Ciências Naturais - 7º ano


Página de apoio aos alunos das turmas B, D e E 

Terra - Planeta com Vida

Sistema Solar 

(atenção que alguns destes sites ainda consideram Plutão um planeta principal...)

 

 

A Terra como um Sistema

A Terra como um Sistema (apresentação powerpoint em formato pdf)

 

Ficha Formativa

Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente (CTSA)

 

Teoria Geocêntrica e Heliocêntrica

  

http://profs.ccems.pt/PauloPortugal/CFQ/Geocentrismo_Heliocentrismo/Geocentrismo_Heliocentrismo.html

http://uniterra.no.sapo.pt/geocentre.htm

http://anossavolta.blogs.sapo.pt/456.html

 

 

Lista de Objectivos - 1º teste

 

 

Exploração espacial

http://web.educom.pt/pr1180/exploracao.htm

http://oficina.cienciaviva.pt/escolajoaoafonso/eespacial.HTM

 

 

 

 

A Terra conta a sua história

 

Os Fósseis

      

Apresentação powerpoint utilizada nas aulas (em formato pdf)

Poster para identificação de fósseis

Processo de formação de um fóssil

Resumo para estudar

Notícia: Descoberta de fóssil de crustáceo na Antárctida

Os fósseis (trabalho de alunos)

 

 

Uma proposta de leitura - livro recomendado "Evolui ou morre" 

 Lista de objectivos - 2º teste

 

 

 Queres saber mais sobre FÓSSEIS???

Então dá uma vista de olhos nos seguintes locais:

 Resultados do 2º teste de avaliação

7ºB

7ºE

7ºD

 

 

Actividade experimental - Simulação de fósseis em laboratório

2º Protocolo Experimental

 

FINALMENTE, cá estão elas!!!

AtençãoTens de esperar um bocadinho, para o ficheiro carregar (liga o som!!)

Fotos 7ºB (clica aqui)

Fotos 7ºD

Fotos 7ºE

 

Boas férias...

 

 De regresso...Emoticon neve e vento

- 2º Período -

 

Guião " Em busca dos Fósseis"

(documento com informação completa sobre este tema)

 

Princípio da sobreposição dos estratos - doc. de apoio

 

 

 

Observação macroscópica de fósseis

7ºB 

7º D 

 

 

 

 

 

Trabalho de Grupo:

Webquest sobre "Grandes Etapas da História da Terra"

              Vê aqui como deves fazer

 

Data de entrega dos trabalhos: final da 1ª semana de Fevereiro

 

Trabalhos realizados

7ºB

Grupo António, Bruno e Tiago

Grupo Bruna, Bruno Teixeira e Sara

Grupo Daniela, Bruno Pacheco, Jorge e Micael (dossier)

Grupo Carlos, Diana, Eusébio e José

Grupo Diogo, Luís, Pedro e Vítor

 

 

 

 

Extinção dos dinossauros - uma das teorias apresentadas:

 

Apresentação PowerPoint utilizada nas aulas 

 

  • Exercício de palavras cruzadas aqui

 

 

 

 

Estrutura Interna da Terra

 jjklj.gif (14146 bytes)

É difícil estudar a estrutura interna da Terra unicamente através da observação directa. Até hoje o Homem conseguiu fazer observações directas até cerca de 7 km de profundidade em minas de diamantes da África do Sul, e em furos de sondagens que atingiram apenas os 12 km.

 

Existem diversos métodos directos de estudo, que consistem em observar:

Esquema: métodos de estudo directos

Foi só quando se descobriram métodos indirectos de estudo que o conhecimento sobre o interior da Terra se desenvolveu.

Esquema: métodos de estudo indirectos

Modelos de estrutura interna da Terra     

 

 

 

Com base nos métodos de estudo directos e indirectos referidos,
são considerados dois modelos para a estrutura interna da Terra,
um baseado na composição química dos materiais
e outro baseado no seu estado físico.

Modelos da estrutura interna Terra:

A - Modelo Químico

B - Modelo Físico


 

MAFALDA 1Modelos do interior da Terra

Modelo Químico

Crosta

A crosta continental é constituída essencialmente por granitos e tem, em média, 35 km de espessura, podendo atingir os 70 km em zonas de cadeias de montanhas. A crosta oceânica é constituída essencialmente por basaltos e tem cerca de 8 km de espessura.

Manto Estende-se desde a base da crosta até aos cerca de 2900 km de profundidade. É formada por rochas muito densas, ricas em ferro e magnésio, como o peridotito.
Núcleo

É a zona central da Terra. Estende-se até ao centro da Terra, aos 6370 km de profundidade. É constituído por ferro e níquel.

Modelo Físico

Litosfera

Engloba a crosta e o topo do manto;

A sua espessura varia entre os 100 (litosfera oceânica) e os 150 km (litosfera continental);

É constituída por materiais sólidos e rígidos.

Astenosfera Estende-se desde a base da litosfera até a uma profundidade ainda discutível pelos cientistas (entre os 350 e os 670 km);

É constituída por materiais sólidos, mas mais pastosos que os da litosfera, portanto, mais plásticos e deformáveis.

Mesosfera Situa-se entre a astenosfera e os cerca de 2900 km de profundidade, sendo constituída por materiais rígidos.
Núcleo externo Situa-se entre a mesosfera e os cerca de 5150 km de profundidade, sendo constituído por materiais líquidos
Núcleo interno Estende-se até ao centro da Terra (6370 km de profundidade) e é constituído por materiais sólidos.

Retirado de:http://e-geo.ineti.pt/edicoes_online/diversos/guiao_tectonica_placas/texto.htm

 

 

Como continua a, aproveita para dar uma vista de olhos -

Para saberes mais consulta estes links:

http://www.infopedia.pt/$estrutura-interna-da-terra

http://eb23isabelportugal.crie.fc.ul.pt/mod/resource/view.php?inpopup=true&id=2974

 

 

Exercícios on-line sobre este temaaqui , aqui 

 

 

      Leitura aconselhada: NOVO modelo da estrutura interna da Terra 

 

 

Lista de objectivos para o 3º teste de avaliação 

 

 

 Classificações do 3º teste

-7ºB

- 7ºD

- 7ºE

 

 

Deriva Continental 

PowerPoint utilizado nas aulas

 Outros recursos:
  •  Vídeos

 

 
 
 
Tectónica de Placas
 
PowerPoint utilizado nas aulas

 
 
Outros recursos:
  •  Vídeos

 

 Página sobre as placas tectónicas e tipos de limites - aqui

Exercícios on-line aqui, aqui

 

A não perder:

Lição sobre a Teoria da Deriva Continental e a tectónica de Placas (em flash) 

 

Formação de montanhas

PowerPoint utilizado nas aulas

 

 

 Ocorrência de falhas e dobras

 PowerPoint utilizado nas aulas

 
 
 
 
 
 
 
 
 
3º Período
 
 
 
 
Vulcanismo
 
 
 
Vulcões:são aberturas na crosta terrestre de onde são expelidos materiais provenientes do interior da Terra.
 
 
 Esquema representativo de um vulcão e estruturas ígneas associadas. Fonte: http://e-geo.ineti.pt.
 
 
 
Formação de uma caldeira

Quando a actividade vulcânica é extinta ou quando os vulcões estão adormecidos,

é frequente que se formem lagoas nas suas crateras, à custa das águas das chuvas.

Estas lagoas, denominadas caldeiras, formam-se quando se dá o colapso ou abatimento da parte superior do cone vulcânico, como resultado do esvaziamento da câmara magmática

se, após a erupção não voltar a haver recarga da mesma.

Desta forma, a falta de pressão exercida pelo conteúdo magmático causa

a insustentabilidade do edifício e consequente colapso.

As caldeiras podem ter variadas dimensões e a forma delas tende a ser circular ou elíptica,

à semelhança da cratera vulcânica.

Em Portugal nos arquipélagos, encontram-se belos exemplos disso.

Algumas destas caldeiras, localizam-se na ilha de S. Miguel, Açores.

Ilha de S. Miguel, arquipélago dos Açores. Retirado dewww.geographicae.wordpress.com
Lagoa das Sete Cidades, ilha de S. Miguel, Açores.
 Lagoa do Fogo, ilha de S. Miguel, Açores.
 
 
 
Formação de uma caldeira

 
 
Açores: formação de ilhas vulcânicas 

 
 
 
 
Tipos de materiais libertados pelos vulcões:
- gasosos ( vapor de água, dióxido de carbono e outros);
- líquidos (lava);
- sólidos (piroclastos).
 
 
Tipos de Piroclastos
- cinzas;
- lapilli;
- bombas ou blocos;
- pedra-pomes.
 
 
 Tipos de erupções vulcânicas
vulcao
Erupção explosiva:
- lava viscosa rica, em gases;
- cones vulcânicos com declives acentuados;
- emissão de gases e piroclastos, libertação de lava;
- escoadas curtas;
- ex.º: Monte de Stª Helena (EUA)
 
 
 
 
Erupção efusiva:
- lava fluida, pobre em gases;
- cones vulcânicos com declives suaves;
- não há emissão de piroclastos nem formação de nuvens ardentes;
- escoadas longas (formação de rios de lava);
- ex.º: Kilauea (Havai)
eruption1.jpg
 
 
 
Erupção mista:
- verifica-se uma alternância de camadas de piroclastos e de lava solificada.
- Ex.º: Etna (Itália)
Spectacular View of Etna from the International Space Station
 
 
 
 
Quadro resumo
Carácter da erupção Explosiva a Catastrófica Mista Efusiva
Tipo de erupção Peleano Estromboliano Havaiano
Quantidade de gases Muito rico Intermédio Muito pobre
Materiais Domas ou agulhas, nuvens ardentes Lapilli, bombas, escoadas Rios de lava
Viscosidade Grande Média Pequena

 

 
 
 
Distribuição mundial dos vulcões
 
 
 
 
 
 
 
Sinais precursores da actividade vulcânica
- Sismos
 
- Abaulamento do cone vulcânico
Fotografia: Modelo de interior de cone vulcânico
 
- Emissão de fumos / gases
 
- Emissões hidrotermais
 
- Libertação de óxidos de enxofre (SO2)
 
 
 
Manifestações de vulcanismo secundário
 
Fumarolas, mofetas e sulfataras
(do latim fumus, fumo) é uma abertura na superfície da crosta da Terra,
em geral situada nas proximidades de um vulcão,
que emite vapor de água e gases, tais como:
dióxido de carbono (mofeta) ou dióxido de enxofre (sulfatara),
 
 
Géisers

Um géiser é uma nascente termal que “entra em erupção” periodicamente,

lançando uma coluna de água quente e vapor para o ar.

Esses jactos podem atingir cerca de 80 metros de altura

e apresentar temperaturas de 70 °C a 100 °C.

 
 
Nascentes termais
são nascentes de água a temperaturas elevadas,
que podem ter origem vulcânica ou
ser originadas por águas superficiais que, ao infiltrar-se,
são sobreaquecidas em consequência do aumento de temperatura.
Se a água das nascentes termais tem origem magmática denomina-se água juvenil.
 
 
 
 
 
 
Riscos e benefícios associados ao vulcanismo
 

 

 
 
 
 
 
Alguns sítios para obter mais informação:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
lhouse5.gif (11307 bytes)
 
 
Sismologia
 
Sismo: é um movimento brusco da crosta terrestre e resulta da libertação de energia no hipocentro ou foco.
 
 
Hipocentro ou foco: Região de profundidade variável na Terra onde o sismo tem a sua origem. Corresponde ao foco do sismo que, normalmente, tem a sua origem na deslocação relativa de blocos.

 
Epicentro: região da superfície terrestre, na vertical do hipocentro, onde o sismo é sentido com maior intensidade.
 
Ondas sísmicas: Movimentos vibratórios de partículas que num sismo se propagam a partir do foco segundo superfícies concêntricas.
 
 
 
Tipos de ondas sísmicas
 
Ondas de Love - Ondas sísmicas superficiais de grande amplitude que se deslocam unicamente nas camadas superficiais da crosta terrestre. As ondas superficiais são complexas e as ondas de Love correspondem a uma parte da agitação do solo. As ondas Love são de baixa frequência e têm um comprimento de onda elevado.

Ondas P - Primeiras ondas de um sismo que são registadas num sismograma e são ondas de compressão - dilatação, com as vibrações paralelas à trajectória, que se propagam em todas as direcções do espaço a partir do foco. As ondas P propagam-se nos líquidos e nos sólidos, mas também na atmosfera, sendo responsáveis pelo ruído surdo que acompanha os sismos. As ondas P são de alta frequência e com pequeno comprimento de onda.
 
 

Ondas S - Segundo tipo de onda sísmica a ser registada num sismograma. As ondas S são também designadas ondas transversais de cisalhamento, de distorção ou rotação.
Estas ondas só se deslocam nos sólidos. Os líquidos não oferecem resistência a este tipo de onda.

 
 
 
 
aqui os sismos que ocorrem em Portugal
 
Aqui encontras uma animação onde podes "criar" o teu próprio sismo
 
 
 SISMÓGRAFO
Um sismógrafo é um aparelho para registo de sismos.O sismograma traçado permite determinar a direcção das ondas sísmicas, a hora da sua chegada e a intensidade (Escala de Richter), possibilitando o cálculo, a partir destes dados, da distância e da intensidade real do sismo.

O primeiro instrumento de que se tem conhecimento para medir tremores de terra foi inventado pelo filósofo chinês Chang Heng em 132 d. C.
Este aparelho consistia num jarro que no seu exterior continha oito cabeças de dragão revestindo as oito principais direcções da circunferência do jarro. Por baixo de cada cabeça de dragão existia um sapo com a boca aberta virada para o dragão. A boca de cada dragão segurava uma bola. Durante a ocorrência de um tremor de terra, uma dos oito bocas dos dragões deixaria cair a bola na boca do sapo que estivesse situado próximo.
A direcção do estremecimento determinava qual dos dragões tinha deixado cair a sua bola. Com este instrumento foram detectados tremores de terra com o epicentro a grandes distâncias mas não se conseguia localizar o mesmo.
 
 
 
 
 
 16913
7ºB

 
 
62
7ºD

 
 
 
 
Bom fim-de-semana!!
 
 
 
 
Notas do 5º Teste 
 

 

 
 
 
ESCALA DE RICHTER
 
A escala de Richter serve para avaliar a magnitude de um sismo.
Foi estabelecida pelo sismólogo norte-americano Charles Francis Richter (1900-1985) em 1935.

A escala de Richter está compreendida entre 1 e 9 graus e é uma forma precisa para medir a intensidade de um terramoto, calculada a partir da amplitude das ondas sísmicas observadas a uma distância conhecida a partir do epicentro.
Esta escala indica-nos o máximo de energia libertada por um terramoto.

Na escala de Richter, um sismo superficial ( por exemplo 10 a 30 km) de magnitude menor do que 3 sente-se na zona próxima do epicentro.
Entre 4 e 5, sente-se e produz quedas de objectos e pequenos danos.
 A partir da magnitude entre 5 e 6, os prejuízos são apreciáveis, aumentando rapidamente para os grandes sismos destruidores de magnitude 7 e 8.
Raramente os terramotos excedem a intensidade de 8 na escala de Richter.
 
 
 
 
ESCALA DE MERCALLI MODIFICADA
 
Escala de 12 termos, considerada a escala internacional, na qual o primeiro termo corresponde aos sismos apenas registados por sismógrafos, e o último corresponde à destruição total das construções com modificação da topografia local.
A escala de Mercalli é uma escala de intensidade, isto é, avalia o grau destruidor de um sismo.
 
 
6ºTeste
 
7ºB: António, Bruno Teixeira, Carlos
7ºD: Bruna, Joel, Jorge, Leonel, Pedro, Ruben, Rui Ferreira, Sara
 7ºE:  Sara Daniela
 
 
 Classificações - Teste de Recuperação
 
-7ºB

N.º

 

Classificação

2

António

Satisfaz (50%)

6

Bruno Teixeira

Satisfaz (61%)

7

Carlos

Satisfaz (60%)

 
-7ºE

 

Classificação

Sara Daniela

Satisfaz Bem (82%)

 
-7ºD

 

Classificação

Bruna

Excelente (96%)

Bruno Joel

Satisfaz bem (72%)

Jorge

Satisfaz Bem (86%)

Leonel

Satisfaz (55%)

Pedro

Não Satisfaz (46%)

Ruben

Não Satisfaz (32%)

Rui Filipe

Satisfaz (61%)

Sara

Satisfaz bem (78%)

 
 
 
 
 
 

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