie. No parque há 12 veterinários.


Guias – os guias devem orientar os visitantes durante seu passeio pelas instalações. No caso de visitas monitoradas, eles levam os grupos pelo roteiro básico.  No total há 20 guias no parque.


Controladores – são as pessoas que fazem tudo funcionar no parque. Na sala principal  20 pessoas controlam todas as funções do parque . Eles têm de manter tudo em bom funcionamento, pois qualquer falha pode levar a um desastre certo.


Seguranças – têm a função de dar proteção a todos nas dependências dos prédios e nos lugares de maior movimentação do parque. Sendo 100 o seu número total, eles estão sempre recebendo informações e ordens da sala de controle, prontos para atuar quando qualquer situação envolvendo as pessoas que estão no parque se tornasse mais perigosa ou fora de controle.


Equipe de Manutenção – são os mais numerosos e essenciais para que o parque funcione, num total eles são 270. São divididos nas mais diversas funções, mas ligadas ao fato de sempre manter o parque nas melhores condições possível. Há os funcionários que cuidam das estruturas físicas do parque, os responsáveis pelo asseio e pela limpeza do parque, os encarregados de alimentar dos animais, além de muitas outras funções que estão sempre ligadas à manutenção do perfeito estado do parque.  

 

Equipe de Atendimento ao Visitante – esses 57 funcionários tem como no primeiro parque, tem a função principal de sempre manter o visitante o mais bem tratado possível. Suas funções são tão variadas como as do pessoal da manutenção. Eles são os guias dos passeios pelas instalações físicas do parque, os que atuam nos hotéis, restaurantes, spas e em outros setores de estadia e entretenimento do parque, os que trabalham nas lojas de lembranças, médicos e pessoal da emergência (essas pessoas estão sempre prontas pra atender qualquer um no parque, não apenas os visitantes), além de muitas outras funções criadas para manter o visitante seguro, saudável feliz e satisfeito.

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