2ª Guerra Mundial

Luftwaffe(aviação nazista)
http://www.luftwaffe39-45.historia.nom.br/




Kriegsmarine(marinha nazista)
http://www.deutschland-class.dk/

A Kriegsmarine e os Submarinos

    Depois da ascensão de Hitler ao poder, em 1933, a Marinha de Guerra Alemã, sob a orientação do Almirante Raeder, iniciou um programa de construções navais, a fim de reforçar rapidamente o seu poderio.
    Dentre os novos barcos em construção, estavam os cruzadores de guerra Scharnhorst e Gneisenau, cujas características (26.000 toneladas de deslocamento) superavam os limites autorizados pelo Tratado de Versalhes.
    O Almirantado Britânico, ao tomar conhecimento do fato, que implicava numa violação do acordo citado, resolveu solicitar do seu governo a assinatura de um acordo com a Alemanha, tendente a impedir o perigoso crescimento da frota alemã.
    Aprovada a sugestão, o governo britânico iniciou as negociações, sem informar previamente a França, nem a Liga das nações.
    Essa atitude teria graves conseqüências, pois, como assinalou Winston Churchill, “no mesmo momento em que eles (o governo britânico) apelavam para a Liga, solicitando o apoio dos seus membros a um protesto contra as violações de Hitler das cláusulas militares do Tratado, por um acordo separado passavam por cima das cláusulas navais do mesmo tratado”.
    Com efeito: em junho de 1935, pelo Tratado Naval de Londres, a Alemanha poderia aumentar a sua frota de guerra até um total de 425.000 toneladas, assim discriminadas: Encouraçados: 184.000 toneladas; Cruzadores pesados 51.000 toneladas; Cruzadores leves: 67.000 toneladas; Porta-aviões: 47.000 toneladas; Destróieres: 52.000 toneladas e Submarinos: 24.000 toneladas.

A opção pelos Submarinos

    No que se refere à frota submarina, a tonelagem total deveria consistir em 45% da correspondente, na frota britânica.
    Podia contudo, baseada numa cláusula que estipulava a aparição de “uma emergência que tornasse necessário” elevar essa percentagem (45%) até 100%; isto é, igualar a frota submarina alemã à britânica.
    Esta cláusula, que subentendia uma inexplicável concessão, permitiu aos alemães lançar as bases de uma frota submarina que causaria perdas devastadoras às nações aliadas.
    Tal fato foi logo compreendido pelo Almirante Raeder que, em uma conferência realizada meses antes com Hitler, disse que a chave do poderio marítimo alemão está debaixo da superfície.
    Dêem-me submarinos e teremos dentes para atacar...
    Ao receber o Fuhrer o telegrama de Ribbentrop, anunciando o novo tratado naval, mandou chamar Raeder e, entregando-lhe a mensagem, disse o que para mim é uma das grandes frases da segundona

Aqui tem os seus dentes..

    Apenas Raeder teve em suas mãos a autorização de Hitler, tomou as medidas necessárias para organizar a nova frota de submarinos.
    Encomendou essa tarefa ao Capitão-de-Fragata Karl Doenitz, que havia sido um dos mais brilhantes comandantes de submarinos da Primeira Guerra Mundial.
    Doenitz estabeleceu o centro de treinamento da nova força na base naval de Kiel e, antes de terminar o ano de 1935, a nova escola estava em condições de receber os novos aspirantes a tripulantes de submarinos.
    Nesse ano, além disso, levou-se a cabo a construção dos primeiros submarinos.
    Doenitz pediu 300 submarinos, ele afirmava que com eles poderia desfechar um golpe antecipado e decisivo contra a Inglaterra e seus aliados.
    Porque 300 submarinos? Simples, seriam 100 operando contra os comboios, 100 em transito para a área de operações e 100 reequipando nos portos alemães.
    Com uma força de 100 submarinos estacionada permanentemente na linha de frente ele poderia inutilizar as rotas comerciais das maiores potências marítimas do mundo, rotas que eram consideradas vitais para a existência da Nação Britânica, pois nos comboios, como sabemos vinham alimentos, minérios, combustível, veículos e armas.
    E nisso Doenitz estava certo, essas rotas marítimas estranguladas a economia britânica iria entrar em colapso e com certeza a moral do povo iria abaixo.

Até o Velho Churchill disse que

    "A única coisa que me assustou foi o perigo dos submarinos, ameaçando nossa linha vital, através dos vastos oceanos e principalmente nas entradas da Ilha e isso me deixava mais nervoso do que a Batalha da Grã-Bretanha.
    O Ataque dos submarinos foi o pior dos nossos males, os Alemães teriam lucrado muito se tivessem arriscado tudo neles".

    Mas em 1939 quando a guerra começou e apesar dos apelos de Doenitz ele contava apenas com 56 submarinos.






German armed forces
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