A Recordar II




A forte adesão à iniciativa(claro sinal da necessidade de apoio dos profissionais) levou já ao cancelamento das inscrições. 

Muito em breve será anunciada nova data para acção idêntica, que a ANASP pretende alargar a outras regiões dos pais.
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UNIDOS PELO SECTOR

RIVIER e ANASP promovem formação

A Rivier Consulting Security, em parceria com a ANASP (Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada) promove no próximo dia 2 de junho, no Hotel Cascade Resort (Lagos-Algarve), uma formação conjunta de motorista executivo e armas não letais. A presente acção realiza-se entre as 9h00 e as 19 horas e tem um custo de 86 euros (com almoço incluído).

A organização informa que estão abertas as últimas vagas e os interessados podem fazer a inscrição para os seguintes endereços: gap.anasp@gmail.com e geral@rivierconsulting.com ou então para os números 938128328/936345367


ANASP - Membro da WSF (Federação Mundial de Segurança)
http://anasp.pt.vu/
/ Fórum: www.forum-anasp.forumeiros.com


“…A Fiscalização de Títulos de Transporte, em nosso entender, não se enquadra na finalidade de Prestação de Pessoas e Bens e Prevenção de Praticas de Crimes, que constitui a finalidade de prestação ou organização de Segurança Privada.


Deste modo, afigura-se que o pessoal de vigilância, estando sujeito a um regime próprio de funções e deveres, vincula por contrato de trabalho a uma empresa de Segurança Privada, não poderá exercer a atividade de Agente de Fiscalização, dentro do âmbito do respetivo contrato de trabalho emviolação do que se considera Atividade de Segurança Privada, tal como definidanos Artigos 1º e 2º do Decreto-Lei Nº35/2004.

A ocorrer esta situação, a mesma teria de ser fora do âmbito da Segurança Privada e, necessariamente, do contrato de trabalho previsto no Artigo 6º do Decreto-Lei Nº35/2004, ficando nesse caso, impedido de exercício de qualquer atividade de  Segurança Privada, bem como o uso de uniforme e Cartão Profissional nas suas funções.

O caso em apreço está a ser objeto de processo de Contra-Ordenação. A intervenção emoutras situações, tem sido fundamentalmente junto das Empresa de Segurança,quando se verifica violação da atividade de Segurança Privada.

Quando se verifique um Vigilante em ato de Fiscalização de Títulos de Transporte com uniforme e Cartão Profissional aposto, ainda que Ajuramentado, verifica-se uma violação do Artigo 6º do Decreto-Lei Nº35/2004…”


(trecho da resposta do Ministro da Administração Interna)






 IGAI ATENTA AO SECTOR



No seguimento das denúncias da ANASP, tornadas públicas e amplamente difundidas pela comunicação social, sobre o que consideramos ser o exercício ilícito de fiscalização aos transportes públicos levada a cabo por elementos de segurança privada, sem que para tal sejam alteradas as Leis dos transportes públicos e o regime jurídico da Segurança privada, sem que esteja contemplada a categoria profissional no CCT com a formação específica e os vencimentos adequados à função na qual o risco acresce significativamente, sem que haja um processo transparente que proteja legalmente todas as partes envolvidas incluindo os Cidadãos Utentes e os Profissionais que exercem tais funções, por tudo isto e porque consideramos que os interesses económicos de uns não podem e não devem sobrepor-se aos legítimos direitos e interesses dos profissionais de Segurança Privada e muito menos aos direitos dos cidadãos num Estado que se quer de Direito Democrático, a ANASP fez chegar informação em jeito de denuncia aos diversos organismos que têm no âmbito da missão que lhes está adstritas responsabilidades na matéria. 
Se já poucas dúvidas existiam sobre a ilegalidade do processo, estas foram dissipadas com a vinda a público de figuras incontornáveis do nosso sistema judicial (Juiz Desembargador Rui Rangel e o Bastonário da Ordem dos Advogados) que num programa televisivo alertaram publicamente o Senhor Ministro da Administração Interna para a Ilegalidade que estava a ser levada a cabo naquilo que a esta matéria respeita.
Ora, hoje a ANASP recebeu com grande satisfação e apreensão o ofício que se segue da Senhora Inspetora-geral da Administração Interna (IGAI) em resposta à ANASP. 
Satisfação por constatarmos da atenção dada ao assunto por tão importante organismo e apreensão no sentido de se saber qual a posição clara e inequívoca do MAI sobre esta importante matéria!

Ricardo Vieira
(Presidente da Direcção da ANASP)



Caros associados ,

Na sequência da recente alteração à imagem corporativa da ANASP, surge o novo modelo de cartão de associado.
 
O modelo anterior mantém-se válido nos termos estatutários, sendo que os associados que possuam o modelo anterior e o queiram ver substituído pelo actual deverão pagar uma jóia no valor de 5€, o que para tal, devem enviar um e-mail com os respectivos dados aos quais se acrescenta o grupo sanguíneo e o nº de utente de saúde.

Os associados inscritos após a data 15/05/2012, tal como todos os outros já inscritos anteriormente e que por questões imputáveis à instituição ainda não tenham recebido o cartão de associado, receberão já o actual modelo.

Para informações adicionais devem contactar para: gap.anasp@gmail.com

A Direcção


COMUNICADO DA DIRECÇÃO DA ANASP

 


 Caros associados, simpatizantes e amigos,

Foi hoje dado mais um importante passo para a credibilização da Justiça enquanto ferramenta para a consolidação de Portugal enquanto Estado de Direito Democrático.

Na sequência da queixa-crime entreposta pela Prestibel contra o Presidente da ANASP que foi a julgamento no passado dia 3,conhece-se hoje a leitura da sentença.

O Presidente da ANASP (Ricardo Vieira) foi totalmente ABSOLVIDO de todas as acusações que lhe eram imputadas. Esta não é uma vitória pessoal é antes uma vitoria do Sector, dos Profissionais, da verdade e da Justiça.

Para os milhares de profissionais que me evidenciaram o seu incondicional apoio, para os parceiros e amigos da ANASP enquanto instituição, para os meus colaboradores mais próximos, para a minha família (vítima por consequência) o meu humilde mas genuíno Obrigado.

Continuarei a lutar por um sector e uma sociedade mais justa e transparente, como sempre usarei apenas como “arma e escudo” a verdade e a Justiça. Enfrentarei tantas batalhas quantas forem necessárias. Hoje, como sempre, aos meus opositores eu digo: não é às empresas que atacamos, mas às práticas ilegais e imorais que para além de direitos laborais violam por vezes direitos humanos.

Não guardo rancor, ressentimento ou magoa de quem quer que seja. Sob a minha orientação a ANASP estará sempre aberta à colaboração e ao diálogo com qualquer outra instituição desde que cumpridos os princípios indispensáveis da legalidade e da boa-fé.

 

Braga, 11 de Maio de  2012

  

Ricardo Vieira

Presidente da Direção da ANASP

Delegado para Portugal da Federação Mundial de Segurança (WSF)



"Exm.º Senhor PRESIDENTE DA ANASP


Assunto: Contratação de serviços de segurança privada. Recomendação 



Na sequência de contactos anteriores vimos informar:

Face à relevância económico e social que o setor da segurança privada assume no contexto nacional, abrangendo cerca de 40.000 trabalhadores, encontra-se em curso um projeto de intervenção inspetiva da ACT com o objetivo de alcançar maiores níveis de cumprimento em matéria de condições e relações laborais.

Ora, não obstante dever corresponder ao desenvolvimento desta atividade, um elevado nível de transparência e de responsabilidade por parte de todos os agentes do setor, verifica-se por vezes a adoção de práticas comerciais desleais, patentes nomeadamente em propostas de preços inferiores aos do custo dos serviços, fuga às obrigações ficais, parafiscais e laborais, revelando-se tal conduta não apenas junto de clientes do sector privado, como junto de contratantes do sector público.

Os parceiros sociais do setor, num quadro de autorregulação e respeito pela legislação vigente e de responsabilidade social, subscreveram uma declaração conjunta de promoção de boas práticas no sector.

Em consonância, a ACT elaborou a recomendação em anexo relativa aos componentes integrantes do preço dos serviços de segurança privada, a ter em conta na adjudicação dos mesmos, por forma a garantir uma contratação socialmente responsável.

A ACT disponibiliza em www.act.gov.pt toda a informação relativa ao presente projeto.



Com os melhores cumprimentos,

Helena Serra

Chefe de Divisão de Coordenação 
da Atividade Inspetiva e Coordenadora do Projeto"
 

 


A Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada (ANASP) tem o prazer de informar todos os interessados que irá disponibilizar consultas jurídicas gratuitas, no próximo dia 4 de Junho, na sua delegação de Lisboa e Vale do Tejo (Rua Abranches Ferrão, nº 13 – 1º - Lisboa). No entanto, este serviço está
sujeito a marcação prévia.

A ANASP informa igualmente que os interessados neste serviço se façam acompanhar de toda a documentação necessária para o cabal esclarecimento dos assuntos a tratar.

Contactos para marcação prévia:

juridico.anasp@gmail.com

Telemóvel: 938128328



I SEMINÁRIO ANASP- MARTIAL ARTS POLICE METHODS
 
 
Inscrições para: gap.anasp@gmail.com
Sócios- 25 Eur
N/Sócios-35 Eur
Data limite para inscrição-05 de Dezembro

FORMAÇÕES NOVEMBRO

Curso de Formação Inicial de Vigilantes

(Módulos 3, 4 e 6, Portaria n.º 1325/2001)

152 Horas

14 de Novembro

Local: Lisboa

 

 

Curso de Formação Específica de Assistentes de Recintos Desportivos

(Portaria n.º 1522-B/2002)

57 Horas

14 de Novembro ou 28 de Novembro

Local: Braga

 

Informações para os emails: geral@rivierconsulting.eu gap.anasp@gmail.com

Telm. 938128328

 




Formação Técnica e Cívica

Licença de Uso e Porte de Arma de Defesa e/ou Desportiva

 

 

COORDENAÇÃO DO CURSO DE TIRO


 

T.Cor Dr. Ricardo Augusto Correia

Instrutor, Formador Treinador 

Mestre Atirador

 

   Ricardo Augusto Correia, Tenente Coronel, nasceu em  26 de Outubro de 1957,  em Porto Aboim, Angola e vive  em Portugal continental desde 1961.  Bacharel em Ciências Militares Gerais do Exército, especialista em Justiça e Disciplina, Secretariado  Militar, Segurança Militar e Instrutor de Tiro de Competição, e em Segurança de Entidades. Licenciado em História e Pós

Graduado em Direito Penal e Processual Penal na Sociedade de Risco. Especializou-se em Direção de Segurança pela Universidade Católica Portuguesa e pela Universidade Aberta.

   Possui certificado profissional de formador do IEFP e é detentor do certificado 019/2011 da DN/PSP/MAI, do Curso de Formação Técnica e Cívica, para Uso de Armas de Fogo e Actividade de Armeiro. É desde há muito atleta federado como atirador de 1ª classe, em Pistola Standard e Pistola de Grosso Calibre, e Mestre Atirador em Pistola de Guerra a 25m e Pistola Sport 9mm. Tem vários louvores de Comando de Unidade e do GENCEME e é condecorado com a medalha militar D. Afonso Henriques, Mérito Profissional do Exército.  Desde 2000, que é formador na área de Segurança Privada, tendo desenvolvido a sua atividade formativa junto das Polícias Municipais através do Centro de Estudos e Formação Autárquica, empresas de segurança privada e sistemas de auto proteção, bem como junto de Magistrados Judiciais e do Ministério Público em regime privado.

 

                                                        

 

ENQUADRAMENTO DO CURSO

 

Existem no nosso país vários milhares de cidadãos e entidades com autorização para a detenção, uso e porte de armas de fogo para defesa pessoal. Certos é que avultam casos de uso indevido, abusivo e inadequado desse tipo de armas, que estão na origem de um elevado número de acidentes que já custaram a vida a algumas pessoas. Na base dessas ocorrências esteve claramente uma insuficiente preparação dos utilizadores quanto à legislação de enquadramento, regras de segurança, manuseamento, emprego e manutenção das suas armas de fogo, bem como, não raras vezes, uma deficiente percepção do circunstancialismo jurídico-penal que legitima a intervenção defensiva com armas de fogo, o que pode trazer graves consequências pessoais e sociais.

 

 

OBJECTIVO GENÉRICO 

 

Pretende-se com este curso dotar os formandos com competências multifacetadas e complementares que, no plano técnico e legal, lhes possibilitem (1) uma adequada avaliação das responsabilidades jurídicas que enquadram o porte e uso de arma de fogo, (2) a análise imediata dos cenários hostis e das metodologias técnicas mais ajustadas à sua resolução, desde a simples detenção no domicílio onde coexistam várias pessoas de faixas etárias diferentes, até ao caso extremo como o é uma reacção a uma situação de ameaça e perigo de elevada gravidade, sempre numa lógica de legítima defesa, (3) executar a cessação da ameaça com o mínimo de danos pessoais, essencialmente por meio da educação de actos reflexos mas controlados em condições adversas de luminosidade, movimento, esforço e desvio de perceptivo

 

 

DESTINATÁRIOS 

 

(a) Cidadãos autorizados pela DN/PSP a frequentar o curso técnico e cívico para uso e porte de arma;

 

(b) Portadores de licença de uso e porte de arma de defesa;

 

(c) Cidadãos autorizados e isentos previstos na Lei das armas;

 

(d) Elementos das Forças Armadas e Forças e Serviços de Segurança;

 

(e) Agentes da Segurança Privada e Guarda Noturnos

 

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO – 2 Cursos

MÓDULO BASE MINOR 

(Mínimo obrigatório) N.º

HORAS

 

a. Enquadramento jurídico Lei 5-2006

 

b. Estudo das vulnerabilidades anatómicas do ser humano e contenção de danos pessoais

 

c. Técnicas de autodomínio e normas de segurança no manuseamento de armas. 

 

e. Procedimentos de carregar e descarregar e atitude mental adequada

 

f. Noções Gerais de Balística, teoria do tiro com arma de fogo e erros de mirada

g. Método Dan Weaver + isósceles

 

h. Tiro controlado a alvos fixos 

 

Total horas 10horas

 

Valor: Socios ANASP- 200 Eur

            N/Socio- 230 Eur

 

     

MÓDULO BASE MAIOR 

(Opcional) N.º

HORAS

 

I. Módulo jurídico:

 

a. Legislação sobre o uso e portes de armas de fogo

     Classe e tipos de armas. Obtenção de licenças, armas e munições.

Responsabilidade civil, contra-ordenacional e criminal.  

 

b. Normas de utilização de armas de fogo

     Princípios gerais de utilização de armas de fogo em contexto de defesa. Regras de transporte e de manuseamento de armas de fogo. Tipo de recurso a armas de fogo. Advertência. Situações justificativas da utilização de armas de fogo. 

 

 c. Regime jurídico da legítima defesa e do estado de necessidade 

       Direito à auto-protecção. Elementos constitutivos de um crime. Causas de exclusão da ilicitude e da culpa. Estudo da legítima defesa.

 

II. Módulo teórico de tiro:

     Tipologia e morfologia das armas

     Tipologia das munições e balística básica

 

III. Módulo de manuseamento de armas:

    Técnicas de auto-domínio e defesa desarmada

     Montagem e desmontagem das armas para manutenção e limpeza 

     Guarda, transporte, porte e empunhamento seguros da arma

 

IV. Módulo de prática de tiro:

     Erros comuns de pontaria

     Metodologias de tiro defensivo

 

V. Módulo de contenção de danos:

     Estudo das vulnerabilidades anatómicas do ser humano

     Primeira intervenção em caso de ferimentos com armas de fogo

 

Total horas 15

 

Valor: Socios ANASP-220 Eur

            N/Socios-250Eur

 

Datas: a definir

Local: Lisboa; Braga; Tavira

Informações para: gap.anasp@gmail.com ou 936345367

 

 

 


CONVITE
Exmos. Senhores,

  Na sequência  "PROJECTO /PROPOSTA DE ALTERAÇÃO AO SECTOR DE SEGURANÇA PRIVADA" que a ANASP a convite do Secretario de Estado da Administração Interna está a desenvolver e porque o sucesso obtido na primeira fase com a auscultação aos parceiros se revelou determinante, iremos dar andamento ao mesmo, desta feita com o agendamento duma reunião de trabalho conjunta  e com vista a aprofundar cada um dos pontos já previamente debatidos por forma a torna-los o mais consensuais possível. Nesse sentido, iremos agendar a referida reunião de trabalho para a primeira quinzena de Janeiro de 2012 em data/hora a definir sendo certo que terá lugar na cidade de Lisboa e que para além dos parceiros iniciais incluirá outros que até lá, tenham evidenciado vontade em participar!
  Cada entidade poderá fazer-se representar por um numero máximo de 3 elementos (sendo apenas um o porta voz), devendo enviar os seguintes dados:

Nome da Entidade:

NIF:

Nome e cargo de cada um dos inscritos:

Contactos:

Nota: inscrições até ao dia 20 de Dezembro de 2011
Informações para: 253192367 / 936345367
(A ANASP enquanto entidade organizadora reserva-se no direito de admissão).

Com os melhores cumprimentos
Gisela Rebelo de Oliveira
(Secretaria da Direcção)


LINHAS GERAIS DE PROJECTO DE ALTERAÇÃO AO SECTOR DE SEGURANÇA PRIVADA

 

“A actividade de segurança privada tem vindo a assumir uma inegável importância em Portugal, quer na protecção de pessoas e bens quer na

prevenção e dissuasão da prática de actos ilícitos”.

Atendendo à prossecução do interesse público e a complementaridade e a subsidiariedade face às competências desempenhadas pelas forças e serviços de segurança, a ANASP- Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada, após auscultação das mais importantes operadoras do sector e que entenderam aceitar o convite da ANASP para participar no processo, enquanto legitima representante do sector e por solicitação de Sua Excelência o Secretário de Estado da Administração Interna, delineou o presente documento no qual transcrevemos de forma superficial os pontos que julgamos de urgente alteração:

 

Formação

 

·          Propõe-se a criação duma entidade  no sector  com representatividade dos profissionais e empresas e com  reconhecimento de competências reguladoras  nesta área, sendo que os centros de formação actuais devem ficar sujeitos a processos de auditorias periódicas.

 

·         Formadores de Segurança Privada credenciados, com experiencia de trabalho efectivo no sector.

 

·         Implementação de rigorosos critérios de avaliação consoante o quadro de trabalho a desempenhar pelo ASP.

 

EMPRESAS

 

·         Diferenciação positiva pela capacidade financeira/estrutura/número de colaboradores adstritos

·         Limitação legal na constituição de empresas

·         Eventual uso de armas não letais em casos específicos (ADP, Transporte de Valores e outros que a situação o justifique)

·         Alargamento imediato do âmbito de serviços de forma a dar sustentabilidade à actividade e colmatar as necessidades securitarias da sociedade.  

ASP (Profissionais)

 

·         Criação de um estatuto profissional e diferenciação por áreas de trabalho

·         Diferenciação positiva para áreas como: Embaixadas, Aeroportos, grandes eventos mediáticos, espaços de diversão nocturna, protecção pessoal, protecção de propriedades privadas com acesso público (hipermercados, supermercados, hospitais, centros de saúde etc)

·         Compensação aos ASP com a criação de subsídios de função  

·         Eventual uso de armas não letais a determinados ASP e em casos específicos, armas de fogo.

·         Limitação no acesso módulos de formação (imposição de permanência de 1 ano no Modulo 3 e 4 para acesso aos restantes módulos)

·         Carteira profissional com sistema de pontos/penalizações e homologação do crachá apresentado pela ANASP

 

Entidades/empresas convidadas para auscultação:

·         Prosegur

·         Securitas

·         Charon

·         Esegur

·         Grupo 8

·         Prestibel

·         Auchan

·         Vertical

·         AES

·         AESIRF

Entidades que delegaram competencias:

Securitas

Charon

(Delegaram competencias na associação que as representa a AES)

 

Auchan (delegou competências na ANASP)

Entidades que recusaram participar no processo:

AES (recusou participar no processo nos moldes determinados pela ANASP)

AESIRF- (Argumentou não reconhecer legitimidade em matéria de segurança privada ao Secretario de Estado que recebeu a ANASP)

Entidades que participaram no processo e que concordaram na generalidade com o documento:

(por ordem alfabética)

·         Esegur

·         Grupo8

·         Prosegur

·         Prestibel

·         Vertical

 

 

A Direcção




COMUNICADO

  
Na sequência da interpelação ao Governo por parte do PCP na pessoa do Senhor Deputado António Filipe e que respeitava à situação dos cartões profissionais para o exercício da actividade de Segurança Privada e que teve como resposta por parte do MAI, a garantia duma maior e mais eficaz acção fiscalizadora, a ANASP – Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada faz saber o seguinte:

   A ANASP saúda uma vez mais a atitude de enorme consciência Democrática evidenciada pelo Senhor Deputado que demonstra particular preocupação para com os problemas de tão importante actividade.
Com grande expectativa recebemos ainda a resposta do Ministro da Administração Interna, reveladora de igual preocupação por parte do executivo.
   Não obstante consideramos que mesmo que levadas a cabo, as medidas anunciadas não vão resolver os problemas de fundo do sector, espera a ANASP que sejam acompanhadas por uma real estratégia de regulamentação e profissionalização da actividade.
   A par dos cartões profissionais inactivos é também urgente proceder á cassação imediata dos alvarás às empresas que apostam numa conduta assente em praticas ilegais e criminosas, determinar um valor mínimo para adjudicação dos serviços, criar um estatuto profissional que determine claramente os direitos e deveres dos profissionais, implementar as directrizes europeias no âmbito da formação e das categorias profissionais etc. ..
   Em suma, é imperativo que o Governo por intermédio do MAI dê continuidade ao trabalho que tem vindo a desenvolver, não se deixando manietar pelas pressões daqueles que, tendo interesses meramente económicos no sector não deixarão de usar a sua influência política para os defender e mantenha a determinação já evidenciada em projectar o sector rumo á sua Dignificação e Profissionalização!
   Empresas sérias e profissionais conscientes desta actividade merecem reverência pela sua grandeza de alma e coragem de luta é em consonância com estes que o executivo pode e deve aplicar as medidas necessárias e não cair no erro já várias vezes repetido ao longo dos anos de tentar impor modelos idealizados por uma classe de especialistas que se considera superior pelos diplomas acumulados, pelas gravatas de cetim, atestados de sangue-azul e pedigree que mesmo perante o total desconhecimento da actividade os consagra como “ideólogos da Segurança”.

   Ricardo Vieira
   (Presidente da Direcção da ANASP)


 
MAI quer aumentar fiscalização ao sector da
segurança privada


24.10.2011 - Por Lusa



O Ministério da Administração Interna (MAI) quer aumentar a fiscalização ao sector da segurança privada, para evitar situações de ilegalidade, como vigilantes a trabalhar sem licença ou com falta de formação para a actividade.


Essa fiscalização realiza-se, nomeadamente, pela "interconexão de dados visando detectar as situações em que as entidades omitiam a admissão de vigilantes" e pela "exigência a cidadãos não nacionais do registo criminal do país de origem", refere o MAI, em resposta a uma questão colocada pelo deputado António Filipe, do PCP.

O MAI pretende, também, que a fiscalização incida nas acções de formação de vigilantes, "em face dos indícios de fraude, falsificação ou mesmo ausência de formação".

A aplicação de sanções acessórias de inibição de actividade, nos casos de reincidência da prática de contra-ordenações relativas a violação de direitos fundamentais a cidadãos, é outra medida e que pode conduzir a "até dois anos de interdição do exercício da actividade" de segurança.

O parlamentar comunista tinha questionado a tutela, através de requerimento, sobre "qual a situação existente em 31 Dezembro de 2010 quanto a vigilantes com cartão 'inactivo'" e que "medidas tenciona o Governo adoptar" para evitar que, mesmo assim, continuem a trabalhar no sector da segurança.

Segundo o gabinete do ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, em 31 de Dezembro de 2010, encontravam-se registados como activos 41.034 vigilantes, sendo que "o conceito de activo corresponde a um vigilante de segurança privada titular de cartão profissional válido e vinculado por contrato de trabalho a uma entidade prestadora de serviços de segurança privada".

Existiam, também, 9.885 vigilantes inactivos (não vinculados a entidade prestadora de serviços de segurança privada), mas cujos cartões profissionais ainda se encontram dentro do respectivo período de validade.

"Paralelamente a este registo activo é mantido, de acordo com o regulamento arquivístico da PSP, o registo informático de vigilantes já não titulares de cartão profissional válido e que é mantido pelo tempo administrativamente necessário, sendo o seu destino final a conservação", explica o MAI.

Estes registos reportam-se, segundo o MAI, a cidadãos que em dado momento exerceram a actividade de vigilante de segurança privada, mas que não se encontravam a 31 de Dezembro de 2010 habilitados ao exercício da actividade da segurança privada.

Em 2010 foram colocadas nessa situação 15.949 pessoas, quer por os respectivos cartões profissionais terem caducado, quer pelo facto de o Departamento de Segurança Privada da PSP ter recusado a renovação dos mesmos ou ter detectado que deixaram de reunir os requisitos previstos na lei, adianta a informação do MAI.

No ano passado foram emitidos 5.817 cartões profissionais a novos vigilantes e foram renovados 15.560.

O MAI refere na sua resposta ao deputado comunista que "no ano de 2010 foram realizadas 6.560 acções de fiscalização e no mesmo período foram objecto de controlo ou fiscalização 18.824 vigilantes".

A tutela promete "consolidar algumas medidas que contribuíram para a redução do número de vigilantes e, consequentemente, o elevado número de vigilantes a quem os respectivos cartões profissionais não foram renovados (15.949)".



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UNIDOS PELO SECTOR

Deputado do PCP (António Filipe) interpela o Governo sobre os cartões profissionais inactivos
 
A

Espanha aplica directrizes Europeias referentes à regulação das qualificações profissionais para a segurança privada nos Estados membros!

 

 
 
Se pretender o Doc. na íntegra deve solicitar para:gap.anasp@gmail.com
ANASP questiona concurso público em carta aberta



  Uma carta aberta da Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada (ANASP) questiona o concurso da empresa de capitais maioritariamente públicos Metro do Porto para atribuição dos serviços de segurança privada. A carta está assinada pelo presidente da ANASP, Ricardo Vieira, e é dirigida ao Presidente da República, ao Primeiro-Ministro e ao Ministro da Administração Interna.
  Na carta, a ANASP afirma que a empresa Metro do Porto “pretende ou terá já adjudicado os serviços de segurança privada a uma pequeníssima empresa de capitais Espanhóis que apenas detém actualmente um cliente no norte do país e um total de 39 vigilantes nos seus quadros”.
A ANSAP considera ainda grave que “esta empresa que apresenta resultados negativos nos últimos 3 anos junto da COFACE” tenha ganho o concurso por três milhões e meio de euros.
  A Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada sublinha a importância do “superior interesse Nacional” que as questões de segurança da segunda maior cidade do país levantam, questionando “que garantias dá uma desconhecida e estrangeira empresa com 39 vigilantes para assegurar um serviço de 75 postos de trabalho e que obriga a especializações como possuir ADPs?”.
  A carta assinada por Ricardo Vieira termina com um apelo. “A actividade de segurança privada, embora de natureza económica é inegavelmente de interesse público e é em nome desse mesmo desígnio que apelo a Vossas Excelências para que intervenham pois que, numa matéria de tão elevado melindre como o é a segurança, há riscos que não podemos correr”, pode ser lido.


Fonte: http://www.segurancaonline.com/noticias/detalhes.php?id=190


TÉCNICAS E MÉTODOS DE SOCORRISMO PARA AGENTES DE SEGURANÇA PRIVADA

LISBOA DIA 29 DE OUTUBRO

 

OBJECTIVOS

           Dotar os Agentes de Segurança Privada de conhecimentos na área de primeiros socorros, de forma a saber intervir assertivamente o sinistrado face a uma situação de acidente;

             Identificar as situações de emergência e a sua especificação;

             Aplicar as técnicas de primeiros socorros adequados a cada caso.

PROGRAMA

            Princípios Básicos de Primeiros Socorros:

           As fases do SIEM;

            Precauções universais,

            Doenças potencialmente transmissíveis na prestação de primeiros socorros;

              Tipos de prevenção;

            Princípios gerais do socorrismo;

            Qualidades do socorrista,

             Tipos de socorros;

                Alterações cardiorespiratórias;

             Estado de choque (tipos de choque, avaliação, actuação);

               Hemorragias (tipos de hemorragias, actuação, técnicas de controlo);

               Envenenamento ou Intoxicações (tipos de tóxicos, diferentes vias de intoxicação, actuação perante uma intoxicação por diferentes tóxicos);

              Primeiros Socorros - feridas, electrocussão, queimaduras, pensos e ligaduras, traumatismos, alterações do estado da consciência, exame geral à vítima;

 

               SIMULAÇÃO PRÁTICA

 

Carga Horária – 9 horas

Valor da inscrição - € 65,00 (sessenta e cinco euros)

 

No fim da formação, será entregue aos formandos, certificado comprovativo da sua realização.

 

 

Nota: Todos os formandos terão que preencher a ficha de inscrição anexa.

A qual devem encaminhar para o e-mail comercial@rivierconsulting.eu juntamente com os seus documentos BI/CC, NIF e comprovativo do respectivo pagamento, que deve ser efectuado no NIB 001000004670541000155.

 Os respectivos pagamentos têm de dar entrada, na sua totalidade, até 24 de Outubro.

A ficha de inscrição, os documentos, bem como o comprovativo de pagamento têm de ser digitalizados e enviados, até 24 de Outubro.

O local da formação e horário será divulgado a partir de 24 de Outubro.





ANASP marca presença em colóquio da PSP

 

 

  A ANASP, a convite da ASPP/PSP participou hoje no seminário "Actividade Profissional e Saúde Psicológica" que decorreu no Auditório do Sindicato dos Professores do Norte, na cidade do Porto.

 

  A iniciativa, que para além dum vasto leque de participantes das diversas forças e serviços de segurança, contou ainda com conceituados elementos da comunidade cientifica dando lugar a um debate de enorme partilha de saberes  e experiências.

 

  Ricardo Vieira (Presidente da Direcção da ANASP) que a convite de Paulo Rodrigues (Presidente da ASPP/PSP) marcou presença na iniciativa, realçou a importância destas iniciativas enquanto contributo na melhoria progressiva do bem-estar dos profissionais das forças e serviços de segurança pública e privada.

 

  Este responsável demonstrou ainda uma grande preocupação perante o que considerou " o perigoso trilho traçado pelo poder politico em matérias de segurança interna". Ricardo Vieira afirmou mesmo que "é evidente e inegável um enorme mal-estar não só junto dos profissionais das forças e serviços de segurança pública, mas também e ainda juntos das organizações e profissionais de segurança privada perante a incapacidade governamental de transmitir claramente quais os resultados dos cortes inéditos nos direitos dos profissionais e o desincentivo no tecido empresarial. Salientou ainda "as organizações públicas, as empresas e os trabalhadores têm que entender e sentir uma lógica racional nos esforços que lhes são impostos".


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 Jorge Paraíso
Director de Comunicação da ANASP
            969478294      



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Grupo Auchan prestou homenaguem à ANASP

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  Américo Ribeiro(Director-Geral ) da Auchan Portugal e Silvestre Machado (Director Nacional de Segurança) da Auchan Portugal, receberam a comitiva da ANASP chefiada por Ricardo Vieira (Presidente da Direcção).

Numa cerimonia singular, Américo Ribeiro frisou "o trabalho insubstituível da ANASP" e a "responsabilidade consciente e pioneira da Auchan" como factores diferenciadores para uma sociedade mais justa e solidária, cimentado ainda mais os laços de cooperação ao afirmar " a incondicional disponibilidade cooperante da Auchan para com a missão da ANASP".


Em breve será difundido o vídeo da cerimónia.


 Com os melhores cumprimentos

 Jorge Paraíso

 (Dep. Comunicaçao)




CARTA ABERTA

Excelentíssimos Senhores Presidente da República, Primeiro-Ministro e Ministro da Administração Interna,

 

Assunto: Carta Aberta

 

Excelências,

 

                A 11 de Março de2004 a cidade de Madrid na vizinha Espanha sofreu uma série de atentados com mochilas bomba em quatro comboios Os atentados, os maiores sofridos em Espanha e na União Europeia, levaram a vida a 191 pessoas e deixaram mais de 1900 feridas. Este hediondo acto, juntamente

com os atentados do 11 de Setembro nos EUA, despertaram a comunidade internacional para a necessidade de reforçar a cooperação e os mecanismos de prevenção nomeadamente junto de sectores de vital importância como o são as redes de transportes públicos.

 

                A actividade de Segurança Privada em toda a Europa e particularmente em Portugal, tem vindo a assumir um papel fulcral não só na tradução do sentimento de segurança junto dos cidadãos mas também e ainda enquanto válido complemento da actividade das forças e serviços de Segurança do Estado.

 

                Conhecedor das fragilidades legislativas e reguladoras da actividade que permitem uma autêntica proliferação de ilegalidades, o próprio Estado Português através da ANCP seleccionou de entre amais de uma centena de empresas de segurança e através dum processo criterioso, apenas menos de uma dezena para fornecedores destes serviços para o próprio isto é, pretendeu-se salvaguardar a legalidade e a transparência dos prestadores de serviços de segurança privada para o sector público.

 

                Não obstante de todos estes factos e para nossa grande preocupação enquanto entidade legitima e representante do sector de segurança privada, vimos dar a saber a Vossa Excelência de que a empresa “Metro do Porto” (empresa de capitais essencialmente públicos e de enorme interesse estratégico em termos de segurança interna nacional, não fosse tratar-se das linhas metro da segunda maior cidade do pais),pretende ou terá já adjudicado os serviços de segurança privada a uma pequeníssima empresa de capitais Espanhóis  que segundo julgamos saber, apenas detém actualmente um cliente no norte do país e um total de 39 vigilantes nos seus quadros!!!

 

                Pior, esta empresa apresenta resultados negativos nos últimos 3 anos junto da COFACE, e terá ganho o concurso por três milhões e meio de euros!

 

              Excelências, não estamos a falar exclusivamente dum negócio, estamos sim a falar do superior interesse Nacional pois que muitas questões se levantam …que garantias dá uma desconhecida e estrangeira empresa com 39 vigilantes para assegurar um serviço de 75 postos de trabalho e que obriga a especializações como possuir ADPs etc  ?????

 

                Quais foram afinal os critérios do concurso e para que serve então a ANCP?

 

                A actividade de segurança privada, embora de natureza económica é inegavelmente de interesse público e é em nome desse mesmo desígnio que apelo a Vossas Excelências para que intervenham pois que, numa matéria de tão elevado melindre como o é a segurança, há riscos que não podemos correr!

 

 

       Com os meus melhores cumprimentos,

 

                     Ricardo Vieira

      (Presidente daDirecção da ANASP)

                     11-10-2011




«NOVA MORADA»


ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE AGENTES
 
 DE SEGURANÇA PRIVADA
 "UNIDOS PELO SECTOR"

Avenida da Liberdade, 738, 1º Drtº


4710-240 – São Lazaro - Braga 



Horário de atendimento:


Segunda a Sexta: 09h/12h - 14h/17h
 
 
 
 
TLF: 253192367

Telemóvel:    +351 965293868  / +351 936345367(tag) / +351 917838281

 



FORMAÇÃO DE MOTORISTA EXECUTIVO

PORTO

Público alvo: Vigilantes de Segurança Privada


Objectivo: Os formandos ficarão com uma visão real e objectiva do que engloba a condução para um executivo, bem como da segurança necessário aos seus familiares, através de diversas situações reais e práticas , que se colocam no dia-a-dia, e que serão praticadas nesta formação.

Duração: 16 horas

Dias: 5 e 6 de Novembro

Local: Porto

Valor da formação: € 75,00 (setenta e cinco euros)

Conteúdos Programáticos:

Introdução à segurança pessoal:

1)      Como lidar com o executivo e familiares;

2)      Como lidar com crianças e adolescentes;

3)      Postura profissional.

Detecção de suspeitos:

1)      O que é um suspeito;

2)      Como identificá-lo;

3)      O que fazer perante ameaça;

Tipos de riscos do dia-a-dia;

1)      Nos trajectos da residência/trabalho e vise versa;

2)      Via pública;

3)      Na residência e na empresa do executivo.

Atentados e sequestros;

1)      Diferenças;

2)      O que fazer perante tal situação;

Modos operandi dos gangs e crimes urbanos;

1)      Como agem;

2)      Locais de maior risco;

3)      Sigilo e segurança de informações;

IRPC (Identificação, Reacção, Protecção e Comunicação);

1)      Para que serve;

2)      Como avaliar;

3)      O que fazer;

 

No final da acção será entregue um certificado pela empresa Norte Americana H3.

Nota: Todos os formandos terão que preencher a ficha de inscrição e entregar fotocópia do seu BI e NIF ou CU. Os respectivos pagamentos têm de dar entrada até 30 de Outubro.

A ficha de inscrição, os documentos, bem como o comprovativo de pagamento têm de ser digitalizados e enviados, até 30 de Outubro, para o e-mail geral@rivierconsulting.eu

O local da realização da formação será divulgado a partir de 30 de Outubro.

Mais informações para:938128328


*Em anexo segue ficha de inscrição para que preencha e devolva para: geral@rivierconsulting.eu


Apoio: h3.jpg

Ficha Inscrição Rivier.doc * Ficha Inscrição Rivier.doc
998K   Visualizar   Transferência  


logotipo da ANASP.gifRivier.jpg

Entidades promotoras


ANASP EM PARCERIA COM A RIVIER CONSULTING SECURITY

PROMOVE FORMAÇÃO PARA SEGURANÇA PRIVADA

*5% desconto para associados + carteira com o crachá da ANASP


*Por deliberação da Direcção da ANASP vimos informar o seguinte:
Todos os participantes que sejam associados da ANASP e que nas acções de formação legalmente determinadas para o exercício da actividade se inscrevam por intermédio da ANASP ou da Rivier Consulting, beneficiam de um desconto de 5% e recebem gratuitamente no final da acção a carteira com o crachá da ANASP para a segurança privada cujo o actual valor para associados é de 35 Euros mais portes de envio pelos CTT-CORREIOS.
A ANASP garante o rigor legal de todo o processo!


PRÓXIMAS EDIÇÕES DOS CURSOS DE SEGURANÇA:


· Curso de Formação Inicial de Vigilantes (Módulos 3 e 4 da Portaria n.º 1325/2001)

Carga horária: 100 horas | Próximas edições: 24 de Outubro – Braga | Regime Laboral / Pós-laboral

24 de Outubro – Algés | Regime Laboral


· Curso de Formação Específica de Vigilantes de Estabelecimentos de Restauração e Bebidas (Módulo 6 da Portaria n.º 1325/2001)

Carga horária: 52 horas | Próximas edições: 24 de Outubro – Braga | Regime Laboral / Pós-laboral

24 de Outubro – Algés | Regime Laboral


· Curso de Formação Específica de Assistentes de Recintos Desportivos (Portaria n.º 1522-B/2002)

Carga horária: 57 horas | Próxima edição: 14 de Novembro – Braga | Regime Pós-laboral


· Curso de Formação Específica para pessoal de Vigilância e de Acompanhamento, Defesa e Protecção de Pessoas (Módulo 7 da Portaria n.º 1325/2001)

Carga horária: 170 horas | Próximas edições: 16 de Outubro – Braga | Regime de Internato


· Curso de Formação de Reciclagem de Vigilantes (Módulos 3 e 4 da Portaria n.º 1325/2001)

Carga horária: 35 horas | Próximas edições: 24 de Outubro – Braga | Laboral / Pós-laboral

24 de Outubro – Algés | Laboral

 

TABELA DE PREÇOS

 Ano: 2011 – 2º Semestre

 

CONTINENTE

CANDIDATOS EXTERNOS

DESIGNAÇÃO DO CURSO

VALOR GLOBAL

PAGAMENTO

INSCRIÇÃO

1ª PRESTAÇÃO

2ª PRESTAÇÃO

3ª PRESTAÇÃO

4ª PRESTAÇÃO

FORMAÇÃO INICIAL

 

 

 

 

 

 

Módulos 3 e 4, Portaria n.º 1325/2001

450,00 € *

60,00 €

390,00 €

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Módulos 3 e 6, Portaria n.º 1325/2001

495,00 € *

60,00 €

435,00 €

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Módulo 6, Portaria n.º 1325/2001

250,00 € *

60,00 €

190,00 €

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Módulos 3, 4 e 6, Portaria n.º 1325/2001

570,00 € *

60,00 €

510,00 €

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Assistentes de Recinto Desportivo (ARD)

275,00 € *

60,00 €

215,00 €

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Módulo 7 (ADPP), Portaria n.º 1325/2001 - Internato

1.950, 00 € **

100,00 €

500,00 €

675,00 €

675,00 €

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Módulo 7 (ADPP), Portaria n.º 1325/2001 - Pós-laboral

1.100, 00 € ***

100,00 €

400,00 €

300,00 €

300,00 €

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RECICLAGEM

 

 

 

 

 

 

Módulos 3 e 4, Portaria n.º 1325/2001

210,00 € *

60,00 €

150,00 €

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Módulos 3 e 6, Portaria n.º 1325/2001

280,00 € *

60,00 €

220,00 €

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Módulo 6, Portaria n.º 1325/2001

120,00 € *

60,00 €

60,00 €

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Módulos 3, 4 e 6, Portaria n.º 1325/2001

300,00 € *

60,00 €

240,00 €

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MADEIRA

CANDIDATOS EXTERNOS

DESIGNAÇÃO DO CURSO

VALOR GLOBAL

PAGAMENTO

INSCRIÇÃO

1ª PRESTAÇÃO

2ª PRESTAÇÃO

3ª PRESTAÇÃO

4ª PRESTAÇÃO

FORMAÇÃO INICIAL

 

 

 

 

 

 

Módulos 3 e 4, Portaria n.º 1325/2001

650,00 € *

100,00 €

550,00 €

-----

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Módulo 3 e 6, Portaria n.º 1325/2001

720,00 € *

100,00 €

620,00 €

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Módulo 6, Portaria n.º 1325/2001

360,00 € *

100,00 €

260,00 €

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Módulos 3, 4 e 6, Portaria n.º 1325/2001

800,00 € *

100,00 €

700,00 €

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RECICLAGEM

 

 

 

 

 

 

Módulos 3 e 4, Portaria n.º 1325/2001

310,00 € *

100,00 €

210,00 €

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Módulo 3 e 6, Portaria n.º 1325/2001

400,00 € *

100,00 €

300,00 €

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Módulo 6, Portaria n.º 1325/2001

180,00 € *

100,00 €

80,00 €

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Módulos 3, 4 e 6, Portaria n.º 1325/2001

480,00 € *

100,00 €

380,00 €

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LEGENDA:







* Define-se como: 1ª Prestação - Último dia útil à data de início do curso.

** Define-se como: 1ª Prestação - Após aprovação nas provas de selecção; 2ª Prestação - Último dia útil à data de ínicio do curso;  3ª Prestação - Um mês e meio antes da realização dos exames da PSP. O valor do Curso inclui a taxa da 1ª inscrição nos Exames de Avaliação da PSP (100,00 €).

*** Define-se como: 1ª Prestação - Após aprovação nas provas de selecção; 2ª Prestação - Último dia útil à data de início do curso;  3ª Prestação - Um mês e meio antes da realização dos exames da PSP. O valor do Curso não inclui a taxa de inscrição nos Exames de Avaliação da PSP (100,00 €).

 

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES PARA:  gap.anasp@gmail.com  ou geral@rivierconsulting.eu

TELM.  938128328







       

 

O Sucesso comercial e profissional das pessoas está na motivação em busca dos resultados e aqui você pode ter à disposição palestras de sucesso treinamentos e consultoria para desenvolvimento de empresas e trabalho em equipe, que com competência procuramos proporcionar Sucesso aos nossos clientes.



 


COMUNICADO DA DIRECÇÃO DA ANASP

 

Na sequência das declarações à comunicação social e amplamente divulgadas que dão conta de que uma associação de vigilantes defende:que se refaça a lei da Segurança Privada de maneira a que as pessoas se possam precaver…Se o vigilante não tiver nada com que se proteger também não pode proteger as pessoas. É preciso que o Ministério da Administração Interna (MAI) tenha coragem de alterar as coisas para melhor…O que falha neste momento é as empresas que não dão armas a ninguém porque isso acarreta uma grande responsabilidade. Se formos a Espanha, em certos centros comerciais há sempre dois ou três elementos que estão armados. Cá, não estamos armados nem com gás pimenta ou cassetete…Associação de Vigilantes de Portugal considera que a insegurança poderia ser atenuada com a presença de seguranças armados”

 

A ANASP- Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada faz saber o seguinte:

 

A ANASP desmarca-se completamente de tais declarações, não só por considera-las desapropriadas e descontextualizadas da realidade não representando de forma alguma a vontade da maioria dos profissionais de segurança privada, que enquanto profissionais conscientes e responsáveis são ainda conhecedores do papel pedagógico, preventivo e complementar que cabe à actividade de Segurança Privada.

Por considerar que a função primordial do Vigilante reside na prevenção de delitos e outros sinistros (se for o caso), preservando sempre a vida (inclusive a sua), a ANASP encara o uso e porte de armas na segurança privada como uma matéria de tal importância que já mais poderá ser encarada e discutida com tamanha leviandade, pois para além de não estarem criadas as condições necessárias para que tal se verifique, tal situação nunca poderia ser generalizada mas sim direccionada para um leque restrito de profissionais que em virtude das funções de acrescido risco que desempenham o poderão justificar.

 

Ricardo Vieira

(Presidente da Direcção)

 

 


 

Megafinance entregou planos de reestruturação ao IAPMEI com dados falsos ou incompletos

Investigação SIC
 

Há mais denúncias sobre o comportamento da Megafinance e da Aptimissi, as empresas a que estão ligados o consultor Pedro Xavier Pereira, que está actualmente em prisão preventiva, e o administrador Luís Valente, que está sujeito a fortes medidas de coação. Uma investigação da SIC em várias empresas concluiu que a Megafinance entregava no IAPMEI planos de reestruturação com dados falsos ou incompletos. O resultado era a anulação dos planos de salvação de empresas, com que ganhavam a confiança de muitos empresários, sobretudo no Sul do País.

A António Mira Pacheco é uma velha pastelaria de Portimão. Com dívidas à Segurança Social e a fornecedores aceitou uma proposta da Megafinance que se propunha reestruturar a empresa através de um plano de conciliação com os credores.

O chamado PEC foi entregue no IAPMEI pela própria Megafinance mas estava truncado!

A António Mira Pacheco só existiu em Portimão.

Mas no PEC, entregue pela Megafinance, diz-se que "começou -  a funcionar - no Sítio do Pocinho... em Estremoz", que "no ano 2000 foram construídas as actuais instalações na zona industrial de Estremoz" e que já antes a firma tinha". Ganho (tal) "reconhecimento" que "o nome "Campanha" era de imediato associado ao pão da zona".

Ora, em Estremoz existe mesmo uma Pastelaria "Campanha" criada por um senhor de apelido Campanha, mas que nada tem a ver com a firma de Portimão.

A padaria de Estremoz foi outra das empresas onde a Megafinance entrou.

Também ali entregou um plano de conciliação com os credores. Mas, se em Portimão os dados do PEC eram falsos porque eram relativos à empresa de Estremoz, no caso da Confeitaria e Pastelaria Campanha, a Megafinance não chegou, pura e simplesmente, a apresentar ao IAPMEI o obrigatório Plano de Negócios conforme informação enviada à SIC pelo próprio IAPMEI.

O PEC foi extinto.

Mais abaixo, em Évora, o PEC com que a Megafinance se propunha salvar a Panificadora Central Eborense também ficou pelo caminho.

O IAPMEI explicou à SIC que o plano "foi extinto porque foi ultrapassado o prazo legal para a conclusão do PEC sem que houvesse acordo com os principais credores da panificadora".

A Panificadora Eborense está actualmente em processo de insolvência.

Em Portimão, as receitas da pastelaria Mira cedo começaram a ser depositadas numa conta da Aptissimi. Mas os sócios começaram a estranhar o sentido do negócio e acabaram em ruptura com a Megafinance.

Na Firmesegur, uma empresa de Lisboa, a consultora a que estavam ligados Pedro Xavier Pereira e Luís Valente, também elaborou um PEC.

Aqui, todos os números apresentados nas contas de 2009 eram iguais aos de 2008.

A distracção, chamemos-lhe assim, foi detectada pelo próprio IAPMEI, que pediu explicações para tanta coincidência.

Dias depois, a CFO da holding Aptissimi Capital Partners entregou cópia do registo online da prestação de contas de 2009.

Mas o problema mantinha-se.

A resposta do IAPMEI é elucidativa: "Justifiquem como é possível que em 2009 os "Proveitos e Ganhos" sejam exactamente os mesmos de 2008 tal como os "Custos e Perdas".

O email provocou uma revolução no grupo empresarial a que estão ligados Xavier Pereira e Luís Valente. Mariana Domingos que tinha assinado todos os emails Como CFO da Aptissimi responde na nova qualidade de gestora de operações da Megafinance.

Deixa de se apresentar como directora Operacional da Apmtissimi para Assuntos Financeiros para informar "que a consultora Megafinance está apenas a assessorar uma instrução de PEC". E, que se há falhas são do contabilista.

Quinze dias depois, sem que fossem feitas correcções, o IAPMEI desespera e avisa que o PEC será extinto se até ao dia seguinte não forem esclarecidas as contas de 2009.

Na resposta, a Megafinance manda o IAPMEI falar com a administração da Firmesegur. O email é assinado pela mesma Mariana que tinha tratado de todo o processo.

O IAPMEI perde de vez a paciência e lembra à dita Mariana que já se tinha apresentado em nome de todas as partes: da Megafinance, da empresa de segurança Firmesegur e da Aptissimi.

Agente tripla no processo, Mariana Domingos parecia ainda esquecer um pormenor importante: a gestão administrativa e financeira da empresa de segurança tinha sido contratualmente assumida pela

Aptissimi, a troco de 35 por cento do capital e da reestruturação da firma de segurança privada.

Pedro Canuto diz que, entretanto, foi afastado da empresa e fala de outros episódios que ainda estão em investigação.

Para a história da passagem pela Firmesegur das empresas a que estão ligados Xavier Pereira e Luís Valente ficam dois factos já confirmados: como aconteceu em muitas outras empresas o PEC, para acordo com os credores, não deu em nada.

Foi extinto pelo IAPMEI a 17 de Setembro do ano passado porque as contas de 2009 continuavam a ser as mesmas de 2008.

O outro facto: um mês depois do PEC ser anulado a Aptissimi, representada em Portugal por Luís Valente, declinou liminarmente a participação assumida na empresa de segurança privada e saiu de cena como já fez em muitas outras empresas.

fonte: http://forum-anasp.forumeiros.com/t1546-megafinance-entregou-planos-de-reestruturacao-ao-iapmei-com-dados-falsos-ou-incompletos-investigacao-sic#2661


Vigilância

PSP alerta para perigo de burla pela "Lar-Protege"

por Lusa

A PSP alertou hoje a população para um serviço de prestação de vigilância a residências pela empresa "Lar-Protege",, que está a ser divulgado desde Agosto, via e-mail ou folheto, por considerar tratar-se de "uma possível burla".

"Informamos que este serviço, bem como a sua natureza, são ilegais, sendo a empresa em causa fictícia, tratando-se assim de uma possível Burla", avisa hoje o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, em comunicado.

A PSP sublinha que "não existem ainda denúncias de eventuais lesados com esta situação", pedindo às pessoas que forem contactadas pelos serviços da "Lar-Protege" que avisem as autoridades via telefónica ou através do endereço contacto@psp.pt.

A PSP aproveita para relembrar que o programa "Férias Seguras", de protecção de habitações, está em vigor até 15 de Setembro, e solicita que as pessoas que ainda vão de férias até esta data avisem a polícia, para uma segurança mais próxima dos seus bens.

fonte: http://forum-anasp.forumeiros.com/t1545-psp-alerta-para-perigo-de-burla-pela-lar-protege

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ANASP recebida pelo Governo

 

A Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada (ANASP) foi recebida em audiência no passado dia 24 pelo actual Governo, na circunstância pelo Secretário de Estado da Administração Interna, Filipe Lobo D'Avila.

 

“Consequência da preocupação evidenciada para com os problemas do sector, duma notória consciência política assim como duma inequívoca determinação que a ANASP constatou no decorrer desta reunião, consideramos estarem criadas as condições propícias e desejáveis para que Portugal dê inicio à criação dum verdadeiro sector de Segurança Privada, com tudo aquilo que de positivo isto representa para a sociedade”, revelou Ricardo Vieira, presidente da direcção da ANASP.

 

Ainda de acordo com aquele responsável, “se da parte do poder político ficou claro que a ANASP será um parceiro incontornável nesta fase histórica do sector, da ANASP ficou o compromisso duma colaboração incondicional em todos os aspectos que visem a dignificação e profissionalização da actividade”, finalizou.


Departamento de Comunicação,Imprensa e Marketing ANASP

26-08-2011

 

 


 
 




ANASP presente no “Querida Júlia” da SIC
 

A Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada (ANASP) marcou presença esta segunda-feira (22 de Agosto), no programa da SIC “Querida Júlia”.

Ricardo Vieira, presidente da ANASP, abordaou questões relacionadas com a segurança privada e com a criminalidade no país, com especial enfoque na zona do Algarve.

Debate sobre a violência no Algarve

Algarve
 
22-08-2011

Insegurança no Algarve

Assaltos, sequestros, mortes… a criminalidade no Algarve está na ordem do dia e o medo instalou-se!

 

Em Abril um turista foi encontrado morto com um golpe na cabeça, na zona de Albufeira. Em Maio outro cidadão estrangeiro não resistiu a um espancamento fruto de provável violência gratuita. Os casos fizeram correr rios de tinta nos jornais britânicos.

O Verão no Algarve parecia assim ameaçado e os receios confirmaram-se.  A 11 de Julho, um grupo de cinco encapuzados tenta assaltar o cofre do INATEL, em Albufeira. Só a resistência da segurança impediu os meliantes de roubar os cem mil euros em caixa. Porém, nunca foram apanhados.

A 8 de Agosto, os jogadores e treinadores do Luxemburgo que vieram jogar a Portugal também não escaparam à onda de roubos que tem varrido o Algarve. Os quartos que ocupavam num hotel em Almancil foram assaltados durante um treino.

No dia 14 uma turista inglesa de 30 anos alegou ter sido violada à saída de uma discoteca, em Manta Rota, no concelho de Vila Real de Santo António. A Polícia Judiciária está a investigar o caso. No mesmo dia, outra cidadã estrangeira, ainda menor, também apresentou queixa por sequestro e agressão ocorridos, ao que tudo indica, na praia de Altura em Castro Marim.

Também na semana passada, o recepcionista de uma pensão em Portimão foi executado à queima-roupa com tiros de caçadeira e em pleno local de trabalho. No dia seguinte, uma turista italiana terá sido violada por três jovens numa praia de Albufeira.

Apesar dos reforços policiais, a verdade é que o Verão no Algarve continua a ser varrido por violência, assaltos e medo.

No Querida Júlia debatemos o assunto com Luís Camarada, empresário hoteleiro, Desidério Silva, Presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Ricardo Vieira, Presidente da Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada, e Carrie Bratley, jornalista inglesa do jornal "Portugal News".

 

 Fonte: 

 

A Direcção

22-08-2011



A ANASP em parceria com a Rivier promove curso de formação profissional para obtenção do Módulo 7 (ADPP)

Porto

 

Módulo 7 (ADPP), Portaria n.º 1325/2001 - Pós-laboral

Valor a pagar na altura da inscrição=100,00 €

1ª Prestação = 400,00 €

2ªPrestação= 300,00 €

3ª Prestação 300,00 €

 

Valor Global da acção=1.100, 00 € ***

 

*** Define-se como: 1ª Prestação - Após aprovação nas provas de selecção; 2ª Prestação - Último dia útil à data de início do curso;  3ª Prestação - Um mês e meio antes da realização dos exames da PSP. O valor do Curso não inclui a taxa de inscrição nos Exames de Avaliação da PSP (100,00 €).

 

Informações e inscrições para: comercial@rivierconsulting.eu;  del.porto.anasp@gmail.com ou 936345367

 

 
COMUNICADO DA DIRECÇÃO


Exmos. Senhores,

 

Após a escalada drástica de episódios de violência contra os ASP e perante a inércia generalizada assim com uma total desregulação da actividade que faz antever um cenário cada vez mais dantesco, começam a instalar-se na ANASP, nomeadamente nos cargos directivos um sentimento de indignação para com o actual estado do sector.

Esperava-se uma estratégia para o sector da parte deste novo executivo, porém não surgem sinais enérgicos de que o actual quadro se venha a alterar, nesse sentido e muito embora nunca a ANASP ao longo da sua existência tenha tomado medidas dessa natureza por considerar que existem outras formas de o fazer, não se descarta nesta altura a possibilidade duma acção em massa que desperte de vez a consciência politica para a drástica realidade vivida por profissionais e empresas do sector.

 Seria no mínimo uma brutalidade ficarmos inertes perante o sufocar progressivo por parte do Estado das empresas da nossa actividade assim como o total desrespeito e desprotecção dos milhares de profissionais de Segurança Privada.

Convocada esta já uma assembleia da instituição na qual serão analisadas as formas de actuação!

 

Os melhores cumprimentos

Ricardo Vieira

(Presidente da Direcção)

 

 

 


 

 
 

  


Produtos em destaque ao abrigo da parceria

ANASP/Rivier Consulting Security

 

 

RIVIER em parceria com a ANASP apresenta:

 


 Micro gravação em cartão SD ( igual a telemóveis); Compressão: MJPEG (formato AVI); áudio; câmara de fotos/video.


Muito útil para segurança privada em todas as suas vertentes (situações em que uma gravação nos ajude a compreender o ocorrido Ex: transporte de valores, rondas, segurança pessoal etc)

 

Custo 70 EUR

  ***************************************************************

 

carteira em pele gravada com crachá metálico da segurança privada gravado com o numero MAI

35.00 EUR Sócios ANASP

45.00 EUR N/S

Incl. 23 % Impostos


Encomendas e informações para: comercial@rivierconsulting.eu ou gap.anasp@gmail.com

 

 

visite:   www.rivierconsulting.eu

 


 

ASP BRUTALMENTE AGREDIDO

 

 

Na passada 4ªFeira foi agredido Violentamente um ASP /Vigilante da empresa Vigestevão – Seg. Privada, na Praia do Areão em Aveiro, estava em serviço e foi agredido por 3 indivíduos, com pés de cabra, ferros, supostamente Gás Pimenta nas vistas, e apontaram-lhe arma, não tendo sido disparada porque um dos indivíduos (brasileiro) deu ordem de retirada.

Graças ao colete Anti-Corte que o profissional trazia vestido, os danos foram atenuados (amortizando as pancadas). Mesmo em “Mau  estado” o mesmo levou o seu profissionalismo ao topo, realizando 2 chamadas para empresa e 112.

Foi Rápida a Resposta das Autoridades e Bombeiros  assim como dos colegas de trabalho que se deslocaram ao local par o apoiarem, tendo sido localizado através da Lanterna ligada para esse efeito, pois o mesmo estava num local isolado.

O Profissional foi hospitalizado estando neste momento em repouso na sua residência.

  A ANASP tem vindo a acompanhar a situação, verificando uma atitude de grande solidariedade não só por parte dos colegas de trabalho, mas também da empresa que na pessoa do seu Director de Segurança não medem esforços para apoiar o ASP agredido.

A ANASP, acredita que será apenas uma questão de tempo para assistirmos à perda de vidas humanas e lança a pergunta:

Onde está a Autorização para as Armas de classe E, que a lei já prevê mas que nunca saiu do papel e que poder minimizar os riscos dos Profissionais de Segurança Privada em serviço?

A Direcção

 

 

                              

 


ANASP DISTINGUE SEGURANÇA VIOLENTAMENTE AGREDIDO

 

 
  No passado dia 07 de Maio Jorge Dias foi violentamente espancado no parque de estacionamento fonte luminosa, em Leiria. Teve fracturas múltiplas no maxilar e, segundo relatórios médicos, Jorge Dias perdeu a sensibilidade na parte posterior do maxilar. Neste sentido, e com profunda responsabilidade social e profissional, a ANASP atribuiu uma medalha de Mérito (a título excepcional) a Jorge Dias, como símbolo do profundo reconhecimento pelos profissionais de segurança privada agredidos e que são vítimas da hipocrisia.

  Na cerimónia que decorreu nas instalações da empresa de Segurança Privada Vertical (entidade empregadora de Jorge Dias), Rui Rodrigues (Director Geral da Vertical) salientou o apoio incondicional que a empresa prestou ao agredido desde o primeiro dia evidenciando ainda total inconformidade com o estado da actividade.

  Por sua vez Ricardo Vieira (Presidente da Direcção da ANASP) afirmou: “ parece existir uma espécie de lei da vantagem para os prevaricadores reforçada pelo silêncio cúmplice do próprio Estado” indo ainda mais longe ao afirmar “ torna-se cada vez mais difícil ser cidadão, profissional ou empresa cumpridora, principalmente quando em detrimento da legalidade e dignidade o próprio cliente Estado ao longo dos anos fomenta descaradamente a ilicitude”

  Aproveitando a ocasião, foi ainda formalizada a entrega da medalha de Mérito 2009 atribuída à Vertical.

    

   

 




CURSO DE MOTORISTA EXECUTIVO


Lisboa/Porto
                                                            

  

  Publico alvo: Motoristas executivos

Nome do curso: Motorista executivo

Objectivo: Fazer com que os participantes deste curso possam ter uma visão clara da segurança de um executivo e dos seus familiares. E de como agir nas diversas situações encontradas no seu dia-a-dia de trabalho.

Duração: 16 horas

Lisboa:Dias: 17 e 18 de Setembro

Porto: Dias 24 e 25 Setembro

Valor: 75 Eur.

Introdução à segurança pessoal;

- Como lidar com o executivo e familiares;

- Como lidar com crianças e adolescentes;

- Postura profissional.

Detecção de suspeitos;

- O que é um suspeito;

- Como identificá-lo;

- O que fazer;

Tipos de riscos do dia-a-dia;

- Nos trajectos da residência/trabalho e vise versa;

- Via pública;

- Na residência e na empresa do executivo.

Atentados e sequestros;

- Diferencia entre os dois;

- O que fazer;

Modus operandi dos gangs e crimes urbanos;

- Como agem;

- Locais de maior risco;

- Sigilo e segurança de informações;

IRPC (Identificação, Reacção, Protecção e Comunicação);

- Para que serve;

- Como avaliar; O que fazer;

*No final da acção será entregue um certificado pela empresa Norte Americana H3*



Inscrições e informações para:

 

Acção com o apoio de:




INGLESES A VIVER NO ALGARVE CONTRATAM GUARDA-COSTAS



Alarmados com a vaga de crimes, são cada vez mais os que pagam até 250EUR ao dia para ter protecção.

Vestem T-shirts de cores desmaiadas e calças de ganga, andam de ténis ou até havaianas e longe do estereótipo dos “armários” da musculação. A discrição é a principal arma dos guarda-costas contratados pela comunidade estrangeira mais abastada a residir no Algarve.

“ Nunca se requisitaram tantos seguranças pessoais como hoje. Os Ingleses parecem estar, mais do que nunca, com receio de serem assaltados ou até sequestrados”, refere Ricardo Vieira, presidente da Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada.

Os clientes são empresários e reformados que moram em condomínios de luxo, longe dos centros turísticos apinhados de Portimão, Lagos ou Albufeira, e querem mais do que os tradicionais sistemas de alarme e videovigilância para terem garantia da sua segurança. Não se importam por isso de pagar 60 EUR. À hora por protecção especial. “ A despesa diária chega aos 250 Eur. e a mensal atinge os 4 mil Eur”. Ricardo Vieira estima que, pelo menos 200 ingleses tenham usado os serviços destes especialistas. “ Uma subida de 10% e um recorde absoluto”.

Os guarda-costas têm, regra geral, bilhete de identidade português, mas também há britânicos a trabalhar no sul do país. São requisitados em Londres, à semana, por serem mais discretos dos que os portugueses e terem formação especial em Krav maga (sistema de combate Israelita) ou em Jiu-jitsu ( arte marcial japonesa)”, explica João Vitorino, guarda-costas e coordenador da International Bodyguard Association.

Motorista e confidente

Um cidadão inglês a residir em Vilamoura há quase uma década confirma ao Expresso que os assaltos violentos aos hotéis e o homicídio de turistas estrangeiros, ocorridos nos últimos meses, estão a assustar a comunidade. “Confiamos na polícia, só que queremos mais protecção. Estes serviços são dispendiosos, mas deixam-nos mais descansados”.

O britânico, que prefere não se identificar, anda acompanhado por um guarda-costas durante um período de três semanas, a pretexto da visita de familiares.

Se a experiencia correr bem, voltará a telefonar para a empresa de segurança privada. “ Conheço pessoas que não dispensam dois ou três seguranças pessoais”.

Um receio fundamentado?

Raramente. Os dois dirigentes de associações de segurança privada contactados pelo Expresso defendem que contratar mais do que um guarda-costas só faz sentido “ em casos excepcionais”.

No limite, estes homens chegam a acompanhar os filhos dos clientes nas saídas nocturnas para discotecas. Outros fazem pouco mais que serviços de motorista e até se tornam confidentes dos patrões. “ Não andam armados que a lai proíbe, mas deveriam ter pelo menos uma taser ou bastão extensível para se defenderem de possíveis ataques”, diz João Vitorino.

Entre as centenas de guarda-costas a circular no Algarve este verão há quem esteja em situação ilegal. Ricardo Vieira revela (e João Vitorino confirma): “Há de tudo, desde segurança de discotecas a agentes da policia…Muitos deles andam com armas no bolso e podem até tornar-se perigosos.

(Hugo Franco )

Expresso

      


 

CRIMINALIDADE ORGANIZADA

Escusado será dizer que embora hipocritamente, assista-mos quase diariamente a altos responsáveis e conceituados especialistas da matéria o negarem, a criminalidade, particularmente a criminalidade organizada e especialmente violenta tem vindo a galopar para níveis muito preocupantes. Custa-me acreditar que pessoas, teoricamente, com formação acima da média que se consideram parte de uma sociedade evoluída, continuem a basear os comportamentos / atitudes e teorias, nos mesmos pressupostos de há muitos anos a esta parte!  

Os criminosos “profissionalizaram-se”, importaram novos métodos e equipamentos altamente sofisticados, tendência que infelizmente não foi seguida por quem detém o ónus da prevenção e do combate ao flagelo. Consequência duma mentalidade tacanha, apesar da enxurrada de notícias sobre riscos e falhas de segurança, muitas empresas ainda consideram que as questões de segurança são secundárias, situação que urge reverter.

Se o Estado pelos seus mil e um motivos há muito deixou de por si só poder garantir a segurança e tranquilidade desejável, as empresas privadas especializadas na prestação dos serviços de segurança e que deveriam representar um complemento credível a esse mesmo Estado encontra-se na sua larga maioria obsoletas, descontextualizadas e desacreditadas aos olhos da sociedade.

A regulação e profissionalização desta importante actividade é pois um assunto de interesse público, devendo em nome do bem geral ser imposto pelo poder político! Como referi inúmeras vezes, a actividade de Segurança Privada é de natureza económica mas de interesse público, devendo em nome desse mesmo interesse, agir-se no rigor da lei.

Só com medidas preventivas poderemos reverter o actual estado da criminalidade e a regulamentação da segurança privada é igualmente uma medida preventiva que à muito deveria ter sido tomada.

Ricardo Vieira

(Presidente da Direcção)

 

 


 

ACT  em força na Prestibel


Empresa de segurança culpa ACT por atrasos em 3 mil salários


Data: 01-07-2011

Fonte: i


Empresa de segurança culpa ACT por atrasos em 3 mil salários

 

Administração esteve ocupada por requisitos da autoridade

 

A administração da empresa de segurança Prestibel enviou um comunicado aos trabalhadores em que justifica o atraso no pagamento de salários deste mês com "o volume de trabalho burocrático para cumprir as exigências do ACT [Autoridade para as Condições no Trabalho]".

 

A administração alega que entre 13 e 20 de Junho a entidade reguladora inspeccionou 43 locais em que a mesma presta serviços, o que levou à entrega de "quantidades inusitadas de documentação em prazos exíguos, por vezes de dois dias". O ritmo de trabalho exigido aos trabalhadores administrativos da Prestibel, declara a empresa, "foi de tal forma exagerado que tomou impossível cumprir a tempo a tarefa também prioritária de ter os salários transferidos para as contas de todos os cerca de 3 mil trabalhadores, no último dia do mês".

 

Segundo um funcionário da empresa contactado pelo i, é "a primeira vez em mais de 20 anos" que se verifica tal atraso. O mesmo é repetido na comunicação enviada pela administração, que salienta os "quase 27 anos de actividade" sem incidentes do género.

 

A carta da administração vai mais longe e acusa a ACT de "prejudicar objectivamente" os trabalhadores, através de uma atitude que "intencionalmente ou por mera descoordenação, obrigou à mobilização em exclusividade dos serviços administrativos da Prestibel".

 

O comunicado assegura no entanto que no dia 30 de Junho, ou seja, ontem, seria certa a transferência de "uma quantia fixa" para a conta de todos os trabalhadores, com o objectivo de "fazer face às despesas prioritárias". A empresa espera que nos primeiros dias do mês a situação seja completamente regularizada.

 

 

 

             


Ficheiro: Empresa de segurança culpa ACT por atrasos em 3 mil salários

 

ANASP: Para a ANASP – Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada a intervenção da ACT peca sim mas por tardia, pois como bem se sabe, é necessário haver indícios fortes para esta entidade actuar e no caso em particular parece-nos que a “operação” foi bem objectiva, foram realizadas inspecções a 43 locais a nível nacional, exigindo à Prestibel elevadas quantidades de documentação a curto prazo, por vezes em 2 dias, documentação essa de grande relevância laboral.

Parabéns pois à ACT que a bem da verdade e da legalidade não se deixa chantagear e sabe certamente que também os profissionais apesar das suas fragilidades, não permitirão ser utilizados de forma imoral como escudos.

Importa agora que operações desta natureza se estendam a muitas outras empresas do sector e não se foquem apenas nas “grandes”, devem as autoridades (ACT e PSP) estar atentas não só às questões do foro laboral, mas também e ainda às do foro criminal que proliferam em muitas das pequenas e medias empresas do sector.

A Direcção


ANASP E RIVIER CONSULTING SECURITY

CRIAM PARCERIA


 Formalizou-se hoje nas instalações da ANASP, um protocolo de parceria entre a ANASP – Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada e a Rivier Consulting Security (Empresa que desenvolve actividade nas áreas de Consultoria de Segurança bem como actividades para os negócios e Gestão) ao nível da Europa. A parceria em causa contempla áreas como:


- Consultoria de Segurança

- Formação de Segurança

- Inteligência Competitiva



Para mais informações consulte em:

 ANASP: www.anasp.pt.vu

RIVIER: www.rivierconsulting.eu

 

 A Direcção
 04-07-2011

 


 

CARTA ABERTA AO MINISTRO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA

 

 

Exmo. Senhor Ministro da Administração Interna

                             Senhor Doutor Miguel Macedo

 

Excelência,

 

Antes de mais, quero em nome da ANASP- Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada, desejar-lhe as maiores felicidades para esta dura etapa que acaba de abraçar, evidenciado desde logo a total disponibilidade cooperante da instituição rumo à profissionalização e dignificação desta actividade.  

 

Por não encontrar palavras mais adequadas para descrever o estado da Segurança Privada em Portugal, passo então a fazer uma breve apresentação do sector a Vossa Excelência,

 

A Actividade de Segurança Privada é actualmente um dos maiores empregadores em Portugal, subsidiaria e complementar em relação aos demais serviços e forças de segurança públicas, emprega cerca de 40.000 profissionais nas suas mais de 105 empresas.

 Ora se a maior parte dos clientes (com o Estado à cabeça) quer é o melhor preço, não quer saber do que cumprem ou não, alguns nem tem intenção em pagar e outros querem tudo menos pessoal de Segurança (Repositores, empurra carrinhos, recepcionistas, vassalos, motoristas varredores etc…)

Se há uns anos criticavam as empresas por meterem os vigilantes a fazerem 240horas ( e muitas vezes os vigilantes se mais horas houvessem mais faziam) mas eram pagos pelas 240 horas feitas, hoje em dia temos empresas que pagam 850 € mês aos vigilantes por 240 horas, sejam diurnas ou nocturnas, e em muitas empresas não se pagam horas nocturnas nem extras e muito menos subsídio de alimentação.

Temos empresas de segurança a fazerem portarias 24h a 6€ hora, empresas que eram de porteiros e passaram a ser de porteiros RP, RJ ou algo do género a fazerem portarias de segurança a 3300€, ora mas ninguém vê isto??

Na área do transporte de valores criou-se uma lei totalmente descontextualizada, obriga-se os profissionais a transportarem cassetes com tintaguém pesadíssimas sem terem sido criadas condições que facilitassem o acesso dos veículos aos locais de descarga só para não beliscar os interesses das instituições bancárias, exigiu-se carros com blindagem exageradíssimas, mas não se pensou na segurança de quem no dia-a-dia exerce essa actividade com a vida em risco elevado.

Vigilantes K9, nem existe regulamentação, há empresas que entregam cães de raças perigosas e sem a mínima formação a vigilantes igualmente sem formação ou vocação para além de que estas detêm os animais em condições deploraríeis (lembro-me de ver numa das grandes empresas na filial Norte, 2 Rottweiler

no meio das couves e da lama…

Quem faz a protecção pessoal em Portugal?

É fácil responder…

Vamos por pontos.

Supostamente deveria ser quem anda armado, como quem anda armado ou é polícia ou bandido, então supostamente quem deve andar a fazer estes serviços ou é bandido ou policias…

As empresas e profissionais especializadas para o efeito vêm impossibilitadas as licenças para uso e porte de arma (por motivos óbvios), acabam por colocar profissionais a brincar aos guarda-costas sem as mínimas condições para o desempenho da actividade “aqui também com a agravante de estarem a burlar o cliente e a aumentar o grau de risco para ambos, que sem saber compra gato por lebre”.  

Urge acabar com o faz de conta e com a palhaçada que impera, não se faz cartões profissionais desde Outubro de 2009 (salvo erro), perdem-se processos dos vigilantes na PSP??... os módulos de vigilantes desaparecem, empresas com dívidas às finanças e segurança social continuam no activo anos após anos, decretos de lei desadequados e empresas acreditadas para o exercício da actividade administradas por pessoas com perfil criminoso, criam-se categorias sem enquadramento legal (Vigilantes/Fiscais), perseguem-se dirigentes associativos, policias gratificados em concorrência directa com a segurança privada, empresas de segurança que impõem o domínio por zonas através duma politica do medo, profissionais sem qualquer tipo de formação e vocação, nascem empresas de formação que se limitam a vender cartões profissionais, emigrantes ilegais exercem a actividade para “empresas” legais, a desprotecção e o aumento da insegurança “obrigam” vários profissionais a recorrerem ao negocio de armamento paralelo, empresas de segurança que funcionam como empresas de trabalho temporário etc…Excelência impera no seio desta importante actividade uma verdadeira anarquia.

Para certos lapsos fazem-se decretos de lei, como para os porteiros, que obriga a um cartão e um curso, que não se sabe qual, só a segurança privada pode fazer controlo de acessos, temos empresas de porteiros nos condomínios, “roubam” trabalho às empresas de segurança, a lei não actua, passam o valor do alvará para 25000€ renovável a cada 5 anos e não contemplam o valor da renovação.

Ora quem tinha alvará além de passar a ter agora um custo, nem sequer sabe o valor do mesmo.

Sei que me esqueci de muito que havia ainda por lhe falar, fica para ocasião da audiência que a ANASP lhe irá solicitar em breve, quanto às sensibilidades que esta minha carta aberta possa ter ferido, não se preocupe já todos sabem que não estou cá para agradar.    

Este Excelência é o sector de Segurança Privada num Portugal do Século XXI e inserido no contexto Europeu, quem sabe, não será Vossa Excelência o Homem que ficará como aquele que teve a coragem de dobrar o cabo das tormentas dos nossos dias!!

 

Saudações Fraternais

Ricardo Vieira

(Presidente da Direcção da ANASP)

  

 


 Ex- colaborador da Fénix Security Group apela por ajuda solidária!

 

 

 

«Bom dia,

 

Chamo-me Reinaldo Claro era vigilante da Protesegurança, passando para a Fénix Security Group com a antiguidade de Janeiro de 2005, tenho o cartão profissional nº 36522, estava a trabalhar há 6 anos na portaria dos Transportes colectivos do Barreiro, acabando o nosso patrão com o posto em 01/03/2011, na altura com 3 meses de salários em atraso mais subsídio de natal, pagando no dia seguinte o mes de Dezembro de 2010 e até hoje mais nada.

Neste momento estou desempregado, com o sub. de Natal em atraso, mês de Janeiro e Fevereiro e até hoje não recebi nada, pois a empresa negou-se a passar a declaração para o desemprego, estando neste momento a Autoridade do Trabalho (ACT) a tratar do assunto, mas até agora nada, bem como já entreguei a queixa no ministério publico, estando uma audiência marcada para dia 12/7, requeri também o rendimento mínimo de inserção e até hoje nada. O único dinheiro que tive, do reembolso do IRS, já acabou, já tive algumas ajudas Generosas que me deu para aguentar algum tempo e fazer fase a certas despesas. Quem me conhece sabe que estou a fazer este pedido em desespero, pois não tenho ninguém a quem possa recorrer a não ser a Alguns AMIGOS e Pessoas de boa vontade e também não o faço para luxos nem maus governos porque não os pratico. Encontro-me á beira de uma ordem de despejo, pois já tenho 4 meses em atraso e a comida no fim...nem dinheiro já tenho para pão. Sei que vou ser criticado por alguns mas também sei que irei ter a ajuda dos Verdadeiros...Agradeço qualquer tipo de AJUDA, desde TRABALHO, comida…Já tentei de tudo mas não encontro solução de momento, também já não tenho 20 anos e se não me ajudarem vou passar fome! O vosso pequeno contributo irá ajudar-me a sair deste fundo de poço... Por favor contactem a ANASP que generosamente me estendeu o braço nesta hora difícil da minha vida!

 

Meu telemóvel - 939426951        NIB - 0038 0082 01153624771 79    

 

Desde já o meu muito OBRIGADO e Bem Hajam

 REINALDO DA CONCEIÇÃO CLARO »


 

 

 

Entrevista exclusiva a Jorge Dias

(ASP violentamente espancado em serviço no passado dia 5 de Maio em Leiria)

Jorge Dias (Antes e depois)

 
«Terrorismo à solta em Leiria»

  No passado dia 5 de Maio Jorge Dias foi violentamente espancado no parque de estacionamento fonte luminosa, em Leiria. Teve fracturas múltiplas no maxilar e, segundo relatórios médicos, Jorge Dias perdeu a sensibilidade na parte posterior do maxilar. De acordo com o agredido, já não é a primeira vez que o agressor espalha o terror na cidade de Liz. Em termos de apoios, só a ANASP disponibilizou ajuda ao agredido. Neste sentido, e com profunda responsabilidade social e profissional, esta instituição vai atribuir uma medalha de Mérito (a título excepcional) a Jorge Dias, como símbolo do profundo reconhecimento pelos profissionais de segurança privada agredidos e que são vítimas da hipocrisia política.

 

- Quando ocorreu a agressão de que foi alvo?

Foi no passado dia 07-05-2011 às 04h da manhã, no parque de estacionamento fonte luminosa em Leiria.

- Foi só um agressor ou foram vários?

Foi só um agressor, mas acompanhado por mais dois.

- Quais os motivos de tal conduta por parte do dono da empresa que o agrediu?

Não sei quais os motivos para esta conduta, mas este senhor tem espalhado o terror em Leiria e continua à solta. Existem outros casos idênticos, mas as pessoas têm medo de dar a cara por represálias e ameaças que este individuo e os seus capangas fazem.

- Teve apoio da empresa onde trabalha?

Até a data o único apoio que tive foi no dia em que tive alta hospitalar. Levaram-me a casa, tirando isso não tive qualquer apoio.

- Que consequências retira deste acto bárbaro?

Vou ficar com a frente do maxilar sem sensibilidade já confirmado pelos médicos e vou ficar sujeito a uma nova cirurgia daqui a um ou dois anos confirmado pelo cirurgião maxilo-facial que me operou. Tenho dentes para colocar não posso mudar dentes em clínicas etc…

- Após a recuperação vai agir judicialmente contra o agressor?

Vou tentar, porque este senhor disse que nada lhe vai acontecer por ter amigos e familiares no Ministério Público e no MAI.

- Esta situação que está a viver demonstra as fragilidades legislativas da segurança privada em Portugal?

Eu penso que sim, nós segurança privada somos um auxílio para as forças policiais deviamos ter mais apoio.

- Devia o novo Governo ter uma atenção especial para esta temática?

Devia sim, também existir mais fiscalização em alguns casos em especial esta empresa de segurança Lexsegur abriu salas de formação em todo o país porque diz ter amigos no MAI que aprovam todos os cartões.

- Quais as instituições do sector que o acompanharam neste momento particularmente difícil?

Até ao fecho desta entrevista só a ANASP se disponibilizou para tal.

- Que tempo vai demorar a recuperação do maxilar?

Não sei, já estou de baixa médica desde o dia 08-05-2011 até quando não sei.

- Vai ficar apto para o exercício da actividade ou vai retirar-se da segurança privada?

Vou ficar sempre fragilizado do maxilar. Retirar-me ainda não sei. Eu faço o que gosto e tudo depende se vai haver justiça ou se este individuo se vai continuar a rir do que faz e nós os lesados continuamos a sofrer ao tentar desempenhar as nossas funções.


Jorge Paraíso

(Dep. Imprensa ANASP)

 




COMUNICADO DO PRESIDENTE DA DIRECÇÃO

 

 

 Exmos. Senhores (as) Associados (as), parceiros e demais entidades representativas do sector, meus senhores;

 

  Cumpre-se hoje sensivelmente metade do mandato da actual direcção, democraticamente eleita para a condução dos destinos da instituição ANASP, à qual orgulhosamente Presido desde o dia da sua fundação.

  Numa altura particularmente difícil julgo que a ANASP instituição, pelo árduo caminho percorrido, abnegado sentido de missão e coragem de luta merece reverência de todos aqueles que fazem da segurança Modus Vivendis .

   Dois anos e meio são inegavelmente muito pouco tempo na vida duma instituição, porém, o tempo suficiente para que a ANASP se tenha afirmado a todos os níveis. Não obstante das dificuldades e das falhas naturais que urge corrigir, somos hoje uma entidade respeitada e respeitadora, com uma massa associativa na ordem dos 3 milhares, implementada a nível Nacional e reconhecida a nível Internacional. Membro Permanente da WSF – Federação Mundial de Segurança, Membro Fundador do Fórum Nacional Álcool e Saúde e parceiro dum sem número de instituições, a ANASP tem colaborado de forma activa e determinante para a regulamentação e fiscalização da actividade. Ousaria mesmo afirmar que o nascimento da ANASP revolucionou a actividade de segurança privada tal qual a conhecíamos.

   Desenvolver tão grande estrutura em tão curto espaço de tempo, mantê-la coesa e operacional não é tarefa fácil, graças ao empenho solidário de todos e cada um a ANASP tornou-se um exemplo de coragem e determinação.

  Não Vos vou falar das dificuldades que enfrentamos e que contribuíram de forma determinante para a coesão da instituição, prefiro falar-vos do caminho que teremos ainda de percorrer e dos obstáculos que nos esperam.

  Fruto duma crise que nos foi impingida, viveremos momentos de enormes dificuldades, se por um lado alguns menos escrupulosos e a pretexto dessa mesma crise nos tentarão saquear, por outro, haverá certamente apetência para nos utilizarem como arma de arremesso politico empurrando-nos para momentos de grande convulsão social.

  Será necessária muita lucidez e discernimento para enfrentar o provir, quero que saibam que podem contar comigo e com todos os membros desta direcção, pois tal como até hoje e assente sobre os mesmos princípios, conduziremos a instituição até 2013!

 

O Presidente da Direcção

Ricardo Vieira      

 

   21-06-2011

  

 

 




 

 

Contratar serviços de Segurança exige cuidados redobrados

 

contratação de serviços de segurança e vigilância tornou-se uma necessidade imprescindível. O crescimento da procura por estes serviços acompanha naturalmente a evolução social e consequente aumento do sentimento de insegurança.

Antes de contratar serviços de segurança, é necessário ter em consideração alguns aspectos importantes como a mão-de-obra especializada, garantindo, uma perfeita adequação do serviço prestado às reais necessidades da empresa.

 

Cuidados básicos a ter em consideração se vai contratar empresas de segurança:

 

·         Informe-se sobre há quanto tempo está no mercado a empresa que pretende contratar e se está legalmente habilitada para o serviço a que se propõe

 

·         Solicite propostas detalhadas sobre os serviços que presta

 

·         Procure referências junto de outros clientes da mesma

 

·         Visite a sede da empresa

 

·         Solicite os contratos desta com os colaboradores que irão prestar serviço nas suas instalações

 

·         Certifique-se da formação ministrada aos mesmos (se possível acompanhe-a)

 

·         Confira a situação desta para com o fisco e segurança social

 

·         Efectue uma relação entre o valor proposto e o real custo do serviço

 

·         Conheça a Lei da segurança privada e o CCT da Vigilância

 

·         Procure ajuda especializada e independente

 

SE JÁ É CLIENTE DESTES SERVIÇOS:

 

·         Acompanhe a situação desta junto do fisco e segurança social

 

·         Certifique-se junto dos colaboradores do cumprimento das relações laborais (proceda a entrevistas aleatórias aos profissionais)

 

·         Certifique-se do cumprimento dos cadernos de encargos previamente estabelecidos

 

·         Confira que são ministradas as acções de formação/reciclagem

 

·         Procure manter uma relação de proximidade com os profissionais, acompanhando as respectivas escalas de serviço e das condições de dignidade em que estes desempenham a sua actividade.

 

·         Certifique-se de que todos os profissionais são detentores de cartão profissional ou guia de substituição assim como de fardamento cedido pela empresa.

 

·         Mantenha contacto constante e exija pelo menos uma reunião mensal com a administração da empresa a fim de avaliar o desempenho o potenciais melhorias.

 

·         Se necessário recorra a ajuda especializada e independente

 

 

 

 

 


 

 

 

Coimbra: Jornalista apresenta queixa-crime contra segurança da 365

Vigilante ameaça: “Faço-te a folha” (COM VÍDEO)

Rui Avelar, jornalista do ‘Campeão das Províncias’, em Coimbra, vai apresentar hoje uma queixa-crime contra um vigilante da empresa de segurança 365. Em causa, afirma, estão ameaças como "faço-te a folha" e "a noite é propícia [para isso]".

  • Por:Hugo Real

 

 

O caso ocorreu na passada sexta--feira, em Coimbra. Rui Avelar, assim como equipas de reportagem da SIC e da TVI, estavam a acompanhar um caso de violência doméstica. À porta de casa da alegada vítima, na rua Pinheiro Chagas (na alta da cidade), ouviam as declarações desta, até que a mesma passou o portão, entrando num pequeno pátio de acesso à casa. Rui Avelar acompanhou a alegada vítima no percurso, mas foi impedido pelos seguranças da 365, que terão sido contratados pelo marido da queixosa, uma figura conhecida do meio empresarial da cidade. Os seguranças invocaram que o jornalista estava a violar propriedade privada e agarraram-no até o colocar na rua. Rui Avelar exigiu a identificação dos vigilantes, mas estes recusaram. O jornalista chamou então a PSP, que quando chegou ao local fez a identificação.

Contactado pelo CM, Ricardo Casalinho, gerente da 365, optou por não comentar o caso, já que, afirma, não tem conhecimento do mesmo.

Já Rui Avelar diz que foi "agarrado e arrastado" para a rua, assegurando que resistiu pacificamente.

Os repórteres da SIC e da TVI que estavam no local acompanharam Rui Avelar até à chegada da PSP. No entanto, nenhuma das estações considerou que o sucedido merecia ser tratado como notícia. Contactado pelo CM, Alcides Vieira, director de Informação da SIC, e Mário Moura, subdirector de Informação da TVI, disseram desconhecer o sucedido.

Depois de informado sobre o ocorrido, Mário Moura revelou que a TVI optou por não emitir a peça sobre a violência doméstica após ter confrontado as duas partes e o alegado agressor ter negado a acusação. Já Alcides Vieira adianta que o assunto "não tinha importância jornalística".

in: CORREIO DA MANHÃ


 

WORKSHOP PARA OBTENÇÃO DA LICENÇA DE USO E PORTE DE ARMAS DA CLASSE “E”

(ANASP PORTO)

 

   Decorreu na cidade do Porto mais uma iniciativa formativa e informativa organizada pela ANASP. Já a decorrer encontram-se as inscrições no mesmo âmbito para Coimbra no próximo dia 25 de Junho. Aproveitamos para informar que globalmente em todas as iniciativas formativas e informativas organizadas pela ANASP e cujo principal objectivo é impulsionar o sector rumo à sua efectiva profissionalização já passaram mais de 6.500 profissionais.

 

 A Direcção

 05-06-2011



 

Visite o site do Fórum do Alcool e Saúde aqui


 

COMUNICADO DA DIRECÇÃO DA ANASP

  

Numa altura particularmente difícil para Portugal e num momento em que os Portugueses são chamados a expressar a sua vontade quanto ao futuro político do país, a Direcção da ANASP vem por este meio expressar-se publicamente, não para dar qualquer orientação no sentido de voto nem para assumir posição político-partidária, mas sim para chamar a atenção às forças políticas que se perfilam candidatas às eleições do próximo dia 05, para o grave panorama da segurança interna e mais concretamente no que respeita à Segurança Privada.

   Sendo a segurança dos cidadãos um dos pilares do Estado de Direito Democrático e já avançada que vai a campanha eleitoral, estranhamos que nenhum dos candidatos tenha ainda abordado tão importante assunto.

  Para a ANASP, enquanto legitima representante do sector, é fundamental que a/as forças politicas vencedoras das eleições e que venha a constituir governo rompam com o actual modelo, facultando às diversas forças e serviços de segurança pública condições condignas para o cumprimento da missão que lhes esta adstrita assim como é igualmente fundamental que se consciencializem da importância que a actividade de Segurança Privada representa no panorama da segurança interna do país.

  Profunda conhecedora da realidade, a ANASP tem já preparado um dossier com um conjunto de medidas que acreditamos serem fundamentais no sentido duma desejável alteração pelo que, serão apresentadas logo que o novo executivo tome posse.

  Independentemente da/s força politica que venham a constituir Governo a ANASP evidencia desde já a sua total disponibilidade para cooperar na implementação das medidas necessárias rumo a um Portugal mais justo, solidário e seguro!

  

  A Direcção


CONVOCATÓRIA

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

 

Dia 03 de Junho de 2011, às 21.45 horas

  Ao abrigo da alínea b) do capítulo 3º do Art.º15º dos estatutos convoco todos os sócios da ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE AGENTES DE SEGURANÇA PRIVADA (UNIDOS PELO SECTOR) – ANASP/UPS para a Reunião extraordinária da Assembleia Geral, a realizar no dia 03 de Junho de 2011, pelas 21.45 horas, na Sede da ANASP/UPS, na Freguesia de S. Lázaro, sito Rua dos Barbosas, 135, loja 14 RC 4715-267 BRAGA, com a seguinte ORDEM DE TRABALHOS;

  1º Assuntos diversos.

 NOTA: Se a hora marcada não estiver presente a maioria dos associados, a Assembleia reunirá, em segunda convocatória, meia hora depois da hora marcada, qualquer que seja o número presente de sócios.

Braga, 28 de Maio de 2011 

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral

Ricardo Miguel de Oliveira Cunha



CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM MÉTODOS E TÉCNICAS DE SEGURANÇA

 

A ANASP vai levar a cabo duas acções formativas no âmbito do aperfeiçoamento dos métodos e técnicas de segurança destinada aos profissionais e empresas do sector.

 

Conteúdos programáticos: 

  • ·         Constituição da República Portuguesa
  • ·         Regime jurídico da actividade de Segurança Privada
  • ·         Direito laboral
  • ·         Liderança e relações interpessoais
  • ·         Comunicações, conceito e métodos
  • ·         Rondas e controle de acessos
  • ·         Situações de risco: evacuações, incêndios, desordem pública, temor de terra e ameaça de bomba
  • ·         Defesa pessoal

 

Duração: 16 horas

Datas: 2 e 3 de Julho - Lisboa

           23 e 24 Julho - Porto.

 

 Valor: 70€ sócio, 100 N/S

Nota: Inscrições de grupos de 10 elementos ou mais (55 euros cada)

Entrega de certificado


Inscrições e informações para: formacao.anasp@gmail.com ou Tlm: 965293868

Nota: a formação não constitui requisito para efeitos de habilitação com cartão profissional, mas tão só para valorização profissional e pessoal.

 

WORKSHOP PARA OBTENÇÃO DA LICENÇA DE ARMAS DA CLASSE “E” (NÃO LETAIS)

COIMBRA

 

 

 

Com as inscrições já lotadas para a cidade do Porto e após o êxito da acção em Lisboa, a ANASP irá levar a cabo uma acção na cidade de Coimbra  

Data: 25 de Junho

Data limite das inscrições: 10 de Junho

Conteúdos:

·         Regime jurídico da Segurança Privada (2 horas)

·         Lei das armas e munições (4 horas)

·         Cidadania direitos e obrigações (2horas)

·         Preenchimento de documentação (1 hora)

 

Objectivos: Dotar os profissionais de Segurança Privada dos conhecimentos indispensáveis para dar entrada do processo de obtenção de uso e porte de arma (Classe E)


 Formador: Dr.ª Eva Mendes


Valores: 35 Euros Sócio e 45 N/S


 Entrega de Certificado e Declaração comprovativa da acção.


Nota: é competência exclusiva da DN da PSP a atribuição das respectivas licenças.


Inscrições e informações para: formacao.anasp@gmail.com ou  Tlm: 965293868

 



ANASP ENTREGA MEDALHA DE MÉRITO AO IDT – INSTITUTO DA DROGA E DA TOXICODEPENDÊNCIA


 

   Decorreu no passo dia 20 nas instalações do IDT em Lisboa, a cerimónia oficial de entrega da Medalha de Mérito da ANASP àquele Instituto Público.

   A comitiva da ANASP dirigida por Ricardo Vieira (Presidente da Direcção) foi recebida com grande cordialidade pela direcção do IDT.

   João Goulão (Presidente do IDT) realçou da importância desta distinção vinda da “sociedade civil, dum sector de actividade fundamental no combate e prevenção ao flagelo das dependências e particularmente duma organização que tem evidenciado uma dedicação insuperável”.

   Por sua vez Ricardo Vieira, salientou “ esta humilde distinção visa traduzir o sentimento de gratidão não só da ANASP mas certamente do sector de Segurança Priva e da sociedade em geral, pelo exemplar trabalho desenvolvido pelo IDT, aliás digno de reconhecimento ao nível da Europa e do Mundo”.

   Firmado ficou ainda o compromisso de reforçar laços de cooperação, sendo certo para além de outros aspectos, a formação especializada de elementos da ANASP pelo IDT com vista a uma maior eficácia em matérias de prevenção às dependências.

    

  A Direcção
  23-05-2011

Agressões a Seguranças Privados ao serviço do Estado têm de ser CRIME PÚBLICO

 

 

Há poucos dias a ANASP publicou, lamentavelmente, uma nova agressão a um agente de segurança privada, no exercício das suas funções.

 

Tal realidade tem-se vindo a agravar diariamente, devido a inúmeros factores, nomeadamente pelo aumento da criminalidade em Portugal, que no ano de 2010 registou 20.604 crimes, que as autoridades tivessem conhecimento.

 

O sector da segurança privada enquadra-se e caracteriza-se pela vigilância de bens, controlo de entradas, protecção pessoal, gestão de centrais de recepção e monitorização de alarmes, bem como pelo transporte, a guarda, o tratamento e a distribuição de valores.

 

Portanto, segurança a privada está intrinsecamente ligada à segurança de todos os cidadãos portugueses.

 

É o próprio regime jurídico, da segurança privada, que assim o determina, quando nos termos do n.º 2 do artigo 1.º do Decreto-Lei 35/2004, de 21 de Fevereiro prevê que a actividade da segurança privada “tem uma função subsidiária e complementar da actividade das forças e dos serviços de segurança pública do Estado.”

 

Sendo certo que a função da vigilância privada em Portugal, é a protecção de bens e pessoas e que o seu principal cliente é o Estado, onde protegem e zelam pelos interesses de todos os portugueses, torna-se impreterível que as agressões aos vigilantes, quando desempenhem as suas funções para o sector público, sejam um crime de natureza pública.

 

A ANASP entende que para se combater o crescente número de agressões aos agentes de segurança privada, tem de haver uma alteração legislativa que transforme estas agressões em crimes públicos, como já acontece no caso de agressão a agentes da autoridade.

 

Quando um crime reveste a natureza de crime público, basta que haja conhecimento desse crime para se comunicar ao ministério público, que procederá à abertura do respectivo inquérito, mesmo que a vítima não apresente queixa.

 

Assim sendo, como a queixa não tem de ser feita pelo vigilante, este nunca sofrerá qualquer represália.

 

A tipificação das agressões aos vigilantes como crime público, será proposta pela ANASP junto dos diversos partidos políticos, logo que o novo governo esteja formado.

Eva Mendes

(Secretária-Geral da ANASP)

 

 

 


 

ANASP no guia de recursos da saúde e dependências


A Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada (ANASP) tornou-se a primeira associação de segurança privada a participar oficialmente como parceiro no guia de recursos da saúde e dependências, evidenciando claramente uma visão estratégica sem precedentes. A publicação é da responsabilidade da revista Dependências

A publicação surge a público após um ano de trabalho intenso. É disponibilizada a todos os intervenientes e interessados na área das dependências, onde se pode encontrar a história, evolução e o modelo português de intervenção nesta área.

A publicação, com mais de 250 páginas, pretende dar respostas da saúde e das dependências no nosso país, constituir uma referência das instituições europeias e mundiais na matéria e informar os leitores sobre as substâncias psicoactivas.

 


Crimes ligados a estabelecimentos nocturnos

Dezenas de detidos e armas apreendidas em operação no Vale do Sousa

 

Várias dezenas de detidos e muitas armas apreendidas são o resultado de uma operação que a Directoria do Norte da Polícia Judiciária está a desenvolver esta terça-feira no Vale do Sousa, no âmbito de uma investigação ligada ao negócio da segurança ilegal.

 

 

O inquérito foi aberto o ano passado estando em investigação vários casos de extorsão  


A Lusa avança que há 33 detidos, um número não confirmado por um responsável da polícia, que explica que a operação ainda está em curso.

O inquérito foi aberto o ano passado estando em investigação vários casos de extorsão, alegadamente levados a cabo por seguranças ilegais que ameaçavam proprietários de estabelecimentos nocturnos. As actividades ilícitas do grupo envolverão ainda tráfico de armas e de droga.  

In Público


 

 

PEDIDO DE COLABORAÇÃO

 

   A ANASP está a proceder a um estudo sobre a actividade de Segurança Privada na área da Segurança Pessoal em Portugal (Vulgarmente chamada de Guarda-Costas), nesse sentido e para uma melhor compreensão desta área em franca expansão, solicitamos a Vossa fundamental colaboração!

   Se exerce esta actividade ou tem conhecimento de alguém que o faça e pretende contribuir para este estudo, envie toda a informação que entenda ser pertinente para: dgi.anasp@gmail.com .


Nota: toda a informação facultada é de carácter confidencial, pelo que está garantido o anonimato da fonte!


   Se tem ou teve conhecimento de potenciais condutas ilícitas ou criminosas relacionadas com a actividade de Segurança Privada e pretender faze-las chegar até nós, utilize este endereço de correio electrónico.


  Atentamente,

  Eva Mendes

  Directora do DGI (ANASP)

  

 


 

 

ANASP E PSP MINISTRARAM PALESTRA FINAL SOBRE O TEMA

 

“VIOLÊNCIA JUVENIL E COMPORTAMENTOS

DESVIANTES”

 

  A ANASP e a PSP ministraram hoje uma palestra no anfiteatro da Escola Secundaria de Ermesinde aos alunos e professores sobre o tema “violência Juvenil e Comportamentos Desviantes”.

  Ricardo Vieira (Presidente da ANASP) frisou a necessidade duma estratégia concertada na qual a Segurança Privada deve assumir um papel fulcral, salientando ainda “ o trabalho louvável desenvolvido pelo IDT nesta matéria, que numa atitude pioneira conseguiu juntar as mais representativas entidades da sociedade e com elas traçar um plano de acção no combate ao uso nocivo do álcool, devendo ser um exemplo a seguir também no combate e prevenção ao bullying”


A Direcção

13/05/2011



 

DGI DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE INFORMAÇÃO

 

  Atendendo ao elevadíssimo grau de informação altamente relevante para uma eficaz acção reguladora e fiscalizadora da actividade de segurança privada e com vista a uma desejável articulação nesta matéria entre a ANASP e os órgãos reguladores e fiscalizadores da actividade, por determinação da Direcção é criado o DGI – Departamento de Gestão de Informação e nomeada como responsável máxima deste organismo a Dr.ª Eva Mendes (licenciada em Direito e que acumula com esta nova missão o cargo de Secretária-Geral).


  Este novo organismo de carácter permanente terá uma linha de atendimento com o seguinte horário:

 

  Dias úteis – 15h às 20h

  Nº Tlm.: 938128328

  E-mail: dgi.anasp@gmail.com

 

  

 


 

PROSEGUR PORTUGAL CELEBRA 30º ANIVERSARIO COM INICIATIVA INEDITA


  Decorreu hoje nas instalações da Prosegur Portugal uma reunião pioneira inserida nas comemorações do 30º aniversário da instituição.

 Na iniciativa que contou com algumas das mais importantes instituições representativas da actividade assim como órgãos reguladores, nomeadamente (ANASP, FITESE, STAD, DN da PSP e ACT), o anfitrião Jorge Leitão (Presidente da Prosegur Portugal), para além do repto lançado para uma urgente necessidade de auto-regulação da actividade, não deixou de realçar da importância dos 8.000 colaboradores “companheiros de estrada” que fazem da Prosegur o 6º maior empregador Nacional.

   Segundo este, o maior operador do mercado está muito preocupado com o actual estado da actividade não só com a completa asfixia dos valores praticados mas também com a estabilidade laboral dos milhares de profissionais, evidenciando mesmo a total concordância com a implementação da cláusula 13ª referente à transmissão de serviços entre empresas.   

  Já José Lourenço (Director de Recursos Humanos) destacou a distinção da empresa por uma conceituada entidade independente que em 2011 e através de um rigoroso processo colocou a Prosegur entre as 100 melhores empresas para trabalhar. Ainda segundo este dirigente, a empresa apresenta uma media de antiguidade na ordem dos 6 anos e 7 meses, uma média etária de 37 anos e um grau de efectividade na ordem dos 96%.

  Por sua vez Ricardo Vieira (Presidente da ANASP), felicitou a Prosegur e destacou a incondicional disponibilidade da instituição em colaborar em todas as iniciativas que visem uma melhoria sustentada do sector, aproveitando o momento para anunciar a decisão da ANASP em criar um departamento de recolha e partilha de informação susceptível de auxiliar a DN da PSP e a ACT a uma mais eficaz intervenção no combate e prevenção a condutas ilícitas, lançando mesmo o desafio aos representantes destes organismos presentes na iniciativa a uma “harmoniosa articulação”.


A Direcção

11/05/2011

 

 

IX WORKSHOP PARA OBTENÇÃO DA LICENÇA DE USO E PORTE DE ARMAS DA CLASSE (E)


   Decorreu no passado dia 07 na cidade de Lisboa o IX Workshop para a obtenção da licença de uso e porte de armas da classe (E). A iniciativa a cargo da ANASP possibilitou uma vez mais o contacto dos profissionais de segurança privada com a rigorosa lei das armas e munições assim como conhecerem de forma clara o Regime Jurídico da Actividade de Segurança Privada.

   Numa altura em que é notória uma escalada de violência contra os profissionais de segurança privada, claramente desprotegidos por uma insuficiência legislativa e por um evidente divórcio da classe política para com tão importante actividade, a ANASP, assumida defensora da necessidade de meios adequados de protecção em situações específicas, nomeadamente armas não letais, dá continuidade àquilo que entendemos ser o rumo para a modernização da segurança privada em Portugal!


A Direcção

09/05/2011



Mais um trágico episódio cuja veracidade a ANASP confirmou!

Enquanto o Estado não se assumir como "Braço forte, mão amiga", punir exemplarmente esta espécie de delinquentes que se infiltrou no sector e salvaguardar a dignidade de todos aqueles que no seu dia a dia cumprem escrupulosamente a legalidade, iremos assistir infelizmente ao escalar de situações como esta!

O facto:

"Esta noite assisti, sem que nada pudesse fazer a uma agressão barbara e gratuita a um segurança de um parque de estacionamento em Leiria, o parque que fica por baixo da Fonte Luminosa.

Nada fiz por saber o que este AGRESSOR é capaz.... mas não poderia deixar de vos dar conhecimento desta situação.....

O segurança de empresa que lá presta serviço (penso que o nome é Vertical), foi agredido barbaramente, por um Senhor residente em Leiria e que é dono da empresa Lexsegur, este senhor conhecido como "Bébé", que abandonou o mesmo saindo do parque como se nada se tivesse passado.

Tudo se iniciou com a agressão a um cliente do Parque, agredido também pelo Sr. "Bébé".

Ao ser auxiliado pelo segurança, "que nunca se dirigiu ao Agressor" , viu-se agredido pelo Sr. Bébé que saiu do seu carro unicamente com a intenção de agredir....

O segurança agredido, foi assistido por algumas alguns clientes do parque, sangrava da boca. Acabou evacuado pelo Inem, já hoje aqui na zona ouvi comentar que tem o maxilar partido e transferido para Coimbra para ser operado...

O medo que este e outros senhores trazem para a noite, deve ser denunciado e os senhores tem o dever de denunciar estas situações. Ela é real e aconteceu mesmo...

Como nos podemos sentir seguros se os Seguranças destas empresas privadas que zelam pelos espaços e pelos ambientes que frequentamos, tem empresários, gestores que actuam desta forma?

Autor: protegido
Anasp/A Direcção


_________________
UNIDOS PELO SECTOR

 

ANASP ENTREGA MEDALHA DE MÉRITO À ESEGUR

 

 

   “A ANASP tem desenvolvido um trabalho extraordinário…” Foi com estas palavras que Luís Rodeia (Presidente do Conselho de Administração da ESEGUR) recebeu a comitiva da ANASP que hoje se deslocou às instalações daquela empresa e formalizou a entrega da Medalha de Mérito.

  Já Ricardo Vieira, Presidente da ANASP realçou a “postura séria, profissional e descomplexada da Esegur que fazem dela empresa de vanguarda e parceiro incontornável…” frisando ainda “ Todos aqueles que como a ESEGUR defendem verdadeiramente a dignificação da actividade, encontrarão na ANASP um aliado nessa batalha…”

 

A Direcção

04-05-2011





ANASP ENTREGA MEDALHA DE MÉRITO À PROSEGUR E SECURITAS

 

 

 

Decorreu no passado dia 27 a formalização da entrega das medalhas de Mérito da ANASP às empresas Prosegur e Securitas respectivamente.

   Uma comitiva da ANASP dirigida pelo Presidente da Direcção, deslocou-se às respectivas sedes das empresas em questão, sendo calorosamente recebida pelas respectivas Administrações que após breves momentos de partilha e troca de opiniões num ambiente claramente construtivo, levaram a cabo a formalização da cerimónia.

 

Ricardo Vieira (Presidente da ANASP), no seu breve discurso  frisou:

 

…Por intermédio duma visão retrógrada e descontextualizada, por tempo demais se incutiu na mente de empregados e empregadores a impossibilidade duma verdadeira e salutar convergência, hoje e graças a um Homem Novo, claramente plasmado na pessoa de cada um dos presentes, vemos o quão errado era essa perspectiva.

  Esta medalha que hoje aqui vimos entregar, representa simbolicamente a nossa profunda gratidão pelo profissionalismo evidenciado em cada um dos milhares de profissionais, homens e mulheres que abraçaram a profissão e dela fizeram Modus Vivendis.

   Portugal atravessa hoje um momento particularmente difícil, teremos de manter a lucidez e discernimento necessários, salvaguardar tudo aquilo que de positivo for possível e não permitir que o momento seja aproveitado uma vez mais para entrincheirar empregados e empregadores.

    Quero ainda frisar que a Direcção a que presido não é dada a favores, como tal, é com grande honra que hoje aqui estamos a fazer não um favor, mas uma Obrigação de Publicamente reconhecer o Mérito por tudo o que têm feito pelo sector e pela nossa Sociedade!...”  


"Falência ameaça Tavares Rico. Restaurante de luxo

não paga dívidas

   Como se pode verificar na edição digital do Jornal I de hoje, os gravíssimos problemas da Empresa Fenix já se alastraram às restantes empresas do mesmo proprietário, incluindo o célebre e conceituado restaurante "Tavares Rico"!

    Contrariamente aquilo que vem argumentado na imprensa, estamos convictos de que não se tratará de uma mera consequência da crise, mas sim duma clara incapacidade empresarial nitidamente plasmada na trágica forma como a exemplo disso, foi administrada a empresa de Segurança "Fenix"  que para além das desprezíveis condições a que sujeitava e continua a sujeitar os seus colaboradores, prejudicou todo o tecido empresarial desta importante actividade.

  Entendemos ainda que para além das responsabilidades que urge apurar, há importantes ilações a retirar de tudo isto, nomeadamente da parte daqueles que perante a possibilidade do lucro fácil e rápido se sentem tentados em atropelar os mais basilares direitos dos profissionais.

  Esta será certamente uma historia sem vencedores e na qual todos temos a nossa cota parte de responsabilidades, mais que não seja pelo silencio conivente que durante demasiado tempo permitiu que fossem destroçadas centenas de vidas  

   

 "Falência ameaça Tavares Rico. Restaurante de luxo não paga dívidas

por Adriana Vale, Publicado em 02 de Maio de 2011

 

 

Um dos ex-fornecedores cansou-se das dívidas e pediu a declaração de insolvência no Tribunal do Comércio

O restaurante Tavares Rico também está a ter problemas em resistir à crise. A Qual House, uma empresa que fornece produtos alimentares, reclamou a falência do estabelecimento, alegando que este não está a regularizar as dívidas em atraso. Mas não é a única empresa a reclamar, garantiram ao i fontes próximas do caso.


Uma das proprietárias de uma banca de produtos do mercado biológico do Príncipe Real, em desespero de causa, chegou a exibir um cartaz improvisado onde reclamava à semelhança da cantiga da Deolinda“Que parva sou eu” em estar a “sustentar” o Tavares Rico. Mas a iniciativa terá conseguido sensibilizar os devedores. O mesmo terá acontecido ao responsável por algumas obras recentes no estabelecimento. Nesse caso, terá sido a visita dos oficiais de justiça com ordem para penhorar equipamento que garantiu o pagamento das remodelações.


No segmento dos fornecedores dos vinhos, também há quem comente os problemas financeiros do mais famoso restaurante de luxo de Lisboa. O i tentou contactar o restaurante e a empresa que pediu a insolvência, mas sem sucesso até ao fecho da edição.


A história do Tavares não podia ser cinzenta. Passou dramas e sucessos como qualquer diva. E os últimos meses não têm sido de bonança. Em Janeiro de 2011, o chef José Avillez bateu com a porta por “divergências insanáveis com a administração”. Foi este chef que levou o restaurante ao reconhecimento gastronómico internacional com a atribuição de uma estrela Michelin, em 2009, confirmada em 2010.


Em comunicado, Avillez afirmava que ao longo dos últimos três anos tinha desempenhado a sua “função com absoluta dedicação e com o apoio de uma equipa extraordinária”, à qual prestava “homenagem”. O chefe demissionário prosseguia afirmando que “juntos procurámos oferecer sempre o melhor com o objectivo de devolver o restaurante Tavares ao lugar que a sua história e prestígio merecem. No entanto, face a divergências insanáveis com a administração do restaurante, tomei a decisão de deixar o Tavares. Apesar da minha saída, desejo, sinceramente, que o restaurante reencontre rapidamente o seu caminho”.


O cargo passou para o chef francês Aimé Barroyer que já esteve no restaurante Valle Flor do Pestana Palace, em Lisboa, e no Oitavos, em Cascais.


220 anos de história O restaurante é um dos mais antigos da Península Ibérica e já tem o estatuto de restaurante de luxo desde 1861. Foi palco de tertúlia política e económica, recebeu Eça de Queirós, Ramalho Ortigão, Guerra Junqueiro e Sidónio Pais. Com 220 anos de história fez obras profundas nas instalações, acompanhadas por técnicos do então IPPAR. A talha dourada foi restaurada, o verde deu lugar a um vermelho novo. Os espelhos ficaram porque o IPPAR não deixou que fossem substituídos, tendo em conta o seu valor no conjunto histórico. O edifício faz parte dos imóveis de interesse municipal.


Em 1959 terá passado um período conturbado de sucessivas falências mas sobreviveu com brilho nos anos que se seguiram. O restaurante do Chiado reclama a presença de clientes tão importantes como Eisenhower, Fellini, Amália e Almada Negreiros. O preço médio de uma refeição, dizem os guias, é de 75 euros. E continua a funcionar."

In Jornal I




 

 

Segurança: Centenas de trabalhadores da Fenix-Intersegur

 têm salários em atraso

Lisboa, 26 Jan (Lusa) - O coordenador nacional do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria e Vigilância (STAD), Carlos Trindade, e o presidente da Associação Nacional Agentes Segurança Privada (ANASP) , Ricardo Vieira, lamentaram hoje que umas centenas de trabalhadores da empresa de segurança Fenix-Intersegur estejam há dois meses com salários em atraso.

 

 

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"Umas centenas de trabalhadores, de entre um total de 2.000 empregados que o grupo de segurança Fenix-Intersegur emprega, estão sem receber os salários dos meses de Novembro e Dezembro, bem como o subsídio de Natal e de Férias, o que é uma situação desesperante", disse à agência Lusa Carlos Trindade.

Reunidos hoje junto da empresa Fenix-Intersegur, em Lisboa, os manifestantes criticaram o facto de estarem numa situação "muito difícil", reivindicando que sejam pagos os salários e que se mantenha "o diálogo" com a empresa.

in: SIC

 

 

 

 

FACTOR DIGNIFICANTE E DIFERENCIADOR

 

CINTO DA SEGURANÇA PRIVADA (ANASP)                                    CARTEIRA COM CRACHÁ DA SEGURANÇA PRIVADA(ANASP)

 
 
 

  

             BONÉ DA SEGURANÇA PRIVADA - ANASP
 Socios:10 euros N/S 15 euros (portes de envio incluidos)


Informações e reservas para: gap.anasp@gmail.com ou Tlm: 965293868

 


Boa Páscoa só se for para alguns, aliás cada vez menos!

 

 

 

  Portugal entrou numa espécie de frenesim político, todas as energias e esforços dos nossos legítimos representantes se voltaram para uma “obcecada” corrida ao poder, esquecendo-se completamente do país real que todos os dias se levanta para trabalhar e se esforça por sobreviver nesta aparente “loucura colectiva” que se apoderou da classe política nacional.

     De repente tudo se tornou mais importante que nós, parece importar muito mais a impressão que passamos externamente que aquilo que vivemos internamente, instalando-se uma espécie de anarquia que ninguém sabe ao certo quais a verdadeiras consequências.

    Boa Páscoa só se for para alguns, aliás cada vez menos!

    Envio-lhes mais um relato da situação vivida neste país (ir)real:   

   

 

    

“Senhor Ricardo Vieira,

 

A empresa 4Quinas Segurança Privada atenta gravemente contra a dignidade do sector, recorrendo a uma conduta altamente gravosa quer para os profissionais, quer para as demais empresas que se esforçam pelo cumprimento legal!

 

  

Várias situações de Ilegalidades gravíssimas, isto será útil se quiserem efectivamente fazer algo, mais do que isto só se a ANASP se substituísse às entidades competentes, o que obviamente não seria aceitável nem desejável. Fica a esperança de uma intervenção Urgente!

 

Aqui vão algumas situações:

·         Não paga Sub Alimentação, o mesmo consta no recibo de vencimento e “têm” de assinar assim os recibos de vencimento.

·         Não paga horas nocturnas

·         Não fazem as 40 horas semanais

·         Aplica vários processos disciplinares sem motivos (basta um vigilante não concordar com alguma situação, ou exigir os seus direitos)

·         Sofrem certas intimidações para assinarem  os recibos com valores errados.

·         A vigilantes que têm contracto a tempo inteiro, e que por motivos alheios ao vigilante (por escala, não legal) não fazem todas as horas 174h,  só são pagas as horas que foram feitas (ex: se fizer apenas 80h só são pagas essas 80h)

·         As folhas de Horas dos vigilantes não coincidem com o que lhes é pago.

 

 

Alguns postos em que se pode verificar essa situação:

 

·         Central na Sede

·         Serviço de Rondas

·         Univ. Biomédicas – Porto

·         Escola secundária – Paços de Ferreira

·         Escola Soares dos Reis – Porto

·         Torrestir – Braga e Maia

·         Parque dos Poetas – Lisboa

·         Estaleiro Bus Aeroporto – Lisboa

·         Estaleiro Campo Lide – Lisboa

·         Estaleiro Oeiras Parque – Lisboa”

 

(Oculto pela ANASP)

 

    

BIOGRAFIA DO ORIENTADOR DO WORKSHOP

 

Bruno Laranjeira de Freitas, nascido no estado do Rio de Janeiro, Niterói. Estudou e terminou o 12º ano técnico em Contabilidade e Custos na Escola Athayde Parreiras em 1997.

Desde os 13 anos de idade inicia o treino Muai thay e Jiu-Jitsu. Faixa preta de Muay Thai e federado pela WAKO, participou de vários campeonatos onde se tornou 6 vezes campeão estadual e 6º lugar no campeonato Brasileiro de Muay thai.

Faixa roxa de Jiu-Jitsu pela Greice Barra foi 1 vez campeão estadual. Participou de lutas de “Vale-tudo” MMA nos USA e na França.  

Obteve o Brevet de piloto privado e de comissário de voo. Trabalhou na VARIG Brazilian Airlines como controlador de espaço de aeronaves e no peso e balanceamento - DOVE (Despachante Operacional de Voo)

Formado em línguas estrangeiras, fala 4 idiomas fluentemente: Inglês, Espanhol, Francês e Português. Residiu nos USA por alguns anos onde frequentou a Universidade The Art Institute of Fort Lauderdale.

Em 2004 foi morar em São Paulo, onde ministrou aulas de primeiros socorros em universidades e cursos de enfermagens pela Universal Emergence Group.

Em 2006 partiu para França onde ingressou as Forças Especiais Legionárias Francesas. Terminou a sua formação em 4º lugar onde pode escolher o Regimento por conta da sua avaliação. Foi então para o 2º Regimento Estrangeiro de Engenharia o “2º REG” onde se especializou em armas, minas e explosivos, montanha e mergulho de combate. Alguns meses depois, foi enviado ao 2º Regimento Estrangeiro de Pára-quedistas, o “2º REP”, um dos Regimentos mais respeitados do mundo para o curso de tiro de precisão.

Em Setembro de 2007 parte para o Afeganistão, onde integrou a MISSÃO PAMIR “Operation Endurnig Freedom” pela ISAF e OTAM. Foi condecorado soldado 1ª classe por bravura ao salvar a vida de um tenente em combate e também com 4 medalhas de guerra:

·         Medalha de Honra do Afeganistão;

·         Medalha de Honra da França;

·         Medalha ISAF;

·         Medalha de Operação Exterior.

Esteve em combate frente a frente com os grupos terroristas mais perigoso do mundo, juntamente ao exército Alemão e o exército Americano.

Depois de regressar ao seu Regimento, por motivos pessoais voltou para o Brasil onde trabalhou como segurança pessoal do Presidente da Câmara (Prefeito) de Rio das Ostras por 2 anos. Ministrou cursos de segurança privada e pública junto a ACADEPOL-RJ (Academia de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro), entre os quais na área anti-terrorista.

           Nos últimos dois anos, teve a oportunidade de trabalhar para a D.S. Arms na Feira de Defesa Latino América LAAD no Rio de Janeiro, tornou-se um dos membros Representantes da D.S. Arms.

            Participou ainda na formação anti-terrorismo das polícias Brasileiras, assim como em acções anti-terrorismo levadas a cabo no Metro de Paris.

            Hoje em dia continua aprofundando os seus conhecimentos na área de segurança, pelo que, em conjunto com a ANASP, pretende passar os seus conhecimentos aos profissionais e empresas do Sector!

 


SECRETARIADO DA JUVENTUDE SOCIALISTA DE ODIVELAS PRENUNCIA-SE SOBRE “SITUAÇÃO DESESPERANTE ”DOS VIGILANTES AO SERVIÇO DO MUNICIPIO

Do Secretariado da Juventude Socialista de Odivelas recebemos um comunicado de imprensa sobre a situação dos vigilantes em serviço nas instalações municipais. Publicamos essa nota na integra.

A Concelhia da Juventude Socialista de Odivelas procurou junto da Câmara Municipal de Odivelas obter esclarecimentos sobre a situação dos vigilantes que desenvolvem a sua actividade nas instalações da mesma, no sentido de produzir um conjunto de recomendações que possam promover a resolução imediata desta situação dramática e de proporcionar um esclarecimento a todos os interessados sobre o tema.

Ao contrário de alguns partidos, que têm apenas utilizado este tema para atacar o executivo da Câmara Municipal de Odivelas e tirar dividendos políticos desta situação desesperante para os Vigilantes, o que nos move é a tentativa oferecer o nosso contributo para resolver esta situação o mais rapidamente possível.

Após ter diligenciado junto do executivo da Câmara Municipal de Odivelas, a Concelhia da Juventude Socialista de Odivelas vem por este meio dar conhecimento dos seguintes factos:

A Câmara Municipal de Odivelas não pode legalmente rescindir o contracto com a empresa de segurança Fénix Security Group, S.A., sem que seja necessário a atribuição de uma indemnização, uma vez que esta cumpre integralmente todas as cláusulas constantes no contracto celebrado com a Câmara Municipal de Odivelas;

A Câmara Municipal de Odivelas tem diligenciado junto da referida empresa de segurança para que esta proceda ao pagamento dos salários em atraso dos seus trabalhadores o mais rápido possível;

A Câmara Municipal de Odivelas tem, com a empresa em questão, todos os pagamentos vencidos em dia;

A Câmara Municipal de Odivelas deu conhecimento desta situação à Inspecção-Geral do Trabalho;

A Câmara Municipal de Odivelas encontra-se atenta a qualquer alteração que possa existir relativamente à licença atribuída à Fénix Security Group, S.A. para a realização de serviços de segurança;

 

Tendo em consideração que:

A Câmara Municipal de Odivelas e o seu executivo estão a fazer tudo aquilo que está ao seu alcance para a resolução deste tema;

Os salários em atraso continuam a aumentar e existem trabalhadores que não recebem salários há 3 meses;

A subcontratação de empresas deve consubstanciar-se numa extensão dos valores e ética da empresa/entidade pública subcontratante;

A Câmara Municipal de Odivelas não se revê nesta situação que lança os trabalhadores numa situação extremamente dramática;

Que a referida empresa tem trazido prejuízo à imagem do Concelho de Odivelas e do executivo da Câmara Municipal de Odivelas.

A Concelhia da Juventude Socialista de Odivelas recomenda à Câmara Municipal de Odivelas que:

Diligencie no sentido de saber se a referida empresa encontra-se em processo de insolvência e, em caso afirmativo, proceda á rescisão do contrato;

Não realize adjudicações directas a esta empresa nem renove as existentes;

Passe a incluir nos seus contratos que salários em atraso, independentemente da empresa que os processa, constitui justa causa para a rescisão do contrato sem a necessidade do pagamento de uma indemnização;


O Secretariado da Juventude Socialista de Odivelas

Fonte: D. Odivelas

 

ANASP:

    A ANASP congratula-se com a posição publicamente assumida pela Concelhia da Juventude Socialista de Odivelas e apraz-nos saber do empenho da própria Autarquia na rápida resolução do problema!

   Embora tardio, este despertar é fundamental para a salvaguarda da dignidade destes profissionais, devendo esta lamentável situação servir de “alerta” a muitas outras Autarquias e instituições públicas nas quais vezes demais assistimos a verdadeiras atrocidades cometidas contra os mais basilares direitos dos profissionais de Segurança Privada. Não basta só afirmarmo-nos indignados, urge agir de forma efectiva para combater e prevenir este tipo de Criminalidade, pois é disso que se trata, Uma conduta Criminosa e Cobarde, que para além dos direitos laborais viola ainda direitos humanos! A astúcia criminosa daqueles que, impunemente espezinham os valores Democráticos, enriquecendo graças à miséria dos seus colaboradores e perante uma inércia conivente daqueles que são ou deveriam ser o garante do Estado Democrático deve ser combatida e repudiada por todos os meios possíveis.

 

A Direcção

   

  

 

 

 


 

 

 

“APELAMOS A UM RAPIDO REGRESSO”

 

Foi com estas palavras que os alunos da Escola Secundaria de Ermesinde se despediram da ANASP no final do Workshop levado a cabo pela instituição e inserido numa estratégia de sensibilização e combate ao Bullying!

   A iniciativa que contou com uma grande afluência participativa dos alunos sobre o olhar atento dos professores possibilitou que à margem do mesmo e num ambiente informal, a comunidade estudantil tomasse consciência da importância da actividade de Segurança Privada enquanto parceiro preventivo inserido no contexto da segurança interna do Estado.

  Para Ricardo Vieira, Presidente da ANASP, “ É fundamental que o sector se assuma uma parceiro credível em prol duma sociedade mais formada e informada” acrescentando “ Aquilo que hoje aqui assistimos é claramente demonstrativo de que a ANASP, por intermédio do seu sentido de missão,  está no caminho certo”

 

    

 


HAJA VONTADE POLÍTICA

 

 

“O sector da Segurança Privada é um dos sectores em que um em cada três trabalhadores está em situação irregular de trabalho, de acordo com uma campanha de identificação organizada pela Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), cujos resultados foram hoje avançados pela TSF.

De acordo com os dados revelados, a ACT identificou 572 casos irregulares - incluindo falsos trabalhadores independentes, não declarados à Segurança Social ou que declaram salários abaixo do que recebem. "Um terço dos trabalhadores observados está em situação irregular é manifestamente bastante", disse o inspector-geral do Trabalho da ACT à TSF.

Os sectores da construção civil, hotelaria, restauração, contabilidade, cabeleireiros e segurança privada foram os principais alvos da recolha de dados, levada a cabo entre 14 e 18 de Fevereiro.”

 

ANASP

 

   Para a ANASP, o reconhecimento público da ACT desta realidade é já um avanço, importa agora que o mesmo seja acompanhado de medidas efectivas de prevenção e combate ao flagelo. Não basta só reconhecer e intervir pontualmente, passar multas e mais multas às empresas com maior capacidade financeira e sistematicamente ignorar gravíssimas situações só porque se sabe que a intervenção não se vai traduzir em receitas a favor do Estado.

   O sector de segurança privada pela sua particular especificidade necessita duma estratégia consertada na qual o próprio Estado deve ter um papel crucial, pois grande parte das empresas contratadas por organismos públicos ou de capitais essencialmente públicos tem uma conduta premeditadamente contraria à lei.

  É pela raiz que se deve enfrentar o problema, a larga maioria das empresas que se apresentam e ganham concursos públicos, fá-lo com preços muito abaixo do valor real do custo do serviço e tendo como principal critério de adjudicação o valor mais baixo facilmente se compreende quem pagará a factura!

  Está criado em ciclo vicioso que atirou as empresas para um autêntico paradoxo, se cumprem escrupulosamente não ganham serviços, se não cumprem contribuem para o seu próprio descrédito. Só o Estado, regulador e fiscalizador da actividade que é também o principal cliente poderá alterar esta realidade, haja vontade política.

 

A Direcção

06/04/2011

   

 

 

 


         
 

“SEGURANÇAS DE EMPRESA PRIVADA SEM SALÁRIOS “HÁ TRÊS MESES”

 

Os trabalhadores da Fénix Security Group queixam-se de não receber salários há três meses, incluindo o subsídio de Natal. Fernando Silva, funcionário na empresa de segurança privada, acusa a entidade de “ignorar os profissionais, que estão a passar muitas dificuldades”. Acrescenta que a empresa, de âmbito nacional, emprega “300 a 400 pessoas”. A Associação Nacional dos Agentes de Segurança Privada confirma que “tem recebido inúmeras queixas” e já levou o caso à Assembleia da República.

A Fénix Security admite atrasos e frisa que “ a maioria dos empregados vai recebendo conforme a disponibilidade de tesouraria”. Há apenas casos pontuais de pessoas que não receberam Janeiro, Fevereiro e subsídio de Natal”, esclarece Ponciano Cardoso. “Existe um compromisso com o sindicato para regularizar a situação a breve prazo”, indica. Apesar das “dificuldades de tesouraria”, assegura que a “insolvência não está em perspectiva neste momento”.

  A empresa está a negociar a transferência de clientes para o Grupo 8 e a consequente mudança de segurança adstritos. O sindicato dos Trabalhadores de Actividades Diversas confirma que “alguns receberam parte da verba”. Temos feito tudo junto das entidades competentes, a quem cabe tomar medidas”, afiança Rui Tomé, que lembra que o caso remonta a 2009, quando a Fenix se chamava Intersegur. “Como é hábito, abriu insolvência e criou esta empresa”, lembra. Ponciano Cardoso esclarece que, quando a Intersegur faliu, esta entidade já operava há três anos”, diz”

In JN

02/04/2011

 

ANASP:

  Após ter sido consultada sobre o assunto, a ANASP lamenta que o artigo jornalístico não contemple claramente aquilo fizemos questão de frisar!

  Falamos das centenas de denúncias que nos chegaram e que foram encaminhadas para as entidades competentes, dos relatos de fome e miséria destas centenas de profissionais, alguns deles dando conta até de possíveis suicídios de quem chegou ao fim de linha, da inércia e do silêncio conivente do poder politico…

 Convém ainda salientar a estranheza que nos causa a existência de um “acordo com o sindicato”, tal como não ter sido referido que esta empresa, apesar das centenas de denúncias, foi durante longo tempo fornecedor de serviços de segurança para o próprio Estado!

 

A Direcção

02-04-2011

 

 


RELATÓRIO ANUAL DE CONTAS DA ANASP REFERENTE AO ANO DE 2010

 

Na qualidade de Presidente da Assembleia-Geral da ANASP e ao abrigo dos poderes estatutários que me são conferidos, cumpre-me tornar público o relatório anual de contas referente ao ano de 2010 já previamente apresentado em assembleia-geral ordinária e aprovado pelo Conselho Fiscal:

 

Receitas: quotizações associativas, acções de formação, donativos e vendas:

 

Valor total: 27.478,08 euros

(Vinte e sete mil e quatrocentos setenta e oito euros e oito cêntimos)

 

Despesas: Referentes a gastos logísticos, pagamentos e compras:

 

Valor total: 27.260.83 euros

(Vinte e sete mil duzentos e sessenta euros e oitenta e três cêntimos).

 

Saldo final:

 

A ANASP encerrou o ano associativo de 2010 com um saldo positivo no montante de:

217.25 Euros

(Duzentos e dezassete euros e vinte e cinco cêntimos)

 

O Presidente da Assembleia-Geral

Ricardo Miguel O. Cunha

      
 


“Assédio Sexual e Moral na Securitas Direct!”

 

   Após serem tornadas públicas as graves denúncias de assédio sexual e moral na empresa Securitas Direct, denuncias esses que levaram à intervenção do STAD e da CGTP em que se puderam ler declarações como: "Esse chefe fazia abordagens sexuais, gestos, usava linguagem desapropriada e convidava senhoras, suas subordinadas, para relações íntimas e quando não tinha resposta positiva passava então ao assédio moral, pressionando os trabalhadores" ou "o caso foi denunciado em Setembro [de 2010] por um grupo de nove trabalhadores, mulheres e homens, três dos quais já foram pressionados a sair". "Em vez de despedir o chefe em causa, a administração da empresa perseguiu os trabalhadores, aumentando o assédio moral e levando à saída de três e à suspensão, durante quatro meses, da delegada sindical"

 

A ANASP faz saber o seguinte:

 

   A ANASP condena e repudia veemente, toda e qualquer atitude ou comportamento desprestigiante, vexatório e discriminatório que atente contra a dignidade da pessoa humana sejam eles em função  de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação.

  Atentos aos factos gravíssimos evocados, tentamos até ao momento sem êxito um contacto com a empresa visada no sentido de obter uma posição.

  Perante essa impossibilidade contactamos a Securitas- Serviços e Tecnologia de Segurança, S.A., com quem aliás, mantemos uma relação de cordialidade institucional e que amavelmente nos fez chegar a seguinte nota:

 

“Assunto: Securitas Direct


Exmo. Senhor ,

 

A sua comunicação, em anexo, endereçada à Securitas – Serviços e Tecnologia de Segurança, S.A. é, por esta via, por nós reencaminhada para a empresa 
Securitas Direct Unipessoal, Lda. 

A Securitas Direct Unipessoal, Lda. e a 
Securitas - Serviços e Tecnologia de Segurança, S.A., são empresas totalmente distintas juridicamente, não existindo qualquer relação societária entre ambas.
 

Por acordo internacional entre as empresas-mãe das duas sociedades, sediadas na Suécia, a Securitas Direct utiliza o nome Securitas na sua designação social, sob autorização da Securitas AB. As duas empresas têm actividades e estruturas distintas, e estão cotadas individualmente na Bolsa de Estocolmo.
 


Assim, solicitamos que o assunto que nos colocou, seja doravante tratado directamente junto da empresa responsável pelo mesmo, conforme acima esclarecido:
 

Securitas Direct Unipessoal. Lda.
 
Praceta Prof. Alfredo de Sousa, Nº 3
 
1495-241 Algés”

 

 


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Comunicado do Presidente da Direcção

 

Exmos. Senhores, Caros Associado e Amigos,

 

Na qualidade de Presidente da Direcção e em consciência com aquilo, que ao longo da minha vida tenho defendido para a sociedade e, neste caso em concreto, para o Sector da Segurança Privada, entendi, não como um dever, mas antes uma obrigação comunicar-vos o seguinte:

 

Está em marcha uma estratégia organizada e inteligentemente preparada, no sentido de “decapitar” a ANASP.

Estratégia essa habilmente montada, congregando um vastíssimo número de pessoas e entidades que pretendem silenciar a voz dos profissionais, remetendo-os à inadmissível condição de “escravos dos novos tempos” e, assim, darem continuidade ao atraso do sector.

Tenho vivido, episódios de perseguição e censura, conjugados com o  silêncio conivente daqueles que deveriam ter agido, bem como a hipócrita indiferença de alguns “amigos”.

O que verifico é que aqueles que se opuseram aos interesses ilegitimamente instalados, têm sido perseguidos e forçados a desistir.

Nos últimos tempos, tenho assistido à perseguição de colegas de profissão, associados e simpatizantes da ANASP, tudo porque pretendem estar no Sector cumprindo as obrigações do mesmo.

Situação que me indignou e preocupou, pois apercebi-me que, certas entidades, não olham a meios para atingir os seus fins. Esquecendo mesmo os direitos mais basilares da condição humana, como é o direito à igualdade.

Assim, no decorrer da última assembleia-geral, comuniquei que como consequência do verdadeiro saque empreendido contra mim e que destruiu a minha vida profissional, abalou a minha vida familiar e pessoal e que já ameaçara mesmo a humana, iria ponderar abdicar das funções que exerço na instituição.

Hoje porém, olhando para o trajecto percorrido, vendo tudo aquilo que perdi (que não foi pouco), posso afirmar, com forte convicção, que em nada se assemelha ao que ganhei!

Não vos falo em termos monetários, pois até o trabalho me tiraram, falo-vos da lealdade daqueles que me têm acompanhado; das lágrimas que vi nos olhos deles que, quando impotentes, assistiam aos ataques cobardes que eram lançados; da confiança que em mim depositaram.

Falo-vos de algo bem maior que a miséria de ordenado que deixei de ganhar, a Lealdade!

Meus Amigos, aquilo que me déstes é bem maior que aquilo que me tiraram, por todo isso e porque acredito que é a vontade dos homens que determina o rumo que trilhamos, cumprirei o mandato para o qual foi eleito e só vinda de vós essa vontade aceitarei a minha saída.

Bem sei que, por razões que a própria razão desconhece, dificilmente voltarei a exercer a actividade de vigilante. Porém, independentemente de, para sobreviver, vir a trabalhar  em qualquer outra área profissional, sinto-me, ainda assim, um de vós.

Quero também enviar uma palavra de apreço, às entidades parceiras internas e externas ao sector, o Vosso apoio tem sido fundamental não vos podendo garantir muito mais, garanto-vos certamente a lealdade e a transparência da ANASP.

 

Ricardo Vieira

Presidente Direcção

24-03-2011

 


Homem agredido por seguranças em concerto de Tony Carreira

No passado sábado, em Guimarães, um homem de 39 anos foi agredido no concerto de Tony Carreira. A cena de violência gratuita, que demorou um minuto, foi filmada por uma jornalista da Sábado e que veio ao programa para nos explicar como tudo se passou.
 
 In: SIC_videos
 
 
 
 
Farmacêutico esfaqueado por assaltante

Um farmacêutico foi esfaqueado, esta terça-feira de manhã, em Matosinhos, ao envolver-se em luta com um assaltante. O sistema de videovigilância
da farmácia registou todos os momentos do assalto, que foi extremamente rápido. Sofreu pelo menos cinco golpes de faca na cara, num braço e nas
costas. veja o video aqui:
 
IN: Jornal Noticias

WORKSHOP´S PARA A OBTENÇÃO DA LICENÇA
DE USO E PORTE DE ARMAS NÃO LETAIS (CLASSE E)

 


      Lisboa: Sábado 07 de Maio (inscrição até 24 de Abril)

    Beja: Sábado 14 de Maio (inscrição até 05 Maio

Portimão: Sábado 21 de Maio (inscrição até 15 de Maio)

   Porto: Sábado 28 de Maio (inscrição até 20 Maio)

 

·         - Regime jurídico da Segurança Privada (2 horas)

·         - Lei das armas e munições (4 horas)

·         - Cidadania direitos e obrigações (2horas)

                                           ·         - Preenchimento de documentação (1 hora)

 

Objectivos: Dotar os profissionais de Segurança Privada dos conhecimentos indispensáveis para dar entrada do processo de obtenção de uso e porte de arma (Classe E)

 

Formador: Dr.ª Eva Mendes

 

Valores: 35 Euros Sócios

                45 Euros N/Sócio

 

Entrega de Certificado e Declaração comprovativa da acção.


Nota: é competência exclusiva da DN da PSP a atribuição das respectivas licenças, as acções so se realizarão com o nº minimo de 20 inscrições

Inscrições e informações para: formacao.anasp@gmail.com ou  Tlm: 939612357 

 

 



COMUNICADO

  

Na sequência dos factos tornados públicos e que dão conta dum lamentável episódio de grave violência por parte de Agentes de Segurança Privada contra um cidadão nitidamente fragilizado às portas dum concerto musical, a Direcção da ANASP faz saber:

 

    A ANASP condena e repudia toda e qualquer atitude de violência levada a cabo por profissionais ou organizações de Segurança Privada, envia à sociedade portuguesa e em nome do sector, as mais sinceras desculpas, prometendo porém, dar continuidade ao esforço sobre-humano que a instituição tem vindo a desenvolver isoladamente no sentido de fazer desta importante actividade um actor construtivo que se traduza num efectivo aumento da sensação de paz e segurança em colaboração lógica com os serviços e forças de segurança pública.

  Entendemos ainda, que muito embora os responsáveis directos por tais comportamentos devam ser legalmente responsabilizados e punidos, e a bem da reverência que a sociedade nos merece, não recaia apenas e só sobre estes a responsabilidade dos factos que em nossa perspectiva são acima de tudo consequência duma total desregulamentação de tão importante actividade.

  A actividade de segurança privada é hoje regulada por uma lei que em nossa perspectiva se encontra totalmente desenquadrada da realidade, não existem critérios rigorosos de recrutamento e selecção, a formação legalmente determina embora insuficiente não é levada à prática, os profissionais encontram no seio da larga maioria das empresas condições deploráveis para o exercício da sua actividade, muitas delas situações que se assumem como verdadeiras práticas de escravatura o que a somar a uma ineficaz acção fiscalizadora, transformam a actividade de segurança privada numa espécie de pedaço de Portugal sem lei.

   A inércia não desresponsabiliza, pelo contrário é essa mesma inércia que transforma o poder político no principal responsável pelo actual estado do sector.

  

A Direcção

22/03/2011

 

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