PUREZA DOUTRINÁRIA APLICADA AO CONTEXTO DA EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA INFANTOJUVENIL
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Coordenação de Estudos, Pesquisa e Formação da Diretoria de Infância e Juventude da Federação Espírita do Distrito Federal
RESUMO: O presente artigo trata da discussão do conceito de pureza doutrinária aplicado à atividade da evangelização espírita infantojuvenil. A relevância da preservação das bases doutrinárias na evangelização é apresentada, e são oferecidos exemplos que demonstram sua aplicação em contextos práticos. A importância do estudo é destacada na seleção de conteúdos para as aulas, e Jesus é apresentado como a referência maior para os evangelizadores, juntamente a autores consagrados no meio espírita.
PALAVRAS-CHAVE: Pureza Doutrinária. Estudo. Evangelização infantojuvenil. Evangelizador. Criança. Jovem.
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No meio dos turbilhões e das injunções políticas e socioeconômicas atuais, dos caminhos percorridos pelas ciências sociais, dos impositivos da modernidade e no trato com as liberdades individuais, identificamos os trabalhadores da evangelização se esforçando para melhor compreender a Doutrina Espírita e, nos seus contornos, identificar os pontos de convergência e divergência com tudo aquilo que é exaltado pelo materialismo, pelo imediatismo e pelas propostas hedonistas do mundo contemporâneo.
Nessa tarefa, muitos evangelizadores apresentam dificuldade em separar o trigo do joio, misturando teorias, conceitos e entendimentos subjetivos com os fundamentos da Doutrina Espírita (que dela não fazem parte ou até a contrariam), o que pode acarretar em confusão de conceitos e de interpretações a prejuízo da preservação dos seus princípios basilares.
A discussão adquire bastante relevância quando pensamos, especificamente, nos evangelizadores de crianças e jovens, pela criticidade dessas fases para a evolução moral do espírito encarnado. A fase infantil, por ser a criança "[...] mais acessível às impressões que recebe, capazes de lhe auxiliarem o adiantamento” (1). A fase juvenil, por ser a que “[...] apresenta maior número de necessidades no capítulo da direção” (2). Portanto, uma grande responsabilidade repousa nas mãos dos trabalhadores da evangelização infantojuvenil. São eles que atuarão diretamente na construção das virtudes cristãs, que plantarão as sementes do evangelho nessas almas em formação, influenciando-as para os melhores caminhos em suas existências, em direção ao bem e ao amor. Por tudo isso, é importante que, ao evangelizar, esses trabalhadores estejam atentos para a conservação dos princípios da Doutrina Espírita.
No escopo da evangelização espírita infantojuvenil, podemos entender o conceito de pureza doutrinária como a preservação dos fundamentos e dos ensinos dos espíritos em todas as atividades de evangelizadores de infância e juventude, dentro do contexto da ação evangelizadora, definida como “a como ação educativa pautada nos princípios espíritas, sem ater-se aos seus aspectos etimológicos, mas à natureza e às finalidades da tarefa desenvolvida junto à criança e ao jovem no Movimento Espírita Brasileiro” (3).
Em outras palavras, podemos entendê-la como a manutenção da Doutrina Espírita “[...] qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios” (4), garantindo-lhe fidelidade e preservação de princípios e preceitos na elaboração e realização de aulas/encontros de evangelização infantojuvenil.
Aqui surge um questionamento: para atender à premissa de pureza é preciso isolar o Espiritismo de todo e qualquer acontecimento do mundo ou mantê-lo incomunicável, como guardado em uma caixinha, livre de todas as demandas que são apresentadas pelas e para as crianças e jovens do mundo atual? É evidente que não! Dialogar com os temas contemporâneos e compreendê-los à luz da Doutrina é mais do que uma necessidade, é um dever. As almas que se encontram nas mãos dos evangelizadores nos encontros semanais de evangelização estarão em contato direto e constante com tudo o que é produzido pela cultura contemporânea, com os avanços tecnológicos, com as discussões políticas, com as músicas da época, com as tendências e as chamadas “modas” do momento, enfim, com o universo particular a cada idade.
Portanto, os evangelizadores devem estar atentos a tudo o que se desenrola fora das salas de evangelização. Entretanto, não para misturar o que está disponível no mundo com o Espiritismo, em uma fórmula de atualização doutrinária, o que é desnecessário. Mas sim, para mostrar aos evangelizandos como enxergar o mundo de forma espiritualizada; como optar pelos caminhos do amor e da fraternidade diante de tantas opções disponíveis; como respeitar e como amar a Deus e o próximo; como dedicar tempo para priorizar os tesouros do espírito, mesmo diante de tantos convites ao prazer e às ilusões; como interpretar e viver no mundo sem ser do mundo, como bem aponta Um Espírito Protetor (5). Por serem constantemente desafiados a dialogar com várias forças sociais, econômicas, políticas, não raro contrapostas ao que ensina a Doutrina Espírita, todas fortalecidas pelos impositivos do materialismo, os evangelizadores devem fomentar e construir, em conjunto com seus evangelizandos, leituras de mundo espiritualizadas e profundas, que possibilitem enxergar a presença Divina em tudo, valendo-se dos variados recursos disponíveis.
Para contextualizar e consolidar assunto, vamos conhecer algumas orientações dos irmãos desencarnados diante de temas sensíveis, a título exemplificativo, como política e descriminalização do aborto, temas comuns em espaços de evangelização que costumam dar alguns “nós” nas cabeças de evangelizadores quando da preparação e realização dessas aulas.
No primeiro exemplo, no tema política, temos uma orientação suficientemente assertiva de que, “a rigor, não há representantes oficiais do Espiritismo em setor algum da política humana” (6). Nessa citação, André Luiz ensina-nos a não misturar aspirações pessoais com os princípios espíritas, mantendo a devida clareza de dar a César o que é de César, e ao Senhor o que lhe compete. No campo íntimo, o mesmo espírito oferta outra exortação, perfeitamente condizente com a perspectiva do mandamento maior, que determina nos amemos uns aos outros, mesmo os que figuram como inimigos:
“Por nenhum pretexto, condenar aqueles que se acham investidos com responsabilidades administrativas de interesse público, mas sim orar em favor deles, a fim de que se desincumbam satisfatoriamente dos compromissos assumidos. Para que o bem se faça, é preciso que o auxílio da prece se contraponha ao látego da crítica” (7).
No segundo exemplo, sobre a descriminalização do aborto, temos duas orientações importantes. A primeira vem da resposta do espírito Vianna de Carvalho, ao ser questionado se o aborto deveria ser penalizado. A resposta, que consta na obra “Atualidade do Pensamento Espírita”, é clara: “[...] No que diz respeito ao aborto, aqueles que o praticam cometendo um crime hediondo - com exceção do aborto para salvar a vida da gestante - fazem jus a penas específicas, por se assenhorearem do direito à vida, interrompendo-a nos seres indefesos” (8). Joanna de ngelis ratificou esse entendimento em mensagem psicografada à época do julgamento da legalização do aborto em casos de anencefalia: “[...] Quando as legislações desvairam e descriminam o aborto do anencéfalo, facilitando a sua aplicação, a sociedade caminha, a passos largos, para a legitimação de todas as formas cruéis de abortamento” (9).
Diante dos exemplos acima, todas as vezes que, durante as aulas/encontros, os evangelizadores misturarem espiritismo com política, defenderem a formação de uma bancada espírita nas casas legislativas, pleitearem o ingresso de representantes do espiritismo nos poderes constituídos, abrirem espaços de discussões políticas eivadas de ideologias partidárias ou usarem da condição de espíritas-cristãos para fazer propagandas de determinados candidatos nos espaços de evangelização, estarão ferindo a pureza da qual se constitui a Doutrina Espírita. Igualmente e no mesmo contexto, representaria uma violação desse princípio defenderem a descriminalização do aborto, mesmo em nome de uma suposta caridade a benefício das maezinhas em sofrimento, ou a pretexto de respeitar o livre-arbítrio de terceiros, que não são obrigados a ter a certeza que nós, espíritas, temos sobre a Justiça Divina e a Lei de Causa e Efeito (como se a defesa de uma vida indefesa fosse questão unicamente religiosa, que não envolvesse questão éticas e morais da sociedade…). A orientação acertada, portanto, é estudar e consultar o que dizem os espíritos, antes de mais nada, e realizar as aulas/encontros pautando-se fielmente pelos ensinos apresentados pelos desencarnados, sem se permitir extrapolações indevidas, particulares e afeiçoadas a meros pontos de vista, já que, nesses momentos, os evangelizadores se transformam em mandatários da Doutrina, e falando em seu nome, devem ser fiéis aos seus princípios.
As questões apontadas nos exemplos acima podem ser extrapoladas para diversos outros temas aquecidos pela opinião pública: pena de morte, legalização das drogas, eutanásia, poligamia… Mesmo que a Doutrina Espírita não seja de castração, tampouco de proibição - e somos livres para seguirmos suas diretrizes com mais ou menos fidelidade na nossa vida pessoal - temos orientação claríssima a ser seguida quando estivermos representando o espiritismo, tanto em espaços de evangelização propriamente considerados, quanto fora deles (nas ocasiões em que houver algum tipo de interação com as crianças e jovens evangelizadas, como no caso das redes sociais) - isso porque os evangelizadores continuam sendo uma referência religiosa mesmo em suas manifestações à margem da casa espírita, o que requer cuidado e atenção.
A responsabilidade e a influência exercidas pelo evangelizador são enormes, diante de seus evangelizandos. A condição de trabalhador dessa seara é, antes de tudo, um dever magno de divulgação, ensino, estudo, contextualização e aplicação fielmente adstritos às sólidas bases erigidas pelos espíritos superiores e pelo Codificador, desempenhando o justo papel de semeadores das verdades divinas tais quais foram transmitidas pela espiritualidade maior. Aqui, vale lembrar mais um ensinamento de Bezerra de Menezes, “[...] mas que base kardequiana permaneça em tudo e todos, para que não venhamos a perder o equilíbrio sobre os alicerces em que se nos levanta a organização” (10).
Jesus ainda é a expressão máxima de todas as perfeições que podemos aspirar na terra. O Cristo está muito além das pálidas conquistas da ciência, da filosofia, das ciências sociais contemporâneas. Nenhum reformador ou pensador está acima do nosso Mestre e Senhor. As palavras de Pedro ainda ecoam na atmosfera espiritual da Terra, conforme o registro de João, no versículo 68 do capítulo 6 de seu evangelho: - Senhor, para quem iremos nós? tu tens as palavras da vida eterna. Por isso, por mais que as teorias e as narrativas da modernidade possam ser sedutores, dando a ideia de que o Espiritismo ou Jesus são coisas ultrapassadas, de outra época, ou que não se aplicam ao mundo como é hoje, nada existe de mais atual, profundo e rico em recursos de iluminação interior do que as páginas do Evangelho.
Nosso Senhor Jesus é distribuidor da “fonte de água que dá vida eterna” (João, 4:14), o portador de verdades que transcendem o tempo. Reconhecendo a grandeza espiritual do Mestre e de seus ensinos, Emmanuel nos alerta:
“[...] o mundo permanece repleto de filósofos, cientistas e reformadores de toda espécie, sem dúvida respeitáveis pelas concepções humanas avançadas de que se fazem pregoeiros; na maioria das situações, todavia, não passam de meros expositores de palavras transitórias, com reflexos em experiências efêmeras” (11).
Sendo o Cristo o portador das palavras de vida eterna, essa deve ser a referência máxima dos evangelizadores espíritas, que devem evitar posturas apaixonadas ou extremistas, especialmente as que desconsideram os planos divinos para a vida de todos os encarnados e para o nosso mundo; que desconsideram a justiça divina, mesmo nos arranjos familiares mais dolorosos; que desconsiderem a verdade da reencarnação e da vida após a morte; ou que desconsiderem o amor e a misericórdia de Deus em todas as suas expressões. Para tanto, é indispensável que tenham zelo e atenção ao selecionar conteúdos ou abordar temas sensíveis, especialmente os que estão recebendo atenção das mídias e de estudiosos de áreas variadas, de forma a não incorporar conceitos errôneos na Doutrina, ou usar seus fundamentos como base para interpretações desencontradas da sua essência.
Daqui, surgem duas perguntas-chave: como evangelizar em bases de segurança no capítulo da pureza doutrinária? Como ter segurança para olhar o mundo e analisá-lo com a maior retidão possível, à luz da Doutrina Espírita?
Segundo Emmanuel, “a luz do espírito não se transmite nem por imposição, nem por osmose. Quem aspira entesourar os valores da própria emancipação íntima à frente do Universo e da Vida, deve e precisa estudar” (12). Portanto, o primeiro passo a ser dado se dirige a uma jornada profunda e sentida de estudo das obras básicas e subsidiárias, e de autores reconhecidos pelo movimento espírita brasileiro. Isso porque uma das elevadas funções da inteligência é a possibilidade de compreensão da Lei Divina (13). Ao compreendermos essa Lei, conseguiremos, mais seguramente, distinguir aquilo que lhe é concorde - o conceito de “bem” - daquilo que a ela se opõe - o conceito de “mal” (14). Dessa forma, o estudo metódico da Doutrina desenvolverá em cada evangelizador, pelo conhecimento cada vez mais maduro e profundo da Verdade, o discernimento ideal para separar o que é conforme daquilo que se afasta dos ensinos espírita-cristãos. Ou seja, é por meio do estudo que evangelizadores conseguirão separar, para suas aulas e para a própria vida, aquilo que está em sintonia com a mensagem de amor daquilo que não passa de um recorte passageiro do ponto de vista consubstanciado na mentalidade coletiva da época.
Um conhecimento sólido da Doutrina Espírita representa uma forma de “empoderamento doutrinário”. Por meio desse conhecimento ficará relativamente fácil a seleção de leituras confiáveis, com as devidas ressalvas para as que apresentem contradições doutrinárias. Será simples identificar o quê da modernidade está afinado com os princípios espíritas, assim como o que não está; igualmente, saber quais são as fronteiras entre Espiritismo e as propostas que o mundo contemporâneo apresenta continuamente, muitas vezes de forma irrefletida. É esse conhecimento que permitirá uma espécie de “libertação” do que muitos consideram verdades inquestionáveis apenas porque proferidas por acadêmicos, palestrantes ou personalidades de influência, por desenvolver, nos evangelizadores, o entendimento da essência da Doutrina, dos seus fundamentos e aplicações, permitindo-os questionar e refletir por si mesmos, quando qualquer fala ou afirmação não estiver estribada nas obras básicas e subsidiárias.
Com a finalidade de indicar alguns caminhos para essa jornada do saber, sugerimos alguns autores e leituras de confiança, cuja aceitação é ampla no movimento espírita brasileiro: a) as obras básicas da Codificação, de Allan Kardec; b) a Revista Espírita; c) as obras de Léon Denis; e d) as obras psicografadas por Chico Xavier, Divaldo Franco, Raul Teixeira e Yvonne Pereira. A lista é exemplificativa (15), e com o seu estudo aplicado o evangelizador estará em condições de identificar, por si mesmo, quais outras obras poderá utilizar com segurança na preparação de aulas. Por último, não por ser o menos importante, mas por pairar acima de todos nós e, por isso, merecer uma posição de destaque por sua majestade divina, indicamos Jesus, o Príncipe da Paz, cujos ensinos encontram-se nas obras dos Evangelistas Mateus, Marcos, Lucas e João, assim como nas várias epístolas que lhes sucederam, compreendendo o que é conhecido por Novo Testamento.
Para fortalecer a necessidade do estudo, relembramos alguns ensinamentos de André Luiz que permanecem atuais como nunca: “Disciplinar-se na leitura, no que concerne a horários e anotações, melhorando por si mesmo o próprio aproveitamento, não se cansando de repetir estudos para fixar o aprendizado” (16). Trazendo para o contexto da evangelização, o espírito Bezerra de Menezes, em entrevista concedida no aniversário de 5 anos Campanha Permanente de Evangelização, deu a seguinte resposta, quando inquirido sobre quais seriam as condições essenciais para o desempenho da atividade evangelizadora: “É justo, pois, que o evangelizador deva estudar e rever, quanto possível, todos os ensinos da Verdade, granjeando meios de descortinar caminhos de libertação espiritual para quantos se lhe abeirem do coração dadivoso” (17). Ao estudar, portanto, o evangelizador estará contribuindo imensamente para a qualidade da ação evangelizadora, ao munir-se de recursos indispensáveis que lhe permitirão atuar com segurança, sabedoria e conhecimento, qualidades que, ao lado do amor - o pilar de excelência da atividade - trabalharão extraordinariamente a terra dos corações das crianças e jovens para o recebimento das sementes do Evangelho do nosso Senhor e Mestre Jesus.
Finalizando nossas reflexões, que os evangelizadores não se descuidem, nunca, do zelo e do cuidado exigidos na preparação das aulas de evangelização, preservando a pureza doutrinária na seleção, utilização e interpretação das palavras dos espíritos, que são, em última análise, a voz do próprio Cristo entre nós.
Referências
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XAVIER, Francisco Cândido. Caminho, Verdade e Vida. Pelo Espírito Emmanuel. 1ª ed. Brasília: FEB, 2020. Capítulo 151. E-book Kindle.
FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA. Orientação para a Ação Evangelizadora Espírita da Juventude: subsídios e diretrizes. Organizado pela equipe da Área Nacional de Infância e Juventude do Conselho Federativo Nacional da FEB. Brasília: FEB, 2016. p. 32 e 33. Disponível em: https://www.febnet.org.br/portal/wp-content/uploads/2019/07/WEB-Orienta%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-A%C3%A7%C3%A3o-Evangelizadora-Esp%C3%ADrita-da-Juventude.pdf. Acesso em: 27 fev. 2023.
XAVIER, Francisco Cândido. Pelo Espírito Bezerra de Menezes. Unificação. Revista Reformador. Rio de Janeiro: FEB.. Ano 93, n. 1.761, p. 275. dez. 1975. Disponível em: https://febmidia.com/revista_reformador. Acesso em: 27 fev. 2023.
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Trad. Guillon Ribeiro. 131ª ed. Brasília: FEB, 2013. Capítulo XVII, item 10. Disponível em: https://febnet.org.br/wp-content/themes/portalfeb-grid/obras/evangelho-guillon.pdf. Acesso em: 27 fev. 2023.
VIEIRA, Waldo. Pelo Espírito André Luiz. Conduta Espírita. 32ª ed. Brasília: FEB, 2013. Capítulo 10. E-book Kindle.
Idem.
FRANCO, Divaldo Pereira. Pelo Espírito Vianna de Carvalho. Atualidade do Pensamento Espírita. 1ª ed. eletrônica. USA: LEAL publisher, 2015. Pergunta 72. E-book Kindle.
FRANCO, Divaldo Pereira. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. Anencefalia. Mensagem recebida na reunião mediúnica da noite de 11 de abril de 2011, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia. Disponível em: http://www.mundoespirita.com.br/?materia=anencefalia. Acesso em: 27 fev. 2023.
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XAVIER, Francisco Cândido; VIEIRA, Waldo. Estude e Viva. Pelos Espíritos André Luiz e Emmanuel. 14ª ed. Brasília: FEB, 2013. Introdução de Emmanuel (Na escola da alma). E-book Kindle.
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro. 93ª ed. Brasília: FEB, 2013. Pergunta 631. Disponível em: https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2014/05/Livro-dos-Espiritos.pdf. Acesso em: 27 fev. 2023.
Idem. Pergunta 630.
Além das obras e autores, indicamos o acervo da Revista Reformador, repositório rico em conteúdos espíritas confiáveis. O acesso pode ser feito por meio do link: https://febmidia.com/revista_reformador.
VIEIRA, Waldo. Pelo Espírito André Luiz. Conduta Espírita. 32ª ed. Brasília: FEB, 2013. Capítulo 41. E-book Kindle.
RIBEIRO, Júlio Cezar Grandi Ribeiro. Pelo espírito Bezerra de Menezes. Entrevista referente aos 5 anos da Campanha Permanente de Evangelização, em 1982. In: DUSI, Miriam Masotti; ARAÚJO, Cirne Ferreira,GONZALEZ, Clara Lila; CASTRO, Veridiana de Paula Reis (org). Sublime Sementeira: Evangelização Espírita Infantojuvenil. Brasília: FEB, 2012. Pergunta 5. E-book Kindle.