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Vitória, 27 de setembro de 2012.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA


A Associação dos Geógrafos Brasileiros – Seção Local Vitória – ES, no uso de suas atribuições legais e com base em seu regulamento (art. 18), convoca seus associados, em pleno gozo dos direitos, a participarem da Assembléia Geral Ordinária para realização da eleição da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal da gestão 2012 – 2013.

Art. 18. A Assembléia Geral Ordinária será convocada pela Diretoria Executiva Local com antecedência mínima de quinze dias fixando-se no Edital de Convocação da Ordem do Dia, o local e o horário de realização da reunião.

Parágrafo Único – O Edital de Convocação da Assembléia Geral Ordinária será afixado na sede da AGB – Vitória, enviando-se ainda uma cópia do mesmo a casa do sócio via correio eletrônico ou por mala direta.


Local: Av. Fernando Ferrari, 514, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Campus de Goiabeiras, prédio IC II, Laboratório de Geografia Humana – Goiabeiras – Vitória – ES, CEP 29075-910
Data: 26 de Outubro de 2012.
Horário: 18:30 hs

Para dirimir dúvidas relacionadas às normas para inscrição de chapas, prazos e demais formalidades inerentes ao processo eleitoral, será afixado (anexo a essa convocatória) um resumo com os principais requisitos para realização do processo eleitoral.

Mais informações e esclarecimentos no endereço eletrônico https://sites.google.com/site/agbvitoria/ e através do e-mail agb.vitoria@gmail.com.

    Atenciosamente,

    Thiago de Vasconcelos Duda

    Comissão Eleitoral

    ANEXO

    Normas para registro de chapa:

    a. Os candidatos devem estar em dia com entidade, ou seja, com a anuidade de 2012 devidamente quitada. A associação poderá ser feita até o prazo final para inscrição de chapas conforme definido neste anexo.

    b. Os candidatos aos cargos da Diretoria Executiva Local deverão constituir-se em chapas, de forma a preencher todos os cargos, sendo, porém, permitido a inscrição dos candidatos a cargos isolados.

    c. As chapas deverão entregar no ato da inscrição, seus programas de trabalho, por escrito, para a gestão da AGB-Vitória, dentro do prazo estabelecido para inscrição de candidaturas.

    d. Os candidatos a cargos isolados deverão declarar expressamente sua anuência, proposições de trabalho ou ressalvas aos programas apresentados, através de documentos dirigidos a Junta Eleitoral, ou verbalmente, durante a Assembléia Geral Local em que se realize a votação e antes do início desta.

    e. Para eleição do Conselho Fiscal (2 cadeiras) e da Representação da AGB-Vitória junto ao CREA-ES (um titular e um suplente), a inscrição dos candidatos dar-se-á de forma individual.

    f. As chapas inscritas devem apresentar nomes para os seguintes cargos: Diretor, Vice-Diretor, 1º Secretário, 2º Secretário, 1º Tesoureiro, 2º Tesoureiro e Coordenador de Divulgação.

    Obs: novos cargos e/ou estruturas podem ser apresentados pelas chapas no ato da inscrição, cuja aprovação se dará na assembléia de eleição.

    Prazos:

    - Prazo final para inscrição de chapas: 10/10/2012.

    - Debate: 24/10/2012.

    - Assembléia de eleição: 26/10/2012.

    Outras informações:

    - A próxima diretoria inicia sua gestão em 01/01/2013 e termina em 31/12/2014.





OFICINAS:

 

                        OFICINA DE GEOGRAFIA RURAL ES

DIVISÃO DOS MUNICÍPIOS POR GRUPOS SEGUNDO A ESTRUTURA FUNDIÁRIA – ÁREA OCUPADA POR TAMANHO DA PROPRIEDADE:

1 – VERDE:

Afonso Claudio
Santa Maria de Jetibá
Alfredo Chaves
Santa Teresa
Domingos Martins
Rio Novo do Sul

2 – AZUL

Mimoso do Sul
Muqui
Guacuí
Alegre
Muniz Freire
Ibitirama

3 – AMARELO

Marilandia
Baixo Guandú
Águia Branca
Nova Venécia
Barra de São Francisco
Águia Doce do Norte

4- VERMELHO

Aracruz
Linhares
São Mateus
Conceição da Barra
Pinheiros
Mucurici

                        OFICINA PASSO A PASSO

Alimentos mais consumidos no Brasil:

ARROZ
FEIJÃO
BATATA
MANDIOCA
BANANA

Produtos do agronegócio:

CAFÉ
CANA
EUCALIPTO
MAMAO

1º entregar os mapas políticos do ES

2º fazer o sorteio das regiões

3º cada grupo deve pintar sua região de acordo com a cor estabelecida

4º perguntar aos alunos os alimentos mais consumidos no dia a dia (o nosso escolhido foi citado acima)

5º fazer a pesquisa na sala de informática sobre os alimentos mais consumidos e os produtos do agronegócio do ES (escolhidos por nós os 4 citados acima)

Pesquisa: site do IBGE, canais > banco de dados> cidades>ES>municipios a pesquisar> lavouras permanentes e temporárias> produto agrícola pesquisado: alimentos e agronegócio (por hectare plantado).

6º fazer a soma dos hectares plantados de todos os municípios, por  alimentos de consumo e produtos para exportar.

7º cada grupo apresenta a quantidade somada e pega uma fruta por tantos hectares plantados (vamos escolher a quantidade por fruta).

8º faze a analise de quantos alimentos cada grupo recebeu, comparando com outros grupos.

9º soma-se a quantidade plantada pelos produtos do agronegócio e distribui 1 cartão, simulando dinheiro.

10º analise da obtenção de frutas e dinheiro

11º resumo da representação fundiaria de cada grupo.


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 GT DE AMBIENTE DA AGB-VITÓRIA promove debate sobre recursos hídricos, no dia 03 de novembro de 2011.

 

EMENTA

 

TEMA: ÁGUA: usos (in)comum e relações de poder

 

A segurança na garantia da qualidade do meio ambiente tornou-se, desde 1981 com a implementação da Política Nacional de Meio Ambiente, uma parceria entre o Estado e demais atores da sociedade. Esta preocupação com o meio “natural” é, de antemão, uma preocupação que congrega duas perspectivas no ambiente de gestão publica, em outras palavras, a administração do meio ambiente é um lugar de coabitação e tensões de grupos sociais em defesa de seus interesses, ainda que, a lógica desta discussão nestes ambientes deva ser pautada na qualidade dos ecossistemas e a garantia desta qualidade à gerações futuras.

 

Em 1997 o governo federal lança a lei de gestão das águas no Brasil, uma iniciativa pautada na consciência universal de defesa ao meio ambiente visto o alto nível de degradação deste em todo o planeta. No Espírito Santo vivemos um misto de defesa do meio ambiente e interesses econômicos, ainda que, um não esteja ligado diretamente ao outro visto a enorme degradação de rios, áreas de extração de rochas, avanço urbano sobre áreas de mangues, e centenas de outras ações da produção do espaço. Vemos também a tentativa de democratização da gestão das águas e sua contradição quando existem articulações econômicas na defesa da improbidade à Lei que rege esta gestão.

 

A nossa proposta então deste seminário é resgatar o debate, e que neste a relação de horizontalidade entre os participantes sejam de fato potencializadas. A água que foi o nosso foco de trabalho neste ano será o eixo condutor das discussões, isso não minimiza o debate em relação ao meio ambiente, pelo contrário, pensamos que no debate nos permitimos compreender por meio da comunicação as nossas capacidades e poder de transformação, a partir de experiências comuns (ou não comuns).





Alterações do PDM de VV-ES: Autoritarismo e apropriação do território pelos investimentos industriais

No dia 14 de julho, à surdina, os vereadores de Vila Velha aprovaram, por 15 X2, as alterações do Plano Diretor Municipal (Lei n0 4.575/2007).

O PDM é a lei que regulamenta o uso e ocupação do solo no município. Com a aprovação do Estatuto da Cidade (Lei federal n0 10.257/2001), o PDM passa, teoricamente, a se constituir em um importante instrumento legal para a construção da cidade mais justa e democrática.  De um lado, o Estatuto da Cidade parte do pressuposto da gestão democrática da cidade, portanto, a construção do PDM deve ser construído a partir do diálogo entre os diferentes segmentos da sociedade e o poder público. De outro, a referida lei federal ainda prevê uma série de instrumentos que podem conformar a propriedade e a cidade à função social: IPTU progressivo, Zonas de Interesse Social (ZEIS), Zonas Especiais de Interesse Ambiental, entre outros.

No entanto, podemos notar em Vila Velha, como em outras cidades do ES e Brasil, que a gestão democrática da cidade deu lugar à conversa de gabinete. O público se confunde com o privado. O diálogo e a franqueza perdem espaço para o autoritarismo e a hipocrisia. Com essas alterações no PDM, a zona rural de Vila Velha passa a ser recortada por sete zonas industriais. É uma amostra deliberada do poder público para colocar Vila Velha na rota dos investimentos “logístico-industriais” que tem varrido o litoral não apenas do Espírito Santo, como do Rio de Janeiro e de outros estados. Vila Velha entra, definitivamente, na lógica da competitividade entre lugares por investimentos econômicos ... uma das características marcantes da globalização econômica (Milton Santos fala da Guerra dos lugares).

As conseqüências desse processo são, certamente, devastadoras para o meio ambiente e para a população do município, sobretudo para os mais pobres.

Apesar da derrota representada pela aprovação das alterações do PDM, a sociedade organizada de Vila Velha tem mostrado resistência a esse projeto. Tanto entidades ligadas a bairros de classe média como organizações ligadas às camadas populares tem se reunido e debatido formas de reverter esse quadro. 



07/07/2011 - Já está disponível o Informativo no. 2 da AGB Vitória. A publicação traz textos com informações sobre a AGB Vitória e também sobre assuntos que foram destaques recentes na sociedade, como a expulsão de cerca de 300 famílias de uma área em Barra do Riacho, Aracruz, e sobre as manifestações contra o aumento da passagem em Vitoria.

Embora tenhamos limitações quanto ao tamanho e periodicidade desta publicação, o espaço é aberto a contribuições: envie seu texto para agb.vitoria@gmail.com.
Clicando aqui, você pode fazer o download do informativo. Boa leitura!!



NOTA DE REPÚDIO em relação à violação do direito à moradia e remoção de famílias por parte do Estado
em Barra do Riacho, município de Aracruz – ES


A AGB- Associação de Geógrafos Brasileiros – seção Vitória vem por meio desta nota, repudiar a ação do
Estado que se comportou de maneira ditatorial (fascista) ao expulsar de forma violenta cerca de 1.500
pessoas em Nova Esperança, Aracruz - ES.
Cerca de 500 famílias ocupavam área pública da prefeitura do município desde meados de 2010. Sem
nenhum diálogo, a polícia militar e o BME (Batalhão de Missões Espaciais) chegaram ao local com
armamento pesado, cães, cavalos, helicópteros e tratores, atirando bombas de efeito moral, gás
lacrimogêneo e balas de borracha em direção as crianças, mulheres e idosos, gerando desabrigados,
feridos, pessoas em estado grave e até mesmo a morte de uma mulher, levando também as famílias a
perder suas residências e pertences pessoais.
A ausência de uma política habitacional faz com que muitas famílias procurem alternativas de moradia em
locais considerados “ilegais” pelo poder público. Pelo Brasil, devido aos grandes eventos previstos, como a
Copa do Mundo (2014) e as Olimpíadas (2016), intensificam-se cada vez mais, os desalojamentos de
milhares de famílias em várias comunidades nos estados sedes. Mesmo o Espírito Santo não sediando estes
eventos, as desocupações de famílias têm sido realizadas de forma intensa e truculenta. Na semana
passada, ocorreu a expulsão de dezenas de famílias no bairro Santo André em Vitória que ocupavam um
prédio abandonado. No final do ano passado, dezenas de famílias foram despejadas na Serra (ES) de um
conjunto habitacional abandonado por décadas. Portanto, vemos um processo de exclusão e repressão
através do aparato policial e das políticas públicas dos governos municipais e estaduais que
silenciosamente cometem ações desumanas.
De forma contraditória, a remoção em Nova Esperança ocorreu sob o argumento de que a área está
prevista para construções de moradias populares através do Programa Minha Casa, Minha Vida. No
entanto, sabemos que o verdadeiro interesse não é gerar moradia popular, mas atender as demandas
especulativas do setor imobiliário numa das áreas que sofre grandes intervenções empresariais ligadas à
Fibria (Aracruz Celulose), estaleiro Jurong, Nutrigás, Bragussa, entre outras.
A AGB cobra do poder público respeito à população e diálogo com o povo ao invés de balas de borracha,
bombas e repressão. Lutar por moradia, que deveria ser um direito, acaba sendo transformado em crime.
Ficam as questões: a luta por moradia assemelha-se a uma guerra? O povo deve ser combatido? É crime
lutar por um direito reconhecido na constituição federal, que é a moradia digna?
Por uma política habitacional para o povo!
Justiça e solidariedade aos removidos e atingidos de forma covarde em Nova Esperança, Barra do Riacho,
Aracruz – ES!
Vitória, 19 de maio de 2011.


MOÇÃO DE APOIO A LUTA POR MORADIA NAS CIDADES

O município de Serra (Região Metropolitana da Grande Vitória) tem se destacado nos
últimos anos pelo expressivo crescimento do mercado imobiliário formal. Diversos vazios
urbanos têm cedido lugar a condomínios fechados horizontais e verticais, direcionados a
diferentes segmentos de renda. Paralelamente a esse processo, mais recentemente,
verifica-se algumas tentativas de ocupação de áreas ou imóveis desocupados. Embora
tais iniciativas sejam ignoradas ou cobertas de forma tendenciosa pela imprensa local.

Uma dessas ocupações ocorreu no bairro Jardim Primavera, próximo a Serra-Sede, em
um conjunto de casas que se encontravam abandonadas por décadas. No início desse
ano, cerca de 40 famílias ocuparam as precárias edificações. Após alguns meses, o
proprietário do terreno reivindicou junto à justiça a reintegração de posse. Inicialmente o
pedido do proprietário foi negado pela justiça, tendo como base legal o Estatuto da
Cidade (Lei federal 10.257/2001), que apregoa o uso da propriedade urbana em prol do
bem coletivo, da segurança e do bem-estar dos cidadãos.

No entanto, no dia 23 de agosto de 2010, a decisão da justiça foi revista em favor do
proprietário do terreno. Deste então, as famílias, compostas por grande número de
crianças e idosos, têm passado por momentos de tensão por causa da possibilidade de
despejo. Apesar dos ocupantes tentarem, por diversas ocasiões, estabelecer diálogo com
a Prefeitura Municipal de Serra (PMS), não houve avanços. Até meados de outubro, não
havia ainda uma definição sobre o caso. Boa parte das famílias permanece no local e,
segundo os ocupantes, a justiça, embora mantenha a decisão de desocupar a área,
determinou que a PMS ofereça garantias as famílias.