(Steve Jobs)
Bem-vindos à página Educação Online, espaço desenvolvido com a finalidade de integrar recursos da tecnologia digital à Educação.
O futuro já começou!
O que falar dos recursos tecnológicos que cada vez mais ocupam espaço nas aulas e em nosso dia a dia?
É bom demais poder utilizar a tecnologia como recurso didático. Infelizmente nem sempre é possível,por diversos contratempos e obstáculos que surgem no dia a dia das escolas,mas o que vale é que as tentativas diárias são feitas.
Como é gratificante ver um aluno descobrindo,aprendendo e se encantando com esse mundo novo,com essas várias possibilidades de aprendizagem através da tecnologia!
Sim,é possível fazer a diferença na educação dentro e fora de sala de aula utilizando a tecnologia.
“A tecnologia é somente uma ferramenta. no que se refere a motivar as crianças e conseguir que trabalhem juntas, um professor é o recurso mais importante” (Bill Gates)
"Os jovens não são os mesmos de anos atrás e os professores precisam se transformar para seguir essa mudança.
O uso da tecnologia pode ser proveitoso no estudo interativo de conteúdos, tornando-os mais atraentes e fazendo com que o aluno adote uma postura mais participativa.
As ferramentas tecnológicas permitem diversificar as metodologias de ensino a abrir caminho para infinitas possibilidades didáticas. O trabalho com ambientes virtuais de aprendizagem é exemplo do potencial da tecnologia para a educação. Os materiais digitais são outro exemplo de como as ferramentas tecnológicas são capazes de auxiliar o desenvolvimento da educação."
Fonte: https://blog.wpensar.com.br/pedagogico/tecnologia-como-aliada-edools/
Emoji é de origem japonesa, composta pela junção dos elementos e(imagem) e moji (letra), e é considerado um pictograma ou ideograma, ou seja, uma imagem que transmitem a ideia de uma palavra ou frase completa.
Atualmente, os emojis são muito populares nas redes sociais (Facebook, principalmente) e em comunicações de troca de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, por exemplo.
A popularidade e influência dos emojis é tão importante nas comunicações contemporâneas que, em 2015, um desses emoticons foi escolhido com “TheWord of the Year” (“A Palavra do Ano”, em português), pelo Oxford Dictionary, devido a sua “significância cultural”.
Os primeiros emojis surgiram no Japão na década de 1990, criados por Shigetaka Kurita, um dos membros da NTT DoCoMo – principal empresa de telefonia móvel do Japão.
Os emojis são muito úteis para transmitir mensagens de modo rápido, sem a necessidade de escrever textos explicativos.
Fonte: https://www.significados.com.br/emoji/
O Duolingo tem sido uma ferramenta importantíssima nas minhas aulas. Os alunos gostam bastante e o legal é que podem resolver as questões de inglês tanto pelo computador da escola quanto de sua casa ou se puderem e quiserem, podem baixar o aplicativo e responder pelo tablet ou celular e praticar inglês a hora que quiserem.
Seguem alguns registros dessas aulas no Telecentro. Em breve teremos mais...
RHTI - Onde tudo começou...
O que dizer de 2015?
Um ano desafiador,turbulento,que veio para testar de todas as formas nossos limites,nossas forças e nosso poder de resiliência.
Tínhamos planos,projetos a realizar e muita vontade de descobrir,de inovar, de fazer cada aula valer a pena.
O recurso não veio. Ficamos limitados, sem ter muito o que fazer. Mas quem disse que cruzamos os braços?
Seguimos em frente tentando fazer o melhor,da forma que foi possível,mantendo o foco,a força,a fé e muita união. Participamos de eventos,realizamos excelentes trabalhos em sala de aula,mantivemos a dedicação e fizemos o que estava ao nosso alcance para colocar em prática grande parte do que planejamos.
E assim chegamos até aqui.
Participar desse projeto e conhecer cada um de vocês foi uma dádiva. Vocês escreveram capítulos belíssimos na história do RHTI e da minha vida e eu só tenho a agradecer a Deus pela oportunidade de ter feito parte dessa equipe guerreira,que soube contornar os obstáculos e fez a diferença.
A primeira socialização a gente nunca esquece...
Recebi o convite da GTE para contribuir em um projeto voltado para o ensino híbrido e posteriormente para a socialização de práticas pedagógicas,na qual pude relatar minha experiência de trabalho com essa modalidade de ensino na EJA. Foi uma experiência fantástica. Muito grata e orgulhosa por ter participado desse projeto.
by Fernando Trevisani | abr 24, 2015
Ensino Híbrido é um modelo de educação formal que se caracteriza por mesclar dois modos de ensino: o on-line, em que geralmente o aluno estuda sozinho, aproveitando o potencial de ferramentas on-line que podem inclusive guardar dados individuais dos alunos sobre características gerais do seu momento de estudo (acertos, erros, correções automáticas de suas atividades, tempo total de estudo, conteúdo estudado, dentre outros); e o off-line, momento em que o aluno estuda em grupo, com o professor ou colegas, valorizando a interação e o aprendizado coletivo e colaborativo.
Na parte on-line, o aluno possui controle sobre algum elemento do seu estudo, como o tempo, o modo, o ritmo ou o local. Por exemplo, o aluno pode estudar na escola, em sua casa, no laboratório de informática, na biblioteca ou mesa do pátio da escola. Ele pode fazer pesquisa em livros, em seu celular, em um computador ou usando um tablet. Pode estudar sozinho, em grupos ou somente pedir ajuda a alguém quando se sentir necessidade. O que importa na parte on-line é o aluno ter controle sobre parte de seu estudo, tomando decisões que favoreçam sua autonomia. Aqui, valoriza-se principalmente a relação existente entre alunos e tecnologia, sendo esta uma ferramenta utilizada pelos alunos para a construção do conhecimento.
Já a parte off-line deve ser realizada na escola e pode ter vários momentos diferentes: o aluno estudando em grupos ou com a turma toda, com ou sem a presença fixa do professor, ou até mesmo em momentos individuais. O ponto forte dessa parte é a valorização das relações entre professor e alunos e entre alunos e alunos. Todos os momentos estarão conectados a um objetivo central que é o objetivo de aprendizagem da aula.
Nesse sentido, a ideia é que a parte on-line e o off-line se conectem e complementem, proporcionando diferentes formas de ensinar e aprender um determinado conceito. Os dois momentos devem buscar um objetivo central em comum, sendo que cada pequena parte desses dois momentos terão características próprias de modo que se complementem e ofereçam diferentes formas de aprender e ensinar algo.
Dentro do Ensino Híbrido há alguns modelos de ensino que são divididos entre duas categorias: os modelos sustentados, que conservam algumas características do ensino considerado tradicional; e os modelos disruptivos, que rompem com as características do formato de escola que mais temos hoje. Nesse texto serão abordados somente os modelos sustentados por considerá-los mais passíveis de serem aplicados à realidade brasileira pelas suas características.
O modelo de rotação por estações tem uma ideia semelhante aos “cantos” da pedagogia e educação infantil / ensino fundamental I, em que o espaço é dividido em estações de trabalho, cada uma com um objetivo específico, mas todos ligados ao objetivo central da aula. Como é um modelo de Ensino Híbrido, pelo menos uma das estações deve ser a de trabalho on-line, com alguma ferramenta com conexão à internet sendo utilizada pelos alunos. Após um determinado tempo pré-estabelecido, os alunos devem rodar entre as estações, passando por todas elas até o final da aula. Por isso, elas não podem ser dependentes uma das outras, pois se os alunos começarem por uma estação que depende de outra estação prévia, eles não conseguirão alcançar o objetivo da mesma. As estações devem, portanto, ser independentes, com começo, meio e fim intrínseco a cada uma e com objetivos passíveis de serem alcançados no tempo estipulado para a rotação. O professor pode formular quantas estações ele desejar: o que importa é que o tempo total de cada estação deve ser suficiente para que os alunos realizem as atividades propostas e alcancem o objetivo de cada estação.
Confira o guia completo sobre rotação por estações, escrito por duas professoras parceiras do Sílabe
O modelo laboratório rotacional consiste em dividir os alunos em apenas dois espaços de trabalho, sendo um deles o laboratório computacional para a realização da(s) atividade(s) on-line. O outro espaço pode ser determinado pelo professor, devendo ser prioritariamente a sala de aula (isso depende do professor; se o professor for de laboratório de ciências, por exemplo, sua “sala de aula” será o laboratório de ciências; se for de educação física, sua “sala de aula” provavelmente será um espaço externo a sala de aula, onde alunos podem realizar atividades físicas adequadamente). Assim como no modelo de rotação por estações, há um tempo fixo de permanência dos alunos em cada um desses espaços estipulado previamente. Após decorrido esse tempo, os alunos devem alternar entre os dois espaços: quem estava no laboratório de informática se dirige para o outro espaço escolhido pelo professor e vice-versa. Os dois momentos também devem ser independentes, caso contrário os alunos podem sentir dificuldades em iniciar um deles.
O modelo rotação individual é muito semelhante ao rotação por estações, mas nele os alunos têm roteiros individuais elaborados pelo professor e fazem rotações seguindo esses roteiros personalizados. Eles não devem necessariamente passar por todas as estações, mas devem passar por aquelas que fazem sentido para sua aprendizagem, considerando o nível de conteúdo em que se encontram, suas dificuldades e a forma como aprendem melhor.
A sala de aula invertida é o último modelo. Ela consiste em três momentos diferentes: primeiro, o aluno estuda o conceito que será visto na escola antes da aula, se preparando para as atividades que serão realizadas. Esse estudo pode ser feito baseado em referências pesquisadas pelos próprios alunos ou em referências selecionadas pelo professor que podem ser complementadas pelos alunos.
O segundo momento é o momento da aula, em que os alunos usarão os conceitos aprendidos previamente para construir com o professor a aula, aplicando o que aprenderam e participando ativamente da mesma. Nesse momento, o professor passa a atuar como um supervisor daquilo que foi aprendido pelos alunos, buscando identificar pontos estudados e validar informações obtidas pelos estudantes.
O terceiro e último momento é o posterior à aula, em que os alunos poderão aprofundar o que foi estudado em um local externo à escola, buscando mais informações para complementar aquilo que estudaram na aula. Esse momento é importante para alunos solidificarem sua aprendizagem e buscar assuntos ligado ao tema que sejam de seu interesse.
Fonte: https://silabe.com.br/blog/ensino-hibrido-o-que-e/
Reservamos algumas obras de Monteiro Lobato para aproveitar esse período de isolamento social e colocar a leitura em dia.
Chico Bento para ler na quarentena
Turma da Mônica e o Capitão Feio
Turma da Mônica em uma aventura no tempo