Compras e Estoque
Compras e Estoque
Unidade 3 - Análise de estoques
Olá, estudante! Tudo bem?
Após os estudos da importância dos estoques na empresa, esta unidade visa o aprendizado das ferramentas de planejamento e gestão de estoques.
Entendemos que os estoques são estratégicos para manter a competitividade de uma empresa e ter um diferencial no mercado consumidor.
Precisamos ter um estoque estratégico que atenda pedidos normais dos clientes e também ser estratégico em uma questão de uma mudança nas quantidades de produtos solicitadas pelos clientes ou pelo cancelamento ou baixa quantidade de pedidos pelos clientes. Este é o grande desafio do gerenciamento de estoques, manter uma quantidade estratégica que não aumente os custos e nem falte para atender os pedidos dos clientes.
Veremos algumas ferramentas e tendências que proporcionam resultados para manter uma gestão de estoques eficiente e monitorada. Medidas de desempenho e indicadores facilitam o processo de gestão de estoques e tomada de decisão.
Boas decisões tomadas de forma eficiente baseada em informações e indicadores confiáveis e ágeis tornam a empresa mais competitiva, mais posicionada no mercado e com lucratividade.
Aproveitem e Bons Estudos!
Ferramentas de Análise de Estoques
As ferramentas de análise de estoques são importantes para a gestão eficiente do estoque de uma empresa, porque permitem monitorar e avaliar o desempenho do estoque em relação a vários indicadores e métricas. Estas ferramentas auxiliam na gestão de estoque permitindo a melhor tomada de decisão baseada em dados ajudando a coletar e analisar dados importantes sobre o estoque de uma empresa, como o tempo de entrega, a demanda do cliente, a taxa de rotação do estoque e o nível de estoque em relação ao tempo. Podem auxiliar a identificar problemas de estoque, como excesso de estoque, falta de estoque, estoque obsoleto ou problemas de qualidade. Permitem que uma empresa avalie e otimize o nível de estoque necessário para atender à demanda do cliente. Isso pode reduzir o custo de manutenção do estoque e aumentar a eficiência da empresa.
As ferramentas podem ajudar a reduzir o tempo de ciclo do estoque, permitindo que uma empresa faça pedidos de estoque com mais antecedência e reduzindo o tempo necessário para receber e processar esses pedidos.
O uso de ferramentas de análise de estoques é importante porque permite que uma empresa monitore e gerencie seu estoque de forma mais eficiente e informada, melhorando a eficiência, reduzindo os custos e aumentando a rentabilidade.
(Segundo Martins 2022), A gestão de estoques constitui uma série de ações que permitem ao administrador verificar se os estoques estão bem utilizados, bem localizados em relação aos setores que deles se utilizam bem manuseados e bem controlados.
Vejamos um exemplo prático:
A produção de portas e janelas da metalúrgica Gravia ganhou agilidade e controle mais eficientes com o uso da tecnologia de coleta de dados. Após implementar um aplicativo que gerencia e transfere para o sistema de gestão corporativa as informações captadas de cada peça que chega ou sai da fábrica, automaticamente e on-line, a empresa aposentou os processos manuais de apontamento de produção e movimentação de materiais, o que resultou ainda na redução de erros e mão-de-obra. Isto porque o sistema de gestão da companhia controla todo o ciclo de produtos, desde o recebimento de matéria-prima até os processos de produção, estoque, vendas e faturamento. Em seis meses de utilização do novo sistema, a empresa pode enumerar benefícios, como a eliminação de divergências de inventário (físico diferente do contábil); agilidade no processo de reporte de produção, saldos de estoques confiáveis e em tempo real, isto é, eliminando uma defasagem de 24 horas no saldo contábil em relação ao físico e redução no tempo de fazer o embarque de um pedido de venda na expedição.
Inventário Físico
O Inventário Físico consiste na contagem física dos itens de estoque. Caso haja diferenças entre o inventário físico e os registros de controles de estoques, devem ser feitos os ajustes conforme recomendações contábeis e tributárias.
Inventário é um processo importante na gestão de estoques que envolve a contagem e registro de todos os itens do estoque de uma empresa em um determinado momento. O inventário é geralmente realizado periodicamente, com o objetivo de avaliar a precisão dos registros de estoque e garantir que os níveis de estoque estejam alinhados com as necessidades da empresa.
O inventário permite que uma empresa identifique e resolva problemas de estoque, como estoque obsoleto, excesso de estoque ou falta de estoque. Além disso, também pode ajudar a empresa a avaliar seu desempenho e fazer ajustes em sua gestão de estoque, se necessário.
Independentemente do tipo de inventário usado, a gestão de estoques requer uma abordagem cuidadosa e estratégica para garantir que a empresa possua os níveis adequados de estoque para atender à demanda do cliente, evitar perdas de estoque e otimizar a eficiência da cadeia de suprimentos.
O Inventário Físico é geralmente efetuado de dois modos: PERIÓDICO ou ROTATIVO.
Inventário Periódico
Ele é chamado de PERIÓDICO quando em determinados períodos, normalmente no enceramento do exercício fiscal, ou duas vezes por ano, faz-se a contagem física de todos os itens do estoque. A contagem deve ser feita em menor tempo possível.
O objetivo do inventário periódico é verificar a precisão dos registros de estoque da empresa e identificar quaisquer desvios ou discrepâncias. Ele também ajuda a identificar quais itens de estoque estão em excesso ou em falta e fornece informações importantes sobre o desempenho da gestão de estoque da empresa.
Durante o processo de inventário periódico, todos os itens do estoque são contados manualmente ou por meio de um sistema de digitalização de código de barras. A contagem é comparada com os registros do estoque para identificar desvios ou discrepâncias e ajustar o estoque em conformidade.
Inventário Rotativo
O inventário é ROTATIVO quando permanentemente se contam os itens em estoque. Neste caso faz-se um trabalho de tal forma que todos os itens sejam contados pelo menos uma vez dentro do período fiscal (normalmente de um ano). Essa política exigira um certo número de pessoas exclusivamente dedicadas à contagem, em período integral, o ano todo.
Um critério usual é contar a cada três meses 100% dos itens da classe A (33,3% ao mês), 50% dos itens da classe B (16,6% ao mês) e 5% dos itens da classe C (1,6% ao mês)
Esse método também pode ajudar a empresa a economizar tempo e recursos, pois a contagem é realizada em um número menor de itens de cada vez, permitindo que os funcionários realizem outras tarefas enquanto estão realizando a contagem de estoque.
O inventário rotativo é especialmente útil para empresas que gerenciam grandes volumes de estoque com grande variedade de produtos. Além disso, permite que a empresa reaja rapidamente às mudanças na demanda e minimize as perdas de estoque.
Na prática
Suponha que uma empresa realize um inventário periódico trimestral. A empresa realiza o primeiro inventário periódico do ano, contando todos os itens de estoque que possuem em seu estoque.
Durante o processo de contagem, é descoberto que o estoque registrado para alguns itens está diferente do estoque físico encontrado durante a contagem. Por exemplo, é descoberto que a empresa registrou um total de 200 unidades de um determinado item, mas durante a contagem, apenas 150 unidades foram encontradas no estoque. Isso pode indicar que houve perda de estoque ou algum erro no registro de entrada e saída do estoque para esse item.
Com base nos resultados do inventário periódico, a empresa pode ajustar o registro de estoque para cada item de acordo com o que foi encontrado durante a contagem. Além disso, a empresa pode investigar e resolver quaisquer desvios ou discrepâncias que foram identificados durante o inventário.
Esse processo é repetido a cada trimestre para garantir que o estoque esteja sendo gerenciado com precisão e eficiência, permitindo que a empresa mantenha um controle adequado de seus níveis de estoque e evite perdas ou desperdícios desnecessários.
ACURÁCIA DOS CONTROLES
Uma vez terminado o inventário pode-se calcular a acurácia dos controles, que mede a porcentagem de itens corretos, tanto em quantidade quanto em valor, ou seja:
Acurácia = Número de itens com registros corretos
Número Total de Itens
Ou
Acurácia = Valor dos itens com registros corretos
Valor Total de itens
Exemplo: Calcule a acurácia do controle, sabendo que foram encontradas as seguintes informações na contagem.
Número de itens Contados = 4910
Número de itens com Divergências = 268
Acurácia = 4910 -268 = 4.641 (encontramos o número de itens Corretos)
4.641 / 4.910 = 0,9454
Acurácia = 94,54%
Nível de Serviço ou Nível de Atendimento
Nível de serviço ou nível de atendimento é o indicador de quão eficaz foi o estoque para atender a solicitações dos usuários. Assim, quanto mais requisições forem atendidas, nas especificações solicitadas, tanto maior será o nível de serviço.
Nível de Serviço = Número de Requisições Atendidas
Número de Requisições Efetuadas
Exemplo: No almoxarifado da empresa, durante um período de 6 meses, foram apresentadas 4495 requisições de materiais. Foram entregues 4.400 dos itens solicitados. Qual o nível de atendimento do almoxarifado?
Nível de Serviço = 4.400 / 4.495 = 0,9788
Nível de Serviço = 97,88%
GIRO DE ESTOQUES
Giro de estoque é uma medida de desempenho que indica quantas vezes o estoque de uma empresa é vendido e reposto em um determinado período de tempo, geralmente um ano. É uma medida importante na gestão de estoques, pois indica a eficiência da empresa em gerenciar o estoque e a demanda do cliente.
O cálculo do giro de estoque é feito dividindo o custo das vendas pela média do estoque durante o período considerado. Por exemplo, se uma empresa vendeu R$ 100.000 em produtos durante um ano e mantém em média R$ 10 mil em estoque, o giro de estoque é de 10 vezes.
Uma alta taxa de giro de estoque indica que a empresa está vendendo e repondo seu estoque com frequência, o que geralmente é visto como um sinal de eficiência na gestão de estoques. Por outro lado, uma taxa baixa pode indicar que a empresa está mantendo excesso de estoque ou enfrentando problemas de demanda.
LOCALIZAÇÃO DE ESTOQUES
A localização dos estoques é uma forma de endereçamento dos itens estocados para que eles possam ser facilmente localizados. Com a automatização dos almoxarifados, a definição de um critério de endereçamento é imprescindível.
Existem várias técnicas de endereçamento de estoque, como o sistema de endereçamento por bloco, em que áreas de armazenamento são divididas em blocos e cada bloco é identificado por um número ou letra, e o sistema de endereçamento por corredor, em que os corredores são identificados por letras e as prateleiras por números. Além disso, o sistema de endereçamento pode ser combinado com a rotulagem de itens para fornecer informações adicionais sobre o produto, como o nome do produto, o código do produto e a data de validade.
Vejamos um exemplo de forma de endereçamento.
Endereço: AA.B.C.D. E
Onde:
AA: código do almoxarifado ou área de estocagem
B: número da rua
C: número da prateleira ou estante
D: posição vertical
E: posição horizontal dentro da posição vertical
Qual a localização correspondente ao código de endereçamento 27.5.3.2.1
Material estocado no almoxarifado 27, rua 5, na prateleira 3, Vertical 2, Horizontal 1.
Curva ou Classificação ABC
O critério ABC de estoques é uma técnica de gestão de estoques utilizada para classificar os itens de estoque com base no seu valor de consumo. A classificação ABC permite que a empresa foque em gerenciar os itens de estoque que têm maior impacto financeiro, enquanto os itens com menor impacto podem ser gerenciados de forma menos rigorosa.
A classificação ABC é baseada na análise do valor total de consumo dos itens de estoque ao longo de um determinado período. Os itens são divididos em três categorias:
Classe A: itens de alto valor, que representam uma parcela significativa do valor total de consumo dos estoques (geralmente 20% dos itens, que correspondem a cerca de 80% do valor total).
Classe B: itens de valor intermediário, que representam uma parcela intermediária do valor total de consumo dos estoques (geralmente 30% dos itens, que correspondem a cerca de 15% do valor total).
Classe C: itens de baixo valor, que representam uma parcela baixa do valor total de consumo dos estoques (geralmente 50% dos itens, que correspondem a cerca de 5% do valor total).
A classificação ABC permite que a empresa concentre seus esforços de gerenciamento de estoques nos itens de classe A que têm maior impacto financeiro. Isso pode incluir a implementação de políticas de estoque mais rigorosas, como a redução do nível de estoque, a redução de pedidos de compra ou a implementação de controles de estoque mais rígidos. Itens de classe B e C, por outro lado, podem ser gerenciados de forma menos rigorosa, permitindo que a empresa dedique mais recursos aos itens de maior impacto financeiro.
Exemplo de Critério ABC
Construir a curva ABC do estoque sabendo-se que, durante um determinado ano-base, a empresa apresentou a seguinte movimentação de seu estoque de 15 itens.
1º Passo: Calcular o valor monetário consumido no período. Realizar o consumo x custo por unidade
2º Passo: Ordenar em ordem decrescente (do maior para o menor) do custo total consumido dos itens.
3º Passo: Calcular os percentuais de cada item em relação ao total.
Exemplo: item 2035:
(29.520,00 / 107.982,25) x 100
4º Passo: Calcular a porcentagem acumulada dos itens.
Exemplo: item 2035: 27,34%, item 1030: 22,83%; Acumulado= 50,17%
Uma análise da tabela mostra que os 3 primeiros itens representam 60% dos gastos totais com os materiais de estoques no período: são, portanto, classificados como itens A.
Os 4 itens seguintes representam 25% dos gastos com materiais, e são classificados como itens B.
Os 8 itens restantes correspondem a 15% dos gastos e são então classificados como itens C.
Analisando a figura, pela curva ABC, 20% dos itens (classe A), representam 60% dos gastos, 26,67% dos itens (classe B), correspondem a 25% dos gastos, e 53,33% dos itens (classe C), resultam em apenas 15% dos gastos.
A análise ABC de estoques, que multiplica o custo unitário com o volume comprar permite que a classe (A, B ou c), tenha um tratamento diferenciado. Os itens a devem receber mais atenção pois uma economia ou melhoria em sua utilização representa uma economia no total de gasto com materiais.
Por outro lado, uma análise exclusiva da relação pode levar a distorções perigosas para a empresa, pois ela não considera a importância do item em relação a operação do sistema como um todo. Itens de manutenção de baixo preço unitário e comprados em pequenas quantidades podem afetar o funcionamento do sistema produtivo e a segurança da fábrica. Um simples parafuso de baixo custo e consumo, é, geralmente um item de classe C., no entanto, ele pode interromper a operação de um equipamento ou instalação essencial à produção de bens e serviços.
Para resolver essa deficiência de análise, muitas empresas utilizam um conceito chamado criticidade dos itens em estoque. Criticidade é a avaliação dos itens quanto ao impacto que a sua falta causará na operação da empresa, na imagem da empresa perante aos clientes, na facilidade de substituição do item por um outro e na velocidade de obsolescência.
Dentro do conceito de criticidade, os itens podem ser classificados em classe A (itens cujo na falta provoca a interrupção da produção de bens e serviços e cuja substituição é difícil e sem fornecedor alternativo), classe B (itens cuja falta não provoca efeitos na produção de bens ou serviços no curto prazo) e classes C os demais itens.
Análise dos Estoques pelo método PEPS (FIFO), UEPS (LIFO).
(Segundo Martins 2009), os registros de estoque têm como objetivo controlar o volume físico de materiais, como também a quantidade de capital aplicada. Normalmente, o inventário físico anual realiza a avaliação do estoque em termos de preço, proporcionando uma avaliação exata do material estocado e informações financeiras atualizadas.
Avaliando se o estoque pelo primeiro a entrar, o primeiro a sair, (PEPS), analisa-se seu estoque pela ordem cronológica das entradas dos materiais. Sai o material que foi estocado em primeiro lugar, sendo substituído pela mesma ordem cronológica em que foi recebido. Nessa avaliação aplica-se seu custo real do material. Consequentemente, os estoques, por esse método são mantidos com valores aproximados dos preços atuais de mercado.
Utilizando-se o método último a entrar, o primeiro a sair, (UEPS) para análise de estoques, considera-se que devem imprimir lugar sair as últimas peças que entraram no estoque, o que faz com que o saldo de estoque seja avaliado pelo preço das últimas entradas. É método mais adequado em períodos inflacionários pois uniformiza o preço dos produtos em estoque para venda ao consumidor.
Seja qual for no tudo utilizado, PEPS ou UEPS, seu emprego está condicionado ao tipo de empresa, porque a avaliação do estoque final influi diretamente no custo dos bens vendidos ou das matérias-primas utilizadas na produção. Qualquer variação no valor do estoque repercute de imediato nos custos operacionais e consequentemente nos lucros.
Embora a empresa possa efetuar análises gerenciais sobre as duas formas, a Secretaria da receita federal impõe critérios de avaliação de estoques e, consequentemente a forma de apuração do custo da mercadoria vendida pelo custo médio.
O custo médio de estoque é um método de avaliação do valor dos itens de estoque com base no custo médio ponderado por unidade. Esse método é comumente usado em empresas que têm um grande número de itens de estoque e pode ser uma alternativa mais simples e eficiente ao método de custo específico.
Considerações finais
Uma análise detalhada dos estoques é uma exigência que se faz a todo administrador de materiais. Não somente em decorrência dos volumes de capital envolvidos, mas, principalmente, pela vantagem competitiva que a empresa pode obter, dispondo de mais rapidez e precisão no atendimento aos clientes.
Na busca de tais objetivos, os administradores dispõem de vários indicadores, como giros de estoques, acurácia, e da análise ABC tradicional. Além destes, a criticidade assume importância cada dia maior. Muitas vezes, a falta de um item de baixíssimo custo e pequena rotatividade pode parar toda uma fábrica, com prejuízos de milhares de reais.
Os métodos de avaliação de estoques influenciam o resultado da empresa, devendo estes serem corretamente escolhidos e determinados.
Gerenciar os estoques de forma eficiente é crucial para o sucesso de qualquer empresa que lida com a produção ou venda de bens. O gerenciamento adequado de estoques tem muitas vantagens, como redução dos custos, comprando somente o necessário, evitando excesso de estoques. Melhora o atendimento, pois com estoques controlados pode se atender os clientes de forma mais eficiente, melhorando a satisfação.
Gerenciar os estoques também ajuda a reduzir o risco de perda ou dano de produtos devido a condições inadequadas de armazenamento ou manuseio. Isso ajuda a minimizar o risco financeiro e a proteger a reputação da empresa.
Gerenciar os estoques de forma adequada é fundamental para a saúde financeira e operacional de uma empresa. Além de reduzir custos, melhorar o fluxo de caixa e a eficiência operacional, um bom gerenciamento de estoques também ajuda a melhorar o atendimento ao cliente e a reduzir riscos financeiros e de reputação.
Na prática
Administrar estoques na prática envolve uma série de atividades que visam controlar o fluxo de materiais dentro e fora da empresa.
Verifique na empresa em que você trabalha ou uma empresa de referência e analise:
Como define a quantidade de estoque necessária para atender a demanda dos clientes e garantir o funcionamento eficiente da empresa.
Como controla os níveis de estoque para evitar a falta ou o excesso de materiais.
Como classifica os materiais em estoque de acordo com a sua importância e valor? É importante para priorizar a gestão dos materiais mais críticos e garantir que eles estejam sempre disponíveis.
Realiza inventários? Quais tipos e frequência?
Baseado nesta análise, o que recomendaria para a empresa?
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
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FIGUEIREDO, Kleber Fossati (Org.). Logística empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas, 2000. 369 p. (Coleção Coppead de Administração) ISBN 978-85-224-2742-0