oleos essenciais

Óleos essenciais de Pitanga...




 A Pitanga apresenta compostos fenólicos com ação antioxidante, hipoglicemiante e antireumática, além de ser utilizada em distúrbios estomacais e como anti-hipertensiva, na medicina popular.

O óleo essencial de pitanga é obtido através da destilação das folhas verde-escuras da planta e apresenta, de acordo com algumas análises cromatográficas publicadas na internet, principalmente sesquiterpenos. Esta característica o diferencia de outros óleos, geralmente mais ricos em monoterpenos. Com suas propriedades adstringentes e odor agradável, é muito utilizado em sabonetes, desodorantes e óleos corporais por promover uma agradável sensação de frescor. Também é empregado em shampoos por ajudar na redução da oleosidade dos cabelos....

A Destilação de Plantas....

postado em 10 de set de 2009 16:55 por Daniel Alves

A destilação a vapor é feita em um alambique onde partes frescas da planta e algumas vezes secas são colocadas. Saindo de uma caldeira, o vapor circula através das partes da planta forçando a quebra das frágeis bolsas intercelulares que se abrem e liberam o óleo essencial. À medida que este processo acontece, as sensíveis moléculas de óleos essenciais evaporam junto com o vapor da água viajando através de um tubo no alto do destilador, onde logo em seguida passam por um processo de resfriamento através do uso de uma serpentina e se condensam junto com a água. Forma-se então, na parte superior desta mesma água obtida, uma camada de óleo essencial que é separado através de decantação. A água que sobra de todo este processo após retirado o óleo, é chamada de água floral, destilado, hidrosol ou de hidrolato.

Arraste por Vapor d’água

A destilação a vapor é o mais comum método de extração de óleos essenciais. Esta é feita em um alambique, onde partes da planta frescas ou secas são colocadas. O vapor, saindo de uma caldeira, circula por onde a planta se encontra, forçando a quebra das bolsas intercelulares, fazendo liberar os óleos essenciais presentes na planta. Os óleos voláteis apresentam tensão de vapor mais elevadas que a da água, sendo, por isso, arrastadas pelo vapor d'água, saindo no alto do destilador, e a seguir passa por um resfriamento, através do uso de uma serpentina que está em contato com um líquido (água) a temperatura mais baixa. Então a água e óleo são condensados. Nesse produto de saída pode se ver a diferença de duas fases, óleo na parte superior e na inferior a água; elas são separadas por um processo de decantação.
A água que sobra deste processo recebe o nome de água floral, destilado, hidrosol ou hidrolato. Ela contém muitas propriedades terapêuticas extraídas da planta, sendo útil para preparados para a pele e também para uso oral.
Em pequena escala de laboratório, emprega-se o aparelho de Clevenger. O óleo volátil obtido, após separar-se da água, deve ser seco com Na2SO4 anidro.

Extração com Solvente

Um outro método de extração usado para se conseguir o óleo essencial de delicadas plantas é a extração por solvente. Neste processo um solvente químico como o hexano é usado para extrair os compostos aromáticos da planta. Isto fornece um produto chamado de concreto. O concreto pode ser dissolvido em álcool de cereais para remover o solvente. Quando o álcool evapora, o absoluto aparece. No processo de extração do concreto obtém-se não somente o óleo essencial, mas também ceras, parafinas, gorduras e pigmentos. Nesta caso o concreto acaba tendo uma constituição pastosa (o concreto do Jasmim real possui em torno de 55% de óleo essencial). Já o absoluto, além de fazer uma limpeza dos solventes anteriormente empregados, também purifica a mistura das ceras, parafinas e substâncias gordurosas presentes, o que leva o produto final a ter uma consistência mais líquida. O teor de solvente no produto final pode variar de menos de 1% até 6%. Em teores tão baixos quanto 1% consideramos o produto apto ao uso terapêutico, isso quando indicado neste sentido, e no caso daqueles obtidos somente pelo uso do álcool, é aceitável seu emprego com esta finalidade mesmo em teores superiores a 1%, como acontece com algumas resinas como a mirra e benjoim (é meio que comparar com o uso de tinturas de plantas, mas com teor quase imperceptível de álcool). A extração por solvente também pode alterar em muito a composição química do produto final, um exemplo é o do Óleo de Cravo da Índia (Eugenia caryophyllata). No óleo extraído por destilação a vapor, obtém-se um óleo essencial com 70-90% de eugenol, sendo que 5-12% são de β-cariofileno, um composto que não é encontrado no produto obtido por extração com solvente.

CO2 supercrítico

As partes das plantas a serem extraídas são colocadas em um tanque onde é injetado dióxido de carbono supercrítico, isto ocorre a extrema pressão de 200 atmosferas e temperaturas superiores de 31°C. Nessa pressão e temperatura o CO2 atinge o que seria um quarto estado físico, no qual a sua viscosidade é semelhante a de um gás, mas a sua capacidade de solubilidade é elevada como se fosse um líquido.
Uma vez efetuada a extração faz-se com que a pressão diminua e o gás carbônico volta ao estado gasoso, não deixando qualquer resíduo de solvente. A grande solubilidade e a eficiência na separação tornam o CO2 supercrítico mais indicado para ser utilizado na indústria do que solventes orgânicos.
Por CO2 supercrítico podem ser retirados os terpenos presentes nos óleos essenciais, tornando assim um óleo essencial mais puro.

Prensagem a frio

Um outro método de extração de óleos essenciais é por prensagem a frio (pressão hidráulica) ou escarificação. Ele é usado para obter óleo essencial de frutos cítricos como bergamota, laranja, limão e grapefruit. Neste processo, as frutas são prensadas e delas extraído tanto o óleo essencial quanto o suco. Após a prensagem é feita a centrifugação da mistura, através da qual separa-se o óleo essencial puro. Existe também, extração de óleos de cítricos por destilação a vapor, o que é feito para eliminar as furanocumarias que mancham a pele. Porém é considerado o óleo retirado por prensagem a frio de qualidade superior num sentido terapêutico. Não somente é feito extração de óleos essenciais de cítricos por este método, mas de maneira semelhante o óleo extra-virgem de amêndoas, castanhas, nozes, germe de trigo, oliva, semente de uva e também de algumas sementes das quais se extrai normalmente o óleo essencial por destilação, como é o caso do cominho negro.



Turbodestilação e Hidrodifusão Vários métodos de extração modernizados têm-se tornado alternativas para a destilação a vapor.A turbodestilação é adequada para partes de difícil extração de óleo essencial da planta, como é o caso de cascas, raízes e sementes. Neste processo as plantas são emergidas na água e o vapor é posto a circular então em meio a esta mistura de planta e água. Através deste processo, a mesma água é continuamente reciclada através do material da planta. Este método torna mais rápida a extração de óleos essenciais de difícil e lenta obtenção. Na hidrodifusão, o vapor sob pressão atmosférica normal é dispersado do topo da câmara diretamente sobre o material da planta. Desta forma o vapor pode saturar o material mais igualmente e em menor tempo do que na destilação a vapor. Este método é também menos severo do que a destilação a vapor, resultando em óleos essenciais que cheiram de forma muito mais semelhante à planta original e melhores.

Enfleurage

Algumas flores como o Jasmim ou Tuberosa têm baixo teor de óleos essenciais e são extremamente delicadas não podendo ser destiladas a vapor pois podem sofrer perdas quase completas de seus compostos aromáticos. Em alguns casos um processo lento e caro chamado enfleurage é utilizado para obter-se o óleo essencial destas flores. As pétalas, então, são colocadas em gordura vegetal ou animal sem cheiro que absorve os óleos essenciais. Todos os dias ou de determinadas a determinadas horas, depois que a gordura absorveu todo o óleo essencial possível, as pétalas são removidas e substituídas por outras frescas, recém-colhidas. Este procedimento continua até que a gordura venha a ficar saturada com o óleo essencial. Adicionando álcool à mistura é possível separar o óleo essencial da gordura, pois o óleo essencial é mais solúvel no álcool. Aí então teremos o absoluto. Este é um processo difícil e demorado. Normalmente o enfleurage puro, somente é empregado em fazendas de interior na Europa.

Fitóis ou Florasóis

Este método de extração utiliza um novo tipo de solvente gasoso que não é tóxico e não deixa resíduos. Nos fins da década de 80, o Dr. Peter Wilde pela primeira vez analisou as propriedades específicas deste solvente, o "florasol"(R134a), para a extração de óleos aromáticos e compostos ativos de materiais de plantas, tanto para uso dentro da alimentação, farmácia, aromaterapia e indústria de perfumes. A extração ocorre sob temperatura ambiente e, devido a isso, não há degradação química dos produtos. O óleo essencial obtido por este processo é limpo, claro e completamente livre de gorduras e ceras. O Dr. Wilde patenteou sua descoberta como "fitol", ou "fitônicos".

Oleos essenciais e os processos.....

postado em 10 de set de 2009 16:39 por Daniel Alves

Embora sejam insolúveis em água, conseguem conferir
odor à mesma, constituindo os hidrolatos e tornando-se uma
fonte importante de aromatizantes em perfumaria e especiarias.
Além do mais, as essências ou óleos essenciais apresentam
atividades farmacológicas, como anti-sépticas, antiinflamatórias,
antimicrobianas entre outras, que são muito utilizadas na
medicina popular e para a fabricação de medicamentos.

CLASSIFICAÇÃO QUÍMICA
A estrutura química dos óleos essenciais é composta por
elementos básicos como o carbono, oxigênio e hidrogênio, sendo
sua classificação química difícil, visto serem formados por uma
mistura de diversas moléculas orgânicas, como: hidrocarbonetos,
álcoois, ésteres, aldeídos, cetonas, fenóis e outras. Nas plantas,
os óleos apresentam-se em misturas de diferentes
concentrações, tendo, normalmente um composto majoritário. A
grande maioria, no entanto, é constituído de derivados
fenilpropanóides ou de terpenóides, preponderando os últimos.
Os terpenóides constituem uma grande variedade de
substâncias vegetais, sendo esse termo empregado para
designar todas as substâncias cuja origem biossintética deriva de
unidades do isopreno. Os compostos terpênicos mais freqüentes
nos óleos voláteis são os monoterpenos (90 % dos óleos) e os
sesquiterpenos.

FUNÇÕES BIOLÓGICAS
O papel dos óleos essenciais encontrados nas plantas
está relacionado com a sua volatilidade, pois, por meio dessa
característica, agem como sinais de comunicação química com o
reino vegetal e como arma de defesa contra o reino animal.
Assim, considera-se a existência de funções ecológicas,
especialmente como inibidores da germinação, na proteção
contra predadores, na atração de polinizadores, na proteção
contra a perda de água e aumento de temperatura.

ESPÉCIES DIFERENTES
É difícil selecionar as espécies vegetais a investigar
quanto ao potencial farmacológico, levando-se em conta a
imensa quantidade de espécies a explorar. Os relatos da medicina
popular costumam ser vistos como eficazes na identificação de
espécies vegetais potencialmente terapêuticas e, orientadores
das pesquisas com plantas medicinais.
Nos vegetais variam a quantidade de oleos essenciais,
pois as condições climáticas diferentes provocam stress diferente.
Sendo assim a mesma espécie produzem óleos essenciais diferentes
de uma região para outra.

Banho de Sol em....

postado em 10 de set de 2009 13:45 por Daniel Alves

Os cuidados com o banho de sol em crianças menores de seis meses......

Se levar o bebê para tomar o sol da tardezinha, leve um agasalho caso esfrie mais tarde. Bebê não é adulto. Portanto, nada de querer que ele pegue um bronze.

Na hora da exposição ao sol disponha sempre de um relógio para controlar o horário e o tempo. Hidratação é fundamental.

O leite materno é a melhor fonte de vitamina para o bebê de até seis meses. Protetores solares não devem ser usados neste seis meses iniciais de vida.

Os Poderes dos óleos Essenciais..

postado em 7 de set de 2009 09:47 por Daniel Alves   [ 20 de set de 2009 10:49 atualizado‎(s)‎ ]




Abrir a porta de casa e sentir um cheirinho bom no ar é sempre um prazer. E, mais do que proporcionar bem-estar, os aromas podem interagir com as pessoas. Os especialistas em aromaterapia - tratamento com óleos essenciais baseado nos efeitos dos aromas - garantem que os óleos, quando bem aplicados, têm o poder de ajudar a combater problemas físicos e emocionais.

Por isso, conviver no lar-doce-lar com determinados perfumes pode ser, além de agradável, uma forma de proteger a saúde da família. Como exemplo, basta citarmos a harmoniosa relação entre as pessoas e os óleos essenciais exibida na novela Caminho das Índias, da rede Globo. Veja, a seguir, como escolher o aroma perfeito para cada objetivo e ambiente da casa. No mínimo, essas dicas vão lhe render ótimas sensações:

- Os aromas são derivados dos óleos essenciais, substâncias naturais extraídas de flores, folhas, sementes, cascas e raízes.
- Eles podem ser à base de óleos essenciais, que têm efeito terapêutico, ou sintéticos, que têm apenas a função de perfumar a casa.
- A lavanda é indicada pelos especialistas para combater insônia, depressão, cansaço e tensão. Basta usar uma gota no travesseiro ou borrifá-la no ar.
- Para áreas de trabalho e estudo, a dica é o uso do alecrim, que auxilia na concentração.
- A bergamota estimula o entusiasmo, ideal para um dia especial, como uma festa ou um jantar.
- Se a ideia é reforçar os momentos em família, o uso de gerânio ou lemongrass (capim-limão) traz alegria, paz e serenidade.
- O ylang-ylang é conhecido por seus poderes afrodisíacos e, portanto, indicado para noites de namoro.
- Já a rosa estimula o poder de sedução, além de ser indicada para aumentar a auto-estima.
- Nos ambientes em que o cheiro de limpeza faz diferença, como o banheiro, pode-se combinar os aromas cítricos com os herbais. Exemplo: tangerina e alecrim.

Receitas caseiras

- Para combater cheiro de mofo nos armários.....Leia mais


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