Acesse os protocolos assistenciais para ações críticas em Emergência Médica e Psiquiátrica
Os pacientes que são atendidos neste serviço procuram o hospital por doenças clínicas e cirúrgicas diversas. Mas, junto desses problemas de saúde estes pacientes apresentam sintomas de depressão, de ansiedade, podem ficar confusos, com alucinações ou delírios. Também podem apresentar muito sofrimento por estarem internados, longe de casa, das suas atividades, com crises de choro e desânimo. Muitas vezes esses sintomas todos constituem um diagnóstico psiquiátrico (por exemplo: Depressão, Síndrome do Pânico, etc), ou um diagnóstico psicológico que reflete a tristeza e o desajuste a nova situação. Outras vezes estes pacientes mostram um sofrimento grande por estarem com o seu dia-a-dia alterado, sem conseguir emocionalmente suportar isso, ou estão muito angustiados porque vão sair do hospital com alguma sequela da doença ou do tratamento e seu cotidiano vai mudar.
São estas as situações de doença nas quais o atendimento do Serviço de Saúde Mental deve ser feito para o paciente.
A suspeita do diagnóstico é feita, em geral, pelo médico, enfermeiro ou algum membro da equipe de saúde. Às vezes, o próprio paciente conta já fazer tratamento psiquiátrico ou é a família do paciente que refere um comportamento estranho do paciente. Sendo solicitada a presença do profissional de saúde mental, que pode ser o psiquiatra, o psicólogo ou o terapeuta ocupacional, este profissional é que vai fazer o diagnóstico do que está acontecendo, por meio de entrevista e atendimentos. O tratamento também é feito de forma clínica, com atendimentos, orientações, medicações e outras terapias não invasivas.