Vida politica de Geisel

Na decada de 50, Geisel comandou a guarnição de quitauna e gerenciou arefinaria de Cubatao, ambas no estado de Sao Paulo. Durante este período, ele estreitou suas ligações com o grupo militar que mais tarde seria conhecido como "Sorbonne", ligado à Escola de guerra.

Ernesto Geisel, 29º presidente do Brasil, durante jantar oferecido a Jimmy Carter, 29 de março de 1978. Ao lado de Geisel a mulher do presidente norte-americano, Rosalynn Carter.

Ele sempre teve interesse na área de extração pretroliferas, tendo dirigido a refinaria de Cubatao em 1956, a pretrobas  (1969 a 1973) e, após 1979, a norquisa, depois de ter deixado a presidência da República.

Em sua gestão na presidência da pretobras, empresa estatal que deteve até a decada de 90  o monopólio da extração de petróleo no Brasil, concentrou esforços na exploração da plataforma submarina, tendo obtido resultados positivos. Conseguiu acordos no exterior para a pesquisa e firmou convênios com o iraque, o egito e o equador.

Após o movimento de 1964, em15 de abril de 1964, foi nomeado chefe da Casa Militar pelo presidente Castelo branco, que o encarregou de averiguar denúncias de torturas em unidades militares do nordeste do Brasil.

Geisel fez parte do grupo de militares castelistas que combateram a candidatura domarechal Costa Silva à presidência da República.

Castello Branco promoveu-o a general-de-exército em 1966 e nomeou-o ainda ministro do tribunal militar em 1967.

Com a posse de Costa e Silva na presidência, Geisel caiu no ostracismo político. No governo de emilio medicini tornou-se presidente da Petrobras, enquanto seu irmão Orlando Geisel se tornou o ministro do Exército. O apoio do irmão Orlando foi decisivo para que Médici o escolhesse como candidato à presidência da república para o mandato de 1974-1979

Subpáginas (1) Vida após a presidência
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