Ana Carmen M . Bastos - Apresentação



 

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        Olá, meu nome é Ana Carmen e sou educadora há mais de  30 anos. Trabalhei  durante muitos anos com alfabetização de crianças... com e sem dificuldades! . A felicidade do aluno no momento da apropriação do código escrito,  a  alegria  quando lê suas primeiras palavras, a ingenuidade e afetividade nas relações entre coleguinhas e professores sempre despertaram meu interesse. Durante esses anos de escola ( onde também fui diretora) tive o privilégio de trabalhar com alunos de inclusão, onde busquei na psicopedagogia , subsídios para fortalecer minha prática pedagógica. Consegui durante esses anos  vivenciar/conhecer crianças inesquecíveis e pais/colegas extremamente parceiros na tarefa educativa.
        Mas o que gostaria mesmo de relatar é que
no decorrer da minha caminhada profissional ( agora como psicopedagoga clínica ) percebi algumas coisas que gostaria de compartilhar com vocês.
      Percebo nos pais certa relutância em aceitar que seu filho tenha algum tipo de dificuldade de aprendizagem. Sei que não deve ser fácil, mas será que fazer de conta que o problema não existe vai mudar alguma coisa? Ou será que vai apenas adiar uma decisão que quanto antes for tomada, menos sofrimento vai causar a família?
      Quando o professor resolve contatar a família e encaminhar para um atendimento especializado é porque algo foi observado na criança e que necessita ser verificado e trabalhado. O que ocorre é que os pais demoram a buscar esta ajuda, acreditando que o professor exagerou, que o filho vai acabar superando a dificuldade, que é normal...quando crescer passa .O tempo passa e com ele a dificuldade aumenta e se instala.
     Quando estes pais nos chegam para avaliação a família toda está em desarmonia. A criança sofrendo todo tipo de discriminação, autoestima em baixa, odiando ir para escola, tendo dores de cabeça, de barriga, enfim, arrumando todo tipo de desculpa para fugir da escola. Os pais, desesperados, muitos deles em conflito, querendo achar culpados ou culpando-se mutuamente.
     Os atendimentos finalmente iniciam e a primeira pergunta que os pais nos fazem: “- Em quanto tempo vai haver algum avanço?”.
     Atendimentos psicopedagógicos necessitam de muito comprometimento, persistência, assiduidade e paciência, pois não existem milagres.
    Por esta razão, se você se identificou com este relato e vivencia esta realidade, o que está esperando? Vá em busca de soluções que possam minimizar as dificuldades de seu filho, leia, pesquise e principalmente...não desanime.
    
Com o que trabalho :

Dislexia, Hiperatividade e Déficit de Atenção (TDAH), Cálculo e Raciocínio Lógico, Habilidades de Estudos e Rotinas Diárias, Psicoterapia e Psicopedagogia Educativa Familiar para Crianças e Adolescentes, , Distúrbio do Processamento Auditivo Central, Dificuldades de Aprendizagem









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