Na década de 90, um grupo de amigos se reuniu, por ocasião do Natal, para levar alimentos e roupas a moradores de rua. Estava lançada a sementinha do que viria a ser o Instituto Paulo e Estêvão, alguns anos mais tarde.
Daquela experiência, surgiu a vontade de tornar regular a prática, e não apenas em datas festivas. O grupo então se dividiu em 3 núcleos que realizavam distribuições semanais de alimentos. O preparo e embalagem dos alimentos aconteciam nas residências dos 3 participantes responsáveis por cada núcleo.
Com a prática constante, veio a necessidade de ter uma sede e formalizar o trabalho. Assim, em 2002, foi criado o Instituto Paulo e Estêvão - Ipê - que funcionava inicialmente em uma sala comercial na Rua Treze de Maio, no Centro. Agora, além da distribuição nas ruas, buscava-se realizar um trabalho de inclusão social com os moradores em situação de rua.
O trabalho cresceu e a necessidade de um espaço maior se impôs. Desta forma, foram adquiridas as duas casas da Rua do Senado, 221 e 223, que foram cedidas em comodato para o funcionamento do Instituto.
Durante mais de 10 anos, o Ipê atuou junto à população de rua, buscando aliar às práticas assistencialistas o trabalho mais efetivo de inclusão social (atendimento e encaminhamentos com assistente social, abrigamento, desintoxicação, recolocação no mercado de trabalho, reestabelecimento de laços familiares, etc.). Contudo, em 2015, por razões de ordem maior, o Instituto deixou de trabalhar junto a este público, dedicando-se exclusivamente ao trabalho com as famílias.
O trabalho com as crianças, jovens e famílias tem início em 2005, a partir do estabelecimento da instituição na Rua do Senado. As atividades junto a este público vêm aumentando progressivamente, tanto em número de famílias atendidas quanto no de atividades diversificadas.
Hoje o Ipê desenvolve inúmeos projeto ssocioeducativos, estando seus voluntários sempre atentos a orientação maior que nos guia, que são os ensinamentos de Jesus.